The Chronicles Universalis

1 Capítulo 1 - Imortalidade


Notas iniciais
Um torneio pela imortalidade e por se tornar uma lenda acontecerá e Linch mais se preocupa com seu dragão desaparecido: Volks.

Me via cercado pelo ódio e pela ira, um tipo de técnica que aprendi no Inferno². Diferente do Inferno Principal. Era lá onde ficavam as almas de seres com um tipo de Zyen evoluído. O Inferno Principal abrigava demônios e os demônios reis. Já o Inferno Supremo abrigava os Demônios Reis; Diablo ou Diabo, Satan e Demo.

– Pelos mil anjos guardiões que protegem essa terra e o céu, livrai-me de todo mal, pois o Senhor Deus é meu poder. E com esse poder eu te mando de volta escuridão eterna! – recitava eu em quanto estava fazendo um ritual de exorcismo como trabalho pra guilda.

Uma menina se recontorcia toda na cama e uma fumaça saiu de sua boca. Quando achei que havia acabado, senti uma terrível força escura vindo da direção da porta da casa onde estava.

Corri em direção à porta e a abri, não havia ninguém do lado de fora. Em uma fração de segundos ouvi um barulho e retirei minha katana da bainha e a coloquei para cima em forma de defesa, no mesmo segundo um peso surgiu sobre mim; o punho de um troll gordo bateu em minha espada. A criatura estava em cima da casa. Joguei a mão dele para cima e saltei dando um mortal de trás caindo sobre a casa.

Eu usava uma capa cor de sangue, o capuz cobria meus olhos não revelando minha identidade. Para os clientes era apenas um cavaleiro os ajudando.

Avancei em direção ao troll e numa velocidade surpreendente que deu somente para ver a luz que a lâmina produziu. Eu havia cortado ao meio o enorme troll.

Voltei pra casa com mais vinte mil DracoCoins$. Minha casa ficava em meio á uma floresta. Com muitas defesas e armadilhas. Entrei na minha casa, com paredes de granito. Meu quarto era cheio de livros espalhados por ele.

Deitei em minha cama após tomar um banho.

Estava em uma plena batalha com um demônio poderoso, eu estava sendo massacrado até que não vi escolha e finalmente ativei uma técnica secreta; A transformação demoníaca; GonsForz. Fiquei em plena fúria e contra-ataquei com poder máximo.

Acabei com o demônio em um só ataque. Olhei para uma garota, perdi o controle e a ataquei, mas antes que eu pudesse fazer isso um homem entrou na frente com uma foice a protegendo.

Era Jason, meu amigo. O impacto do meu soco contra a lamina da foice foi tão forte que rachou o chão. O segundo soco foi impossível de Jason se esquivar e acabei o acertando. Com meu amigo no chão comecei a bater nele ele já estava inconsciente. Chegou outro homem e me acertou com um cajado e eu apaguei. Acordei em uma cama com aquela garota me olhando, ela olhou para mim e sua expressão era triste.

– Adeus, Rich. – disse ela.

Levantei-me da cama, e a segurei pelo braço.

– Lola... – eu disse.

Ela começou a chorar, e retirou um anel do bolso e colocou em minha mão.

– Tome isso, nunca mais tente usar aquela forma. Você não é um demônio, – enquanto ela dizia uma lagrima caiu do meu rosto – você é um anjo Richkottow, um dragão da Dragons Lord. Prometa-me que nunca mais vai fazer isso.

– Eu prometo, mas fique. Eu te imploro.

Ela me beijou enquanto a luz do sol atravessava a janela.

– Estou deixando a Néftis e vou possivelmente desaparecer, eu te amo. Adeus, Linch, obrigado. – essas tinham sido as últimas palavras que eu ouvi dela em minha vida.

Olhei para a janela e vi um enorme dragão vindo em direção ao quarto, ele atravessou a janela e me derrubou no chão.

Acordei com um pulo que cai da cama, sentado. Olhei para o teto e disse:

– Estou te esperando, Volks.

Já era de dia, apesar de dentro da minha casa não de pra ver, por ela ser no subterrâneo. Levantei e fui tomar banho.

Quando terminava de secar meu cabelo, senti uma presença estranha na casa. Foi quando uma besta atravessou a parede do banheiro, com velocidade invoquei a minha poderosa katana; Kurousing. A fera atacou e eu me esquivei em um único movimento estendi o braço com a katana na mão e cortei a besta que se desintegrou.

Mas o que? Como entrou aqui? Minha casa é cheia de armadilhas mortais. É impossível que qualquer ser, principalmente um ser infernal como uma besta. Mas como aquilo veio parar aqui, sei que é impossível, não é possível que alguma besta ataque por ela mesma, esse tipo de criatura infernal é invocada por alguém que tem ligação ao Inferno Principal.

Ouvi algo, então sai do banheiro pelo buraco na parede. Não estava com algo digno de batalha, estava apenas com um manto branco enrolado no meu corpo. Ao sair e olhar para o corredor. A forma de alguém, um garoto, menor que eu mais ou menos uns doze anos. Ele vestia um casaco vermelho que vinha até os joelhos, uma camisa laranja, calça e botas. Tinha cabelos negros. E um rosto pálido. Ele segurava uma espécie de raiz. Coisa que fazia sentido; ele havia invocado a besta, geralmente utilizadores de invocação começam a invocar poderes da terra, pois são mais fáceis de serem controlados.

