Notas iniciais
Essa é a minha primeira fic, então se estiver muito ruim, me perdoem, mas deixem reviews e façam uma autora principiante feliz XD
A historia é um pouco baseada no anime Le Portrait de Petit Cossette, mas o final não é o mesmo (eu nem sei o final, porque eu só vi metade do primeiro episodio do anime XD)
Espero que gostem, e boa leitura =D

Inglaterra, século XV

Rin Pov

- Rin, meu amor, o que estas a pensar?- Disse Leon, meu noivo.

- Estou a pensar, que a vida é curta, e a beleza, não é eterna- disse, olhando em seus olhos.

- Sei que a vida é curta, e que algum dia morrerei, mas enquanto eu viver, quero ficar ao seu lado, se fosse possível, iria querer viver eternamente só para poder lhe admirar, mesmo você sendo feia ou não- Meu noivo disse, com o seu olhar galanteador, que faz qualquer garota cair aos seus pés.

- Assim esperamos- disse isso, finalizando nossa conversa e caminhando para meu quarto.

Inglaterra, século XXI

Len Pov

- Mãe, porque nos temos que ir morar com a vovó? Nossa casa está em perfeito estado, e também moramos em um bairro bem localizado, por que nos temos que ir morar naquele fim de mundo?- disse bastante irritado

- Filho, por favor, me compreenda, sua avó mora sozinha naquela mansão há anos, desde que seu avô infelizmente faleceu, nos só vamos ficar um tempo lá, quando sua vó, falecer ou melhorar, o que eu espero que aconteça, mas é bastante improvavel, nos iremos voltar- minha mãe falou calmamente.

- bom, eu não tenho outra escolha, então o jeito é eu ir- disse já desistindo, é impossível ganhar uma discursão para a minha mãe.

Arg!!!! Por que nos temos que ir morar com a vovó? Tudo bem, eu sei que ela está morrendo, mas por que a minha mãe não me deixa ficar aqui? Eu já tenho 17 anos e sei que posso morar sozinho. Eu era feliz lá na minha antiga cidade, em meu colégio, eu era o cara mais popular que existia lá, todos queriam ser meus amigos, na maioria das vezes, por interesse no meu dinheiro (sim, sou rico) e as garotas suplicavam para eu mandar pelo menos um "oi" para elas, admito que eu pegava algumas, mas nenhuma nunca me interessou de verdade, a única coisa que elas serviam para mim, era para satisfazer os meus desejos, na hora que eu quisesse.

- Mãe já está chegando? Estou cansado de ficar sentado- eu disse já sentindo minha bunda ficar dormente

- Já estamos chegando filho, só mais um tempo.

- Humpf, o jeito é esperar- quando eu sair desse carro vou verificar se a minha bunda está achatada

A cidade onde minha vó mora, é uma merda, parece àqueles cenários de cidade mal assombrada nos filmes de terror, toda velha e pacta, e as casas estão todas acabadas, a mansão então, está toda deteriorada por causa do tempo, minha mãe me falava que aquela casa, pertencia a alguns nobres de alguma época ai, e para me assustar, também me dizia que ela era mal assombrada, mas eu não acredito em fantasmas, assombrações, espíritos, ou qualquer outro bagulho, afinal de tudo, por que eu iria acreditar em algo que nunca vi?

- Filho?- minha mãe disse, interrompendo meus pensamentos

- Sim mãe?

-chegamos à casa de sua avó- minha mãe falou

-Finalmente- disse com certa alegria, porque eu finalmente ia sair daquele maldito carro, e certa tristeza, por que eu cheguei na maldita mansão

Eu olhei para a cara da mansão, e percebi que ela não estava tão ruim assim, mas mesmo assim ainda continuava acabada, se não estivesse eu estaria surpreso, mas quando eu entrei, senti ate uma nostalgia de ter que morar naquele lugar, ele estava completamente sujo, os paredes, objetos e tudo o que tinha lá estava coberto de poeira e teias de aranhas, os moveis que eram pretos, estão brancos de tanta poeira que tem, não que eu seja fresco, é que eu não gosto muito de teias de aranhas. Agora estou me perguntando, onde será que estão os faxineiros dessa casa? Eles devem estar de ferias prolongadas

- Filha, que saudade!- minha vó disse, abraçando minha mãe.

