The Bloody Selection - Interativa
1 Capítulo I
Notas iniciais
Illéa era um país militar e milagroso.
Em vinte anos, conseguiram conquistar o mundo inteiro. Antes, era um país simples, iniciante em sua jornada política, mas isso mudara em um piscar de olhos. Logo, o rei daquele momento, Brenton Schreave II, começou a recrutar jovens garotas, com idades de quatorze à dezesseis anos para o exército. Primeiro, houve uma revolta, mas logo se viram sem escolha a não ser entregar as jovens. Poucos anos depois, as garotas entraram em guerra, levando apenas vinte anos para forçar o mundo aos pés de Illéa.
As “Garotas Mágicas”, o apelido carinho que Illéa deu para as jovens garotas, era fortes, rápidas, inteligentes e não pareciam se abalar por seus machucados. Cada uma com um tipo de arma diferente, desde uma espada até uma metralhadora, elas pareciam ter completo controle e número ilimitado de seu devido armamento. Com isso, Illéa se tornou um país militar, tendo garotas como soldados e homens como os trabalhadores nos resto, sendo que poucas mulheres ainda faziam outras coisas.
Brenton Schreave II estava aproveitando o poder e logo teve uma idéia. E se os outros países decidissem se rebelar? Ele tinha que mostrar que tinha mais poder que qualquer um deles. Por isso, ele mudou as regras da Seleção: a vencedora ainda casaria com seu filho, Porter Schreave, mas agora seria uma garota de outro país. As inscrições foram extintas e as garotas seriam escolhidas por seu potencial. As Selecionadas se tornariam “Garotas Mágicas” e lutariam até a morte na arena para se tornar a rainha.
Houve muita revolta após isso, afinal, ninguém gostaria de mandar seus filhos para lutas até a morte. Mas, quem se rebelava não era poupado. Além disso, o rei informara o direito de todas as Selecionadas: elas teriam o direito de qualquer desejo que quisessem, até algo impossível, assim como as garotas que se alistavam no exército. No começo, eles duvidaram, mas quando a mãe de Abby Illéa voltou à vida em frente ao mundo, ninguém mais duvidara do desejo. Logo, vários países começaram glorificar as Selecionadas, de modo que todas as garotas queriam ser uma.
Mas havia muito mais que isso, afinal, ser uma “Garota Mágica” era muito mais que desejo e obrigações: era o fim.
... Illéa, três semanas antes do começo da Seleção ...
O povo todo estava estático.
O palco anual que era montado frente ao castelo estava completamente rodeado por várias pessoas, esperando pelo discurso do Rei Clarkson. Sentados em cadeiras particulares estavam os embaixadores de vários países esperando. O palco estava rodeado de “Garotas Mágicas”, jovens adolescentes com vestidos fofos, sais com babados e até blusas bufantes. Em qualquer outras pessoas pareceria estranho, no mínimo, mas as jovens era extremamente intimidadoras, com suas armas brilhantes e com desenhos em suas mãos.
Finalmente, o rei entrou. Ele parecia rígido e sério, mas obviamente poderoso ao subir no palco, acompanhado do jovem Maxon, de apenas dezesseis anos e de sua guarda real, Tomoe Mami, de dezesseis anos. Mami era obviamente uma garota mágica, com uma blusa branca de botões com mangas curtas e longas mangas brancas que não faziam parte da blusa, além de uma saia preta, com meias longas e pretas com finas listras amarelas. Botas pretas com design amarelos estavam em seus pés e um pequeno chapéu estava em sua cabeça. Em suas mãos com luvas sem dedo, ela segurava um riffle com desenhos amarelos. Sim, essa era uma “Garota Mágica”.
O povo gostaria de se focar mais no rei poderoso e no príncipe obviamente tímido, mas seus olhos apenas passearam pela “Garota Mágica” da família real antes de procurarem pelo que mais os interessava. Assim que viu em que as pessoas estavam interessadas, os rei suspirou silenciosamente antes de acenar para Mami, que fez um sinal com suas mãos.
A Rainha Amberly subiu no palco. Seus longos cabelos estavam presos em uma trança de lado, com perolas adornando, sendo presa em uma fita verde-água. Seu vestido era longo, saia branca cheia de babados verdes, dando apenas para ver seus sapatos de boneca com salto verde-água e meia-calça branca. Seu corpete era branco, com botões perolados descendo até a saia e com uma manga curta e bufante, sendo que o primeiro botão era uma jóia verde-água brilhante. Tinha luvas curtas que iam até seu pulso, brancas com uma pulseira de pérolas em sua mão direita. Assim que a viram, o povo urrou, afinal, ela era a “Garota Mágica” que havia ganhado a temida Seleção.
