The Big Play

2 Capítulo 02 – I Still Haven't Found What I'm Looking For


Notas iniciais
Nessa fanfic haverá menções à liga profissional do Futebol Americano, a NFL. Então, todos os jogadores que vão aparecer ao longo da história (reais ou fictícios) são esportistas profissionais. Lá nos EUA para se ingressar um dos 32 times da NFL o jogador tem que ser formado em alguma universidade. Quando os rapazes que participam dos times no High School ganham bolsas de estudos nas faculdades, eles passam a integrar os times desses Colleges. Os times universitários tem uma liga própria e um campeonato que ocorre fora da temporada da NFL e é inclusive televisionado. Alguns desses jogadores apenas usam do esporte para manterem a bolsa, porém há quem chame a atenção de olheiros dos times da NFL e acabam se profissionalizando quando estão em vias de se formar. Apesar de a primeira vista parecer um esporte um pouco truculento, o football é um dos mais estratégicos que existe, pois todas as jogadas são minuciosamente estudadas e calculadas. O cérebro do time é o Quarterback que auxilia os técnicos na montagem das estratégias ofensivas e é o responsável por selecionar a jogada que será executada de acordo com o posicionamento do time adversário antes de lançar a bola para os jogadores do time, a fim de avançar jardas e marcar o almejado touchdown. O QB deve ser uma pessoa não só preparada fisicamente, mas mentalmente. Tem que ser alguém muito inteligente e estrategista, pois são inúmeras as jogadas a serem planejadas, estudadas e treinadas. E não só do seu time, como dos times adversários. Conforme termos mais desconhecidos forem utilizados, haverá uma explicação resumida nas notas após o capítulo, porém, para quem quiser maiores informações, indica-se que pesquisem um pouco a respeito no canal da ESPN no YouTube onde há vídeos com explicações mais detalhadas.

I have spoken with the tongue of angels

I have held the hand of the devil

It was warm in the night

I was cold as a stone

But I still haven't found

What I'm looking for

U2

Dimitri's POV

Terminei de analisar o último relatório que a equipe de Ivan me mandou sobre os imóveis de minha propriedade que estão locados e levantei-me da mesa em direção à janela do escritório para esticar as pernas. Definitivamente eu detestava esse tipo de trabalho burocrático. Ainda bem que só tinha que aturá-lo uma vez por mês.

Se tivesse que viver desse tipo de atividade como meu amigo eu creio que morreria de fome.

Meu lugar era dentro de um campo de futebol¹, estudando as táticas dos adversários, montando jogadas, impulsionando o time para frente.

E esse era o ano. Eu estava sentindo. Chegáramos tão perto na última temporada. Batemos na trave justo na final da conferência da NFC²... Mas desse ano não passa. Nós iríamos ganhar o Super Bowl e eu esfregaria isso na cara do Manning³ para acabar com suas piadinhas.

Só que para eu poder me focar nesse intento precisava estar com a cabeça livre dos problemas que agora me importunavam.

Há três semanas meu casamento com Natasha chegara ao inevitável desfecho: o divórcio. Hoje digo inevitável, mas por muito tempo me enganei quanto a isso. Só admiti quando a situação ficara insustentável e o que havia nascido de uma amizade estava prestes a se tornar ódio.

Tinha ciência que grande parcela da culpa de chegarmos a esse ponto era minha, mas agora não adiantava mais me remoer a respeito.

O que precisava mesmo era resolver a questão de Claire. Por conta do status de Tasha de supermodelo, ela vivia enfiada em inúmeros eventos e infindáveis viagens o que a levou a me dar a guarda absoluta de nossa filha. Não que a minha situação profissional fosse mais favorável, mas para ela não pareceu importar muito. Tanto que, após assinar os papéis do divórcio, Tasha entrara no primeiro avião com destino a Milão para participar da Fashion Week.

