The Dark Knight: Night of the Huntress
1 Kate Rushman DeCobray
Notas iniciais
Espero que gostem tanto quanto eu...
Dizer que aquele não seria um bom bairro seria pouco. O carro mais discreto de Katherine Belova DeCobray ainda seria uma afronta naquela rua. Seu Chevy impala 67 teria parecido robusto ali. Como uma pessoa normal Kate teria trancado as portas e fugido dali o mais rápido que fosse possível. Mas não, não era qual quer coisa que a assustava. Os prédios eram em sua maioria construções antigas divididas em apartamentos. Era difícil saber a cor exata da pintura, pois estas descascavam. Alguns edifícios tinham comércio no térreo: Um bar sujo com as janelas pintadas de preto, uma loja de produtos exotéricos com uma placa neon na porta, um estúdio de tatuagem e uma creche com fita adesiva segurando a janela da frente quebrada. A rua estava deserta a não ser por um homem sentado em um banco lendo um jornal. Kate respirou fundo e desceu do carro.
Olá?-disse parando em frente ao homem desconhecido.-
Você por acaso conhece J. Jenks?
Por que está procurando J ?
Isso é problema meu. Você o conhece?
Você não parece um cliente comum.- disse ele olhando
Kate de cima a baixo.
Provavelmente por que eu não sou comum.- comentou
Kate.- Mas preciso vê-lo o mais rápido possível.
Olha, eu não sei bem o que fazer.-admitiu ele.
Por que não me diz o seu nome?
Ele sorriu.
Max.
É um prazer conhecê-lo Max. Agora, por que não me diz ,
o que entende por comum?
Bem, os clientes comuns de J não se perecem nada com
você. Gente como você não se dá o trabalho de vir até aqui. Vai direto para o
escritório dele no arranha-céu.
Será que você poderia me dar o endereço?
Depois de pegar o novo endereço de J. Janks, Kate parouem uma vaga e olho a placa discreta e de bom gosto onde se lia: Jason Scott advogado.
Por dentro o escritório era bege com toques de
verde-claro, inofensivo e comum. Via-se um aquário engastado em uma parede e
uma recepcionista de beleza suave atrás de uma mesa.
Olá.-ela
cumprimentou Kate.- Como posso ajudá-la?
Quero ver o Sr. Scott.
Tem hora marcada?
Não exatamente, poderia dizer a ele que Katherine Rushman
deseja vê-lo?
Um minuto por gentileza. Sr. Scott?
O que foi April? Respondeu uma voz de homem pelo telefone.
A Srta. Katherine Rushman deseja vê-lo...
O quê? Mande-a entrar! O que está esperando? A voz do homem
refletia nervosismo e estresse.
Agora mesmo Sr. Scott!- Ela guiou Kate pelo corredor
curto, enquanto oferecia algo para ela beber.
Ai esta!- disse ela abrindo a porta de um escritório
imponente.
O Sr. Jenks era um homem de cabelos grisalhos, que
aparentava ter por volta de 55 anos.
Srta. Rushman. Que enorme prazer.
Kate andou até ele e apertou brevemente sua mão.
Sr. Jenks. Ou prefere Scott?
Como quiser é claro.
Que tal se me chamar de Kate e eu chamá-lo de J?
Como velhos amigos. Fui informado por Max que passou em
meu escritório no centro. Deveria ter vindo ao escritório principal em vez de
passar por canais menos hospitaleiros. Mas o que importa é que está aqui agora.
O que posso fazer por você?
Documentos.- respondeu ela.- Eu preciso de uma certidão
de nascimento, um passaporte e um carteira de habilitação.
Nome?
Katherine Rushman DeCobray.
Idade?
Vinte e sete.
Vou precisar de uma foto sua para finalizar os
documentos.
Claro.- Kate tirou da bolsa uma foto recente dela.- Aqui
está.-disse estendendo a ele a foto.
Em quanto tempo precisa dos documentos?
Posso recebê-los em uma semana?
Este é um pedido urgente. Custará o dobro...me perdoe
esqueci com quem estou falando.
Estava claro que Jason Janks temia Katherine Rushman DeCobray.
Basta me dar o valor- disse Kate calmamente.
O homem pareceu hesitar, embora ele conhecesse sua
família deveria saber que dinheiro não era um empecilho.
J escreveu o valor em um bloco.
Kate assentiu calmamente. Tinha mais do que isso. Abriu a
bolsa de novo e contou a quantia exata.
Bom, vou lhe dar a metade agora. E a outra metade depois
de receber a encomenda.
Ótimo, então nos vemos daqui a uma semana.
Kate tinha novamente seu antigos documentos, agora falsos, por seus antigos tinham sido queimados. Por que a onze anos que Katherine Rushman Decobray não existia para o mundo, e ao que parecia agora ressurgia dos mortos.
Fale com o autor