The Assassin Shadow
5 I Hate You Dad
Notas iniciais
Mikael ligou para Mariana e contou do desaparecimento de seu irmão, tres dias depois.
Ele continuou a investigação e resolveu olhar no celular que encontrara e o cartão de memória havia sumido.
Foi ao cinema com Mariana e quando voltou o celular havia desaparecido e em seu lugar havia uma carta com a assinatura de 3159.
Espero que vocês gostem desse capítulo. Enjoy.
Corri para meu armário. A bolsa com a arma havia desaparecido. Meu pai entrou no quarto.
-A polícia veio aqui e pediu para investigar o quarto de eu irmão e o seu. Tudo bem?-É... Claro! Quer dizer, o que eu teria que esconder não é?Meu pai sorriu e saiu.
Sem pensar em nada, peguei o telefone, Mariana tinha que saber daquilo.Telefone desligado?!, ótimo. Agora essa.
Alguém bateu a porta da frente. Minha mãe abriu. Era a polícia. Meu coração acelerou e eu gelei.
-Mikael? Está sim ouvi minha mãe dizer, com a voz se aproximando.Naquele momento eu fiquei parado, em pé no meio do meu quarto, olhando para a porta e com o pensamento longe dali. Uma sombra passou na minha janela, o que me chamou atenção. Logo após uma sombra se aproximava da minha porta. Era o delegado Marcos.
-Jovem, precisamos te interrogar, na delegacia. Agora.
Era uma sala como as do CSI, eles acenderam uma luminária no meu rosto e o delegado começou a falar.
-Bem, meu jovem. Depois da pequena conversa que tivemos com você, fomos conversar com Mariana, a sua namorada.
-E...
-E... Ela me descreveu tudo o que aconteceu na noite do assassinato da Carla e do desaparecimento do Leonardo.
O delegado fez um sinal para o policial Lucas, que sempre o acompanhava, e ele trouxe um pacote coberto de papel pardo.
-E, na investigação da polícia na cena do crime achamos isto — o delegado enfiou a mão no pacote e puxou uma embalagem transparente, totalmente selada, com um sininho de natal dourado — E, como Mariana descreveu, ela havia te dado um
.-Sim, mas... — pensei em onde eu tinha posto. Ah, sim! Estava na sacola com a arma o tempo todo, tão escondido quanto o pequeno papel de 3159. Mas a sacola havia sumido.
São duas opções: Ou, quando foi roubar o telefone de Carla, 3159 também pegou o sininho na sacola, pois já sabia das provas encontradas pelo delegado; ou acabou caindo no meio das minhas roupas no armário.Os policias não poderiam ter encontrado o sino na sacola. Pois senão não estariam me interrogando daquela forma.
-Sim, mas... O quê?
-O meu... Está em casa... Ou era para estar. Quer dizer, a Mariana não contou que eu estava com ela o tempo todo?
-Sim, mas ela também contou que saiu para chamar a família, que estava na casa da avó. Então você ficou alguns minutos sozinho. Me diz senhor Mikael, o que fez durante esse período de tempo.
Naquele momento eu sabia que não tinha saída. Eles tinham todas as provas contra mim. Então resolvi confessar tudo.
-Tudo bem... Eu vou dizer — me ajeitei na cadeira e respirei fundo — Eu estava extremamente curioso então me aproximei do cadáver de Carla e comecei a olhar ao redor. Achei alguns objetos...
-Esses? — o delegado pegou a arma, também embalada, e o papel, mas nada de sino
.-É...
-Não sei se você sabe, mas você adulterou provas, e isso é crime.
-Eu não sabia. Me desculpe, por favor.
-Ele não tem culpa de nada disse minha mãe, ao meu lado, quebrando o silêncio e falando pela primeira vez naquela sala.
-Bem, dona Cecília. Como Mikael é menor e todas as provas então intactas, o liberaremos — suspiramos — Mas... ficaremos de olho em você garoto.
Sorri, o policial Lucas abriu a porta e saímos. Fomos para casa.
Notas finais
Next chapter hem.
Fale com o autor