The Dark Knight: Night of the Huntress
27 Sem resistências...
Notas iniciais
A boa é que aqui vai mais um capitulo.
E a ruim...bom essa vocês ficam sabendo só la nas notas finais.
AVISO! ESSE CAPITULO É PROIBIDO PARA MENORES DE DEZOITO ANOS.
SE VOCÊ LER A RESPONSABILIDADE SER TODA SUA.
Esparramada em sua cama Kate dormia...na verdade não podia se chamar aquilo exatamente de dormir. Sua mente estava alerta ao menor barulho. Ao seu lado Bruce dormia. Alfred aparecera logo depois dela ligar para ele avisando sobre o estado de Bruce. Ele trouxera duas mudas de roupa. Um pijama e uma roupa informal para o dia seguinte. Com a ajuda de Alfred ela retirou a armadura e vestiu Bruce apenas com a calça do pijama. Kate abrira os olhos virou-se para o lado de Bruce apoiando-se em seu cotovelo, e encostou suavemente a mão em sua testa. A febre havia baixado isso significava que o antídoto tinha feito o efeito e limpado seu organismo. Por hora Bruce deveria dormir devido ao cansaço o que ela deveria fazer também. Mas sabia que não conseguiria, o fato de ter Bruce tão perto fazia seu coração disparar de ansiedade, dês da noite em que eles se agarraram na cozinha da mansão. Ali Kate percebeu inconscientemente que já não podia mais lutar contra seus sentimentos, mesmo que depois ela fosse dilacerada novamente.
Kate bufou e se atirou novamente no seu lado da cama. Todos os nervos, todas as células, cada pedaço do seu corpo estava consciente de Bruce ao seu lado. Tão consciente a ponto dela sentir sua pele hipersensível. Ela estremeceu ao lembrar-se da noite na cozinha. Sacudiu a cabeças tentando espantar aquelas lembranças antes que ela sentisse mais calor do que já sentia. Levantou-se da cama calçou um sapato de salto que havia por perto e desceu a cozinha para tomar água.
Bruce acordou levemente desnorteado. Levou alguns segundos para identificar o quarto de Kate. Lembrava-se vagamente de como havia chegado lá. Notou também que estava sem a armadura e vestia apenas a calça do pijama. Esticou o braço procurando por Kate, como não a encontrou, seus olhos varrem o quarto a sua procura e param na porta entre aberta. Levantou-se ainda sonolento e foi em direção a porta esfregando o rosto com as mãos para espantar o sono. Desceu as escadas e uma luz vinda da cozinha chamou a sua atenção. Bruce encostou-se ao batente da porta o observou Kate que procurava algo dentro da geladeira em quanto se equilibrava em uma perna e se segurava com a mão na porta da geladeira. Seus olhos acompanharam atentamente Kate deslizar uma perna sobre a outra. Os saltos em seus pés tornaram a cena mais sensual ainda. Ela trocou de perna e seu bumbum exposto até a metade rebolou revelando sua calcinha. Os cabelos escuros caídos em cachos de um modo selvagem, somado ao salto e o baby doll fizeram Bruce pensar em coisas obscenas e inapropriadas.
Ao fechar a geladeira e se virar Kate congelara de susto. Bruce estava ali, parado no batente da cozinha a observando.
---Bruce...—engasgou-se ela. A garrafinha de água que tinha em mãos foi ao chão. Se antes ela sentia calor agora ela estava pegando fogo. O olhar que Bruce dirigia a ela fez Katherine Rushman corar com nuca havia feito. Por um instante ela se sentiu constrangida pelo modo como se vestia. Bruce a fitava com luxuria e paixão. Era tão intenso, um olhar tão fixo que Kate sentiu-se como uma presa prestes a ser caçada por ele. Cautelosa Kate se aproximou dele com passos calmos.
---Bruce.—chamou novamente olhando-o diretamente em seus lindos olhos castanhos. Kate sentiu um arrepio e seu corpo estremeceu. Os olhos de Bruce antes castanhos intensos agora escureceram. Estavam negros.—Como se sente? Parece que a febre baixou.—suspirou ela ao tocar sua testa novamente e sentindo o corpo de Bruce tensionado. Os olhos de Bruce percorreram o corpo de Kate de modo faminto e selvagem. Bruce a puxou quase colando seus corpos, poucos centímetros os separavam. Delicadamente colocou uma mão na nuca de Kate e puxou o rosto dela para perto do seu. Kate travou quando percebeu o que ele iria fazer.
