The Assassin Mirror

16 Saving The Girls - Parte 2


Notas iniciais
O último pessoal. Sei que demorei para postar mas me perdoem please. Agora ai está. Já estou sentindo saudades :/

-Olha... Você demorou bastante.

-Mas porque? Quem é você?

-Eu sou Julia Levi, tenho 19 anos e sou filha de Jhonatan Levi.

-19? É por isso que a diretora defendia tanto você. Você tem alguma doença?

O olhar de Julia se apertou e ela apertou mais forte o cabo de sua arma.

-Não.

-Você atirou na Mariana?

-Na verdade não. Eu tentei, mas Talita me viu naquela noite e me seguiu. Eu estava com a arma na mão e ela apareceu. Não tive escolhas. Tive que atirar. Ela caiu e eu fui procurar a Mariana mas ela tinha sumido aí pedi pro meu pai dar um jeito enquanto eu tirava a Talita de lá mas quando eu cheguei essa vaca já estava de pé e me atacou, conseguiu tirar a arma de mim e atirou. Eu fiquei machucada e tive que ir embora.

A minha Talita era inocente. E se culpou o tempo todo, ela que levou um tiro. Ela achou que tinha matado a Julia, eu fui muito idiota em pensar que ela tinha atirado na...

-O que aconteceu com a Mariana então?

-Meu pai pagou a umas pessoas para dizerem que Mariana tinha levado um tiro. Deu um remédio a ela para dormir e a levou pro hospital pela ambulancia. Foi bem fácil. Pra você ver como até os hospitais particulares estão precários.

-O que ele vai fazer com ela? — perguntei chorando.

-Não te interessa.

Júlia apertou o gatilho. O tiro passou por cima do meu ombro e bateu na parede de madeira do galpão.

-Hahahaha, coitadinho de você — disse ela, enquanto guardava a arma em seu bolso.

Ela se aproximou de mim e me deu um tapa no rosto.

-O que você quer de mim?

-Só ela — apontou para Talita, ainda inconsciente no chão.

-Porque?

-Porque ela sabe demais e é inútil para mim. Mas você não, você é inteligente e muito bom com crimes pelo que eu vejo. Está envolvido a tanto tempo com o Hugo.

-Conhece ele?

-O Hugo é um idiota. Já está a anos tentando destruir o 3159, mas meu pai e os homens dele são mais fortes.

-Eu nunca vou fazer parte disso se é o que você quer.

-Ah que pena — ela me empurrou para o fundo do saguão — então acho que vou ter que te matar.

O tiro ecoou ao redor. Senti um aperto no coração, mas não de dor, e sim de medo. Esperei o impacto do tiro mas não chegava. Até que eu notei os olhos da Júlia se revirarem, ela ficou tonta e caiu.

Ele entrou como um vulto, daí eu pude vê-lo direito... Tiago?


Pov's Rafael.


-Vou chamar sua mãe, espera.

-Vai rápido, por favor.

-Não se preocupe, está salva agora. — eu disse, largando sua mão.

Antes que eu pudesse sair um homem alto apareceu na porta. O medo me fez recuar.

-Oi, você tem que sair. A paciente esda desacor...

Tiago olhou para Mariana, suas mãos se fecharam e seus olhos se apertaram. Mas de repente sua fisionomia mudou e ele sorriu.

-Oh meu Deus. Não acredito que está acordada. É um milagre.

Tiago abraçou Mariana.

-Não é um milagre. Sabemos o que você fez. Você deu remédios a ela.

Tiago correu para a porta do quarto e a fechou. Se virou para mim e me encarou com um olhar bravo. Se aproximou e me socou no peito.

Me senti fraco e caí. Bati a cabeça contra a parede e fique tonto. Mariana começou a chorar por sua impossibilidade de me ajudar.

-Cala a boca, idiota. Você não sabe de nada. Você também sua vadia — se aproximou de Mariana e enrolou os dedos em seu pescoço — Tem sorte por eu não ter te matado ainda — a soltou violentamente contra a barra de ferro da maca.

-Porque você quer matar a Mariana, o que o pai dela faz não tem nada a ver com isso, e o que você deu á ela?

-É claro que tem. Desde o dia em que ele abandonou o 3159 estamos matando um por um da família dele, depois de Mariana só vai faltar a Dona Carmén. Daí estaremos vingados. Quanto aos remédio, uma simples dose de Flunitrazepam bastou para ela apagar por horas.

-Você é louco.