— Meu querido povo, — Rei Clarkson começou e todos se calaram. — Em fim chegamos à Seleção de meu querido filho, Maxon, que completara recentemente dezesseis anos. Com isso, nosso sistema irá escolher as garotas com o maior potencial para se tornarem “Garotas Mágicas”. No final dessa semana, nossas queridas Selecionadas estarão aqui, em Illéa. Na próxima, viverão conosco no castelo e decidirão seus desejos. Depois, serão treinadas por nossa Garota Mágica Real: Tomoe Mami e suas assistentes, Kaname Madoka e Akemi Homura.
— Além disso, — Rainha Amberly interrompeu. — A cada quatro dias, as ganhadoras dos rounds poderão descansar no castelo durante um dia e depois de dois rounds haverá um baile para as Garotas Mágicas que ainda estão vivas.
O povo gritou em êxtase. Maxon sorriu desajeitado, remexendo-se em sua cadeira. Isso fez com que Mami o lançasse um sorriso reconfortante, algo típico da mesma. Isso acalmou o jovem príncipe antes de seu discurso. O rapaz começou a falar sobre como estava animado em finalmente poder encontrar com sua noiva, como se não tivesse apenas dezesseis anos de idade. O Rei sorriu, deixando seu filho para o discurso, pronto para subir para seu escritório e começar a se organizar para as reuniões com ou diplomatas. Mami se virou para segui-los, mas Amberly negou com a cabeça, fazendo sinal para ela ficar e seguindo seu marido.
...
Clarkson estava extremamente feliz.
Em fim, havia chegado a Seleção de seu filho. Ele mal poderia esperar para mostrar para os outros países o quanto Illéa tinha mais poder que eles, o quanto eles estavam em suas mãos. Seus passos era muito mais animados do que normalmente e ele nem percebera que Tomoe Mami não estava à seu lado para o proteger, mas com certeza percebeu a mão que cobriu sua boca quando dobrou a esquina para seu escritório.
O corredor estava cheio de homens e mulheres. Rebeldes, ele percebeu com desgosto. Geralmente, as Garotas Mágicas nunca deixariam nenhum Rebelde chegar tão perto dele, mas elas estavam cuidando da cerimônia em que seu filho estava no momento. Mas onde estava a maldita da Tomoe? Era para ela estar o protegendo, não em qualquer outro lugar. O Rei foi jogado para dentro de seu escritório, com uma arma apontada para sua cabeça.
— Agora sim, o grande Rei Clarkson à minha mercê. — O Rebelde líder falou, com um grande sorriso no rosto. — Não se preocupe, só queremos conversar. Só precisamos que nos diga uma coisa.
— Eu não direi nada. — Nem mesmo ajoelhado no chãos com pistolas apontadas para sua cabeça, Clarkson não perdia seu orgulho.
— Vamos, só queremos saber como vocês transformam uma garota normal em uma “Garota Mágica”. — Ele falou, mas seu sorriso caiu quando o Rei se recusou a responder. — Olha, eu sou impaciente, então é melhor responder ou sua cabeça vai fazer...
Ele foi interrompido com o som da porta sendo chutada e sons de tiros foram ouvidos pelo quarto inteiro. O som de corpo caindo no chão, provavelmente mortos, também foi ouvido. Quando Clarkson conseguiu virar sua cabeça viu Amberly, nem um pouco afetada pelo sangue em seu longo vestido e jogando uma pistola de mão branca com desenhos de ondas verde-água para o lado, sorrindo em sua direção.
— Querido, você não deveria receber visitas sociais antes de reuniões. — A Rainha exclamou, ainda com um sorriso doce no rosto.
— R-rainha A-amberly... Eu não queria... Por favor... — O único rebelde restante começou a falar, mas a rainha continuou sorrindo.
Ela pegou sua pulseira de perolas que estava em seu pulso direito, colocando-o na palma de sua mão. As perolas cresceram em inúmeras bolhas esverdeadas que, quando estouraram, tornaram-se uma pistola branca com ondas verde-água como a que Amberly segurava antes.
— Eu sei, meu bem, mas fez. — Após isso, ela atirou e apenas ela e Clarkson ficaram no quarto. O homem não demorou muito para se levantar.
— Finalmente, Amberly, onde está a inútil da Tomoe? — Ele questionou, sentando-se na cadeira de seu escritório.
— Mami está cuidando de Maxon, eu mesma a dispensei. — A Rainha respondeu, fazendo uma pequena careta a insensibilidade do marido.
— Não me importa, mande-a voltar e traga os empregados para limparem o cômodo. — Ele falou, vasculhando a mesa para ver se os rebeldes roubaram algo. — Ah, e transforme-se de volta logo, você está imundo.
