The Birth Of Star
11 Capítulo 11--Conversa sem Noção
Notas iniciais
pois não, aconteceu alguma coisa?
-sim seu carro estacionou na frente do meu não da pra eu sair.
- oh, nossa me desculpa eu não sabia que era seu... Quer dizer eu já vou tirar. Eu liguei o motor.
-espera. ele falou ainda com o braço na janela do carro.
-mais alguma coisa?
-não quer dizer. Gostaria de parabenizá-la em minha opinião a vaga é sua. Esse cara acha que eu sou idiota? Essa aí é velha como terra. Eu sorri ironicamente pra ele.
-obrigado. Destravei o freio de mão e acelerei ele gritou alguma coisa, mas eu não entendi, quando estava na rua às coisas melhoram não demorou muito Brad ligou pela quinquagésima vez.
- Brad eu não posso falar agora to dirigindo, eu te ligo quando chegar a casa. Brad tinha conseguido um teste numa emissora local e estava fora da cidade ele não se perdoava por me deixar sozinha nessa hora e minha mãe estava histérica ela buscou a vovó no Brooklin, pra me darem os parabéns juntas. Viagem perdida eu só saberia o resultado em alguns dias e se não fosse chamada nunca por que eles simplesmente não ligam ai então você tem certeza que não passou meu agente estava eufórico caçando feito louco trabalho pra mim se esse não desse certo. Já eu estava tentando não pensa muito nisso, foi tentado não pensar que me lembrei da cantada de medley será que aquilo foi uma cantada pensando bem ele na o precisa de cantada é só ele estralar os dedos eu aposto que as garotas do mundo todo se arrastão aos seus pés hum que ridículo eu estava rindo sozinha no carro agora, beleza é o de menos um cara tem que ser capaz de mais, tem que ter mais pra oferecer que dinheiro e um carrão, dinheiro do que adianta ter se não sabe o que fazer com ele, usá-lo pra algo mais útil. eu finalmente cheguei em casa e assim que passei pela porta meu celular tocou era minha mãe.
-e aí,querida como foi o teste?
-eu não sei ainda mãe o resultado não sai na hora.
-mas o que acha? Você acha que foi bem?
-eu não sei mesmo mãe... Eu estava muito nervosa pra me alto avaliar.
-mas você esta bem agora?
-to, é claro não se preocupe.
-a vovó Stela esta mandando um beijo.
-diz que mandei outro pra ela e que morro de saudades.
-tudo bem eu digo, olha querida não se entristeça se tudo não sair como você quer você é uma vencedora. É o que importa sei que vai se der bem no escolher fazer. Eu te amo.
-eu também te amo, mama.
-besos, mi amor.
-besos mama. Minha mãe falava comigo em espanhol quando queria ser carinhosa ela nasceu na Espanha e se mudou com os pais pra nova York quando tinha cinco meus avós nunca deixaram que ela falasse inglês dento de casa diziam que não se pode esquecer suas origens como eu sempre passava as tardes com a vovó ela fez questão de passar adiante por isso hoje eu falo dois idiomas. E é extremamente útil na profissão que eu escolhi. Não demorou e o impaciente do Brad ligou.
-pronto, não disse que ia te ligar?
-você demorou, eu estava ficando louco.
-cadê a Tiffany quando se precisa dela?
-deixa a minha namorada pra lá, me conta logo como foi.
-sabe a conta do seu celular vai ficar cara, não é melhor esperar chegar aqui?
-Amanda, não me faça implorar. Falou ele impaciente e nervoso.
-calma estressadinho, bom vou fazer um pequeno resumo, eu cheguei esperei duas horas,ai eu subi e fiquei nervosa entrei na sala e estava tudo mundo La o diretor... A você sabe bom ta tudo bem ate que eu descobri que não faria um monologo, mas sim um dialogo
-o que um dialoga? Por quê?
-continuando, me disse que foi uma mudança de planos, bom até ai tudo bem eu tinha estudado, mas... Você ta sentado? Então senta, David Medley fez a leitura comigo.
-estou... Eu não acredito e como foi?
-estava indo tudo bem, eu... Até consegui chorar, acredita eu chorei, até eu mesma fiquei chocada você sabe o quanto chorar em cena é difícil pra mim, voltando a historia eu estava uma pilha, mas dava pra esconder legal até que pra dar mais realismo à cena ele me abraçou e me imobilizou, sabe como... Isso mesmo, eu quase tive uma daquelas crises de pânico de antes eu tive que me segurar pra não sair gritando e pra piorar tinha um fedor de cigarro insuportável vindo dele era demais, resumo eu sai da sala depois de concedida a permissão e fui vomitar no banheiro.
-e fora o fedor de cigarro o que achou do cara?
