The Better For You

25 Capítulo Vinte e Quatro.


Notas iniciais
Primeiro, este capitulo está enorme... Sete ou oito páginas, não sei, espero que não fiquem cansados.
Outra coisa, eu tenho trinta e dois leitores... Uau, isso é muito fofo, mas cadê vocês? É muito triste ver que apenas cinco ou seis deixam reviews. Eu vou ficar um tempo sem postar - motivos pessoais - e espero que vocês entendam e deixem seus reviews. E, ahn, parem de ser anônimos, isso é realmente chato - eu sei o quanto isso é chato - mas é preciso - discurso clichê, como sempre. Enfim, espero que entendam.

Aviso: É sempre bom avisar, mesmo que a fanfic seja destinada para maiores de 16 anos, entretanto — coisa que eu não tenho. Enfim, neste capítulo contém cenas inadequadas, se você não gosta — ou acha enojante, ridículo, feito e blá-blá-blá, por favor, feche esta página agora. No entanto, você não fica quase perdida no decorrer da história.

Annabeth cambaleou, assim que paguei a conta, e me perguntei por que quando ela começou a beber tanto vinho. Ela deu mais alguns passos inseguros e rezei para não ter nenhum paparazzo à espreita. Segurei sua cintura a ajudando a descer o meio fio e procurei pela minha moto. No mesmo lugar.

Deveria ter vindo a pé mesmo.

- Ai. – ela abraçou os braços – Aqui está frio. – ela lamentou com a voz manhosa

Era quase impossível não poder se derreter.

- Toma minha jaqueta. – a tirei e coloquei sobre seus ombros

Senti o frio cortante de Londres passear pelos meus braços, Annabeth enfiou os braços na jaqueta deixando ainda mais sedutora no vestido que parecia querer sair dali, ele estava na metade de suas coxas e subia a cada passada que dava. O vestido preto comportado estava com ânsia de sair dali... Tanto quanto as minhas calças.

- Vem, vou te levar para sua casa. – chamei segurando seu braço e deixando seu peso cair sobre mim

- Quê? Droga, Percy. – ela gemeu passando os braços pela minha cintura e descendo até meu quadril

- Annabeth... – quase rosnei de prazer ao sentir mais um choque elétrico, afastei suas mãos

Controle, Percy, ela está bêbada.

- Heys, — murmurou no meu ouvido baixinho – tudo bem. Mas não quero ir para casa. Me leva para seu hotel.

- Você precisa ir porque...

Antes que eu pudesse completar uma frase – e dizer algo bem sensato sobre ela ter que dormir na cama dela e não, na minha –, ela passou as mãos pequenas pelo meu peito descendo até a bainha da minha calça.

- Percy, eu te quero. – sussurrou

Contorci-me.

- E eu sei que você me quer também. – ela deixou as mãos descerem levemente

- Vou te levar para o meu hotel. – fechei os olhos e deixei minha cabeça pender para trás contendo um gemido

- Hm... – ela se aproximou e passou os braços pelo meu pescoço, deixei meus braços envolverem sua cintura fina e sentir os botões da jaqueta serem pressionados contra meu peito

- Mas, você não vai fazer nada. Vai tomar um banho e pronto. – pedi, quase implorei

- Aham, Percy. – sussurrou em meu ouvido

Um arrepio chegou a minha espinha. Afastei minhas mãos de sua cintura levemente.

- Vamos, Beth... – sussurrei

Ela se afastou, levemente. Segurei sua mão e nos encaminhei para a moto, ela ainda cambaleava mais com um sorriso safado no rosto.

Montei na moto e ajudei a montá-la também.

- Annabeth, você tem que saber que as coisas, cuidado!

- Eu estou bem, tá? – respondeu com agressividade quando, finalmente, subiu na moto

- Agora, segura firme, entende? – disse

- Depende de onde você quer que eu segure. – ela murmurou contra meu pescoço

Senti-me arrepiar de novo.

- Dá para parar?

- Você quem manda, baby.

