The Black Swan

5 Nível Inferior


Notas iniciais
Hey manos, minas e monas! Como vão vocês? Então, temos aqui um capítulo um pouco maior do que os anteriores. Espero que isso não seja problema pra ninguém. Hm... Eu estava fazendo umas contas aqui e concluí que temos, aproximadamente, umas 14 semanas até o lançamento da nova temporada. Eu pretendia terminar a fic antes do dia 27/09, mas, publicando um capítulo por sábado, acho que isso não será possível, já que, fazendo uma analogia à média de 22 episódios lançados por temporada, planejei a fic para 22 capítulos. Então, daqui pra frente, vou tentar publicar um capítulo no final de semana e um durante a semana. Bom, agradeço a todos que comentaram, elogiaram, criticaram, odiaram e estão acompanhando a fic! Seu comentário é muito importante para mim ^^ Boa leitura a todos. (capítulo publicado no dia 27/06/2015)

O plano de Gwenhwyfar era simples: iria visitar as masmorras enquanto Mordred se reunia com seus comandantes de guerra e estava ocupado demais para monitorar qualquer movimentação dela, exploraria o local, procurando o que seu marido escondia por lá, e sairia de lá o mais rápido possível.

Vestiu-se com as roupas mais simples que tinha: um manto feito de lã grosseira e um vestido antigo e que se ajustava mal ao seu corpo. Sujou seu rosto e suas mãos com as cinzas que restavam na lareira de seu quarto. Assim, se fosse pega por algum guarda, esperava conseguir se passar por uma simples criada de Camelot.

Olhou pela janela, analisando a movimentação no castelo.

Mordred e seus comandantes se reuniam na Torre de Guerra, que ficava no lado sul do castelo, oposta à Torre Real, onde a família do Rei residia e Gwenhyfar se encontrava agora. Observou que velas tinham sido acesas dentro da torre, indicando que Mordred ficaria por lá até tarde.

Vigias estavam a postos em suas torres de vigia, mas não prestariam atenção a uma mulher que andava pelo pátio vestida da maneira que Gwen se vestia.

Ignorou as torres restantes do castelo, sabendo que nada de importante aconteceria por lá e, finalmente, focou na entrada das masmorras.

O lugar onde o rei aprisionava traidores e criminosos era dividido em três níveis: o primeiro nível, superior, era onde criminosos simples cumpriam suas penas. Pessoas que roubaram da mesa real ou que praticaram algum delito dentro de Camelot viviam por lá. Na época que Arthur era rei, era um nível praticamente vazio.

O nível intermediário era habitado por prisioneiros de guerra, criminosos não tão perigosos, mas que tinham certo valor político e podiam ser trocados em caso de necessidade, e desertores do Exército Real.

O nível inferior era o mais sombrio.

Assassinos, estupradores e traidores eram aprisionados e lá eram esquecidos. Nunca mais viam a luz do sol ou qualquer outra luz. Nunca mais tinham uma refeição digna.

Histórias sobre fantasmas que assombravam aquele nível das masmorras eram contadas para assustar criancinhas e, algumas vezes, por puro medo, soldados se recusavam a vigiar o lugar.

Se alguém era preso no nível inferior, a pessoa nunca mais voltaria a ser vista.

A rainha tinha a sensação de que, o que quer que Mordred escondesse nas masmorras, estava no último e mais sombrio nível. Tremeu com o pensamento. Se homens crescidos e soldados valentes temiam visitar aquela parte das masmorras, como uma jovem e indefesa mulher conseguiria fazê-lo?

Lembrou-se do que Lancelot dizia para ela sempre que via que estava nervosa com algo.

“Respire. Esvazie sua mente. Respire de novo. Mais uma vez. Acalme-se. Estou aqui. Não tem do que ter medo.” Ele repetia, como um mantra, e sorria para ela. Lancelot, sempre distribuindo sorrisos calorosos e sendo um verdadeiro cavalheiro com todas as pessoas. Especialmente com ela. Ela havia amado-o, e isso fora sua ruína. Acabara com sua família e a de Arthur, com amizade entre Lancelot e o rei, e sua cunhada, que fora sua melhor e única amiga durante muito tempo, passara a odiá-la.

