The Beginning

5 Capitulo 5-Buda


THE BEGINNING

Capitulo 5-Buda

*P.o.V=ponto de vista/pensamentos

Período:543 a.C

Personagens: Liet,Siddhartha Gautama(Buda)

(Antiga Nepal,10:22h)

(Liet sentado em uma cadeira velha,observando um palco de madeira e tabuas velhas longe de onde estara)

P.o.V Liet:Siddhartha Gautama é o rei dessa região...locais que absorvem uma política sob um rei,esta se tornando cada vez mais comum aos locais que eu fico durante todo esse tempo,ainda mais agora que descobri que tenho a habilidade de me teletransportar,a cada tempo que passa eu descubro mais sobre mim,mas isso funciona para esses humanos também?durante todo esse tempo de evolução e construção desses seres,vejo que eles necessitam crer em algo maior por trás de coisas que não entendem...mas por que eu não sinto necessidade disso?eu queria poder crer em algo...mas-

(Liet avista Siddhartha Gautama descendo do palco e indo na direção dele)

P.o.V Liet:esse é Gautama,conhecido aqui por Buda por minha causa,um apelido que o coloquei pra ele desde que conheci ele quando era mais jovem

(Gautama da um abraço em Liet)

Gautama:Lieeeet,certo?haha,como vai?por onde andastes meu caro?

(Liet retribui o abraço respondendo-o)

Liet:ah...tenho viajado muito por ai,conhecer,essa natureza maravilhosa melhor não(o solta,sorrindo e os dois olham para algumas montanhas longe dali cobertas de um pouco de neve com um riacho pequeno as margens dele)

Gautama:é tem razão...algo maravilhoso que devemos respeitar com nosso orgulho

(Liet pensando):mas esse rei...Gautama,é diferente...

Gautama:queria que meu pai ,Suddhodana,apreciasse tudo isso do qual apreciamos,não é?(sorrindo para Liet)

Liet:é...ele se casou com a própria prima ás margens do rio dessa região mesmo,certo?

Gautama:é...eu e meus povos tentamos repassar que uma relação familiar dessa pode ser ruim pras gerações,mas alguns descordam,mas não há muito o que fazer,haha(andando ao lado de Liet em direção as montanhas)

Liet:você disse que seu pai era um homem mau,o que ele fazia?

Gautama:bom,é que evito falar desse assunto com as pessoas,faço isso pra esquecer ,mas tinha certeza que meu pai amava no fundo,no fundo,eu e minha mãe

Liet:ah certo,ele faleceu por que?

Gautama:uma doença ainda desconhecida,a morte foi quase eminente...em pouco tempo de vida soubemos dela...(olha para baixo meio entristecido)mas deverás a isso,devemos lutar e seguir em frente certo?

Liet:sim,mas ando pensando que doenças e mortes naturais são mortes das quais vai ser difícil pararmos,o pior é quando existe alguém por trás da morte de inocentes,guerras e esses...assassinatos...que vem havendo por ai em muitas regiões(se senta em uma pedra das margens da lagoa que avistaram)

Gautama:sim,mas isso tenho certeza que haverá pra sempre,infelizmente(pega algumas pedras e arremessa-as na lagoa)mas veja..imagine que as coisas ruins são a superfície desse lago...as pedras que estou jogando caem nele,e afundam certo?

(Liet confuso com o começo daquela explicação):certo...

Gautama:as coisas ruins são as mais visíveis por muitos de nós nos comovemos mais com isso,mas tenho fé um dia todos vão perceber que as pedras afundam(arremessa a ultima pedra na lagoa e olha para Liet sorrindo)

(Liet sorri de volta com algumas risadas)

Liet:haha,você é realmente surpreendente em explicações

Gautama:sim,meu sonho é que quando eu morrer,que minhas ideias sejam repassadas para próximas gerações,mas nunca saberei,já que estarei morto né,haha(se levanta da pedra que estava sentado puxando Liet para cima também)

Liet:seu otimismo é uma boa coisa para se passar também

Gautama:bom,eu me dedico muito ao que eu sou,e você o que é?