Acelerei e tive certeza que suas mãos apertavam minha cintura, mas isso não continuou. Eram dez minutos, sussurrei em minha mente.

Ela brincou com a bainha da minha calça, ameaçando descer.

Suspirei, quando finalmente chegamos ao hotel. Joguei as chaves para o manobrista e peguei Annabeth nos braços.

Ela desceu tão rapidamente e deu um beijo em meu pescoço.

- Ann...

- Já estamos chegando mesmo.

Subimos o elevador. Sozinhos. Seria uma boa fantasia sexual se ela não estivesse bêbada, mas não parecia uma. Estava comportada, tirou os sapatos altos e os deixou na mão.

Abri a porta do meu quarto e suspirei. Eu teria muito controle, pedi para mim mesmo.

Esgueirei-me para dentro.

O corpo pequeno e leve de Annabeth se chocou contra o meu, só tive tempo de fechar a porta. Nossas bocas se batendo em um beijo cheio de desejo... Eu simplesmente não podia. Mesmo que meu corpo pedisse o contrário, ela estava bêbada e não era o certo.

- Annabeth, eu não...

Ela me jogou contra a parede. Estava frio quando eu percebi que a porta da sacada estava aberta. Seus seios contra o meu peito. A jaqueta já não estava mais ali.

- Eu gosto de você. – os olhos estavam em uma briga furiosa entre o azul e o cinza, quem teria um espaço maior nos olhos famintos e sedutores? – Gosto mesmo, só não quero admitir. Eu sei que estou bêbada, mas quando estamos bêbados falamos o que realmente sentimos, não é?

Assenti, quase impossível de nenhuma fala.

- Só queria que você soubesse disso. E se não quiser... – ela se afastou meio milímetro – eu vou entender.

- Só quero que saiba... – puxei sua cintura contra mim novamente e nos mudei de posição, ela contra a parede, encostei nossas testas acariciando seu nariz com o meu e deixei o cheiro de álcool da sua e da minha boca tomar conta – que foi você que pediu.

Batemo-nos contra a parede. O calor subiu, como um vulcão em erupção, quente e devastador. O desejo parecia ter garras e queria nos cortar em pedaços. Suas mãos se atrapalharam ao puxar com força minha camisa preta para cima... Sei que ela voou. Annabeth desabotoou o fecho da minha calça, a empurrando de leve até chegar a meus tornozelos.

Minhas mãos passeavam sobre seu corpo procurando o feche do maldito vestido.

- Logo hoje... – murmurei entre ofegadas – você decide colocar essa porcaria de roupa complicada.

Ela riu em meio a uma mordida em meu pescoço.

Annabeth levou as mãos até as costas e puxou alguma coisa, mas a droga do vestido não saiu.

- Não quer sair. – reclamou

- Eu dou um jeito. – dei um sorriso malicioso

Deixei as calças caírem de uma vez enquanto me ajoelhava aos seus pés, por dentro o vestido era feito de um pano fino, segurei com força e puxei de uma vez, abriu até a barriga, refiz o movimento e seus seios deram um pulo leve até mim.

Seus gemidos pareciam alimentar mais a onda de prazer que crescia entre nós, era diferente e a cada toque novo que eu explorava em seu corpo delicado, mais tudo essa onda aumentava e parecia querer engolir nós dois.

Minhas mãos junto com minha boca exploravam qualquer parte que eu ainda não conhecesse, eu a pressionava contra a parede enquanto ela gemia alto, baixo, rosnava e miava, como uma gatinha pedindo por ajuda.

- Percy... – ela sussurrou

Suas mãos foram até minha nuca puxando meus cabelos e subindo meu rosto para sua boca, chocando-nos.

- Eu não canso de você. – Annabeth murmurou descendo as mãos pelos meus ombros suados – Pensei que te esqueceria, — ofegou e gemeu – mas basta ver você ou ouvir seu nome... – ela deu um gemido controlado e jogou a cabeça para trás – que tudo volta de novo.

- Eu te amo.