E agora ela não tinha nem Lancelot e nem Arthur.

Os dois tinham deixado-a a própria sorte, prisioneira em sua própria casa e ameaçada por seu novo e mal amado marido.

Gwen suspirou e decidiu continuar com seu plano. Talvez o que Mordred mantinha nas masmorras era a chave para trazer Arthur de volta. Ou mesmo Morgana. Por mais que isso pudesse prejudicá-la.

Passou pela porta do seu quarto e percebeu que nenhum soldado guardava o local, o que era estranho, já que Mordred fazia questão de manter soldados e guardas por perto da rainha.

Continuou a descer as escadas da torre. Todo o lugar por onde ela passava encontrava-se vazio, sem sinal algum de empregados, damas de companhia ou guardas.

Finalmente chegou ao pátio.

Pessoas corriam para todos os lados, carregando baldes de água ou leite, sacos com mantimentos prontos para serem armazenados na dispensa do castelo, pedaços de carne que deveriam ser salgados ou armazenados no gelo para evitar que estragassem e outros materiais necessários para a vida comum.

A rainha sentiu-se aliviada. Estava tudo bem. Não precisaria adiar seus planos.

Andou calmamente até a porta das masmorras, tomando cuidado para não mostrar seu rosto a ninguém. Sorriu ao perceber que era o horário da troca de turnos, portanto, não haviam soldados guardando as portas.

Tomando cuidado para não chamar atenção das pessoas no pátio, entrou no aposento, fechando a porta atrás de si.

Era uma sala fria e mal iluminada, onde, pelo o que Gwenhwyfar sabia sobre o funcionamento das masmorras, os prisioneiros eram despidos de todos os seus bens e roupas, vestidos em uma roupa fornecida pelo carcereiro e registrados. Uma mesa, localizada no centro da sala, estava entulhada com papéis, ordens de prisão e registros de prisioneiros.

Pegou uma das duas tochas acesas na parede e dirigiu-se à escada.

Para sua surpresa, percebeu que os degraus até o nível inferior pareciam ser infinitos.

— Bom, se quero terminar isso, preciso continuar. — disse em voz alta, tentando se acalmar. Havia sido tomada por uma onda de medo e temor repentina, como a que a possuía toda vez que precisava sair de Camelot e viajar para algum lugar.

Começou a descer a escada, primeiro lentamente, para que seus olhos se acostumassem à escuridão e os pés se familiarizassem com a forma irregular dos degraus. Depois, acelerou o passo, chegando a pular alguns patamares apenas para chegar mais rapidamente ao nível inferior.

Finalmente, depois do que pareceu uma eternidade, chegou às pesadas portas de ferro que guardavam o último nível das masmorras.

Olhou para trás e sorriu ao ver que ninguém a seguira. Mordred nunca descobriria o que ela havia feito.

Empurrou a porta e adentrou no local.

***

— Como você se sente?

Morgana perguntava aquilo a cada dez minutos, e, pela milésima vez, Arthur sorriu para ela e respondeu a mesma coisa.

— Estou ótimo, irmã. — e, ajeitando-se na cama, continuou. — Quando poderei sair daqui?

— Assim que o curandeiro te liberar. — ela respondeu, voltando a olhar pela janela.

Arthur notou que a irmã parecia preocupada com algo. Era perceptível pela maneira com que ela franzia as sobrancelhas, ou pelas marcas de expressão que se formavam em sua testa quando ela voltava seu olhar para as ruas da pequena cidade de Storybrooke.

— Chamamos os curandeiros de “médicos” neste mundo, Morgana.

