The Better For You
37 Capítulo Trinta e Seis.
Notas iniciais
Encostei minha cabeça no encosto e suspirei, ainda sentindo curtos choques de prazer. Ficamos em silêncio por algum tempo até ela começar a falar.
- Você está bem? – perguntou, assenti
Continuamos calados até ela me tocar e recomeçar os choques em meu braço. Annabeth espirrou, logo em seguida, lhe aconselhei que tirasse o vestido molhado e se vestisse apenas com a blusa, ela concordou e se abraçou olhando para frente. Era ridículo, mas até o espirro dela era adorável.
- Quer voltar agora?
Neguei.
- Por que? Está com frio?
- Só estou pensando.
- Quer fazer alguma coisa? – ela perguntou
Sorri.
- Tudo que você quiser e mais um pouco. – dei um riso curto, ela me acompanhou
- Então... – ela engatinhou até mim e sentou-se no meu colo, espalmando as mãos em meu tórax. – Sabe, Percy, acho que não está feliz em me ver.
Acariciei sua cintura por cima da blusa amassada. Ela ficava extremamente sexy com a blusa enorme, Annabeth mordeu o lábio inferior e deu um selinho em meus lábios.
- Estou meio confuso, mas passa.
Avancei em seus lábios, um pouco inchados e brinquei com sua língua por um curto espaço de tempo descendo por seu pescoço enquanto ela jogava a cabeça para trás, continuei abaixando os beijos para o colo e arrebentei um ou dois botões enquanto ela resmungava e arfava. Seus seios estavam ali para mim novamente, olhei em seus olhos e prensei contra o porta luva, ela ofegou e arranhou meus ombro, subindo as mãos, puxando meus cabelos, enquanto eu começava a brincar com seus seios rosados, tudo que eu tinha direito a fazer quando ela gemia incontrolavelmente, e os cachos loiros voavam, ao mesmo tempo que gemia.
Por fim, retirei sua calcinha e deixei sua blusa aberta.
- Já te disse que você é mais sexy que eu? – argumentei segurando suas coxas firmemente e beijando seu umbigo.
Ela deu uma risada misturada com um gemido.
- Termina com isso logo, Percy. – disse, com o tom de voz mandão
Annabeth tateou minha calça e a desceu junto com a cueca, segurei sua cintura enquanto ela se encaixava lentamente em mim, apoiando-se no meu peito enquanto gemíamos juntos. Ajudei-a nos movimentos, ela escondeu seu rosto no meu pescoço e mordiscou minha pele, apoiou-se nos meus ombros enquanto se movia, nós ofegávamos e arfávamos a cada estocada, seus seios subiam e desciam a cada movimento que dávamos, escondi meu rosto entre o vale de seus seios, beijando a pele suada, me sentindo mais excitado a cada momento, beijei-a no queixo e mordi seus lábios, pescoço e seios. Ela deu um gritinho de prazer enquanto eu continuava a estocar e movimentá-la fortemente pela cintura. Annabeth jogou-se contra mim, os seios eriçados chocando-se contra o meu peito. “Vem”, ela sussurrou em meu ouvido, mordendo-me, rosnei, apertando sua cintura. Então, explodimos. Eu até poderia ver pontos pretos e prateados piscando diante dos meus olhos. Annabeth jogou-se contra mim, senti seu liquido escorrer por meu membro duas vezes antes de fechar os olhos, sonolento.
- Ainda quer ficar aqui? – perguntou, sussurrante
- Se repetirmos a dose. – brinquei
Ela levantou-se (ajoelhada) e de um jeito inacreditável, conseguiu vestir a calcinha, fechou os únicos quatro botões que sobrara enquanto eu vestia minha cueca e calça. Ela deitou-se sobre mim, comecei a acariciar seus cabelos suados e lisos, beijei sua testa enquanto seus olhos se fechavam vagarosamente.
Finalmente, ela regulou sua respiração. Seu peito subia e descia lentamente, dei um sorriso ao perceber que estava quase dormindo.
Procurei as chaves do carro e a aninhei ao lado do banco, ela resmungou.