As palavras davam um gosto estranho e familiar na minha boca. Meu estômago se revirava e me perguntei se isso era o que chamavam de “borboletas no estômago”, perguntei-me se as pessoas ficavam ansiosas ou nervosas quando diziam isso no meio disso, ou se a borboletas sentiam humanos no estômago quando estão apaixonadas, era idiota, eu sei, mas era difícil pensar em algo coerente quando seus gemidos falavam mais altos que meus pensamentos. Meus beijos passeavam pelo seu rosto fino, antes sério, descendo até seu queixo, sua testa, nariz e boca.

- Preciso de você, Percy... Preciso. – pediu

Minhas mãos agarraram seus quadris, com firmeza. Assegurei-me que ela não cairia comigo, ela estaria comigo até o fim.

Minha cueca pareceu flutuar até o chão ou em qualquer lugar que estivesse e não sabia sinais de sua calcinha.

Mergulhei dentro dela, com urgência, ali mesmo contra a parede. Esperava por esse momento desde que eu a vi. De costas para mim na cozinha, fazendo chocolate e derretendo-se com a colher de pau em sua boca. Deixei minha cabeça cair para trás gemendo, ela arranhou minhas costas, enlouquecendo-me.

Empurrava-nos em uma velocidade rápida, em uma sincronia perfeita. Suas mãos pequenas deslizavam em minhas costas suadas e sua cabeça pendia para o lado deixando escapar gemidos.

- Fica comigo. – pedi arfante em meio às estocadas – Volta. – mais gemidos descontrolados de ambas as partes

- Eu não agüento, não posso. – suas mãos escorregaram pelos meus ombros e voltaram para minha nuca

- Só mais um pouco. – sussurrei

Finalmente, caímos na cama, grudando nos lençóis bem arrumados de seda.

- Annabeth...

Ela abriu os olhos. Lindos, tão azuis e tão cinzas. Uma mistura inédita. Ela arqueou as costas ainda me olhando.

As mãos pequenas tateando meu peito, os olhos me encarando com um extremo brilho. A luz da lua entrava traiçoeira e me fazia ter, mais uma vez, seu corpo nu sobre o luar. Como se fosse um diamante perdido.

Minha.

A posse tomou conta dos meus pensamentos quando finalmente, o tremor e os espasmos caminharam sobre meu corpo, minha espinha.

Ela suspirou.

E senti meu corpo lançando choques de prazer, me deitei ao seu lado.

Annabeth se virou para mim, com um sorriso pequeno e fofo. Discreto, mas sem a frieza. Ela passou os braços finos sobre meus ombros e deu-me um selinho demorado e amoroso. Fechei os olhos, aproveitando os choques que tocavam meu corpo em lugares escondidos.

- Obrigado por não ter me expulsado.

- Não sei como eu faria isso. – sussurrei contra seu rosto

- Hey, saia daqui, sua vadia.

Fiz uma careta.

Levei minha mão ao seu rosto e acariciei o contorno de suas mexas, tirando-as do seu rosto suado, os fios louros me levaram até seu queixo, bem feito e um pouco pontudo.

- Olha para mim, — murmurei – acha que eu teria coragem de fazer isso?

- Não. – admitiu

- Eu te amo.

- Eu sei.

- Já ouvi essa resposta antes. – brinquei

- Gosto de você, Percy. – pude ver certa relutância em seus olhos

Não, por favor, não. Fica aí, fica assim, por favor, implorei para qualquer pessoa de lá de cima que pudesse me ouvir

- Gosto muito de você, surfista de Los Angeles.

Dei um grande sorriso e acariciei o contorno de seu corpo. Cintura alinhada, quadril pequeno, bumbum duro. Deixei minha mão lá acariciando, enquanto ela fechava os olhos, sua respiração se regularizava e já podia sentir a brisa fria cortando o suor que descia pelo meu rosto.

- Em que está pensando? – ela sussurrou, ainda de olhos fechados

- Em como eu queria que você fosse só minha.

Annabeth deu mais um sorriso, dessa vez, maior.