Regina entrara no quarto, segurando um copo de café nas mãos, seguida por seu... Namorado? Arthur não tinha certeza de como chamá-lo, mas sabia que ele era um ladrão famoso pelos reinos. Como uma rainha podia se relacionar romanticamente com uma pessoa como Robin Hood?

— Quando poderei sair daqui? — Arthur repetiu a pergunta, dessa vez direcionando-a para Regina.

— Em pouco tempo. — a rainha sorriu para ele. Rainha não, lembrou-se. Em Stroybrooke, Regina era a prefeita. E também não parecia tão perigosa ou cruel quanto da primeira vez que Arthur havia encontrado-a. — Whale dará alta para Arthur assim que eu conseguir encontrá-lo e ameaçar tirar o diploma dele. — Regina sorriu. Talvez ela ainda fosse perigosa.

Depois, saiu da sala, com Robin aos seus pés, deixando Arthur e Morgana sozinhos novamente.

— Encontrei alguém que pode nos ajudar a voltar. — Morgana não tirara os olhos da janela ainda, mas Arthur sabia que ela falava com ele. — Só que... Ela não entende a dimensão do poder que tem... E talvez não esteja em condições mentais e mágicas de fazer isso.

— Como ela pode nos ajudar se não está em condições mágicas? — Arthur sorriu para a irmã, fazendo graça.

Morgana lançou-lhe um olhar gélido.

— Enquanto você faz piadas, seu povo, seu castelo e sua amada esposinha estão sobre domínio do nosso primo.

— Desculpe...

— Você é um rei. Se comporte como tal. — Morgana revirou os olhos e continuou. — Essa pessoa pode abrir um portal de volta à Camelot. Ela é tão poderosa quanto Mordred e o próprio Merlin. Você sente isso quando está perto dela.

— Ótimo! Você a treina. Em quanto tempo consegue?

— Não é bem assim, Arthur.

— Ah, condições mágicas. Claro. Explicação para um irmão leigo?

Morgana sorriu e bagunçou os cabelos de Arthur.

Às vezes, mesmo com todo o peso de governar reinos e ser um grande guerreiro nas costas, Arthur ainda sentia-se uma criança quando estava perto de sua majestosa e inteligente irmã mais velha.

— Ela não está em condições mágicas por que... Não se exalte e queira sair batendo em todo mundo com uma espada ou coisa do tipo. — ela interrompeu sua fala para advertir Arthur. — Bom, ela é a Senhora das Trevas.

***

Gwen caminhava cuidadosamente entre os corredores do nível inferior.

A maior parte das celas estava vazia, cobertas apenas com palha suja e embolorada.

Uma ou duas vezes, encontrou uma cela ocupada, mas os prisioneiros, extremamente magros e doentes, não encontravam forças para se mover.

Viu ratos correndo da luz, e baratas voltando para seus esconderijos.

O cheiro do lugar era horrível.

Uma mistura de bolor, água suja e doença. O ar era tóxico, e Gwen se esforçava para não respirar com muita frequência, pois sabia que passaria mal se continuasse aspirando o ar daquele lugar.

Concluiu que ficar naquele lugar enlouqueceria qualquer um em pouquíssimo tempo.

Finalmente, chegou ao final do corredor.

A última cela estava ocupada por alguém que, quando percebeu a aproximação de Gwen, se assustou.

— O que você está fazendo aqui?! — o prisioneiro exclamou, nervoso, olhando para os lados e para além da rainha.

Gwen percebeu algo de familiar naquela pessoa magra e curvada. Algo em seus olhos lembrava-a de alguém que convivera com ela e Arthur durante muito tempo...

— Merlin? — perguntou, surpresa.

— Ele vai te castigar. — ele sussurrou, ainda assustado. Merlin havia mudado muito. Antes fora um senhor saudável e alegre, com sua longa barba branca e olhos brilhantes e sábios. Agora, parecia louco. Sua barba havia sido aparada de maneira irregular, e ele exibia hematomas em sua face. Estava extremamente magro, mais do que os outros prisioneiros do nível inferior. — Ele vai te matar. Ele vai nos matar.