Isso não seria realmente grande coisa não fosse o fato de a babá ter pedido demissão um dia após minha agora ex-mulher ir embora, me deixando completamente sozinho às vésperas do início da temporada com uma menina de sete anos que acredita saber mais de futebol americano que Vince Lombardi⁴. Tenho certeza que se Claire gritar com Stan Alto mais uma vez durante o training camp⁵ ele vai surtar.

Claire é a luz da minha vida, uma garota linda e viva, apesar de ser um pouco diferente das meninas da sua idade. Ao invés de brincar com bonecas, ela preferia ficar horas discutindo as melhores jogadas da semana. Por esse motivo tem mais amizade entre os jogadores do time do que as crianças da sua idade. Às vezes me pergunto se isso é saudável. Ela aparenta ser uma garota tão solitária.

Sempre tentei suprir a minha ausência e de Tasha por conta de nossas rotinas malucas, mas, no fim das contas, Claire acabava sempre ficando aos cuidados de babás que, por um motivo inexplicável, mudavam com frequência. Nunca ficavam por mais do que uma temporada.

Acabei me lamentando com Ivan a respeito e ele me garantiu que conseguiria alguém para a função. Só espero que ele não me arranje nenhuma encrenca.

Não me leve a mal, eu o adoro como um irmão e confio plenamente em seu julgamento, mas Ivan era o maior cafajeste que eu conhecia e se encantava com qualquer rabo de saia que passasse à sua frente.

Se bem que a essa altura estava começando a achar que nem essa opção eu teria. Ele disse que me daria um retorno hoje e já passava e muito do meio dia sem qualquer notícias dele.

— Pai, pai! – Claire gritou ao entrar correndo no meu escritório, me arrancando de meus pensamentos. – Tio Ivan chegou.

— O quê? A essa hora? – perguntei sem entender. Achei que ele me ligaria, não que viria até aqui no meio de um dia útil.

— Ele chegou e pediu pra Kirova te chamar – ela disse animada, subindo na cadeira e pulando no meu colo, fazendo com que eu a segurasse. – Mas eu fui mais rápida do que aquele urubu velho.

— Claire, o que eu já te falei sobre chamar a Senhora Kirova dessa forma?

— Ok, ok eu sinto muito – ela disse revirando os olhos, denotando que não sentia um pingo de arrependimento. – Mas nem mesmo o senhor pode negar que ela parece um.

— Já chega disso – tentei impingir um tom enérgico enquanto ia em direção à sala em que Ivan deveria estar me esperando, levando-a no colo.

Encontrei Kirova no meio do caminho e não pude deixar de concordar um pouco com minha filha. Vestida toda de preto daquele jeito a governanta realmente estava parecendo um espírito agourento espreitando pelos cantos da casa.

Tratei logo de afastar esse pensamento absurdo. Acho que ando convivendo até demais com Claire.

De qualquer forma, eu não tinha uma vírgula a reclamar da mulher. Ela era extremamente confiável e facilitava e muito a minha vida mantendo a casa em ordem e se responsabilizando por todas as questões domésticas.

— Onde está Ivan? — questionei à uma Kirova com semblante exausto que olhava de forma reprovadora para Claire.

Fui obrigado a deixá-la com a mulher algumas vezes nos últimos dias e tenho certeza que esse era o motivo de seu cansaço. Poderia até dizer que ela estava mais desarrumada que o normal, com seu coque sempre impecável agora com alguns fios fora do lugar.

É, realmente Claire sabe como ser impossível quando quer. Talvez seja melhor aceitar qualquer que seja a pessoa que Ivan vá indicar. Se não for adequada, pelo menos me dá algum tempo para procurar alguém mais qualificado antes que Kirova enlouqueça.

— Ele disse que te esperaria no bar, senhor – ela informou com uma carranca. – Estava vindo lhe avisar, mas a garota saiu correndo na frente gritando que se eu quisesse alcançá-la teria que pegar minha vassoura.

Olhei para Claire de forma reprovadora e ela escondeu o rosto no meu pescoço.

