The Chronicles of Narnia: The Untold
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Espero que gostem desse primeiro capitulo e espero que minha imaginação colabore e faça o próximo vir rápido. Torçam por isso.
Bem vamos lá, conheça a Kriss e o inicio dessa aventura, uma parte que o Tyo C.S. Lewis não falou pra nós.
xx
Era uma vez uma menina: Kriss. Esta parte da historia nos conta algo que aconteceu pouco antes de os Pevensie entrarem em uma terra de sonhos. Alguns minutos antes, que para aquela terra pareciam horas. Nossa personagem, Kriss, é a filha mais velha do senhor Walter, advogado na região cujo mesmo havia perdido a esposa recentemente por causa de uma grave doença, que nem mesmo o melhor médico da região não conseguiu achar uma cura. Ela havia deixado, além de Kriss, as gêmeas Ember e Leah.
Kriss era muito parecida com a mãe, tanto quanto as irmãs. Ambas eram tão parecidas que não tinham quase nada a ver com o pai, que era um senhor muito bem cuidado, com cabelos mesclados de preto e cinza, e uma barba rala. Ela tinha uma pele muito branca, que a faziam pensar que nunca tinha visto o sol na vida, seus cabelos loiros eram encaracolados nas pontas e longos, e seus olhos eram de um tom brilhante de azul-céu.
Moravam em pleno campo, numa propriedade vasta que abrangia desde uma pequena plantação de maçãs até os estábulos e terminava com um riacho que fazia fronteira com uma densa floresta. O casarão era alegre, de janelas grandes, cheia de escadas e corredores, vários quartos e artefatos que pertenciam à família a gerações.
Alguns metros adiante, se encontrava a casa do Professor Kirke, grande amigo de sua família que abrigava em sua casa os Pevensie, que fugiam do perigo da guerra, um homem de muita importância nessa historia, mas ela não será revelada agora.
Era manhã e os Walters haviam acabado de tomar café. Logo o Sr. Walter partiu para o seu trabalho, deixando as filha com Dóris, sua babá. As meninas se encontravam na sala de estudos, fazendo desenhos ou lendo livros, dispondo de chá e brownies. Leah, que como sempre fora mais observadora do que a Ember e a Kriss, notou que seu cachorro, um Husky siberiano de seis meses chamado Alfred (apelidado gentilmente de Alfie por Ember), havia sumido. Saíram a procurá-lo pela casa, mas nada encontraram. Decidiram procurar no lado de fora da casa. Enquanto as gêmeas iam junto com Dóris procurar nos estábulos, Kriss foi procurá-lo perto do riacho pois sabia que ele adorava aquele lugar.
Como havia imaginado lá estava ele, deitado sob uma árvore, se protegendo do calor da manhã. Ela o chamou, e chamou, mas o cão nem mexeu uma patinha. Pensou em chamá-lo mais uma vez, mas sabia que ele não viria, então decidiu-se por ir atrás dele.
Colocou um pé dentro d’água e logo sentiu sua meia ficar encharcada. A água lhe cobria até metade de sua perna, e seguia numa mesma profundidade por todo o percurso. Ou pelo menos pensava que continuava. Praticamente no meio do riacho, ao dar um passo a diante pisou em um buraco, sentiu seu pé doer e caiu na água molhando a parte do seu corpo que há pouco tempo estava seca. Enfim Alfie se moveu. Ele pulou na água e agarrou a gola de seu suéter tentando ajudá-la a sair da água, mas mesmo o riacho não sendo tão fundo ela acabou engolindo muita água (a maioria das vezes por causa do Alfie que fica por cima dela a pressionando para baixo). Sentiu que haviam sido arrastados por alguns metros, mas quando enfim consegui se livrar do Alfie e se levantar, saindo do rio, percebeu que estava em um lugar totalmente diferente.
Era como se o inverno tivesse caído ferozmente sobre a terra em cerca de segundos, deixando o chão como um enorme tapete branco. Olhou para traz e não viu riacho, nem mansão ou macieiras. Ao voltar a olhar para frente percebeu um enorme rio congelado, e sobre ele uma toca de castor. Sentiu frio. Olhou para sua roupa e ela estava totalmente seca, como se tivesse acabado de sair do varal em um dia de imenso calor. Passou a mão pela sai tirando um pouco de neve que estava sobre ela e viu, bem ali perto da barra do suéter, uma pequena mancha de um pó dourado, que saiu de sua roupa ao terminar de uma leve batida.
Levantou o olhar mais uma vez, um pouco mais para a direita, e teve uma visão um tanto intrigante de um castor (ou uma senhora castor, não sabia como distinguir) sobre as duas patas traseiras fazendo algo que parecia varrer a neve de sua “calçada”, e o mais inusitado é que ele(a) parecia cantarolar alguma canção enquanto fazia isso.
Ao virar para traz, a senhora castor tomou um susto com a visão da menina Kriss e de seu cachorro, e depois de um tempo de boca aberta pronunciou um pouco alto de mais:
-Por Aslam!
Notas finais
Mereço reviews não acham?
Lembrando de dedicar esse capitulo a minha amiga Lia (ou melhor, Leah) que provavelmente vai ser uma das primeiras a ler. Hihi
xx
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