(Liet se estranha um pouco com aquela pergunta,que logo surge a epifania dos pensamentos de Liet de quando ele tentava entender de onde ele vinha ou o que era)

Liet:é...ta ai uma coisa que ainda vou decidir,haha(da alguns tapas no ombro de Gautama)

Gautama:hahaha(rindo com um sorriso totalmente convicto em seu rosto)quer ir comer algo?

Liet:é,acho que estou com fome,vamos indo

(Gautama e Liet voltando pela estrada campestre que vieram)

Liet:se te deixa contente,eu irei repassar seus ensinamentos

Gautama:óó,que maravilha,mas como tem certeza que viverá mais que eu?

(Liet se assusta com a pergunta e logo mente,respondendo: ):ah..não sei,a vida é inevitável certo?

Gautama:é,você é bom em responder essas coisas,hahaha

(os dois começam a rir enquanto continuam sua caminhada)

Liet:e o que você pensa sobre em muitos lugares,durante todo o tempo de existência de...disso tudo...muitas regiões creem em algo para poder se limitar ao que sabem-

(Gautama interrompe-o rapidamente respondendo)

Gautama:acho isso uma coisa boa desde que não interfiram em vidas,não sei como você tem conhecimento dos locais que viajou,mas lembro de ter me contado sobre cada um deles

Liet:ah sim,quando você era mais jovem contei sobre Roma,e alguns deuses egípcios,mas por que acha isso bom?há uma descrença entre elas

Gautama:bom...o que somos é consequência do que pensamos,então...não há razão de punição naquilo que cremos,ou naquilo de descremos

Liet:é,tem toda razão(Liet para sua caminhada para ajudar um homem que passara por aquela mesma estrada)quer ajuda para levar as madeiras?

???:não,mas muito obrigado(sorrindo e segue em sua viagem)

Liet:ta...(continua a caminhar com Gautama)mas voltando,é por que por todo esse conhecimento que tive de varias regiões...nem eu mesmo sei no que acreditar

(Gautama para a caminhar e vira-se para Liet,sorrindo para ele)

Gautama:essa é uma das coisas espirituais que mais prego,bom muito obrigado por nossa conversa de hoje,espero que tenha sido reconfortante debater nossos pensamentos(acena para Liet,que continuara caminhando para sua vila)

Liet:eu que agradeço senhor Gautama

Gautama:não acha que eu deveria ter um nome mais simples do que o meu,para que minhas ondas de pensamentos sejam mais conhecidas por esse mundo a fora?

Liet:bom...que tal...sei lá,Buda?

Gautama:é...gostei,é simples e direto,haha(continua sua caminhada)até uma outra vez ai

Liet:até...(acena rapidamente para Gautama,e olha para trás observando o homem que antes pedira ajuda com as madeiras,e corre em direção a ele)

(o homem que perseguia,entra em uma cabana simples e aparentemente abandonada)

Liet:ei moço!(da algumas batidas na madeira da cabana,que fazia alguns barulhos por serem desgastadas)

???:pode entrar,estou aqui dentro

(Liet entra na cabana que havia pouca luz do sol,e pega algumas madeiras que estavam na porta da cabana e as coloca na mesa do homem)

Liet:como se chama?

Tonki:me chamo Tonki,não é dessa região né?(sorri o homem,ao pegar alguns pequenos troncos de madeira também)

Liet:não...eu gosto muito de ficar em um lugar só,viajo muito,haha(sorri coçando o pescoço algumas vezes)

(após alguns minutos)

Liet:bom,esses foram os últimos troncos de madeira

Tonki:agradeço muito sua ajuda rapaz(tira seu grande manto azul todo empoeirado e as coloca sobre a mesa)

Liet:bom...tenho que ir,muitos lugares a visitar mas queria antes perguntar,o que tem ali naqueles troncos maiores no canto da cabana?

Tonki:aquilo são só reservas,caso o frio chegue

Liet:entendo...tenho que partir,foi bom te conhecer(acena e logo sai da cabana indo em direção as montanhas)

(Tonki vai até o canto da cabana onde havia muitos troncos no chão,e tira um por um colocando-os ao lado)

Tonki:huhuhu...eu que agradeço...Liet...

(Tonki retira o ultimo tronco,e vê-se um buraco fundo no chão com vários cadáveres empilhados e enterrados)

–-FIM...CONTINUA...