Ele me olhava com raiva nos olhos, ele queria me matar, como metade dos mercenários de Zena. Zena é o mundo onde vivo é o que os mortais terrestres chamariam de “Mundo Mágico”.

– Linch Uti! – gritou ele. – Você matou minha família, pra você eles eram somente um trabalho fácil, mas eles tinham filhos e irmãos!

Espera ai, este garoto tem o rosto parecido com o governador que executei á três anos atrás, ele é filho do governador do reino RayBer.

– Lembrou? – perguntou ele – Pois esta será sua ultima lembrança!

– Mentiroso, acabei de lembrar que estou atrasado para ir pra aula! – disse eu.

– Seu maldito!

Ele deu um soco no chão com a mão que segurava a raiz, e saiu raízes verdes me cercando. Segurei o manto que prendia minha cintura e contra-ataquei com Hellsing cortei todos os seis, sete pedaços que saíram do chão, o garoto saltou e foi me atacar no ar, virei os olhos de maneira sarcástica e nem olhei para ele só deu um soco em sua barriga, e ele apagou na hora.

Olhei para o garoto, quem era ele na verdade?

Fui até meu quarto e vesti minha roupa de sempre: Camisa azul escura uma camisa de mangas longas com as mangas puxadas para cima e com golas, vermelho-sangue e um capuz preto, calças jeans pretas surradas e um tênis.

Peguei o garoto e arrastei o até sair da floresta onde ficava minha mansão, até a rua. Andei por quilômetros Até ver os portões dourados e em cada lado um obelisco de seis metros feito de rubi.

Quando cheguei mais perto os portões se abriram e lá estava aquele idiota do Vinnie Aono Death. Ele roubou a foice da própria Morte, então ele foi concebido como shinigami (ceifador). Ele era loiro tinha olhos negros, usava uma camiseta, listrada; azul e preto, uma camisa branca, usava um tapa-olho preto em um de seus olhos. Vestia bermuda e sandálias e levava a foice nas costas.

– E aí? – disse. – O que ta esperando?

– Tudo bem. – disse Vinnie – Não é da sua conta. Quem é o garoto?

Fiz um olhar que dizia: Não é da sua conta!

Quando entrei pude ver a praça com ruas feitas de pedras, e os vários bancos que tinham espalhados por ela, eu olhei a diante e vi o campo de batalha, era um tapete enorme vermelho com uma plataforma em cada lado, ao lado deste havia outro campo de batalha, mas nele só tinha duas plataformas e não tinha chão. Umas das ruas levavam a uma enorme mansão feita de madeira, era a Sala Principal era lá onde ficava o refeitório e as portas que levavam á lugares impossíveis de se imaginar, por exemplo, em uma das portas se via uma pequena sala de aula, mas ao entrar você estaria no meio de uma floresta ou há beira de um vulcão.

Um garoto alto vinha em minha direção. Tinha cabelos pretos e olhos intensamente negros, usava uma camisa preta e calças jeans rasgadas. Nas costas levara uma foice.

– Linch Richkottow! – disse o garoto.

– Jason Winkam. – disse eu.

Jason era meu melhor amigo, diretor da Néftis. [Depois de sua família ser encontrada morta, Jason herdou mais de 150 bilhões de paladins. Ele era tataraneto de um dos criadores da Néftis]

– Acontecerá um torneio. – disse ele.

– Qual o prêmio?

– A imortalidade!

– Como? É impossível conceder a imortalidade.

– A própria deusa Néftis vai conceder.

Como assim, eu lembro-me que a deusa deu o poder para Jason e em troca ele batizou o instituto com o nome dela. Mas depois disso, ela nunca mais veio visita-lo.

– Ela conversou comigo em um sonho. Ela quer que realizemos um torneio as sete sessões vão participar. Os vencedores de cada sessão não vão só ganhar a imortalidade como vão se tornar lendas.

Uma dúvida me bateu á mente.

– O que são essas sessões? – perguntei.

– Essas sessões, são como os alunos são divididos, – explicou ele – quando chegaram vocês foram selecionados para uma sessão: A primeira é que eu estou junto com mais três pessoas. Quem escolhe a sua sessão são os dragões. Cada sessão tem sua sala, como se fossem casas, as sessões são mansões. Elas ficam na montanha leste e você não ficou sabendo desta separação?

– Não. – respondi.

– As batalhas vão ser na arena do deserto.

– Aquilo não é um deserto, é espaço de 100m² com cercas nas divisas e em volta várias arquibancadas.

– Não importa, amanhã começa. Garoto da quarta sessão. – disse ele sarcasticamente.

Deixei o garoto na enfermaria e fui para a floresta treinar.

Notas finais
Todos ansiosos para o torneio. Mas um evento com um prêmio assim, não ia ficar de fora da companhia da Ordem.