---Bruce não!—negou Kate.Tentando afastá-lo.
---Katherine, pelo amor de deus. Será que apenas por um momento você poderia esquecer o passado e se deixar viver o presente deixando as conseqüências para depois?—perguntou ele com a voz carregada. Sem esperar uma resposta os lábios macios de Bruce beijaram suave e vagarosamente os de Kate. Não se contendo ela suspirou. Bruce colou o corpo de Kate ao seu e ela começou a se sentir excitada ao encostar-se naquele corpo quente, definido e firme. O mundo poderia pegar fogo, vir abaixo Kate se deixaria levar e enfrentaria as conseqüências depois. O beijo que começou suave agora tinha uma pegada mais erótica o que fazia Kate se entregar mais aquele momento e ao prazer avassalador que sentia com os beijos de Bruce. Mal notara que eles se movimentavam e quando deu por si ela estava sendo deitada delicadamente no tapete da sua sala de estar em frente a lareira. Bruce parou e fitou-a por alguns instantes com carinho em resposta Kate sorriu com doçura em seguida ela entrelaçou os dedos firmemente nos cabelos sedosos de Bruce o puxando com avidez para sua boca. Ao mesmo tempo Bruce avançou com força para cima dela e com o mesmo desejo carnal dela. Os lábios se encaixaram perfeitamente degustando com desejo o sabor um do outro em um frenesi ardente. Os beijos não terminavam, muito menos demonstravam cansaço ou desagrado; seus lábios ora se apertavam, ora se comprimiam, ora abriam para as línguas se encontrarem ou para sair algum suspiro de excitação. Os lábios de Bruce deixaram os de Kate, ela ia protestar, mas parou ao sentir os lábios dele em seu pescoço que foi descendo até o decote do seu baby doll. Vagarosamente, demais para Kate, ele deslizou as alças da roupa dela.
Ele lambeu seus mamilos e a enlaçou com seus braços. Ela permaneceu imóvel e submissa ao seu toque enquanto ele beijava sua boca com uma violência controlada, de modo pecaminoso e erótico denunciando seu estado de excitação extrema. O toque dos lábios contra a pele de Kate fez um arrepio se espalhar por seu corpo e despertou fantasias daquela boca pecaminosa em outras partes do seu corpo. Kate sentiu-se ficar instantaneamente mais excitada ainda. A sensação de pele contra pele. Um contato que produziu eletricidade, fazendo o corpo de Kate por inteiro ser invadido por uma onda de calor. Um instante depois ambos se beijavam vorazmente sem pudores, sem limites, um beijo furioso ditado pelo desejo que os consumia. Kate resistiu o quanto pode, mas no fim acabou cedendo. Ela estava louca para ver Bruce sem roupa. Louca para sentir corpo inteiro dele sob as suas mãos. Louca para ter uma chance de fazê-lo perder a cabeça. Ela estava quase desesperada para senti-lo em cima de si, pele contra pele, sentindo-o entrar bem fundo no seu intimo...
Kate pôs as mãos sobre seu abdome, mordendo seu lábio inferior ao sentir seus músculos se enrijecerem ao seu toque. Seus olhos devoravan o corpo de Bruce. Suas pernas eram fortes e torneadas, impecavelmente proporcionais a seus quadris e sua cintura bem delineada. Já os braços davam água na boca. Os bíceps eram muito bem pronunciados, e os antebraços ostentavam veias grossas, criando um apelo visual brutal e totalmente sexy. Kate não perdeu tempo e apalpou o torso delineado de Bruce sentindo sua pele úmida e a rigidez dos músculos.
—Bruce.—chamou manhosa.
Ele deu uma risada ao ouvi-la chamar ele de jeito manhoso e sensual.