- Eu tenho namorado.

- Eu o conheci.

- Quando e aonde? – passou os braços pela minha cintura e se apertou mais a mim, deixando a cabeça no meu peito, fazendo-me sentir seus seios ainda duros e a barriga lisa desviando-se da minha.

- Hoje, assim que cheguei de Los Angeles.

- Hm. – resmungou, eu acho – E por que não falou comigo?

- Ele disse que você estava dormindo.

Parei com a carícia, era insuportável, ver aquele sorrisinho satisfeito em seu rosto. E me peguei pensando, se ela estaria com ele agora.

Eu não estava só satisfeito, eu estava extremamente alegre, querendo gritar que estava com a garota que amo.

- Estava com dor de cabeça. Muita. – ela bocejou

- Hm. – deixei escapar

- O que acha que fizemos? – perguntou, se aconchegando mais a mim

- Não sei, me diga você.

- Não transamos.

Quase deixei um suspiro de alegria escapar, mas não deixei. Apenas dei um sorriso, sabendo que ela não veria.

- Bom saber.

Ela apertou o braço em torno de minha cintura mais uma vez.

Voltei a fazer caricia. Levemente, de um jeito macio e calmo.

- O que acha de mim, agora? Agora mesmo. – argumentou

Os cantos dos meus lábios tremeram, enquanto eu contornava o interior de sua coxa e voltava a subir pela sua barriga e brincava com seu umbigo.

- Que você é a garota mais linda do mundo. Que eu estou morrendo de felicidade por estar com a garota que amo, que você é... Tudo. Tudo para mim.

- Mentira. – sussurrou

- Por que duvida?

- Todos falam isso depois que transam.

Dei de ombros.

- Eu nunca falei isso para nenhuma garota, juro.

- Eu acredito em você.

- Eu sei.

Ela deu uma gargalhada, fina, baixa, como um gatinho aproveitando as caricias... Intimas.

- Você é a mulher mais sensual do mundo.

- Sou mulher. – confirmou

- E o que acha de mim?

- Que é o cara mais sentimental e romântico do mundo. – afirmou – E posso confirmar com as revistas, — ela apertou minha barriga – você é sarado.

Ri.

- Lê revistas sobre mim?

- A minha vizinha é sua fã. Ela cuida do meu jardim de vez em quando, e me deixa brincar com o gato dela. Ela me fala muito sobre você.

- Tem ciúmes?

- De quem?

- Dela, duh.

- Um pouco. – admitiu

- A vi também, eu acho. Jazz?

- Já conhece todo mundo de Londres? – brincou

- Espero que não.

Ficamos em silêncio, por cinco minutos, como se esperando algum assunto surgir do nada. Annabeth suspirou.

- Às vezes, eu penso se tudo isso não é mentira... – ela começou, minha boca se abriu, pronto para rebater, mas ela não deixou – eu sou frágil, Percy, mesmo que eu não demonstre, eu sou fria... Porque eu não quero ser frágil. Eu me quebro rapidamente, sou fraca.

- Você não é fraca. – rebati

- Você está no controle, Percy. – ela abriu os olhos grandes, azuis. Mirei novamente. Parecia um anjo desorientado e perdido, ela puxou minha mão para seu peito, com medo, com hesitação – Aqui, — ela apertou sua mão contra a minha para o seu seio esquerdo – você está no controle.

Senti meu corpo tremer. Era uma declaração, uma verdade. Eu podia ver, era verdade. Tudo era verdade.

- Não me faça sofrer de novo. Por favor, de novo, não. – implorou, e fechou os olhos

- Eu não vou. Hey... – puxei seu queixo, ela me deu o privilegio de ver seus olhos, tão calorosos, tão medrosos – eu prometo, não vou te fazer sofrer.

- Quando você brincava comigo. Quando eu era pequena, droga, Percy, eu gostava de você. Tudo poderia ter sido tão diferente.

Isso me doeu tanto, que eu simplesmente queria chorar. Encolher-me como um bebê e chorar até ela aceitar minhas desculpas.

