Notas iniciais
A ÚLTIMA VEZ QUE EU POSTEI UM CAPÍTULO DESSA FIC OS DINOSSAUROS EXISTIAM!!!!! Brincadeiras a parte... A última atualização foi no dia 04/06 e estou de volta para anunciar uma coisa FAN-TÁS-TI-CA! É o último capítulo de "The Basketball Player" e eu digo: foi um prazer escrever essa história com TODO o meu coração. Pra quem não sabe e se eu não disse, TBP foi baseada na tradução de Baller do Neffex (tradução da S&R). Aproveitem o capítulo!

Era o último jogo do ano e Drake estava brilhando como sempre. Ele era o astro do jogo e isso ninguém podia negar, nem mesmo a Francine que estava berrando para todos ouvirem. Dizia que amava ele e outras besteiras que acho desnecessário comentar.

O time da casa venceu, ou seja, nós. Francine invadiu a quadra e montou em Drake beijando-o. Eu preferi desviar o olhar. A verdade era que nós não conversamos mais desde que aconteceu aquilo.

Eu assisti Drake ser contornado por várias pessoas. Colegas de quadra, treinadores, professores, Sr. Brooks, garotas. Elas se penduravam em seu pescoço implorando atenção e beijos, todas queriam dormir com Drake naquele momento.

Sua vitória significava que iria fechar um contrato superimportante, sua careira iria deslanchar e ele ficaria podre de rico. Qualquer uma daria um jeito de engravidar dele pra por a mão no dinheiro, principalmente agora que estavam desesperadas. Drake não saiu e nem transou com mais ninguém desde que nós dois... Fizemos.

Eu vi ele se afastando das garotas, retirando suas mãos e procurando alguém com os olhos. Quando me viu sentada na primeira fileira da arquibancada, abriu um enorme sorriso e acenou para mim, pedindo para eu me aproximar. Neguei com a cabeça, afinal acabei adquirindo algumas fobias que estão sendo tratadas desde o episódio de meu pai em minha casa.

Vi Drake revirar os olhos e passar naquele tumulto de gente, ignorando todos e correr até mim. Sorri e ele me surpreendeu me levantando e rodando no lugar, depois de me por no chão encheu meu rosto de beijos.

Acho que nós estávamos ficando... Mas eu não perguntaria para estragar tudo!

— Eu preciso me trocar no vestiário – Ele começou. – você me espera?

— Claro Drake, eu sempre fico te esperando mesmo. – Ele revirou os olhos enquanto soltou uma doce risada.

— Já volto princesa. – E me deu um beijo estalado na bochecha.

É. Ele agora tinha apelidos carinhosos comigo, me dava beijos, me tratava bem. Eu não imaginava que ficar era algo tão bom assim, mas ficar com Drake torna tudo muito melhor e mágico.

As garotas que estavam ao redor de Drake começaram vir em minha direção, mas o Sr. Brooks junto de Zoe e Todd se aproximaram para me “protegerem” das malucas. Eu sabia do que elas eram capazes de fazer com quem não era do seu “meio”.

Não demorou em que Drake voltasse e passasse direto por todas as garotas que chamavam seu nome. Ele estava vestido normalmente e quando se aproximou me abraçou e pegou em minha mão. Isso me surpreendeu.

— Drake, vamos para a festa do contrato? – Sr. Brooks perguntou e Drake negou.

— Não, obrigado. Eu tenho um encontro agora com a minha garota. – Ele deu um tapinha nas costas do mais velho e sorriu para mim. – Vamos minha linda? – Eu corei. Era de mim que estava falando?

— C-claro. – Concordei sem saber o que fazer. O Sr. Brooks apenas sorria junto aos meus amigos.

— Depois te conto as novidades Drake. – O homem disse e nos distanciamos.

Andamos de mãos dadas até o estacionamento e entramos em seu carro. Colocamos os cintos e ele suspirou sorrindo. Me olhou com ternura e mostrou seus dentes perfeitos.

— Então gatinha, aonde você quer ir? – Parei para pensar.

— Eu realmente não sei. – Disse olhando ao redor. Ele deu uma risada.

— Mas eu já planejei tudo para nosso encontro oficial. – Fiquei sem entender o que ele quis dizer com isso.