Meu Deus... A visão do corpo dele daquele jeito— por inteiro, quando ele ficara só de boxer negra — era de derreter os neurônios. Não havia o mínimo excesso de gordura em parte nenhuma, apenas massas compactas de músculos. Ele tinha barriga de tanquinho e aquele V sexy apontando para a pélvis o qual denominávamos de Quadril de Apolo. Kate sabia que Bruce depilava o peito e cuidava do corpo com a mesma atenção. Ele era a encarnação de tudo o que ela cobiçava, fantasiava e desejava. Em todo lugar que ele a tocava, deixava um rastro de calor. O cheiro límpido da sua pele era um afrodisíaco intoxicante por si só, incitando seu desejo por ele até as raias da loucura. Ele apertou um dos seus seios antes de abocanhar o mamilo mais uma vez naquela noite.
Kate soltou um gemido bem alto ao sentir a onda de calor e o toque de sua língua, derretendo a cada movimento leve de sucção. Suas mãos percorriam avidamente a pele úmida de Bruce, apalpando e apertando, procurando pelas partes que o fariam urrar e gemer. Kate entrelaçou suas pernas no quadril dele e tentei fazê-lo rolar para que ela ficasse por cima, mas ele era pesado e forte demais. Ele a beijou profundamente, passando a língua pela boca de Kate bem à sua maneira. E Kate estremeceu sabia que ele seria capaz de a fazer gozar apenas a beijando, caso aquilo continuasse por mais tempo. Tudo nele me deixava com tesão, desde sua aparência e o toque do seu corpo sob sua mãos até o modo como ele a olhava e encostava nela. Sua avidez e os sinais silenciosos que ele emitia em seu desejo de possuir seu corpo, a impetuosidade com que ele dava prazer a ela e extraía de dela seu prazer, tudo isso deixava Kate nas nuvens. Kate percorreu com as mãos seus cabeços sedosos. A pele lisa e os músculos definido do seu peito estimulavam os mamilos endurecidos de Kate, e o toque do seu corpo rígido era mais que suficiente para deixa-lá molhada e louca para senti-lo dentro de si.
— Adoro seu corpo... –Bruce sussurrou.
Passeando com sua boca do rosto de Kate para a sua garganta. Enquanto sua mão acariciava o corpo de Kate, alternando-se entre os seios e os quadris. Mordendo e lambendo seu ombro, ele foi um pouquinho mais para baixo e agarrou um dos seus mamilos com os dentes. Ele o apertou, e a leve pontada de dor a fez arquear as costas e gemer alto. Ele compensou a mordida com uma leve sucção, depois foi abrindo caminho aos beijos mais para baixo. Kate nunca sentiu tanto desejo na sua vida quanto naquele momento. Com uma trilha de beijos Bruce foi indo mais para baixo, circundando o umbigo de Kate com a ponta da língua.
— Você não está pronta.—disse ele rouco e sombrio. Um violento tremor de excitação atravessou o corpo de Kate. Bruce a deixava louca de tesão quando falava daquele jeito.
— Quê?—Exclamou ela.— Meu Deus... Não dá pra ficar mais pronta que isso.—Queixou-se Kate.
Com ansiedade ela puxou os cabelos de Bruce, numa tentativa falha de trazê-lo de volta para cima. Ele voltou a deslizar lá para baixo, e Kate ficou toda tensa. Ele enfiou o rosto entre as sua pernas, e ela se contorceu contra seu toque, repentinamente vermelha de vergonha enquanto ele mordia de leve suas coxas. Kate nem sentiu Bruce retirar a sua calcinha. Muito menos aode tinha ido parar.
— Não. Por favor. Você não precisa fazer isso.
Seu olhar paralisou os movimentos frenéticos de Kate.
— Você acha que meu desejo pelo seu corpo é diferente do seu pelo meu?—Bruce perguntou asperamente.
Kate não se conteve e passou a língua pelos seus lábios ressecados. Tão excitada pela volúpia animalesca de Bruce que não conseguiu dizer uma única palavra.
Ele soltou um gemido suave e mergulhou de cabeça na sua intimidade no meio das suas pernas. Sua língua abriu caminho para dentro dela, lambendo e separando os tecidos sensíveis. Seus quadris se remexiam sem parar, seu corpo implorava silenciosamente por mais. A sensação era tão boa que Kate teve vontade de chorar. O toque aveludado de sua língua chacoalhava seu clitóris excitado. Ela estava inchada demais, sensível demais. Ela enterrou sua cabeça no travesseiro lutando contra o seu desejo que havia voltado com toda a força e ainda mais intenso. Alternando entre leves sucções e lambidas com a língua enrijecida Bruce começou a passear por sua intimidade, com mais intensidade do que antes. Ele percorreu tudo, a provocando, a tentando- a.
