The Birth Of Star
4 Capítulo 4- CARTÃO PRETO
Notas iniciais
CAPITULO- 4 CARTÃO PRETO.
-não disse confusa
-nada mais nada menos que umas das produtoras mais famosas de Hollywood e do país, você eu ate entendo não se liga muito na fisionomia das pessoas, mas... Eu, como eu pude não notar? Disse Brad no mesmo tom surpreso do começo.
-me da isso aqui. Pedi ele me passou o cartão de cor preta e letras brancas que dizia Samantha Smith produtora e os números de telefone, eu não acreditava então era por isso que ela pensava que eu era uma oportunista que eu queria me aproveitar de seu sucesso, agora eu entendia aquela reação desacreditada.
-caramba! Foi tudo que eu disse.
-garota que sorte! Você entende o que tem nas mãos é a chance da sua vida é como... Acertar na loteria sem jogar, essa mulher pode abrir as portas pra você pense, os testes, quer dizer, não pra comerciais de coisas sem sentido, mas de filmes e series... Pense nas possibilidades... Brad entrou numa espécie de ilusão, surreal e devaneava sobre um futuro perfeito, mas eu o fiz descer da nuvem.
-não, está enganado, eu não pretendo ligar pra ela e além do que, se conseguir ter uma carreira de sucesso não vai ser por quer alguém quase me matou, não por chantagem.
-Amanda isso não é chantagem, isso é o seu passaporte pra estrelas.
-ah é, e como eu devo fazer em sua opinião? disse com sarcasmo pesado na voz.
-bom você espera uns dias e liga pra agradecer a atenção...
-E que tal isso: eu disse interrompendo seu raciocínio. “-alo, oi Sra. Smith aqui é Amanda Winner, aquela que você atropelou outro dia então eu gostaria de saber se você pode me dar um papel no próximo filme que você vai produzir, então acha que essa esta boa?
-não tem que ser assim. Falou-me segurando meu queixo.
-olha Brad eu estou com uma tremenda dor de cabeça, quase me quebraram inteira, então tudo que eu menos quero agora é ter uma discussão sobre uma desconhecida com você; e quanto a esse cartão esqueça que ele existe eu recostei na cama fechei os olhos esperando pela resposta dele.
-tudo bem não se fala no assunto pelo menos por enquanto. Eu revirei meus olhos e rolei de lado. Os dias passaram lentos pra mim sem poder trabalhar as coisas estavam difíceis pra piorar minha mãe veio correndo quando soube do acidente Brad ligou mesmo depois de eu pedir mais de mil vezes que não fizesse, ela chegou à noite do dia seguinte e ficou me tratando de um jeito que ela nunca fizera antes, não por que não queria, mas porque não tinha tempo pra isso essa parte era do meu pai e da vovó Stela, que era quem cuidava de mim pra mamãe poder trabalhar. ela passou uma semana comigo e depois voltou pra casa em Nova York graças a Deus, não aguentava mais ela tentando me fazer mudar de ideia quanto a tudo. Brad foi a agencia explicar minha ausência e fez questão de enfatizar que eu não estava deixando o emprego, mas que voltaria ao trabalho em duas semanas depois. Foi o que eu fiz o pé ainda incomodava um pouco, mas nada que gelo e anti-inflamatórios não resolvessem.
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