The Best Damn Thing
14 Convite.
Notas iniciais
Gente, sorry pela demora. Eu fiquei com um surto e não sabia o que escrevia aqui e nem qual capitulo escrevia, mas graças a um review lindo tive ideia do que escrever.
Obrigada por tudo, e eu responderei as reviews com muito carinho *---*
Me desculpem por qualquer erro, mas estou no note e não deu tempo de corrigir o capitulo.
Boa Leitura.
Obrigada por tudo, e eu responderei as reviews com muito carinho *---*
Me desculpem por qualquer erro, mas estou no note e não deu tempo de corrigir o capitulo.
Boa Leitura.
— HAHAHAHAHAHAHAH comecei a gargalhar tanto, que até caí do sofá. Ai... Ai... choraminguei colocando minha mão na minha testa. — Bem feito idiota. falou Sango rindo mais ainda. — Cala sua boca. mandei estreitando os olhos. Hey, nunca mais andamos de Skate. — É... concordou ela assentindo. Vamo agora? — Os Skates estão na onde? perguntei animada. — No quarto do Kohaku. falou ela correndo em direção as escadas. Arrumei meus cadernos na bolsa, enquanto esperava a Sango. — Não me diz que ela foi trocar de roupa? murmurei fechando os olhos. — VOLTEI! gritou Sango animada. Ela estava usando a mesma roupa, então deduzi que os skates estavam bem escondidos. — Vamos logo. falei colocando minha bolsa nas costas. — Aposto que ganho de você. falou ela me dando um dos Skates. — Acha que ganha? perguntei desafiadoramente. — Aham. disse ela marchando até a porta. Saímos da casa dela e paramos uma do lado da outra, colocando os Skates no chão. — Qual vai ser a aposta?? perguntei. — Quem perder... Hum... disse ela colocando o dedo no queixo. Não faço ideia. — Ok, saímos no três. falei TRÊS! gritei pegando impulso e saindo na frente dela. — KAGOME, ASSIM NÃO VALE! gritou Sango me seguindo. — NUNCA FALAMOS DE REGRAS! falei rindo. Ah, a sensação de estar em um skate é maravilhosa. O vento batendo fortemente no seu rosto, principalmente quando você chega numa ladeira. É radical. Sango estava bem ao meu lado, aquela Bitch é tão rápida quanto eu. Chegamos na minha casa rapidinho, claro que eu cheguei primeiro, mas ela disse que por milesimos de segundos não conta. Vê se pode isso?? — Eu ganhei e ponto, Sango. -falei abrindo a porta. — Aprenda a questão do empate, querida. — falou ela dando ombros. — Empate, empate... — resmunguei revirando os olhos. — Será que dá para vocês calarem a maldita boca? — perguntou Ellen que estava deitada no sofá. Ela estava lendo "Contos de Beddle, o Bardo." — Me obrigue. — falei desafiadoramente. — Não me faça enfiar um sapato pelo teu nariz, pirralha. — ameaçou ela estreitando os olhos e se levantando um pouco. — Como se faz isso? — perguntou Sango rindo. — Ah, tudo se tem um jeito. Do modo facil, ou do mais doloroso. — ela sorriu maldosamente e eu coloquei a mão sobre o meu nariz. — Agressividade é o ponto forte da nossa familia. — falei olhando para os lados assutadamente. — Talvez... — murmurou Ellen voltando a ler o livro de novo. — Acho melhor subirmos. — falei para Sango que assentiu concordando. Quando chegamos no meu quarto, me joguei na minha cama e Sango foi fazer alguma coisa. Sono, ah é uma dadiva, mas um verdadeiro misterio para mim é: Tenho sono na escola. Tenho sono em casa. Tenho sono, até quando estou tomando banho. Qual é o unico momento em que eu não tenho sono?? Pensa... Pensa... Pensa. AHÁ, eu não tenho sono, quando estou dormindo. Otimo, sou o proximo Albert Einsten, não existe