The Curse Was Broken... Life Goes On
9 He Is Just Like You
Notas iniciais
Já eram quatro da tarde. Emma estava dirigindo em seu fusca amarelo levando Henry para a casa de Regina. Depois de 10 minutos estava na frente da casa de prefeita.
- Não quero passar o final de semana sozinha, Henry! – ela faz biquinho.
- Ah! Eu também não quero te deixar sozinha, mãe. – ele abraça ela – mas combinamos com a minha mãe que eu iria passar esse fim de semana com ela! – beija a bochecha dela e vai correndo para a porta de casa.
Emma vai atrás dele, e aperta a campainha.
Regina estava na cozinha, lavando a louça, e ouve a campainha. Daniel está sentado no balcão secando alguns pratos, talheres e outras coisas. (Regina o ensinou como fazer).
- Acho que é a Emma, que veio trazer o Henry – ela sorri para ele.
- Que bom – ele se levanta e acompanha Regina até a entrada.
Chegando à porta, antes de abri-la, Regina para Daniel e fala:
- Deixa eu contar primeiro que você está aqui, e depois eu te chamo, ok?
- Tá, tudo bem! – ele olha pelo olho mágico, e vê Henry com uma moça loura, e sorri – É ele?
- É sim! – Regina sorri, e Daniel lhe dá um selinho, e volta para a cozinha.
Regina abre a porta.
- Henry! Que saudade, meu amor! – ela abraça Henry.
- Também estava com saudades mamãe! – ele retribui o abraço.
- Oi, Emma – ela olha para Emma, que está com uma pontinha de ciúmes do abraço dos dois.
- Olá, Regina – ela estreita os olhos, mas Henry a olha sorrindo, e ela se desmancha toda – Segunda depois da aula eu vou te pegar, ok querido?
- Sim, mãe! – ele abraça a sheriff – Mais tarde eu te ligo!
- Ok, tchau, filho!
- Tchau mãe!
- Tchau, Emma.
- Tchau – ela sorri, e passa a mão no cabelo do filho. Ela vai para o carro, e Regina fecha porta.
- Henry... Tenho uma surpresa para te mostrar... Você sabe da minha história antes de ser a Rainha Má, não sabe?!
- Sei sim!
- Então você lembra do Daniel – ele balança positivamente a cabeça — Bom... Ele está vivo... e está aqui, louco para te conhecer.
- Onde ele está? Que legal!
- Vamos ele está na cozinha – ela fala acompanhando Henry até a cozinha.
- Oi, eu sou o Henry! – ele dá a mão para Daniel apertar.
- Olá, eu sou o Daniel! – ele aperta a mão do garoto.
- Então vocês estão juntos? – pergunta Henry, puxando Regina para perto dos dois.
- Sim... Você deixa sua mãe namorar comigo? – ele pergunta com educação, e uma cara fofinha para o garoto, segura a mão de Regina.
- Hum... Você a ama? – pergunta Henry arqueando as sobrancelhas.
- Mais que tudo nesse mundo! – ele segura mão de Regina, que sorri alegre, e com os olhos cheios de lágrimas.
- Então tudo bem! – ele sorri – Mãe você o ama?
- Claro que eu o amo! – ela sorri pra Daniel e passa a mão no rosto dele, que sorri ao toque.
- Então eu deixo você namorar a minha mãe! – ele abraça Regina.
- O que vamos fazer esse fim de semana? – Regina pergunta encarando os dois.
- Podíamos cavalgar! – disse o menino encarando Daniel.
- É podíamos! – respondeu Daniel.
- E você sabe cavalgar, Henry? –pergunta Regina intrigada.
- Sim, meu avô me ensinou! –disse o menino colocando as mãos no quadril, um ato que fez Daniel perceber o quanto ele era parecido com Regina no seu jeito de ser, e acabou rindo.
- Do que está rindo? – pergunta Regina olhando para Daniel, ela não tinha uma cara de que estava gostando de sua risada.
- Eu estou rindo, porque eu estou vendo o quanto ele se parece com você! Ele está com as mãos no quadril, igualmente como você faz quando alguém desconfia de você! – ele sorri mais ainda.
Regina olha para Henry e sorri, e o menino também sorri ao perceber que está exatamente como Daniel o descreveu.
- Acho que esses dez anos o fez pegar os meus hábitos! – ela sorri para Henry, que a abraça.
Eles passaram o resto da tarde conversando, explicando as coisas do nosso mundo para Daniel, que estava feliz, ele amou conhecer o Henry. Ele era um menino de ouro.
A noite, Regina e Daniel foram para o quarto dormir.
- Entendo porque você ama o Henry! – ele a abraçou e beijou sua testa.
- Por que?
- Porque foi ele quem te mudou... Você chegou a essa cidade ainda como a Rainha Má, mas quando o adotou, ele te mudou para melhor. Te fez acreditar no amor novamente. – ele alisava o cabelo dela.
Ela o abraçou sorrindo, com algumas lágrimas teimando em descer pelo seu rosto, e o beijou, delicadamente, levemente, deixando suas mãos em seu rosto, alisando seu cabelo.
Deitaram-se, abraçados, e dormiram.
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