— Acho que você deve um pedido de desculpas – ralhei.

Por alguns segundos esperei uma resposta, mas nada foi dito, então coloquei-a no chão.

— Claire, estamos esperando.

— Desculpa – ela respondeu de forma emburrada olhando para o chão.

— Agora trate de ir arrumar seu quarto – falei cruzando os braços, tentando parecer sério apesar de ter certeza de que estava falhando miseravelmente. Ela ficava adorável quando fazia cara de brava. A verdade é que nunca consigo ficar totalmente sério perto de minha filha o que me torna um péssimo educador.

— Mas meu quarto está arrumado – ela voltou a me olhar de forma desafiadora, colocando as duas mãos nos quadris me lembrando de Viktoria quando tinha a mesma idade. De todas as pessoas que ela poderia puxar, tinha que ser justo a mais endiabrada?

— Então o bagunce pra ter algo para arrumar – respondi no mesmo tom. Não sei se isso fez muito sentido, mas fora a única coisa que consegui elaborar.

— Ok – ela saiu correndo rindo.

Eu era capaz de decidir uma jogada estratégica em questão de milésimos de segundos, mas Claire conseguia me desarmar em menos tempo que isso.

Praguejando em russo para que minha filha não entendesse caso ouvisse, segui até o bar onde Ivan me aguardava. Ela definitivamente ia acabar comigo.

— Ivan – estendi a mão para cumprimentá-lo assim que o vi se servindo de uma dose de whisky. – Pensei que você ia ligar.

— Achei melhor vir aqui pra conversarmos pessoalmente e poder assaltar o seu bar – Ivan disse após devolver o cumprimento.

— Não está meio cedo pra isso? – Indiquei o copo em sua mão e me sentei a uma banqueta em frente ao balcão.

— Se você tivesse que passar sua manhã inteira lidando com um rechonchudo que sonegou o que tinha e o que não tinha e está prestes a prestar depoimento a uma comissão parlamentar você já teria bebido a garrafa inteira a essa altura.

— Sinceramente, não sei como você ainda se dispõe a defender esse tipo de gente.

— É esse tipo de gente que detém o dinheiro, meu amigo. E eles nos pagam muito bem pra isso – ele se sentou na banqueta do outro lado e ergueu o copo como num brinde antes de dar um gole.

Ivan e eu éramos amigos desde a escola e eu sempre soube que, apesar desse seu jeito relaxado, ele era uma das pessoas mais inteligentes que conhecia. Tanto que hoje era um dos maiores especialistas em crimes empresariais e financeiros do país.

Eu confiava tanto em sua capacidade que logo que comecei a ganhar algum dinheiro fiz meu primeiro investimento na montagem de seu escritório junto com meu primo Adrian Ivashkov. E, diga-se de passagem, aquele se provara um investimento bem lucrativo. Tudo graças a perspicácia de Ivan e o carisma de Adrian.

— Então – fui direto ao ponto – conseguiu arranjar alguém para ficar com Claire?

— Como sempre eu sou a solução de todos os seus problemas – ele disse de forma debochada. – Arrumei a pessoa perfeita pra você.

— Quem é ela, Ivan?

— Seu nome é Rose – ele sorriu. – Rosemarie Hathaway Mazur, ela é recém formada, mas está tendo dificuldades em se colocar em sua área e precisa de um emprego. E é minha amiga, uma boa amiga.

— Hmm... Não sei. Ela não me parece o tipo que irá ficar.

Se a garota era formada jamais iria querer atuar como babá por muito tempo e não era bem isso que eu procurava. Claire precisava de alguém que realmente ficasse ao seu lado por mais do que apenas alguns meses. De inconstante em sua vida já bastavam seus pais.

— Ela é ótima, Dimitri. E realmente está precisando disso, então tenho certeza que ela vai ficar – ele contra-argumentou. – Além do mais Rose é extremamente qualificada e de minha inteira confiança. Você sabe que eu não a indicaria pra ficar com minha afilhada se não fosse assim.