Foi quando sua língua entrou em Kate, e ela teve que morder os lábios para não gritar. Sua língua entrava em sua intimidade em meio às convulsões de Kate, gemendo ao ritmo daquela penetração rasa, tentando entrar ainda mais fundo. Kate chegara ao ápice, e seu corpo se sacudiu violentamente, com os músculos mais tenros se enrijecendo desesperadamente ao toque da língua. O urro que ele soltou reverberou através da sua pele sensível, prolongando ainda mais o clímax dela. Kate não teve forças para afastá-lo quando ele voltou ao seu clitóris e o chupou suavemente... Incansavelmente... Até ela gemer de novo, sussurrando seu nome. Tremeu toda quando o segundo orgasmo invadiu seu corpo, sentindo espasmos violentos, com os membros fora de controle. Lágrimas caíram dos seus olhos e escorreram pelas têmporas. O prazer físico destruiu todas as barreiras que mantinham seus sentimentos sob controle. E Bruce não parava. Continuava a circundar com a língua a trêmula na porta de entrada para o corpo de Kate, lambendo seu clitóris superestimulado até que ela esquentasse novamente. Dois dedos seus entraram nela inquietos. Kate estava tão sensível que se contorceu toda diante da nova investida. Quando ele avançou sobre seu clitóris com um movimento contínuo e ritmado, ela chegou ao ápice pela terceira vez consecutiva, soltando gritos e gemidos roucos. Depois disso ele enfiou três dedos nela, remexendo-os e a abrindo-a inteirinha. Ele soprou um jato de ar frio sobre sua pele molhada, o que reacendeu suas terminações nervosas. Ele massageou um ponto sensível dentro dela, e um novo orgasmo a invadiu na forma de uma lenta e morna onda de prazer, não menos devastadora por não ser tão violenta como nas três vezes anteriores. Com delicadeza Bruce penetrou Kate de forma vagarosa aumentando o ritmo e a velocidade, até os quadris de Kate afundarem no colchão com estocadas violentas e ferozes. Uma onda de prazer percorreu o corpo de Kate de novo, intensificando-se a cada investida do corpo de Bruce contra o seu.
“Assim...” pensou ela. “Era bem assim que eu queria você.”
Bruce enterrou a cabeça no pescoço de Kate e a prendeu com força onde ela estava, indo mais forte e mais rápido, murmurando obscenidades com uma voz ofegante e rouca, fazendo-a enlouquecer de desejo. Kate pensou que seria a vez dele, mas Bruce ainda estava pensando nela, preocupado com ela, remexendo os quadris para levar prazer ao seu ventre em ebulição. Kate soltou um breve e inevitável som de desejo, e a boca de Bruce logo chegou até ela. Kate já estava desesperada por ele, suas unhas se encravaram em suas costas bem delineadas, lutando contra a necessidade torturante de sentir as investidas furiosas dele.
Ambos estavam pingando de suor, com a pele fervendo e colados um ao outro, ofegantes, lutando para controlar a respiração. Quando um orgasmo se formou como uma tempestade dentro de Kate, todo o seu corpo se enrijeceu e se contorceu. Bruce soltou um gemido e posicionou uma das mãos sob o quadril de Kate, levantando sua bunda na direção das suas estocadas para fazer com que ele entrasse mais fundo e chegasse ao lugar que ansiava por ele. Kate chegou ao clímax com uma intensidade que fez a fez sussurrar o nome de Bruce, uma sensação amplificada pela maneira como ele havia dominado seu corpo. Bruce jogou a cabeça para trás, estremecendo. O corpo inteiro de Kate tremia e pulsava deliciosamente trêmulo.
Bruce puxou a manta e algumas almofadas do sofá acomodando-os e os cobrindo com a manta grossa. Kate suspirou e se acomodou no peito de Bruce, observando a lareira com os olhos azuis cobalto brilhando devido as chamas da lareira. Bruce afagou seus cabelos negros com suavidade e em seguida os beijou com carinho enquanto a observava adormecer lentamente e em seguida ele próprio.
Notas finais
Mas pra nossa sorte ainda devemos ter no minimo mais uns dois capítulos.
E ai o que acharam do capitulo???
Bruce foi um pouco carinhoso com Kate não??
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