Tiago não respondeu. Só se aproximou de mim com uma seringa.


Pov's Mikael


-Oi titio — disse Júlia, caída no chão, se retorcendo de dor mas ainda com seu olhar psicopata.

-Titio?

-Vamos tirar sua namorada daqui. Vou levar vocês a um lugar seguro.

O homem pegou fácilmente Talita no colo e eu fui atrás. Ao sair do galpão olhei para Júlia caída no chão. O sangue escorria excessivamente de suas costas e ela se contorcia em pequenos movimentos e chorava.

-Não vamos deixá-la aqui. Vamos? — perguntei a ele, que ja ia saindo na minha frente.

Ele olhou para mim por um tempo sem a mínima expressão em seu rosto.

-Tem razão.

Pegou seu celular no bolso.

-Alô. Preciso de uma ambulancia.

Deu o endereço e disse:

-Temos que ir embora.

-Vai sair como se fosse um criminoso?

-Tecnicamente eu sou. Atirei nela, não foi?

-Quem é você?

-Jhonatan Levi, muito prazer. Podemos ir agora?


Pov's Rafael.


No momento em que ele se ajoelhou ao meu lado um barulho absurdo atingiu o lugar. Tiago se assustou e parou.

-Onde ele está? Onde ele está? — era o que se podia ouvir do som abafado que vinha do lado de fora.

A porta se abriu em questão de segundos. Uma multidão de homens entrou no lugar. Alguns eram da polícia e outros do hospital. Em meio destes Hugo estava de pé apenas observando.

Dois policiais seguraram Hugo pelos braços. Um médico chegou perto e puxou a seringa de sua mão.

-Flunitrazepam — disse ele — Não costumamos distribuir doses desse medicamento livremente aqui no hospital. O que pretendia fazer?

-O que está acontecendo? — perguntou ele.

-Você está preso por formação de quadrilha, falsa identidade, tráfico de drogas e manipulação e uso ilegal de medicamentos, além de uso de diploma falso.

-Acho melhor nem perguntar quanto tempo vai dar — disse um dos policiais encostado no portal da porta.

Todos os outros deram uma risada.

Fiquei totalmente confuso. Levaram o falso Tiago para fora. Hugo piscou para mim, eu sorri e ele saiu. Me levantei e corri ao abraço de Mariana.

Dona Carmén apareceu no quarto.

-O que aconteceu aqui? Não era o médico que estava cuidando da...

Um grande sorriso surgiu nos lábios de Dona Carmén.

-Filha!

As duas se abraçaram chorando. Eu sorri para Mariana e saí.

Hugo estava parado na porta do hospital, eu fui até ele.

-O que aconteceu aqui?

-Vem comigo.

Hugo saiu e eu o segui.


Pov's Mikael


Jhonatan e eu fomos até a casa de Talita. Ela não tinha levado um tiro então dissemos à mãe dela que uma garota encrenqueira na rua bateu nela, daí agente apareceu e a salvou (o que não foi 100% mentira). Jhonatan a pôs na cama e saiu.

-Apareça daqui a meia hora na clínica psiquiátrica.

Eu assenti e ele saiu.

Olhei para Talita. Seu rosto marcado com pequenas feridas e seus cabelos negros bagunçados foram se acendendo ao meu olhar até eu notar que eu realmente amo aquela garota e que não importa o que aconteça, eu vou estar ao lado dela.

Sentei na cama ao seu lado. Nao queria acordá-la mas não conseguiria ficar nem mais um segundo sem ouvir a sua voz doce e ver seu lindo sorriso.

-Talita, meu amor — chamei, a sacudindo no ombro.

Seus olhos foram se abrindo lentamente. Seu sorriso foi inevitável ao me ver.

-Mika!

Talita se levantou em questao de segundos e me abraçou forte.

-Me desculpa por tudo o que eu disse pra você, eu te amo e não quero te perder nunca, você me perdoa?

-Não precisa se desculpar. Eu também te amo. — ela disse chorando.

A abracei mais forte e ela recuou.

-Ai!

-O que foi?

Talita levantou a camisa até a altua do umbigo e eu pude ver, do lado esquerdo um curativo.

-Foi o tiro que ela me deu. Passou de raspão e eu cheguei em casa e fiz o curativo.

Comecei a chorar e a abracei novamente.

-Eu te amo. Você é a melhor passoa da minha vida. E eu te quero ao meu lado para sempre.

Nos beijamos por um longo tempo.