— Como assim?

— Podemos ir ao cinema ver um filme legal, depois podemos ir comer uma besteira na rua e terminamos a noite com um pote de sorvete de morango olhando as estrelas no mirante. – Eu sorri encantada com a ideia de meu ficante.

— Isso me parece perfeito Drake. – Ele sorriu orgulhoso.

— É romântico o bastante? – Ele perguntou sem jeito. – Eu realmente não sei ser romântico, acho que te decepcionaria.

— Mas isso que você planejou é mais do que perfeito. Eu amei a ideia!

Seguimos primeiramente para um cinema e assistimos ao filme mais popular em cartaz comendo pipoca e chocolate com refrigerante. Em minha cabeça se passava as coisas que haviam acontecido hoje e há alguns dias: apelidos fofos, carinho, beijos, declarações. Estávamos ficando, não é? Ou seria algo a mais? Ou eu estaria exagerando? Ficando louca?

Tantas perguntas mal me deixavam ver o filme em paz e isso me deixava irritada. Mas quando Drake passou o braço por meus ombros eu pude, finalmente, ter paz para poder ver ao filme.

Quando saímos do cinema, falávamos das cenas mais divertidas enquanto ríamos e zombávamos de tudo. Entramos no carro e Drake me levou para comer uma pizza, coisa que eu adoro no mundo inteiro. Comíamos enquanto conversávamos, estava tudo ótimo. Até eu começar a lembrar de tudo de novo: encontro, minha garota, princesa, gatinha, etc, etc, etc...

Drake cumpriu o que havia prometido. Comprou o meu pote de sorvete favorito e nós fomos ao mirante da cidade ver as estrelas. Ele havia levado uma toalha de piquenique e estendeu no chão, ao lado do carro e ali nós pudemos conversar e tomar sorvete enquanto olhávamos as estrelas.

Internamente eu perguntava as estrelas do céu se o que eu e Drake tínhamos era um relacionamento ou apenas uma ficada temporária. Estava tudo maravilhoso e eu decidi que era hora de colocar as cartas na mesa. Que as Estrelas me ajudassem!

— Drake? – Chamei.

— Fala minha linda. – Ele disse sorrindo.

— O que somos?— Murmurei receosa. Ele franziu a testa sem entender.

— Seres... Humanos?! – Parecia mais uma pergunta do que resposta. Ri de sua falha tentativa de resposta.

— Não... – Ele riu de volta. – Digo sobre nós. – Ele sorriu.

— Somos um casal Mary. – Ele falou como se fosse a coisa mais obvia do mundo inteiro.

— Mas a gente tá ficando ou...? – Ele me olhou confuso.

— Não Marybeth. Você ainda não entendeu? – Balancei a cabeça fazendo meus cabelos moverem bastante. – Mary, somos namorados. – Gelei. Acho que as coisas aconteceram em ordem: parei, paralisei, gelei, fiquei vermelha de vergonha, comecei a suar.

— Sério?!

— Mas é claro.

— Eu achei que estávamos só ficando. – Disse envergonhada. – Como eu sou boba. – Drake riu.

— É porque não fiz um pedido oficial Mary, por isso você confundiu. – Ele me fez olhá-lo. – Podemos ir falar com a sua mãe e eu faço as coisas como devem ser.

— Sim, por favor! – Disse animada.

— Tudo bem meu anjo. – Ele me deu um beijo na testa e me olhou. – Agora vamos, tenho que te deixar em casa.

Depois disso ele cumpriu sua palavra. Ele e minha mãe se deram muito bem e ela deixou que eu o namorasse, mas dentro dos princípios dela. Princípios os quais não nos agradava muito por estarmos no século XXI. Mas Drake aceitou mesmo assim, afinal ele me amava.

Anos se passaram. Drake joga em um dos principais times de basquete dos Estados Unidos e eu me tornei atriz, e estamos juntos até hoje marcando a data de nosso casamento. O qual eu mal posso esperar de tão ansiosa.

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Notas finais
Fã: Poha Love... Tem nada haver a música e a fic. 'More, fazer o quê? Minha criatividade trabalha assim e só vamo'. Foi um prazer! ♥ Link da música: https://www.youtube.com/watch?v=ZnhvyTQe8xk
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!