— Nada vai acontecer. — Gwen falou, mas sabia que ele estava certo. Mordred acabaria com os dois se descobrisse que ela havia encontrado Merlin. Decidiu agir rápido para poder pedir ajuda. — Por que ele te prende aqui?

— Ele vai me matar.

— E vai matar a mim também, Merlin. Mas por que ele quer fazer isso com você? — Gwen olhava para os lados, agitada, esperando que Mordred aparecesse a qualquer instante.

— Para tomar o trono de Arthur. — Merlin respondeu, com sua voz fraca. Repentinamente, talvez por um instante, voltara a ser o sábio com quem Gwenhwyfar estava familiarizada. — Gwen, ouça-me: Arthur está vivo. Mordred o enviou junto com Morgana para outro reino e me prendeu aqui por que sabe que eu consigo abrir um portal e trazê-los de volta. E agora ele está à procura da criatura que o ajudou a tomar o trono de Arthur, mas tem sido uma busca fracassada. Ele volta aqui todas as noites e me conta isso. E desconta sua raiva em mim. — Merlin suspirou. — Ouça-me com atenção: você deve enviar uma mensagem para Morgana. Deve contar que Mordred busca pela criatura e deve dizer à Morgana que ela e Arthur podem voltar se conseguirem localizar essa criatura antes de Mordred. Você entendeu?

— Sim. — Gwen acenou positivamente com a cabeça. — Mas preciso libertar você antes.

— Não, não precisa. — Merlin fez um gesto despreocupado. — Estou sem meus poderes e Mordred irá me matar a qualquer instante. Já passei de meu tempo, minha querida. Já é hora de outra pessoa ocupar meu lugar.

Gwenhwyfar percebeu que tinha lágrimas nos olhos e se segurou para não chorar. Merlin era a única coisa que prendia-a ao seu passado feliz, com Arthur e Lancelot.

— Não chore, criança. — ele sorriu amavelmente.

— E quem é essa criatura que Morgana deve procurar? — Gwen perguntou, secando as lágrimas com as costas da mão.

— O Senhor das Trevas. — respondeu uma terceira pessoa.

Gwen virou-se e se deparou com Mordred, sorrindo, observando ela e Merlin.

O mago gritou, voltando ao seu estado de insanidade.

— Não acredito que você me traiu, Gwen. — o rei tinha uma expressão decepcionada no rosto. — Te dei tudo o que era possível, e pedi apenas uma coisa em troca: não visite as masmorras. O que você fez assim que eu tirei os olhos de você? Visitou as masmorras! Era tão difícil assim seguir essa ordem?

Gwen viu-se paralisada pelo medo. Não conseguia responder para Mordred ou tentar escapar daquele lugar.

— Escapar é inútil. — ele disse, como se lesse os pensamentos dela. — Gwen, descobri que cometi um erro enorme. — andava de um lado para o outro, com a mão no queixo, como fazia quando pensava em algo. — Além de confiar em você, é claro. Eu enviei Arthur e Morgana para o mesmo lugar onde o Senhor das Trevas se encontra. Um descuido absurdo, acredito eu. — suspirou e parou de andar, voltando a encarar Gwenhwyfar. Ela ainda estava paralisada com o medo. — Agora, temo que eu tenha que te deixar sozinha por algum tempo, enquanto vou atrás dos meus primos e do Senhor das Trevas. É uma viagem curta, acredito. Cinco ou seis dias, segundo o calendário deste reino. Pelo que sei, o tempo por lá passa mais devagar. — deu de ombros. — Eu te deixaria em seu quarto confortável na Torre Real, mas, pelo jeito, você prefere a companhia de nosso amigo Merlin, não?

Ela não respondeu. Não encontrou sua voz.

— Responda. — Mordred gritou, irritado.

— Eu... O que o senhor ordenar. — a voz de Gwen saiu estrangulada e aguda.