Amberly suspirou, mas uma nuvem de bolhas verde-água a consumiram, fazendo-a parecer diferente. Seu vestido fofo e sangrento foi substituído por um simples vestido verde escuro, seus sapatos de tornando sapatos pretos e agora seu cabelo estava, sem nada para o enfeitar. Tanto por ser a rainha mais luxuosa do mundo, Amberly não podia parar de pensar, enquanto saía do quarto a procura de Mami. Encontrou-a com Maxon, sentada em um dos sofás de uma das salas do castelo.
— Mami-san, meu marido pede sua presença. — Ela falou e a garota elegantemente levantou-se, curvando-se para os dois e indo em direção do escritório do mesmo.
A mulher sentou-se, olhando para o anel em sua mão direito, não o de casamento, mas o em seu dedo indicador. O anel era dourado, com uma pedra verde-água no meio. Ao tocá-lo, uma grande jóia em formato de ovo com suporte dourado saiu de dentro, uma nébula da mesma cor da pedra do antes anel estava dentro do mesmo, com algumas partes escuras. Essa era sua Soul Gem, o que a permitia se transformar em uma “Garota Mágica” e que virava o primeiro botão de seu vestido quando se transformava.
Quando era mais nova e entrara na Seleção, ela ficou tão feliz. Afinal, aquela era a chance de ganhar um desejo e salvar seu pai de sua doença incurável de coração. Em seus piores momentos, perguntava-se se isso tudo havia valido a pena: a vida de seu pai por sua liberdade? Ser uma Garota Mágica era bom no começo, mas os atos que teve que cometer para continuar vida eram simplesmente horrendos. Foi tirada de seus pensamentos quando algo tocou em sua Soul Gem.
Um objeto negro, que tinha pontas afiadas como uma agulha, estava sugando toda a nébula negra da nébula esverdeada. Quem estava a segurando era seu filho, Maxon, que tinha um sorriso gentil no rosto. Às vezes, seu filho era única coisa que não a fazia se arrepender de suas escolhas de quando era mais jovem.
— A senhora sabe que deveria limpar sua Soul Gem com os Grief Seeds sempre que ela fica um pouco negra, mamãe. — O rapaz falou, guardando o objeto que era agora um pouco maior em seu bolso. — É o que a transforma em uma “Garota Mágica”.
— Ah, filho, sua mãe mal é mais “mágica”, quanto mais uma garota. — Ela brincou, sentindo um pouco de dor em seu peito. Seu filho era tão inocente, achando que a transformar era tudo que a Soul Gem fazia...
— Mas isso não quer dizer que pode ficar descuidada e... — Ele parou e seus olhos brilharam para algo que estava atrás dela. — Kyubey!
Uma pequena criatura que parecia um gato branco pulou nos braços de seu filho. Ele tinha orelhas de coelho saindo de suas orelhas de gato, assim como uma grande cauda semelhante a de uma raposa e estranhas marcas vermelhas em suas costas. Seus olhos vermelhos estavam focados em Amberly, um sorriso permanente no rosto.
— Maxon, é bom te ver novamente. — Sua voz era doce e gentil, mas sua boca não falava, transmitia suas falas telepaticamente. — Amberly, vejo que está cuidando de sua Soul Gem.
— Sim, eu estou. — A Rainha respondeu, apertando sua mão. Aquela criatura era o que mais odiava na sua vida, o que havia a transformado em uma Garota Mágica.
Afinal, Maxon estava segurando a Arma Secreta de Illéa em seus braços.
— Eu mal posso esperar para transformar aquelas garotas novas em Garotas Mágicas! — Kyubey exclamou e a Rainha sabia que ele falava sério.
Notas finais
Ficha:
Nome:
Apelido:
Idade (14 à 17):
Nacionalidade:
Data de aniversário:
Aparência (foto e/ou descrição):
História:
Como reagiu a descobrir que entrou na Seleção:
Personalidade (qualidades e defeitos):
Família (membros e seu relacionamento com eles):
Desejo (o desejo e motivos para ter o feito):
Cor da Soul Gem:
Roupa de Garota Mágica (algo nada prático e fofo, que parece até desconfortável se quiser, mas tem que ter algum aspecto de fofo, sem calças ou shorts):
Arma (sem pistolas, riffles, arco-e-flecha, lança e espadas, se precisar de sugestões é só pedir):
Elemento extra e como seu desejo afetou seus poderes (Ex: Amberly tem bolhas como seu elemento, aparecendo quando se transforma e as vezes quando suas armas aparecem, assim como em sua roupa e como desejou que seu pai se curasse de sua doença incurável, consegue curar qualquer doença agora):
O que acha de ser uma Garota Mágica ?:
Como se relaciona com a família real (príncipe, rainha e rei)?:
Como trata as outras Selecionadas?:
Como trata suas criadas (descreva-as, no mínimo duas e seu relacionamento):
Vestidos que usa durante os finais de semana ou em festas:
Fantasia para baile (provavelmente vai ter):
Música tema (algo bem animado, de preferência):
Algo mais?
Fale com o autor