— Eu sei disso. Confio em seu julgamento, Ivan – disse soltando um suspiro.

Talvez ele tivesse razão. O mercado não estava nada bom o que fora agravado com a entrada do novo presidente e o salário que eu estava disposto a pagar me parecia um bom incentivo para fazer a tal Rose querer permanecer na vaga. E, pensando bem, até que era uma opção muito boa. Melhor do que colocar uma completa desconhecida em minha casa.

— Ok. Traga a garota para eu conhecê-la.

— Posso trazê-la aqui amanhã mesmo, se você quiser – Ivan parecia entusiasmado. – Garanto que você não vai se arrepender.

— Por mim está ótimo – disse pensativo – Convide-a para um almoço. Quero conversar com ela, ver se há a possibilidade dela ficar por mais tempo. Também quero que Claire a conheça. Você sabe que ela não é nada fácil.

— Algo me diz que as duas vão se dar muito bem – ele comentou antes de virar o resto da bebida e se por de pé. – Agora vou indo, pois ainda preciso passar num cliente para que assine umas procurações e de lá vou tentar encontrar Rose para combinarmos.

Neste momento alguns passos ecoaram pela escadaria de mármore às minhas costas e logo minha irmã Viktoria apareceu no mesmo patamar vestindo um elegante vestido preto.

— Não está meio cedo pra vocês dois estarem aí se embebedando?

— Oi pra você também – falei me levantando para cumprimentá-la, mas Vikka passou reto por mim indo direto até Ivan.

— Você sempre levando meu irmão pro mal caminho – ela disse ao abraçá-lo mais efusivamente do que eu achava necessário.

— Não me culpe por querer comemorar – ele respondeu em tom zombeteiro. – Enfim meu amigo super famoso está solteiro e vou poder usufruir um pouco disso.

— Nem pensar – Viktoria retrucou. – Dimitri precisa se resguardar agora. A temporada está chegando e se o Buccaneers⁶ não tiver uma boa colocação este ano, essa baía inteira vai virar um verdadeiro inferno.

— Ei, sua ditadora, deixa o cara viver um pouco.

— Ele pode viver à partir de fevereiro. Até lá eu mando nele.

— Vocês sabem que eu estou bem aqui, não sabem? – intervi antes que os dois se aprofundassem naquela discussão idiota. Vikka e Ivan pareciam duas crianças quando se encontravam. – Nós não estamos comemorando nada e Ivan já estava de saída, não é Ivan?

— Me sinto tão querido com você me expulsando dessa forma – ele devolveu antes de dar um beijo na bochecha de Viktoria e dar a volta no balcão do bar para dar um tapinha em meu ombro. – Amanhã estarei aqui com ela.

Minha irmã me olhou de forma perspicaz e contei até três após a partida de Ivan. Então ela começou:

— Quem é "ela"? Mal se separou da víbora e já está pedindo pro seu amigo te arranjar mulheres?

Revirei os olhos e comecei a andar em direção ao escritório sendo seguido de perto por Viktoria.

— Para seu governo, "ela" é a possível futura babá da Claire. Ivan indicou uma amiga dele para ocupar o cargo.

— Ele indicou? Só espero que não seja uma das amantes dele – Vikka disse com desdém.

— É o que vou saber amanhã – respondi após entrar no cômodo e me apoiar na ponta da mesa. – Trouxe os vídeos?

— Tá aqui.

Ela retirou de sua bolsa três caixas de DVDs que fora buscar para mim no campo de treinamento. Por conta de Claire e sua língua afiada acabei saindo rapidamente do último treino para evitar mais aborrecimentos e esqueci de pegar com Alto os vídeos dos jogos das finais de conferência do ano passado e do Super Bowl para analisar. Só faltavam esses para eu rever da última temporada.

— Aliás Stan também mandou avisar que se for pra levar a Claire no próximo treino você está de folga. O que aquela menina aprontou?

