Bem, meu nome é Emily e eu nunca gostei de que ninguém falasse por mim.

Eu, dês de pequena, quis ser uma mulher independente e eu acho que estou no caminho certo para conseguir isso, não é menosprezando as minhas amigas nem o namorado delas, mais as vezes eu sinto que elas fazem questão de mais das migalhas de amor que eles (seus namorados) jogam para elas, algumas delas.

Eu faço parte de um jornal online aonde eu fico com a parte de eventos da vizinhança, Memory City, uma cidade eclética aonde cabe tudo e todos, aqui do Canada, o que faz que nosso jornal tenha o nome de “Memory City Newspaper” nome que raramente eu direi por completo, então eu vou abreviar de uma forma bem simples, MCN.

Bem, eu não escolhi o nome do jornal porque eu não tinha ideia de um nome legal pois eu sou uma pessoa muito criativa quando estou sozinha, mas quando eu preciso usar essa criatividade para alguma coisa ela me falta... isso me deixa agoniada, mas isso provavelmente vai mudar aos poucos.

Minha parte do jornal normalmente a dos famosos, horoscopo e curiosidades, enquanto Pedro fica com a parte de análise de texto, entrevistas, redações finais e o gerenciamento.

Lucia a parte de esportes e ginastica.

Júlio com ilustrações e reportagens sobre a vizinhança.

Isso é uma coisa bem empolgante que faz eu me sentir realmente parte da minha cidade e todos os meus textos e reportagens, quando eu faço são assinados com meu nome criativo “The Bubble Girl”, eu gosto deste nome pois era o nome de uma personagem que eu gostava muito de uma revista em quadrinhos.

O que me leva a estar escrevendo este diário e que eu preciso refletir sobre o que acontece diariamente, semanalmente ou talvez no anualmente comigo no meu dia-a-dia.

Isso seria uma espécie de fofoca mais é só apenas uma garota e seu diário, ou seja, algo mais próximo de um documentário de uma menina recém-formada em multimídia.

Mudando de assunto eu tive uma péssima experiência uns tempos para cá em contar minhas coisas para minhas amigas, especialmente uma. Não sei se as pessoas sabem, mas eu descobri da pior maneira que não se deve confiar em todo mundo, principalmente quando você acaba de conhecer uma colega nova que se chama Eshiley e que veio de Indiana, EUA.

Não estou dizendo que as pessoas de Indiana consistem em ser fofoqueiras, mas esta garota quase arrasou a minha vida no meu período de colegiado.

Isso ainda vai ser uma longa história de que eu vou ter que escrever depois devido a minha memória fraca!

Enfim, hoje é somente um dia para iniciar um diário devido ao que eu estava conversando com Pedro o gerente do MCN que sugeriu que eu escrevesse um jornal em vez de ficar contando as coisas para as pessoas, pensando bem-estou gostando disso.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.