Notas iniciais
Gente, sorry pela demora. Eu fiquei com um surto e não sabia o que escrevia aqui e nem qual capitulo escrevia, mas graças a um review lindo tive ideia do que escrever.
Obrigada por tudo, e eu responderei as reviews com muito carinho *---*
Me desculpem por qualquer erro, mas estou no note e não deu tempo de corrigir o capitulo.
Boa Leitura.
Duas semanas se passaram e eu realmente decidi ignorar o que Kikyou havia dito. Descobri que sim, amo mesmo aquele idiota do Inuyasha, mas não tenho coragem de admitir. Help-me please!

Qual é, sou orgulhosa, retardada e etc. Mas sinto receio de demonstrar minhas emoções, pelo menos o fato de mostrar que amo alguém.

— Vei na boa, que sono... murmurei encostando minha cabeça no ombro da Sango. Estávamos na casa dela, tentando fazer o dever de casa.

— Eu sinto que to esquecendo de alguma coisa... murmurou a Sango pondo o lápis na boca.

— Talvez de que você colocou o bolo no forno... comentei maldosamente. Não havia bolo nenhum.

— O BOLO! gritou ela correndo para a cozinha.

— HAHAHAHAHAHAHAH comecei a gargalhar tanto, que até caí do sofá. Ai... Ai... choraminguei colocando minha mão na minha testa.

— Bem feito idiota. falou Sango rindo mais ainda.

— Cala sua boca. mandei estreitando os olhos. Hey, nunca mais andamos de Skate.

— É... concordou ela assentindo. Vamo agora?

— Os Skates estão na onde? perguntei animada.

— No quarto do Kohaku. falou ela correndo em direção as escadas.

Arrumei meus cadernos na bolsa, enquanto esperava a Sango.

— Não me diz que ela foi trocar de roupa? murmurei fechando os olhos.

— VOLTEI! gritou Sango animada. Ela estava usando a mesma roupa, então deduzi que os skates estavam bem escondidos.

— Vamos logo. falei colocando minha bolsa nas costas.

— Aposto que ganho de você. falou ela me dando um dos Skates.

— Acha que ganha? perguntei desafiadoramente.

— Aham. disse ela marchando até a porta.

Saímos da casa dela e paramos uma do lado da outra, colocando os Skates no chão.

— Qual vai ser a aposta?? perguntei.

— Quem perder... Hum... disse ela colocando o dedo no queixo. Não faço ideia.

— Ok, saímos no três. falei TRÊS! gritei pegando impulso e saindo na frente dela.

— KAGOME, ASSIM NÃO VALE! gritou Sango me seguindo.

— NUNCA FALAMOS DE REGRAS! falei rindo.

Ah, a sensação de estar em um skate é maravilhosa. O vento batendo fortemente no seu rosto, principalmente quando você chega numa ladeira. É radical.

Sango estava bem ao meu lado, aquela Bitch é tão rápida quanto eu. Chegamos na minha casa rapidinho, claro que eu cheguei primeiro, mas ela disse que por milesimos de segundos não conta. Vê se pode isso??

— Eu ganhei e ponto, Sango. -falei abrindo a porta.

— Aprenda a questão do empate, querida. — falou ela dando ombros.

— Empate, empate... — resmunguei revirando os olhos.

— Será que dá para vocês calarem a maldita boca? — perguntou Ellen que estava deitada no sofá. Ela estava lendo "Contos de Beddle, o Bardo."

— Me obrigue. — falei desafiadoramente.

— Não me faça enfiar um sapato pelo teu nariz, pirralha. — ameaçou ela estreitando os olhos e se levantando um pouco.

— Como se faz isso? — perguntou Sango rindo.

— Ah, tudo se tem um jeito. Do modo facil, ou do mais doloroso. — ela sorriu maldosamente e eu coloquei a mão sobre o meu nariz.

— Agressividade é o ponto forte da nossa familia. — falei olhando para os lados assutadamente.

— Talvez... — murmurou Ellen voltando a ler o livro de novo.

— Acho melhor subirmos. — falei para Sango que assentiu concordando.

Quando chegamos no meu quarto, me joguei na minha cama e Sango foi fazer alguma coisa. Sono, ah é uma dadiva, mas um verdadeiro misterio para mim é:

Tenho sono na escola.

