The Curse Was Broken... Life Goes On
6 Finally Together
Continuação...
Tudo foi esclarecido. Daniel estava triste, alegre, meio confuso, e ressentido, pois tudo que ele ouvira, o fazia perceber o quanto Regina sofreu ao perdê-lo. Ela tinha se tornado a Evil Queen, a maldição, o Henry, que ele estava já louco para conhecer, e o motivo da maldição, Snow White, que os tinha dedurado para Cora. Ela havia resumido tudo em 2 horas de conversa, em alguns pontos ela derramava lágrimas, que eram imediatamente secadas pela mão de Daniel, e consoladas por selinhos, e beijos intensos.
- Então... Agora que eu te contei tudo... Você acha o que de mim?
- Como assim?
- Eu fiz essas coisas ruins, todas essas coisas ruins... O que você acha de mim, depois de todas essas coisas que te contei?
- Você continua sendo aquela garota decidida, a mulher por quem me apaixonei! Você sofreu demais, por isso fez o que fez... Eu entendo! – disse beijando a testa dela, e secando algumas lágrimas que desceram depois de suas palavras lindas para ela.
- É por isso que eu te amo! Você sempre tenta entender o meu lado, e mesmo eu estando errada, você tenta amenizar o erro, me consolando... – Regina sorria ao sentir Daniel secar suas lágrimas, ele sorria em retorno.
- Hey... não chore! Eu estou aqui agora! – ele sorriu e a beijou.
Daniel puxou Regina para si, com o braço direito, e com a mão do outro braço no rosto dela. Ele levantou, ficando em pé e a puxou para ficar em pé em sua frente. A virou e a emprensou contra a parede. Ela gemeu com o empacto de suas costas na parede, mas não ligou, ela queria mais daquilo. Ele desceu o zíper da saia dela, mas deixou-a no mesmo lugar, e foi abrindo os botôes da camisa social da morena.
Regina ficava cada vez mais excitada. Ela tirou a camisa dele, puxando para cima, pelos braços, e se deparou com seu tanquinho, pôs as mãos em seu peitoral, alisando seu tórax. Foi descendo as mãos até o cós da calça, abriu o botão, desceu o zíper, abaixou as calças dele, e colocou a mão dentro de sua cueca. Ele gemeu ao sentir o toque dela.
Para deixá-los quites, Daniel tirou a blusa dela, e abaixou sua saia. Tirou o sutiã e massageou os seis perfeitos dela. Desceu mordendo e beijando o pescoço da morena, que se arrepiava ao sentir seus beijos e toques.
Ele beijava e chupava levemente os seios dela, abaixando a calcinha, apertando as coxas, logo se interessou pelo centro da morena, mas voltou a beijá-la.
Ela finalmente tirou a cueca dele. O empurrou para trás, fazendo ele se deitar na maca. Ela pula em cima dele, e abre suas pernas, o prendendo no meio delas.
- Voce é meu Daniel... agora e sempre – falou sedutora.
- Sim, Your Majesty! – disse ele sorrindo, puxando a morena para um beijo.
Seus lábios se encontraram, novamente com fúria e paixão. O desejo de um pelo outro era insaciável. Ele colocou, fazendo ela gemer e gritar.
- Oh! Daniel
- Sabia que eu sempre quis tirar sua roupa e te fazer minha naquele estábulo?!
- Sim, e eu sempre desejei o mesmo! Mas tinha medo de minha mãe descobrir e lhe ferisse! Como aconteceu... – ela ficou parada por um momento, mas ele logo a puxou e a beijou gentilmente.
- Não vamos pensar nisso agora! Vamos pensar em nós dois, finalmente juntos de novo! – ela sorri e acente com a cabeça, e o beija de novo, ele faz movimentos lentos e rápidos, alterando a respiração dos dois.
Ele virou ela se colocando por cima. Tirava e colocava, rápido e lento. Mas cada vez ela gritava mais alto “Oh... Daniel, go, go!”. Sorte que não havia ninguém no hospital!!
Os dois falavam o nome do outro. Daniel se areepiava a todo momento, pois Regina mordia sua orelha, pescoço, lábios (entre outros lugares). Ela arranhava suas costas. Ele sabia que quando ela fazia isso é porque estava excitada. Elel a segurava pela cintura, chupava seus seios, pescoço, deixando marcas de chupões nele. Cada vez que suas bocas se encontravam, era como se houvesse um tsuname, eles tinham que recuperar o tempo perdido.
Deitaram um de cada lado, ofegantes, mas felizes e com sorrisos bobos de prazer, ele a envolveu com o braço, a puxando para perto, e ela deitou sua cabeça sobre seu peito.
- É bom ouvir seu coração bater, me deixa segura de que você está mesmo aqui, que isso realmente está acontecendo. – ela disse em um tom romântico, ele sorri e beija a testa dela.
- Eu estou mesmo aqui! Te amando como sempre te amei, e como sempre irei te amar – ele disse apertando mais o abraço.
- Own! Daniel, eu também te amo, te amei e sempre vou te amar! – ela virou o rosto para cima e lhe um selinho, e voltou a deitar sobre o peito dele.
Daniel pegou o lençol (que antes forrava a cama, mas eles o derrubaram) e os cobriu. Eles adormeceram ali, naquele quarto de hospital, abraçadinhos.
Eles se sentiam seguros ao lado do outro. Afinal o que é o amor verdadeiro??
CONFIANÇA
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