- Annie...

- Pode me chamar de Annie. – autorizou, tentei sorrir

- Eu prometo, juro por tudo, por Deus... Eu nunca mais te deixarei sofrer. Nunca mais.

Daí eu me lembrei que ela ainda poderia estar pelo efeito do álcool, mas eu também não liguei para isso, quando ela assentiu e continuou a falar.

- Só quero você ao meu alcance, sempre. – pediu – E quando eu quiser cair, quero um lugar seguro. E você é meu lugar seguro.

- Eu te amo. – dei um beijo em sua testa sem saber o que falar, apenas falaria o que eu mais sabia que seria verdade – Eu te amo, muito. Te amo. Te amo. – enfatizei

Ela deu um sorriso, mais um sorriso pequeno.

- Só quero que você me prometa que quando tudo cair. Você estará lá, comigo.

- Annie... – nome era novo, eu quase me podia ver chorando ao pronunciá-lo, era tão lindo e doce em minha boca – eu estarei com você. Sempre.

Annabeth assentiu. E passeou as mãos em meu peitoral enquanto se encolhia e aninhava.

Apenas pensava nas minhas promessas. Eu nunca mais iria deixá-la sofrer, mas e amanhã? E quando ela estivesse bem sem o efeito do álcool? Pronta, como sempre, com aquele escudo que eu nunca conseguiria passar? Quem me ajudaria? Eu lhe daria mais vinho? Tentei não rir da minha possibilidade idiota.

Deixei minha cabeça se infiltrar em seus cachos misturados e suados, tão loiros e cheirosos como um campo de morango pronto para ser colhido. Acolhendo-me, ela sempre estaria me acolhendo, mesmo que não quisesse, mesmo que se negasse... Ela era meu real porto seguro.

Depois de uns cinco minutos, olhei para o relógio em cima da porta do banheiro, era uma e dez da manhã.

- Sua voz é grossa. – comentou

Dei um riso rouco.

- Está vendo? – apontou, extrovertida de olhos fechados – É sexy.

- Você gosta? – perguntei

- Muito. – confirmou

- Você é gata. – sussurrei no pé de seu ouvido, ela gargalhou

- Obrigada.

- Só?

- Gosto de você. – falou baixinho, depois abriu os olhos – Você está sentindo isso? – arqueei a sobrancelha, confuso, seus olhos pareciam do mesmo jeito, mais azuis – Um monte de borboletas no estômago, sem saber o que falar. — Oh, estou tremendo por dentro, pensei.

Sorri.

- Lembra quando cheguei todo molhado em sua casa. E te disse “eu te amo”? – ela assentiu, e fechou os olhos novamente, fechei os meus – Eu estava assim.

- Acho que estou no caminho para te amar.

Foi a última frase. A única. A melhor de todas que eu já ouvi na minha vida. Meu coração começou a bater desacelerado, e me obriguei a ter uma expressão calma e conseguir respirar, sem aquela respiração superficial, mas alguém que estivesse seguro e confiante – o que foi muito difícil, entretanto –, pude ouvir sua respiração baixa e calma, implorando por uma caricia. Acariciei seus cabelos, mexi e desembaracei-os com os dedos.

Eu estava com um sorriso bobo, percebi. Eu queria ligar para Silena e dizer mil obrigadas e falar para Thalia o que ela tinha acabado de falar.

Mas, só me aninhei mais ao seus cabelos e senti o cheiro de morango com a música Lightweight na cabeça.

N/A: Vocês, simplesmente, não tem idéia do quanto estou feliz. Estou quase estourando fogos. Fiquei ouvindo Demi Lovato umas trezentas vezes. E oh, gosh, eles são tão ridiculamente fofos.

Eu fiquei uma hora fazendo esse capitulo, então, espero que tenham o amado.Foram uns trinta minutos olhando para o Word sem saber o que fazer.

Pronto, agora deixa ir ali ter um treco com esse capítulo. Tô com ciúmes dele, quisso.