The Dark Knight: Night of the Huntress

6 Dois lados de uma moeda...-parte I


Notas iniciais
B om estou postando um novo capitulo, ando bem inspirada então é melhor eu aproveita não é?
Mais informações sobre Kate e Huntress focando em seu passado, tembém tem uma grande reveleação sobre a Kate e os motivos da sua magoa com o Bruce.

Depois de passar por decepções com as pessoas Huntress aprendeu a não confiar em qual quer um por que nunca se sabem quem são as pessoas. Aprendeu a mostra o que a convém mostrar ou o que ela deseja que venha à tona. Conforme o tempo passou, ela se tornou uma mulher amargurada e impulsiva de clara e perceptível frieza em relação a emoções. Por que quando você começa a não se importar e mata os sentimentos dentro de si, as coisas começam a ficarem mais fáceis. Huntress já passara por tantas coisas nesses onze anos, tanto tempo de matança, massacre e carnificina em nome do governo que por vezes ela temeu ter perdido toda a sua humanidade.

Huntress e Katherine dois lados de uma mesma moeda. Katherine... Katherine era uma mascara um personagem inspirado na menina alegre que um dia ela foi. Uma mulher inocente, doce, meiga, amável, ingênua, delicada, mas decidida. Boazinha, mas não imbecil. Ela? Ela morrera a muito tempo, sobrando apenas um eco fraco que permanecera para iludir, enganar. Assim como os seus sorrisos. Por que ela sabia que Kate era uma mera fantasia daquilo que um dia fora real. A antiga Kate aquela criatura frágil, carente, ansiosa por cuidados e carinho. Aquela que necessitava ouvir o tempo todo que não estava sozinha e que ela era capaz de seguir em frente. Aquela que se desmanchava em lágrimas todos os dias em seu travesseiro
perguntando se algum dia conheceria o sentimento de ser amada e protegida. Ela se lembrava bem, Kate conhecia Bruce durante quase toda a sua vida, foram melhores amigos de longa data. Só que durante a adolescência as coisas mudaram principalmente para Kate. Não era só mais amizade. Era algo mais além, mais forte. Era amor. Ele foi o primeiro garoto qual gostara de verdade. Foi o primeiro garoto que ela havia beijado. Seu primeiro namorado. O cara com quem perdera a virgindade. Ele foi seu primeiro e talvez único amor. Sempre que Bruce aparecia na sua porta, era como se fosse a primeira vez, seu coração parecia querer pular do peito. E sempre que pensava em sua partida, seu coração falhava uma batida, pedia e implorava para o tempo passar devagar, para aquele dia não chegar nunca. Sentia – se viva. Estava amando pela primeira vez. Amando Bruce, aquele cara incrível que havia conhecido desde criança e que quanto mais conhecia, mais amava seu jeito reservado, mas ao mesmo tempo gentil e carinhoso.

Ela queria dizer tantas coisas, mas quando o encontrava,ficava meio perdida. Eram tantas coisas ensaiadas. Um olhar, um sorriso, e lá estava ela toda boba, envergonhada, tímida. Ele fingia não perceber seu nervosismo. Ela fingia acreditar que realmente não sabia. Seguíamos “conversando”. Ele monossilábico, ela falante. Diálogo? Não, monólogo. Kate sentia uma felicidade incontrolável ao lado dele.

Dizem que o primeiro amor a gente nunca esquece. Será que realmente ela foi capaz de esquecer? De o primeiro palpitar do seu coração, ou esquecer-se dele que a fazia esquecer-se de tudo, e de todos com apenas um toque, ou dos beijos que compartilharam. Kate simplesmente não conseguia resistir ao seu charme, toda vez que ela o beijava Kate perdia toda sua sanidade e se entregava de corpo e alma aos seus beijos e toques, ela se odiava profundamente por isso, e foi por causa dessa fraqueza e submissão incontrolável em relação a Bruce que durante uma missão na Ásia eles se encontraram e mais uma vez ela cedeu a ele, só que como resultado ela entrara pelo cano... Ela nunca em sua vida toda havia sentido tanto desespero do que quando descobrira que estava grávida. Sua Helena, o seu bem mais precioso, sua vida. Que neste exato momento estava a quilômetros de distancia em Londres com sua madrinha Dinah Lance. Duas vezes ela fora abandonada pelo homem que amava, seu único amor. Dor, magoa e raiva foi tudo o que restou de Kate. Todo o agente recebe um codinome para não comprometer a si mesmo e os que o rodeiam. No seu caso Huntress. Kate sabia que Huntress era muito mais, ela havia se tornado sua real personalidade e admitia a si mesma que ela assusta muito. Huntress era sensual, egoísta, sarcástica, debochada, às vezes dura demais. Sabia encenar se parecendo uma garota boa ou má, sendo que quando se trata de maldade ela não encena simplesmente age naturalmente cuidando de si mesma e daqueles que ama. Ela inspira o medo, intimida seus inimigos e seu jeito violento a torna uma espiã assassina temida. Huntress nunca foi de demonstrar seus sentimentos e fraquezas em público e dessa vez não seria diferente...

Notas finais
E ai o que acharam do passado da Kate e do surgimento de Huntress? Mai pra frente Helena vai participar da fic e eu vou falar mais sobre Huntress.
Quero comentários ein????