The Chiller
5 Capítulo 5
Capítulo V
“Há muito tempo atrás, dois magos muito poderosos resolveram experimentar uma coisa em que eles não precisam experimentar (já que eram imortais), a morte. Mas antes que partissem para esta aventura resolveram passar seus poderes e dons para dois amuletos. O azul era do primeiro mago e o vermelho do outro mago. Esconderam muito bem os amuletos. Porém muitos homens viviam procuram os amuletos para poderem ter os mesmos poderes dos dois magos. Foi então que dois grandes amigos um chamado Krillex e o outro Chiller encontraram os poderosos amuletos. Por muito tempo viveram em harmonia, mas a ambição tornaram seus corações tão rancorosos que até a amizade deles destruiu. E viveram muitos séculos em guerra e muito de seus servos morreram em nome dos seus orgulhos. Até que resolveram lutar um contra o outro, frente á frente. Lutaram por vários dias sem cessar, só que não imaginavam que os dois tinham a mesma força e que numa hora suas forças se anulariam. Foi então os amuletos forçaram tanto que acabaram por explodir de forma tão abundante que foram transformados em uma poeira que se espalhou de forma muita rápida. E pouco desta poeira veio até a Terra. Só que duas raças se construíram a raça Chiller, aquela da poeira azul. E a raça Krillex da poeira vermelha. Duas raças inimigas. Havia então há dezesseis anos atrás uma única película de poeira da raça Chiller que se apossou pelo seu corpo fazendo você ser o escolhida da profecia do grande mago Chiller. E o escolhido da profecia do Krillex, a raça dos maus e ambiciosos tinha sido escolhido um ano antes. E ele está aqui na sua casa. E você tem que tomar cuidado pois ele vai te matar, a inimizade das duas raças se passou de milênios para milênios e isso é mortal. E eu tive a missão de cuidar e proteger da Escolhida.” Ao terminar sua narração fiquei totalmente pasma. Era inacreditável, totalmente inacreditável. Eu escolhida de uma raça. E o garoto que acaba de me beijar era meu inimigo, e que deve me matar. Não sei como não desmaiei.
Fui pra varanda do meu quarto e quando virei para perguntar mais sobre eu mesma para o duende ele já tinha ido embora. Desci a escada e vi que os “amigáveis” vizinhos também tinham ido, e parece que levaram minha mãe junto.
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