The Bedazzled Smith
2 Capítulo 2- Deuses e bebidas
Notas iniciais
Capítulo 2– Deuses e bebidas
O estranho homem engravatado que acabara de se sentar ao lado de Jason tinha uma ar de empresário, parecia ser uma pessoa muito importante, parecia ser alguém poderoso na mídia, ou talvez até na política. Jason não conhecia muito bem a cidade, muito menos o estado, e já que Phoenix era a capital, Jason pensou que o homem ao seu lado poderia ser um prefeito, ou talvez até um vereador... Jason estava bêbado, não conseguia entender o que o homem dizia a ele
—Huum, você esta realmente muito bêbado garoto. Barman, me venha um café para este rapaz aqui e para mim traga o seu melhor champagne. — Disse o homem engravatado.
—Quem é o senhor? E por que esta fazendo isso? Você é o prefeito?- Perguntou Jason, quase não entendendo a si mesmo.
—Calma lá garoto, todas suas perguntas serão respondidas no tempo correto, mas por agora eu venho a lhe dizer jovem Jason... que nós ficaremos aqui por um longo tempo.- O homem disse enquanto entregava o café para Jason e abria a garrafa de champagne.
—Okey... isso esta estranho, eu vou aceitar o seu café, mas apenas isso.... aliás, como você sabe o meu nome afinal?
—Meu trabalho meu jovem, me força a decorar o nome de todos aqueles de suma importância para os interesses de todo um povo.- Respondeu o homem enquanto tomava um gole do champagne.
—Como eu suspeitava... você é o prefeito de Phoenix não é? Por que quer falar comigo? Eu fiz algo muito grave? — Perguntou Jason um tanto quanto assustado enquanto bebiricava o seu café, que estava tão quente que sua fumaça chegava a borrar os óculos de Jason.
—Prefeito? Eu realmente pareço com isso para você Senhor Jason? Não me rebaixe a um cargo tão humilde Senhor Rich
—Então, o que caralhos você é? — Perguntou Jason já um pouco irado.
—Meu jovem..... eu sou um deus, e este aqui, é o meu local de encontro, e você Jason Rich II, é o meu ouvinte...
Jason colocou o café na bancada do bar e por aproximadamente um minuto ele ficou encarando homem engravatado. Ele olhou aos derredores procurando por camêras escondidas, com toda a confusão a primeira coisa que passou por sua mente é que ele estava fazendo parte de uma pegadinha, mas logo ele percebeu o olhar sério no rosto do homem que estara sentando em sua frente. Jason estava perplexo, ele não sabia se aquilo realmente estava acontecendo ou se era uma alucianação causada por bebidas. Jason encarou o homem por mais um tempo, ele virou sua chícara de café e disse ao homem:
—Bem, ou você esta falando sério ou esta mais bêbado que eu "Senhor deus". — Ele disse enquanto encarava o homem seriamente.
—O que não lhe faz acreditar que eu esteja falando a verdade Senhor Rich? Pelo que eu saiba o senhor acreditas em deuses... mas não segue nenhuma doutrina proferia pelo homem.
—Eu quero uma prova! — Disse Jason com muita marra e seriedade. — Eu quero que você me dê uma prova de que o Senhor é um deus de verdade! — Ele disse com um sorriso no canto da boca.
—Bem, se você insiste... — O homem abriu a sua maleta e de dentro tirou um relógio e um bocado de papéis, na visão de Jason pareciam documentos. — Estas são as minha provas. — Disse ele enquanto pegava os papéis na mão. — Nestes papeis senhor Rich, eu tenho um resumo de toda a sua vida, por tudo o que você passou, pelas coisas que viu, pelas coisas que sentiu, amores, frustrações... perdas, as quais você tem muitas...
—Hum, quem me diz que esses documentos são reais? Podem ser apenas folhas de papeis empilhadas....
—Então pode olhar, eu insisto que faça isso... — Ele disse enquanto pegava os documentos e oferecia para Jason os ler.
No momento em que Jason pegou nos documentos o homem abriu um sorriso no rosto, agora ele tinha Jason em sua mão, a verdade seria revelada, e seria provado quem aquele homem realmente era, um deus ou um farsante qualquer. Jason começou a ler os papéis, ele não conseguia acreditar, tudo estava ali, a vida dele estava ali, a vida de um homem escrita em papéis, ele se sentiu lendo uma biografia dele mesmo, cada fato, cada acontecimento, cada coisa que já havia acontecido na vida de Jason estava lá... ele não conseguia acreditar em tal coisa, a cada parágrafo que lia ele lembrava das coisas, momentos tristes, momentos deprimentes, momentos agustiosos... em sua vida não pareciam ter momentos felizes... mas haviam, ele lembrava, ele lembrava do rsto de sua mãe biológica, ele se lembra da primeira vez que tinha ido ao cinema, as lembranças boas não estavam lá, os fatos bons não estavam lá, Jason jogou os documentos na mesa e disse:
—P-por que só existem acontecimentos ruins nesses documentos?
—Ah sim, eu havia me esquecido de contar a você Senhor Rich... nós deuses não temos posse de todas as coisas pertencentes aos seres humanos, cada deus é resonsavel por um conjunto de coisas que forma algo maior. De exemplo eu poderia usar o deus da morte, o deus do amor, o deus da paz, o deus do destino, o deus da esperança, a deusa do azar, o deus do desespero... ou eu própriamente, o sucessor do deus da calamidade....
—Sucessor? O que aconteceu com o primeiro deus da calamidade? — Jason perguntou perplexo e um pouco intrigado, ele tinha começado a acreditar na história daquele estranho homem
—Deu um tiro na própria cabeça, foi um dia triste para alguns, porem para outros.... pois bem, isso não vem ao caso aqui, o importante é que você acredite que eu sou um deus e que me ouça.....
—Hum, okey, eu aceito.... eu acreditarei em você por agora, portanto que você me mantenha acordado. — Disse Jason esticando a mão para deus.
—Com muitíssimo prazer senhor Rich, afinal, nós ficaremos aqui por um bom tempo.... — Ele proferiu enquanto tomara seu campagne e dava uma leve risada....
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