The Cure
2 Capítulo 1 - vida nova, problemas novos
Notas iniciais
enjoy!
Era fim de tarde, e eu ainda estava no carro a caminho de uma cidade esquecida do mundo chamada Lima. Meu medico recomendou, disse que seria uma boa a mudança de ares para o meu tratamento e minha tia resolveu acatar a ordem, já que era horrível pra eu ficar em Chicago. Não moro com os meus pais há um bom tempo. Não sinto falta. A culpa de tudo o que acontece comigo devo a eles, como um acampamento para me “curar” ou prisão domiciliar por conta da “violência” e assim por diante. E minha tia Daphne, a única sensata da família, jovem e com um bom emprego, resolveu largar tudo só por minha causa e para cuidar da louca da família Fabray. Nossa diferença de idade é relativamente pequena, então me dou muito bem com ela. Melhorei visivelmente quando me mudei para a casa dela, mas a ideia de ir para um fim de mundo me atormentava de uma maneira inexplicável.
Meu nome é Quinn. Na verdade Lucy Quinn Fabray, mas Lucy me lembra demais a época em que vivia com os meus pais e me dói bastante essa lembrança. Passei grande parte da minha infância e adolescência em instituições para menores e acampamentos religiosos. Tudo isso porque meus pais simplesmente desconfiavam que eu fosse homossexual e com isso eu me revoltei e fazia a maior zona no bairro onde eu morava. Então fui parar em várias instituições e fui me fechando para o resto do mundo. Aos 16 saí com uma ordem judicial pedida pela minha tia, para que eu fosse morar com ela e viver minha adolescência como uma pessoa normal.
Voltando a minha mudança, chegamos em Lima na metade do 1º semestre do último ano letivo.Sinceramente eu não sabia o porque tinha que ir a escola. Sou autodidata e estudava nas instituições. Meu nível é quase de uma faculdade, mesmo assim minha tia insistiu na minha interação com outros na minha idade. Nem quis discordar. mas me arrependi logo de não ter colocado a minha opinião.
A casa da minha tia em Lima era quase uma mansão. Era meio que uma herança familiar. era conhecida no bairro como a Mansão dos Fabray's mas eu não ligava, mas parece que os vizinhos estavm muito interessados em saber quem eram os ocupantes da mansão. minha tia simplesmente ignorou:
- Quinn, vou descansar, se quiser pode sair conheçer o pessoal porque eu não tenho saco pra isso, mais tarde ou amanhã a gente arruma as coisas aqui ok?- disse ela subindo as escadas e coçando os olhos.
- tudo bem.. acho que vou até a biblioteca..vi uma qaundo passamos pelo centro da cidade. vou pegar o carro. bom descanso respondi
- toma cuidado hein!- disse ela sorrindo, ela confiava em mim .
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