- Mãe também estava com saudades- minha mãe disse retribuindo o abraço

- Minha filha, quem é esse garoto do seu lado?- minha vó disse, pelo o que vejo, ela não se lembra da minha cara

- Mãe, esse aqui é o Len, meu filho.

- Ah você é o Len, como você cresceu, nem tem mais cara de menininha- eu fiquei com um pouco de raiva do que a minha avó disse de mim

- Com licença, eu estou bastante cansado e eu gostaria de ir para o meu quarto para poder descansar, vovó, a senhora poderia-me dizer aonde é?- isso tava mais com cara de uma desculpa para sair de lá, do que o o cansaço da viagem

- Mais é claro meu netinho querido, você vai andando reto, depois vira a esquerda, e depois à direita, depois a direita novamente, e por fim, vire à esquerda- ela disse isso com a voz mais calma do mundo, como se fosse bastante simples chegar lá.

- Muito obrigado pelas instruções, agora eu vou dar o meu jeito para achar aquele quarto.

- Só mais uma coisa netinho voc...

- Por favor, me chame de Len- ser chamado de netinho estava de irritando.

- Ok Len, quando você chegar lá, ira ter três portas, a da esquerda, é a porta do seu quarto, a da direita, é a da sua mãe, e você NÃO pode entrar na porta do final do corredor, estamos entendidos?

- Sim senhora- agora é que eu vou entrar lá mesmo, fiquei curioso para saber o que tem atrás da dessa misteriosa porta

Fui andando calmamente, tentado seguir as instruções, o que não deu muito certo porque logo na primeira curva, eu dobrei no lugar errado, mas mesmo perdido, continuo andando calmamente, ate que eu vejo algo que me chamou bastante atenção.

Era um quadro de uma garota, uma garota muito linda por sinal, em minha opinião, ela era uma versão feminina de mim, e eu sentia que a conhecia de algum lugar, o que era de fato muito estranho, depois de um tempo percebo que ela está com um semblante triste no rosto, como se algo muito ruim fosse acontecer, e infelizmente ela não poderia fazer nada para evitar. Fiquei olhando o quadro por mais alguns instante, ate que percebo tem uma plaquinha grudada no quadro, e quando fui ler, lá estava escrito:

- Kagamine Rin- então era esse o nome da garota, perai, Kagamine é o MEU sobrenome, como é que uma menina, que eu acho que nunca vi na vida, tem o mesmo sobrenome que o meu? e esse sobrenome é bastante incomum, por que será que nos dois temos o mesmo sobrenome?

Comecei a correr que nem um desesperado, e por ironia do destino, consegui chegar ao corredor do meu quarto, o que me deixou muito feliz, porque eu já estava muito assustado com o quadro que visto há alguns minutos atrás

Quando fui entrar no meu quarto, vi que tinha um bilhete grudado com uma fita adesiva na porta, tirei-o de lá, e comecei a ler.

"Len

Sua mãe me disse que você é bastante curioso

Então irei reforçar o que eu provavelmente já disse para você...

NÃO entre no quarto, espero que você me obedeça

Ass: Sua Avó”

Eu estava tão assustado por causa do quadro, que eu esqueci totalmente da porta, eu sei que aquela porta, tem uma ligação com o quadro da menina, e eu tenho que descobrir a qual é essa ligação.

Afinal, o que iria me acontecer?, eu não acredito em fantasmas mesmo...

Notas finais
Gostaram?
Se gostarem, deixem reviews
Se não gostarem, deixem reviews também =D
Criticas são bem vindas, mas que elas sejam feitas de maneira construtiva.
A tradução do titulo da fic é o espelho assombrado, só para avisar.
Só vou postar o próximo capitulo se tiver reviews, se não tiver vocês nunca iram saber o que aconteceu com o Len Muahahahahaha XD #Tijolada ¬¬
Então, Mereço reviews? *-*