The Big Secret Of Young Puckerman
2 Capítulo 2
Notas iniciais
Finn estava em pânico no altar... Andava de um lado para o outro, arregaçava uma das mangas do paletó a cada cinco minutos para checar as horas. Enquanto isso Puck tentava flertar com uma das damas de honra. Só tentava, já que era impossível flertar com alguém com o gigante e desengonçado do Finn atrapalhando seu campo de visão.
–Finn, calma. – Puck tentava acalmar o amigo – Assim você vai surtar!
–Eu sei, eu sei... – Disse Finn impaciente.
–Por que não vai lá fora tomar um ar?
–POR QUE EU NÃO QUERO! – Puck olhou surpreso para o amigo, assim como todos os presentes no pequeno salão. Finn fechou seus olhos e respirou um pouco – Desculpa, eu quis apenas dizer que não quero ir para lugar nenhum, quero ficar aqui.
–Entendi. – Puck estava decididoa deixar isso para lá. Finn iria se casar, isso deveria ser algum tipo de tensão pré-casamento que atingia os homens também... Ele procurava alguma gostosa pelo pequeno salão com quem pudesse flertar, se o Finn saísse um pouco da sua frente...
–A Rachel não vem.
–Hã?! – Exclamou Puck surpreso com a afirmativa do amigo – De onde você tirou isso?!
–Olha – Finn mostrou o relógio ao amigo – Ela está uma cinquenta e cinco minutos e meio atrasada.
– Você é um idiota – pequena pausa – Só por isso você está surtando? Você é realmente um bobão. A Rachel deveria te abandonar só pelo fato de você achar que ela vai te abandonar! – Finn abaixa o olhar e não diz nada – Ela vem. Tenho certeza. Todas as noivas demoram mais de uma hora para chegar. É normal. Você deveria saber disso.
E antes que Finn pudesse responder alguma coisa, o som da marcha nupcial invadiu o salão.
Rachel estava linda com se vestido branco abaixo
dos joelhos segurando um buque de rosas brancas, com seu cabelo preso em um
belo coque e um sorriso estampado no rosto. Ela deu os dois braços aos seus
dois pais e caminharam até o altar. Nessa altura os olhos de Rachel já estavam
encharcados, e dos seus pais também. Ela se despediu deles, e olhou nos olhos
de Finn: Ele a olhava com um misto de admiração e surpresa. Medo e angustia.
Nervoso e felicidade. Ele deu a ela seu braço e a guiou até o altar, se ajoelharam
e então, o juiz de paz pôde começar a cerimonia.
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