The Cord Of Protection
5 Provas e Sumiços.
Notas iniciais
espero que gostem >
vou colocar algumas imagens dos personagens no final >
(Principale Civitatem é a cidade principal dos elfos, o centro do reino, e onde foi a conferencia que o pai e a mãe de alice foram ><)
_ Quem é você? Onde estou? Por que aquele cachorro gigante está me olhando? Por que você tem orelhas tão pontudas? Você é metade Pastor Alemão? Ela é sua mãe? — disse Joseph, apontando para Lua.
_ se não quiser levar um soco, é melhor calar a boca. — falei, irritada.
Quando o trouxe para minha casa não pensei que ia ter que aturar nervosismo humano totalmente exagerado e desnecessário. Eu estava usando alguns remédios para curar os arranhões e o galo gigante em sua cabeça, mas demorariam algumas horas para fazer efeito por ele ser humano. Quando terminei todos os curativos olhei para ele. Seus olhos eram tão azuis quanto o céu da manhã, e me deixavam meio hipnotizada. Percebi que ele estava se segurando para não perguntar mais coisas, então resolvi responder as perguntas que já tinha feito.
_ ok. Para começar meu nome é Alice. Você está na minha casa pois bateu com a cabeça no chão e eu não podia te deixar no meio da floresta. Aquele cachorro é na verdade uma loba chamada Lua e está te olhando porque você é uma visita indesejada para ela. Não, ela não é minha mãe. Eu não sou metade Pastor Alemão, seja lá o que isso for. E tenho orelhas pontudas porque... bem.... eu sou uma elfa.
Ele me encarou por alguns segundos antes de falar:
_ Uma o quê?
_ Ah, você sabe, uma elfa. Já deve ter ouvido falar em sua mitologia: orelhas pontudas, alguns um pouco mais altos que humanos comuns, vivem na floresta...
_ Eu sei o que são elfos! — interrompeu Joseph _ Mas você não pode ser uma... quer dizer, elfos nem existem!! É impossível!
_ Hm.. entendo. — falei, levemente decepcionada. _ você é um daqueles humanos que não acreditam em nada que não seja lógico para sua espécie. Bem espertinho, me diga, se elfos não existem, o que eu sou.
_ você é uma garota que tem provavelmente um ou dois parafusos a menos. Suas orelhas são pontudas pela sua genética ou por alguma maquiagem. Estamos em uma casa projetada para parecer de elfos e aquela, — disse, apontando para Lua – é uma loba muito bem treinada. Estou certo?
Sorri.
_ Sua falta de fé é perturbadora.
Ele levantou uma sobrancelha.
_ você acabou de citar uma frase do Darth Vader?
_ Talvez. Leio muitos livros sobre a cultura humana. Sei de quase tudo sobre seus costumes, gostos, e frases. Achei que essa iria se encaixar bem nesse contexto.
_ Ora, quer para de falar como se não fosse humana? — disse Joseph, visivelmente irritado. _ Se você é uma elfa como diz então prove!
Suspirei profundamente.
_ Se fizer você acreditar. _ estendi minha mão em direção do chão.
Lua latiu, parecendo preocupada.
_ está tudo bem. — falei – Se ele quer uma prova, então vou dá-la.
Me concentrei no chão de madeira. Segundos depois, uma pequena flor azul começou a surgir entre as tábuas. Joseph arregalou os olhos. Peguei a flor e ofereci a ele.
_ Espero que seja prova suficiente.
Ele pegou a flor com a mão tremendo um pouco e sorriu:
_ Isso é muito legal...
_ Pensei que não acreditava em elfos.
_ Acredito em coisas que vejo, e, se eu não acreditasse em você depois do que acabou de fazer, eu provavelmente estaria louco. _ Sorriu Joseph.
Sorri de volta, ignorando o olhar insistente de Lua.
***
Ficamos ali por várias horas conversando. Joseph me contava sobre gostos humanos que eu ainda não conhecia e eu contava sobre minha cultura, poderes, etc.
Ele disse que isso tudo parecia o universo de um programa que “passa na TV”, seja lá o que isso for. Ele disse que o nome era “Hora de Aventura”, embora o programa não ter a duração de uma hora inteira.
Ficamos tanto tempo ali que nem percebi que já era dia. Desci para pegar alguma coisa para comermos e alguém bateu na porta. Meu coração parou. E se meus pais já tivessem voltado? Eles iam encontrar Joseph aqui! Eu não posso deixar que descubram!
Corri para o quarto e tranquei a porta com Joseph e Lua dentro e voltei para atender a porta.
_ Alice! Graças ás Ninfas! — Era Gole, filho de um dos Anciãos e meu amigo desde sempre. Ele parecia ter corrido uma maratona e estava nervoso.
_ O que foi? Aconteceu alguma coisa?
_ A Principale Civitatem foi atacada pelos vampiros! Eles sequestraram vários Anciões e... — Gole me olhou pesarosamente _ Eles.. eles levaram seus pais. E estão vindo atrás de você.
Parecia que o tempo tinha parado. Só conseguia ficar ali, perplexa, encarando um Gole cheio de pena.
_ por... — minha voz saiu fraca _ Por que eles querem vir atrás de mim?
_Não sei. Meu pai conseguiu escapar e disse que tinha ouvido a conversa de um dos vampiros. Eles disseram que estavam vindo procurar alguma coisa, e acharam que essa coisa estaria com você.
_ Co- comigo? Mas eu... eu... — Senti que poderia desmaiar a qualquer segundo. Gole segurou meu ombro e apertou.
_ você tem que sair daqui o mais rápido possível está entendendo? Eu vou avisar para as outras famílias abandonarem a área também, mas você não pode ir com eles, seria óbvio demais. Eu detesto a ideia de você por aí sozinha, mas é o que deve ser feito. Posso confiar em você?
Acenti levemente com a cabeça.
_Ótimo. Melhor ir embora hoje mesmo. _ ele me abraçou_ Tome cuidado.
E foi embora.
Subi correndo as escadas em direção ao quarto, destranquei a porta e encarei Lua e Joseph lá dentro.
_ O que houve? — perguntou Joseph, preocupado _ Parece que viu um fantasma.
_ meus pais. — falei ofegante, poderia desmaiar a qualquer segundo _ Eles sumiram.
Personagens :
Lua:

Joseph:

Alice:

Notas finais
até o next cap >
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