The Bruxos

3 Capitulo 2 - A iniciação


Notas iniciais
Beeeeem queridos... Mais um capitulo para vocês, estou muito confiante com essa fanfic ^^) espero o apoio sempre de vocês. *Texto sem revisão, então me desculpem qualquer erro.*

Chequei o relógio no aparelho de DVD com meus olhos ainda embaçados de sono, marcava 23:00 cochilei e nem percebi.

Ouvi um "tum, tum tum" , como se fosse uma batida frenética forte na porta e em seguida um falatório. Ouvi a voz da minha mãe desesperada "Eu sei que ela é especial, eu sei que ela é importante na cadeia mística, mas eu queria poupa-la do sofrimento".

Oque esta acontecendo?

Me levanto ainda sonolenta, olho pela janela do meu quarto para ver se vejo alguém do lado de fora. Era impossível, mas tinha uma pessoa do lado de fora da minha casa, a luz de dentro da minha casa encandeava o lado de fora, oque me diz que a porta esta entreaberta.

Minha rua não era tão movimentada assim, e muito menos era costume ter pessoas visitando a essa hora da noite.

Me sentei na cama, tentando digerir tudo, flashes vem em minha cabeça e eu me lembro da conversa que time com minha mãe. Será que algo tem haver?

Antes que eu pudesse questionar algo, a porta do meu quarto foi arranca com uma força brutal que eu desconhecia, meu queixo caiu quando vi um homem que aparentava ter uns 70 nos vestindo uma túnica preta, me encarando como se eu fosse a grande salvadora.

– Querida Cassie! — seus olhos brilhavam, talvez a única coisa iluminada dele.

– Quem é você? Onde está a minha mãe? — perguntei desesperada, meio confusa com tudo aquilo.

"- Ela é a ultima?" — um mulher com mais ou menos 60 anos apareceu por trás desse velho, usando a mesma túnica preta. Eles pareciam aqueles grupos de culto satânicos.

O velho fez que sim com a cabeça, olhando para a mulher.

– Cassie precisamos ir. — ele disse quase me intimando.

Fiquei encarando-o. — Não saiu daqui! Quem vocês pensam que são? E você ainda não me respondeu onde está a minha mãe.

O velho recitou algumas palavras que eu não conseguia entender e logo uns pensamentos me atingiu como uma arma. Flash, memorias. Oque é isso tudo? Eu estou vendo cenas de pessoas que nem mesmo conheço, agora de minha mãe. Oque ela faz com esse grupo de jovens?

– Isso que você está acontecendo com você, são suas memorias voltando. Sua mãe tentou lhe proteger de todas as formas, mais isso um dia tinha que acontecer e sua hora chegou. — o velho falou.

Meu Deus! Eu podia sentir um suor frio se acumulando na minha nuca, uma angustia se espalhava por dentro de mim até eu apagar de vez.

***

Acordei lentamente, meu corpo todo doía, minha cabeça estava apoiada em alguma coisa. Eu abri os olhos gradativamente que eles iam se acostumando com toda aquela luz, que logo percebia que vinha de velas espalhas por... por uma cabana. Uma cabana? Onde eu estou? Não tive muito tempo para me preocupar, porque meus olhos encontraram os de minha mãe, e eu me senti confortável novamente, me senti segurança.

Ela sorrio para mim e sussurrou no meu ouvido. — Não tenha medo, faça tudo que eles mandarem.

Me levantei e vi três jovens espalhados por um circulo no meio da cabana, alguns sinais. Não sou tão burro, para não saber que eram desenhos, desenhos com elementos do FOGO, AR, ÁGUA e Terra.

Aquele velho que apareceu em minha casa também estava ali, na cabana, com aquela mulher. E não só eles, mas uma grupo de outras pessoas também. PUTA QUE PARIU, oque diabos está acontecendo! Uma raiva percorreu todo meu corpo novamente, mas eu senti a mão fria de minha mãe em meu braço, me guiando para dentro do circulo.

Estavamos posicionados cada um em cima de um elemento, eu fiquei em cima da agua. Ficamos nos entreolhando, olhares confusos, desconfiados e também vi que o medo percorria solto.

– Vocês não precisam saber muita coisa, com o tempo aprenderam tudo que precisam saber sobre magia, seus pais ensinaram-lhes tudo que precisam saber. Hoje vocês desempenham um papel muito importante para todo o universo... — o velho pigarreou — o papel mais importante que alguém poderia ter, isso é a vida ou a morte de vocês, isso é a nossa sobrevivência. Deem as mãos vocês quatro.

Eu não fiz logo de cara, mas... Meu Deus! É tanta loucura que nem percebi que essa outra menina era a novata da escola, porque ela está aqui? Fiquei confuso, em busca de auxilio olhei para minha mãe ela fez um gesto para eu prosseguir, e então o fiz.

Demos as mãos; eu, a novata e outros dois meninos.

O velho começou a pronunciar algumas palavras que novamente não consegui entender, era como se fosse uma escrita antiga. Passou uma corrente entre nossas mãos, eu senti! Eu senti como se fosse uma ligação, um choque. Chegou a doer um pouco. Caímos no chão com todo aquele processo, nossos corpos estavam esgotados fisicamente.

Quase chorei, mas não podia, nem iria, eu me recusava a acreditar que isso tudo é real, que esse negocio todo de bruxos é verdade. É como se eu estivesse vivendo todos os filmes de ficção , meu estou revirou-se só de pensar nisso.

De repente, a luz que vinha das velhas apagaram. Pisquei algumas vezes para acostumar com á escuridão.

– Mãe?

– Estou aqui querida.

Engoli em seco, um alivio. Minha mãe estava em pé na minha frente e como num piscar de olhos mudamos de cenário, não estavamos mais naquela cabana velha, rustica. Agora estavamos na nossa aconchegante casa, não desejaria coisa melhor que isso.

Precisava de muitas respostas, eu necessito disso. É o mínimo que minha mãe poderia fazer.

Notas finais
Oque acharam? Oque esperam?
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.