ninguem mais inteligente que eu. — Acorda. — um cutucão. — Hm... — resmunguei virando de barriga para baixo. — Acorda. — outro cutucão. Coloquei o travesseiro sobre a cabeça e me aconcheguei mais. — Levanta daí. — outro cutucão. — Hn. — resmunguei cobrindo minhas pernas. Ficaram em silencio e então de repente, três seres de algum universo começaram a pular em cima de mim, me fazendo virar com tudo. — VOU CHAMAR A POLICIA! — Gritei desorientada. — Hey calma, não precisa de tanto. — falou o Inuyasha me segurando e rindo. Inuyasha? O Inuyasha de olhos dourados? Mas que diabos que ele ta fazendo aqui? — Esse video, vai para o DVD de ano novo. — falou Ellen rindo. — Irei por o seu video, dançando ula-ula de biquini. — falei maldosamente, fazendo com que ela parasse de rir. — Não ousaria... — Duvida quanto, Sango? — perguntei para minha amiga que só ria. — Não duvido nada, ano passado você colocou aquele de vocês no Hallowen, de boa vocês estavam ridiculas. — ela riu mais ainda. — Culpa daquela aposta idiota. — reclamou Ellen cruzando os braços. — Mas a Kagome foi corajosa e colocou o video de você de joaninha e dela de Flor. — Sango riu mais ainda. — Flor? — perguntou Inuyasha rindo. — Aham. — concordei fazendo uma pose de super- heroina. — Agora me ajude a levantar do chão, ande. — mandei esticando as mãos como uma criança. Sim, eu tinha ido visitar meu caro amigo chão.
Assim que o Inuyasha segurou minhas mãos e me puxou para cima, senti uma onda de choques percorrer todo o meu corpo e como já sou desastrada mesmo prestando atenção, acabei caindo por cima dele em cima da cama. — E... Eu, O... Oh droga. — gaguejei o encarando. — Você ta corada. — falou ele sorrindo e colocando uma mecha do meu cabelo atrás da minha orelha. — I... Impressão sua. — Merda gaguejei de novo. — Ah claro, claro. — ele é tão fofo... Tão sarcastico e tão idiota ao mesmo tempo, mas mesmo assim fofo... Pera aí, o que eu to pensando? Eu não tenho pensamentos assim. — A... Acho melhor levantar. — Mais uma vez. -.- Me levantei e senti meu rosto queimando, assim como meu coração acelerado. — Bem, acho melhor irmos logo. — falou Sango se pronunciando. — Miroku, topa andar de Skate? -convidou ela. — Claro, Sangozinha. — falou Miroku. — Tchau casalzinho apaixonado. — disse ele rindo e desviando de um sapato que eu tinha jogado na direção dele. — Cadê a Ellen? — perguntei olhando para a parede. — Saiu antes do Inuyasha te puxar. — respondeu a Sango saindo. — Até amanha, Bitch.Tchau Ino. — Tchau. — falamos juntos. Eles sairam e fecharam a porta, o que acharam que iriamos fazer? Não respondam. — Vamo assistir alguma coisa? — perguntei sorrindo para ele. — Claro. — concordou ele sorrindo. Liguei a TV e tava passando Drake e Josh. O Josh havia acabado de cair do telhado(?). — Oh, como a Megan é maldita. — falou o Inuyasha rindo. — Ela me lembra alguem. — comentei assentindo. — Por que será hein? — ele fez uma pergunta ironica.. — Tem alguma indireta, manolo? — perguntei o cutucando. -Indireta? Eu? Magina. — ele se fez de inocente. — Vamos, diga. — falei o cutucando mais ainda. — Kagome... — disse ele em tom de aviso. — Vamos, diga. — falei divertida. — Pare de me cutucar. — ele sorriu maldosamente. — Vai fazer o que, se eu não parar? — perguntei o cutucando mais ainda. — Isso. — falou ele ficando por cima de mim e me atacando com a pior das armas, as cocégas. — HAHAHAHA... Isso é maldade. — falei