Tenho sono em casa.

Tenho sono, até quando estou tomando banho.

Qual é o unico momento em que eu não tenho sono??

Pensa... Pensa... Pensa.

AHÁ, eu não tenho sono, quando estou dormindo. Otimo, sou o proximo Albert Einsten, não existe ninguem mais inteligente que eu.

— Acorda. — um cutucão.

— Hm... — resmunguei virando de barriga para baixo.

— Acorda. — outro cutucão.

Coloquei o travesseiro sobre a cabeça e me aconcheguei mais.

— Levanta daí. — outro cutucão.

— Hn. — resmunguei cobrindo minhas pernas.

Ficaram em silencio e então de repente, três seres de algum universo começaram a pular em cima de mim, me fazendo virar com tudo.

— VOU CHAMAR A POLICIA! — Gritei desorientada.

— Hey calma, não precisa de tanto. — falou o Inuyasha me segurando e rindo.

Inuyasha? O Inuyasha de olhos dourados? Mas que diabos que ele ta fazendo aqui?

— Esse video, vai para o DVD de ano novo. — falou Ellen rindo.

— Irei por o seu video, dançando ula-ula de biquini. — falei maldosamente, fazendo com que ela parasse de rir.

— Não ousaria...

— Duvida quanto, Sango? — perguntei para minha amiga que só ria.

— Não duvido nada, ano passado você colocou aquele de vocês no Hallowen, de boa vocês estavam ridiculas. — ela riu mais ainda.

— Culpa daquela aposta idiota. — reclamou Ellen cruzando os braços.

— Mas a Kagome foi corajosa e colocou o video de você de joaninha e dela de Flor. — Sango riu mais ainda.

— Flor? — perguntou Inuyasha rindo.

— Aham. — concordei fazendo uma pose de super- heroina. — Agora me ajude a levantar do chão, ande. — mandei esticando as mãos como uma criança. Sim, eu tinha ido visitar meu caro amigo chão.

Assim que o Inuyasha segurou minhas mãos e me puxou para cima, senti uma onda de choques percorrer todo o meu corpo e como já sou desastrada mesmo prestando atenção, acabei caindo por cima dele em cima da cama.

— E... Eu, O... Oh droga. — gaguejei o encarando.

— Você ta corada. — falou ele sorrindo e colocando uma mecha do meu cabelo atrás da minha orelha.

— I... Impressão sua. — Merda gaguejei de novo.

— Ah claro, claro. — ele é tão fofo... Tão sarcastico e tão idiota ao mesmo tempo, mas mesmo assim fofo... Pera aí, o que eu to pensando? Eu não tenho pensamentos assim.

— A... Acho melhor levantar. — Mais uma vez. -.-

Me levantei e senti meu rosto queimando, assim como meu coração acelerado.

— Bem, acho melhor irmos logo. — falou Sango se pronunciando. — Miroku, topa andar de Skate? -convidou ela.

— Claro, Sangozinha. — falou Miroku. — Tchau casalzinho apaixonado. — disse ele rindo e desviando de um sapato que eu tinha jogado na direção dele.

— Cadê a Ellen? — perguntei olhando para a parede.

— Saiu antes do Inuyasha te puxar. — respondeu a Sango saindo. — Até amanha, Bitch.Tchau Ino.

— Tchau. — falamos juntos.

Eles sairam e fecharam a porta, o que acharam que iriamos fazer?

Não respondam.

— Vamo assistir alguma coisa? — perguntei sorrindo para ele.

— Claro. — concordou ele sorrindo.

Liguei a TV e tava passando Drake e Josh. O Josh havia acabado de cair do telhado(?).

— Oh, como a Megan é maldita. — falou o Inuyasha rindo.

— Ela me lembra alguem. — comentei assentindo.

— Por que será hein? — ele fez uma pergunta ironica..

— Tem alguma indireta, manolo? — perguntei o cutucando.

-Indireta? Eu? Magina. — ele se fez de inocente.

— Vamos, diga. — falei o cutucando mais ainda.

— Kagome... — disse ele em tom de aviso.

— Vamos, diga. — falei divertida.