— Ela só quis tomar o posto dele como técnico do time.

— Essa é minha garota – Viktoria riu. – Pena que não há uma liga feminina. Adoraria assessorar ela também.

— Não dê ideias, por favor.

Vikka era meu braço direito. Ela cuidava de todos os aspectos de minha carreira fora dos gramados, desde meu contrato com o time até o contato com a imprensa e patrocinadores.

Logo que iniciei a carreira quem fazia isso era minha irmã Karolina, mas ela acabou deixando o posto para a mais nova quando decidiu ter sua segunda filha. E eu não podia reclamar nem um pouco da troca. Viktoria nasceu para isso.

Pois é, naquela casa o futebol era assunto de família.

— Então, há algo que preciso discutir com você – ela falou mudando para seu tom de negócios. – Aquela Jill Dragomir anda publicando poucas e boas no blog dela sobre seu divórcio.

— Esse assunto de novo não. – Afastei-me da mesa para me sentar na poltrona a um canto.

— Dimitri, você tem que me deixar soltar uma nota a respeito. Já perdi as contas de quantas amantes ela já lhe deu apenas na última semana.

— Deixe que fale. Eu não devo satisfação de minha vida pessoal a ninguém.

— Sinto lhe dizer, querido irmão, mas você é uma figura pública. Privacidade é um luxo aqui – ela argumentou. – Além do mais, Tasha está saindo como vítima dessa situação e isso é a coisa mais ridícula...

— Vikka, eu já te disse pra não implicar com ela – interrompi seu discurso que já conhecia de cor. – E Tasha realmente foi um pouco vítima aqui, então vamos deixar como está e ponto final.

— Só que isto está atrapalhando sua imagem. Seu principal patrocinador está ameaçando reduzir o seu contrato se não dermos um jeito nisso.

Suspirei cansado. Sentia como se um tufão tivesse passado por minha vida. Desde quando tudo tinha saído do lugar desta forma? E essa tal Dragomir? De qual dos buracos dos sete infernos essa pessoa saíra?

— Está bem – acabei concordando. – Solte algo simples, sem se alongar nas explicações e, principalmente, sem atacar Natasha.

— Considere feito, irmãozinho – Vikka deu um beijo em meu rosto e saiu como um furacão porta afora como sempre costumava fazer.

Pousei a cabeça entre as mãos a fim de massagear minhas têmporas doloridas. A temporada nem havia realmente começado e eu já estava esgotado. Apenas espero que uma parte de meus problemas seja resolvida amanhã. Uma grande parte.

E essa solução parecia ter nome e sobrenome: Rose Hathaway Mazur.

____________________

¹ Dimitri se refere ao Futebol Americano. Não confundir com o futebol da bola redonda! Entendam mais a respeito aqui.

² A liga de futebol americano NFL (National Football League) é dividida em duas conferências a NFC (National Football Conference) e a AFC (American Football Conference), sendo que cada uma contém 16 times. O famoso Super Bowl é na verdade um confronto entre os campeões de cada uma dessas conferências. O time do Dimitri está na NFC.

³ Peyton Manning foi Quarterback do time Denver Broncos até o ano de 2015.

⁴ Vince Lombardi é o técnico que mais venceu na história da NFL dando ao Green Bay Packers os títulos de 61, 62 e 65 da NFC e vencendo com o mesmo time os dois primeiros Super Bowl em 67 e 68, tanto que o troféu conferido ao time vencedor hoje carrega seu nome.

Tranning Camp são os treinos feitos pelo time de futebol americano antes do início da temporada regular. Neles é que os novos jogadores são avaliados e integrados ao time e os veteranos voltam a entrar em forma.

⁶ Tampa Bay Buccaneers ou simplesmente Bucs é o time de futebol de Tampa na Flórida. Ele faz parte da NFC e foi campeão do Super Bowl em 2003. Seu escudo é uma bandeira pirata. (Esse é o nosso time do coração)