ofegante. — Pa... Pa... Para. — implorei sem folego. — Vai fazer o que se eu não parar? — perguntou ele rindo. Puxei o resto de dignidade que havia em mim e inverti as posições, começando a fazer cocegas nele. — Ka... Kagome para. — pedia ele rindo. Ter alguem fazendo cocégas em você é realmente cruel, mas você fazendo em outra pessoa te torna a pessoa má. MUAHAHAHAHA... cof, cof droga de ar seco. — Peça arrego. — falei rindo enquanto aumentava a sessão de cocégas. -N... Nunca. — falou ele começando a ficar vermelho de tanto rir. — Então morra de rir. — falei maldosamente. — A menos, que eu faça isso. — falou ele me puxando e fazendo com que eu o beijasse. Perdi toda a noção de tempo e espaço, apenas me concentrando nos labios do Inuyasha. Não evitei um sorriso, quando nos separamos e ficamos nos encarando com as testas juntas. — Um belo modo de não morrer de rir. — falei ofegante. — Obrigado, obrigado. — disse ele. — Não se gabe tanto. — falei lhe dando um selinho. — E me solte, sou uma dama. — fiz graça. — Claro, claro muito delicada. — ele disse rindo e me deixando levantar. — E o senhor é um belo cavalheiro. — brinquei fazendo pose. Ele se sentou ao meu lado na cama e disse: — Vamos ao parque de diversões amanha?? Olhei para ele e franzi o cenho confusa, não me lembro de terem parques de diversões na cidade... — Desde quando tem um parque de diversões aqui? — perguntei. — Desde hoje. — ele respondeu dando ombros. — Por que não vamos hoje? — perguntei cruzando os braços. — Porque não vamos em cima da hora, Kagome. — ele revirou os olhos e apertou minhas bochechas. — Não aperta minhas bochechas. — falei com um sorriso idiota, era para sair bravo. Mas não deu muito certo. — Ok, Ok. — ele ergueu as mãos. — Iremos amanha, OK? — perguntou com cara de cachorro pidão. — Eu gostaria de ir hoje, mas como você quer ir amanha, tudo bem né. — dei ombros. Ele riu, aquele puto. Passamos o resto do dia fazendo bagunças como: Guerras de travesseiro, fazendo lanchinhos e assistindo filmes. Enfim, muita diversão... X-X-X Aula de inglês... Verdadeiro tedio, prefiro mil vezes ficar olhando para algo mais interessante. Fala serio, a professora acha o quê? Que é divertido ficarmos somente aprendendo sobre o verbo To Be e quando chegar na prova, rezar um pai nosso e três ave marias, para conseguir traduzir o lixo de texto que ela passa? Estou revoltada com essa professora. — Srta. Higurashi? — ela me chamou. — Hn. — resmunguei olhando para o teto. — Existe alguma coisa no teto, que é interessante? — perguntou ela. — Sabe professora, de intereissante não tem nada, não. — respondi — Mas o teto é bem branquinho... — Acho melhor a senhorita prestar atenção na minha aula. — falou ela começando a me irritar. — O quê? — perguntei encarando-a. — Estou por algum atraso atrapalhando alguem? — Não. — falou ela me encarando, a sala toda aquele bando de curioso estavam me encarando. — Então por favor, volte a dar a sua bendita aula e me deixe em paz. — falei sorrindo sarcasticamente. — Seja mais educada ou... — começou ela e eu a interrompi. — Ou o quê? — perguntei já prevendo o que seria. — Saia da minha sala. — completou ela. Me levantei, peguei minha bolsa e segui em direção a porta, com a mão na maçaneta me virei para ela e falei: — Obrigada, professora. Realmente, sua aula estava um tedio. — e então saí.
Notas finais
Continua...
Mereço Reviews?? *-*
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