- Percy, não vá. – dei um sorriso e liguei o carro quando ela acordou
- Onde está? – perguntou, ela fez uma careta
- Na casa da minha mãe. – xinguei baixinho – Fica lá comigo... – pediu, manhosa, e desenhou meu peito enquanto eu colocava o carro para andar
- Não acho que esta ideia seja boa...
- Percy, pelo o amor de Deus, você não pode me deixar sozinha. – choramingou
- Tudo bom, Annie. – reclamei
A blusa estava aberta dando uma visão ampla de seu colo e os olhos estavam quase se fechando, mas ela ainda mantinha o sorriso pequeno.
Chegamos à sua casa, em questão de minutos. Annabeth olhou para todos os lados da rua antes de sair do carro apenas com uma blusa formal amassada e cheia de areia, com um sorriso travesso, saí junto com ela, abraçando sua cintura.
A casa parecia velha em minha memória, agora, mas não para Annabeth, óbvio. Ela continuava ativa e feliz, ela puxou meu braço e girou-se, dei um sorriso alegre para ela quando uma garoa fina começava a cair, seus cabelos voando e a blusa ameaçando a cair. Rimos quando alcançamos a varanda de madeira, Annabeth pegou o chaveiro do carro e abriu a porta, entramos em silêncio sem nenhum ruído. Porém, o escuro, a blusa, os cabelos, tudo parecia atrativamente sedutor e perigoso que não me refreei a beijar seu pescoço e sua boca ainda inchada ao subirmos a escada, entre risos e ofegos, mordidas, beijos longos, tropeços e alguns passos errados na escada. Algo aconteceu, entretanto. As luzes se acenderam, no momento em que eu prensava Annabeth no corrimão de madeira com pinceladas douradas.
- Boa noite, crianças. – ouvi a voz de Atena quando eu mordia o lábio inferior de Annabeth com luxúria – Tentei ligar para seu celular, Beth, mas não atendia.
Annabeth fechou os olhos com força e beliscou meu ombro, fiz uma careta e me virei tentando me recompor. Annabeth mexia no cabelo sem parar, abaixando a blusa sem sucesso.
- Olá, Sra. Chase. – sussurrei
- Oi, Percy. – acenou – Annabeth, avise quando chegar tarde. – disse, seca
- É que... Eu me esqueci. Desculpas. – ela apertou os dedos, nervosa
- Sim, Atena, a culpa foi minha... – comecei
- Claro que foi. – gesticulou impaciente – Que isso não se repita, não são tão infantis, espero.
Então, Atena andou calmamente, passou por nós e fechou a primeira porta. Annie suspirou aliviada e desabou nos meus braços de olhos fechados, ri e lhe dei um selinho.
- Lembre-se que eu ainda estou bêbado. – sussurrei
Ela deu um sorriso com os olhos fechados enquanto eu a pegava nos braços, Annabeth informou-me que seu quarto era o último da esquerda. Andei até lá, ela abriu a porta, revelando um quarto lilás cheio de ursinhos e porta-retratos. Joguei-a na cama, os cabelos espalharam-se na almofada de borboletas, acariciei sua bochecha descendo até sua cintura.
- Achei que ela ia me matar. – sussurrou
- Parecia. Mas, não ia deixar. – disse com a voz mais grossa do que o normal a fazendo rir
- Tá bom, Super-Homem. Você não conhece Atena Chase.
- Com certeza, não.
Rimos juntos, beijando seus lábios rosados, joguei-me ao seu lado, sentindo seu calor contra meu peito, ela respirou o meu cheiro por alguns minutos e deslizou a mão para minha cueca.
- Annie... – murmurei, ela ergueu o olhar – Acho que chega, né?
- O garotão não quer mais tratamentos especiais? – sussurrou, sedutora
- Acho que o bebê que você brinca tá mais cansado que eu.
- Mas, já? – falou, surpresa
- Que pena. – ri
Abracei sua cintura e a trouxe para mim sentindo o cheiro de morango de sempre.
Novamente, afirmei em pensamento, o quanto eu amava aquela garota estranha. Era uma grande droga, mas eu amava Annabeth Chase.
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