-sei La ele parece legal, não da pra saber eu só passei minutos com ele e eu tava tão mal que não deu pra reparar.
-em nada? Eu sabia o que aquela pergunta queria dizer.
-bom... As mãos dele eram bem macias. Falei envergonhada.
-só isso? Mais nadinha?
-já chega Brad eu vou desligar quero tomar um banho e ficar La debaixo ate a água quente acabar.
-esperai, espera ai.
-o que foi agora?
- não me disse quando terá a resposta.
- eu não sei ainda, disseram que vão me ligar.
- você ta mesmo bem?
-to, não precisa se preocupar-me to ótima, ah e boa sorte no seu teste.
-eu vou me dar bem. Disse ele.
-convencido, agente se fala quando você voltar.
-ok.
-tchau. Eu desliguei tirei a roupa e entrei no chuveiro. No dia seguinte eu levantei fiz o meu café e troquei de roupa e quando estava preste a sair Brad entrou.
-cheguei ainda esta ai?
-to aqui no quarto. Ele parou na porta
-oi to de saída vou pra agencia.
-eu acho que não vai mais trabalhar nisso por muito tempo.
- é mais enquanto isso, eu vou trabalhar, tem café e torradas. Eu dei beijo e sai enquanto eu descia as escadas meu celular tocou.
-alô.
-Amanda é Erika, que bom que não te acordei.
- eu já estava indo pra agencia algum problema?
-não, a Sam me pediu pra te falar que venha as dez hoje.
-as dez por quê?
- bom parece que saiu o resultado e ela quer conversar com você, é o horário que ela vai chegar hoje.
-ah então tudo bem, eu vou. Subi as escadas e abri a porta.
-esqueceu alguma coisa?
-não eu vou mais tarde, Erika ligou o resultado sai hoje e Sam quer que eu vá mais tarde.
-então, é hoje?
-é... Eu disse num tom desanimado.
-e você diz isso, como se tivesse... Lendo um obituário? O que foi que cara é essa?
-eu... eu...sei estou preocupada. Na verdade era uma espécie de medo eu estava com medo, mas não queria admitir.
-preocupação, então é assim que chamam medo hoje em dia?
-isso é assustador às vezes sabia?
-o que?
- saber o que eu tô pensando.
-mas esta na sua cara.
-É você tem razão, eu estou com medo.
-medo de que? Ele veio e sentou do meu lado no sofá e eu encostei a cabeça no ombro dele.
-de não ser a hora certa de não estar preparada, medo de entra num mundo diferente desse que eu vivo agora, sabe são pessoas experientes famosas. Não sei como vou lidar com elas, como agir, por exemplo, se eu encontro George clonei o que eu faço? Eu comprimento simplesmente, digo que sou e que tenho uma coleção de filmes dele.
-definitivamente não diga que tem uma coleção de filmes dele. Brad disse em tom de brincadeira.
-é só esse seu medo não conseguir se comunicar?
-não, estou com medo de tudo. se lembra quando fizemos Romeu e Julieta? No teatro.
-sim queria trocar o personagem, mas o senhor Donald não deixou.
-estou sentindo isso de novo, talvez fosse melhor eu esperar até aparecer algo mais tranquilo.
-eu não estou ouvindo isso. Brad se levantou claramente irado.
- Brad! eu o repreendi.
-eu posso acreditar na idiotice que acabou de falar, eu poderia esperar de qualquer um, mas não de você, não da garota que lutou com um... Cara de noventa quilos, pra se preservar, e que depois lutou pra continuar viva... Você não é do tipo que busca por moleza facilidade você é uma guerreira. esperei ele para de falar .
-já acabou. ele me olhou curioso.
-eu não estou querendo moleza só estou tentando te explicar que... Você sabe quem vai dirigir?
-não, você não falou, quem?
-Stanley Rewrison. A única que ele disse foi.
-oh, mais uma razão pra dar tudo de si, absorva o Máximo de experiência que você puder mostre que é tão boa quanta qualquer um deles e quanto a comunicação seja você mesmo e duvido que não se rendam.
- o que eu faria sem você?
-seria uma ameba. Ele caiu na gargalhada.
-seu idiota. Levantei-me e dei socos nele de brincadeira.
- quer ir comigo?
-esta falando serio, eu posso?
-quem mais merece se não você? E segundo você eu sou uma estrela então tenho entrada Vips de amigos. Disse ironizando. Eu peguei minhas coisas e saímos, entramos na agencia e apertei a Mão de Brad.
-vai dar tudo certo, eu te espero aqui. Eu soltei a mão dele e fui tomar o elevador, quando a porta abriu, como sempre eu sai e dessa vez estava tudo de volta as pessoas andando frenéticas parecia até ter mais gente que no meu ultimo dia de trabalho, eu cumprimentei quem eu pude e cheguei à porta da Sam.
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