— Pare de me cutucar. — ele sorriu maldosamente.

— Vai fazer o que, se eu não parar? — perguntei o cutucando mais ainda.

— Isso. — falou ele ficando por cima de mim e me atacando com a pior das armas, as cocégas.

— HAHAHAHA... Isso é maldade. — falei ofegante. — Pa... Pa... Para. — implorei sem folego.

— Vai fazer o que se eu não parar? — perguntou ele rindo.

Puxei o resto de dignidade que havia em mim e inverti as posições, começando a fazer cocegas nele.

— Ka... Kagome para. — pedia ele rindo. Ter alguem fazendo cocégas em você é realmente cruel, mas você fazendo em outra pessoa te torna a pessoa má. MUAHAHAHAHA... cof, cof droga de ar seco.

— Peça arrego. — falei rindo enquanto aumentava a sessão de cocégas.

-N... Nunca. — falou ele começando a ficar vermelho de tanto rir.

— Então morra de rir. — falei maldosamente.

— A menos, que eu faça isso. — falou ele me puxando e fazendo com que eu o beijasse. Perdi toda a noção de tempo e espaço, apenas me concentrando nos labios do Inuyasha. Não evitei um sorriso, quando nos separamos e ficamos nos encarando com as testas juntas.

— Um belo modo de não morrer de rir. — falei ofegante.

— Obrigado, obrigado. — disse ele.

— Não se gabe tanto. — falei lhe dando um selinho. — E me solte, sou uma dama. — fiz graça.

— Claro, claro muito delicada. — ele disse rindo e me deixando levantar.

— E o senhor é um belo cavalheiro. — brinquei fazendo pose.

Ele se sentou ao meu lado na cama e disse:

— Vamos ao parque de diversões amanha??

Olhei para ele e franzi o cenho confusa, não me lembro de terem parques de diversões na cidade...

— Desde quando tem um parque de diversões aqui? — perguntei.

— Desde hoje. — ele respondeu dando ombros.

— Por que não vamos hoje? — perguntei cruzando os braços.

— Porque não vamos em cima da hora, Kagome. — ele revirou os olhos e apertou minhas bochechas.

— Não aperta minhas bochechas. — falei com um sorriso idiota, era para sair bravo. Mas não deu muito certo.

— Ok, Ok. — ele ergueu as mãos. — Iremos amanha, OK? — perguntou com cara de cachorro pidão.

— Eu gostaria de ir hoje, mas como você quer ir amanha, tudo bem né. — dei ombros.

Ele riu, aquele puto.

Passamos o resto do dia fazendo bagunças como: Guerras de travesseiro, fazendo lanchinhos e assistindo filmes.

Enfim, muita diversão...

X-X-X

Aula de inglês... Verdadeiro tedio, prefiro mil vezes ficar olhando para algo mais interessante. Fala serio, a professora acha o quê? Que é divertido ficarmos somente aprendendo sobre o verbo To Be e quando chegar na prova, rezar um pai nosso e três ave marias, para conseguir traduzir o lixo de texto que ela passa?

Estou revoltada com essa professora.

— Srta. Higurashi? — ela me chamou.

— Hn. — resmunguei olhando para o teto.

— Existe alguma coisa no teto, que é interessante? — perguntou ela.

— Sabe professora, de intereissante não tem nada, não. — respondi — Mas o teto é bem branquinho...

— Acho melhor a senhorita prestar atenção na minha aula. — falou ela começando a me irritar.

— O quê? — perguntei encarando-a. — Estou por algum atraso atrapalhando alguem?

— Não. — falou ela me encarando, a sala toda aquele bando de curioso estavam me encarando.

— Então por favor, volte a dar a sua bendita aula e me deixe em paz. — falei sorrindo sarcasticamente.

— Seja mais educada ou... — começou ela e eu a interrompi.

— Ou o quê? — perguntei já prevendo o que seria.

— Saia da minha sala. — completou ela.

Me levantei, peguei minha bolsa e segui em direção a porta, com a mão na maçaneta me virei para ela e falei:

— Obrigada, professora. Realmente, sua aula estava um tedio. — e então saí.

Notas finais
Continua...
Mereço Reviews?? *-*