— Adorável. — e, fazendo um simples gesto com a mão, continuou. — Espero que goste de seus aposentos. As refeições são servidas semanalmente e você terá o direito de tomar um banho... Nunca, talvez?

A rainha viu-se trancafiada em uma das celas do nível inferior e entrou em desespero.

— Você não pode me deixar aqui! — gritou. — Me tire daqui! Arthur vai te matar. Ele vai me salvar.

Mordred riu.

— Arthur não vai me matar, querida esposa. Eu matarei Arthur.

***

Regina observava enquanto Henry lia uma história do livro de contos de fadas para Roland, que prestava muita atenção no garoto mais velho.

— Eles se dão bem. — Robin comentou, abraçando-a.

— Você não tem ideia do quanto isso me deixa feliz. — sorriu. — Nunca pensei em Henry sendo... Um irmão mais velho. E então você aparece com o Roland.

— Ele é um ótimo irmão mais velho.

— Realmente. E Roland também será um ótimo irmão mais velho.

Robin suspirou e se afastou.

— Vamos ter que conversar sobre isso em algum momento. — Regina voltou a falar.

— Mas não agora. Existem outros problemas maiores. Emma, Arthur e Morgana, Gold...

— Esses são problemas de todos. Precisamos resolver com a ajuda de todos.

— Emma é seu problema. — Robin comentou, indicando Emma e Hook, que entravam no Granny’s e andavam em direção a Henry e Roland.

Emma parecia ainda mais cansada que antes, mesmo depois de uma noite de sono, e raramente falava com Hook, como Regina havia notado. Sua atenção era dedicada exclusivamente ao filho, que parecia ser a pessoa mais preocupada do universo com Emma.

— Emma é meu problema. — Regina concordou, tomando sua taça de vinho em apenas um gole. — Vamos ter que ir para Camelot em breve...

— Camelot é um bom lugar. Conheço como a palma de minha mão. Já roubei o Rei Arthur algumas vezes. — Robin riu, fazendo com que Regina sorrisse para ele. Ele parou de repente e a encarou. — Imagino que você iria completar a frase com um “mas...”.

— Mas nem todos nós poderemos ir.

— Eu não poderei ir, por exemplo?

— Exatamente. — Regina suspirou. — Você tem o Roland para cuidar, e esse problema com a Zelena... É uma viagem arriscada. Não quero te tirar do seu filho. — e, sussurrando, se corrigiu. — Dos seus filhos.

Robin revirou os olhos, irritado.

— Precisamos discutir isso.

— Precisamos. — Regina concordou. — E... Eu e Emma vamos, e também acredito que Mary Margareth e David pretendem nos acompanhar, e o pirata... Alguém precisa ficar com Henry... Depois de eu convencê-lo de que ele precisa ficar aqui, é claro.

— Eu vou cuidar do Henry?

— Se puder...

— Eu adoraria! — Robin sorriu, animado.

— Não, você não vai ensiná-lo a roubar coisas sorrateiramente. Já não basta ele ter roubado o cartão de crédito da avó quando tinha dez anos, e roubado um carro há pouco tempo.

— Ele roubou um carro para nos procurar.

— Ele tem catorze anos!

— Quem tem catorze anos? — Emma perguntou, sentando-se na cadeira no outro lado da mesa. Hook sentou-se ao seu lado, sorrindo ironicamente, como sempre.

— Henry. — Robin respondeu, rindo.

— Ele me superou. Só consegui roubar um carro aos 17. — Emma sorriu, distraída com algo. Parecia estar orgulhosa pelo fato do filho ter feito aquilo. — Além do mais, era seu carro. Não foi exatamente um roubo...

Regina abriu a boca para protestar, mas foi interrompida pela chegada repentina e barulhenta de Belle.

— Regina! Emma! — ela correu em direção à mesa, agitada. — Gold...

— Gold? — Emma franziu as sobrancelhas, curiosa.

— É. — Belle respirava pesadamente, cansada devido à correria. — Ele acordou.

Notas finais
~música de suspense~