Depois de alguns minutos a mãe dela apareceu no quarto. Me despedi e fui embora.



Pov's Rafael


Hugo me levou até a clínica onde Lucas estava. Ao chegarmos lá vi Tiago, mesmo sabendo que não era ele.

Entramos no quarto, os três se cumprimentaram. O Lucas naquele momento não parecia nem um pouco psicopata. Era só um cara normal falando com os amigos.

-Acho que todos aqui se conhecem agora. Vamos esperá-lo? — Hugo perguntou ao Jhonatan.

-Só alguns minutos.

-Enquanto isso vamos explicar tudo ao Rafael.

-Tudo o que? — perguntei.

-Primeiro de tudo, vamos te explicar, porque o Maurício foi preso.

-Eu sei porque.

-Não o porque mas como.

-Tá bom.

-Desde 1993, é mantido vivo e crescendo cada vez mais esse grupo de criminosos liderado por ele. A polícia esqueceu totalmente deles pois pensaram que tinha sido desmanchados e acharam que o Maurício estava morto. Mas depois que suspeitei de tudo o que acontecia com a família da Mariana eu descartei tudo isso. Eles existiam sim, e Maurício estava vivo sim. Tive muitas preucupações em ter que sustentar a mentira que contava ao Mikael e às meninas e investigar 3159 ao mesmo tempo. Como já conhecia o Lucas aqui — disse ele, batendo nas costas de seu amigo. Eu podia estar louco, mas percebi que Lucas ficou sem graça — ele me ajudou. Depois de um tempo minha mãe foi presa por tráfico de drogas o que foi sustentada pela mentira de um novo morador do prédio. O que me fez ficar com muita raiva e criei o meu grupo: o HawkMan. Na verdade, HawkMan pra mim era só diversão antes de tudo isso. Descobrimos que os dois irmãos estavam vivos e conhecemos o Jhonatan, o colocamos pra trabalhar com o Lucas aqui e monitorar as visitas.

-É, e aquele dia que a Talita veio aqui eu disse que era o pai da Julia, vocês não podiam saber que eu estava vivo então tive que mentir.

-Daí conseguimos provas de que ele era uma fraude e contamos à polícia. Não sei se você se lembra da Cátia, ela era da polícia, como o delegado Marcos. Duas fraudes. Os dois estavam em 3159 como penetras, nunca entraram naquilo, só tatuaram a nuca e foram as reuniões. Depois que Maurício descobriu ficou furioso e mandou matar os dois. Foram jogados dentro daquele lago para afastar qualquer suspeitas sobre eles.

-Mas o que eu ainda não entendi foi: O que 3159 queria?

-Vingança.

-Vingança? Vigar o que?

-Em 1987 o pai da Mariana era novo e foi obrigado a entrar pra essa máfia, mas se cansou de tantos crimes e queria ter uma vida normal, então dedurou o grupo a policia, confessando todos os crimes. Ele ficou preso por 10 anos e os outros fugiram e nunca mais foram encontrados.

-E quando ao L..?

-Oi pessoal — Fui interrompido pela grave voz de Mikael que ia entrando, con um longo sorriso.

-Oi Mikael — Falamos em couro.

Vi Jhonatan cochichar algo no ouvido de Hugo. Os dois olharam para mim. Não consegui entender bem o que queriam dizer com os sinais que faziam.

-Estávamos falando aqui sobre você.

-Não es... — Aí sim consegui entender. O melhor a se fazer para ajudar o Mikael é ocultar tudo. Ele já passou por muita coisa e não pode se preocupar mais — Ah sim. Sobre o quanto você foi bom para a Mariana todo esse tempo e a ajudou e...

-Sabe Rafael. Você fala demais — disse Lucas rindo de cabeça baixa.

=Tááá Boom — disse Mikael — olha, não sei o que tá havendo aqui mas tenho que ir, o Léo me ligou enquanto eu vinha e disse que vai viajar então eu tenho que ir pra casa pra saber o que houve, tudo bem?

-Espera. Viajar? — perguntou Hugo.

-É. Ele não me explicou direito então eu tenho que ir para casa.

-Tudo bem pode ir — Hugo jogou um sorriso forçado.

Mikael se virou e andou apressado.

Olhei para Hugo, seu olhar assustado se desviou aos dois amigos.

-Ele não pode fazer isso — disse Hugo.

-Ele vai — respondeu Lucas.

-Fazer o quê? Porque o Léo vai viajar?

-Depois de tudo o que aconteceu, é a única saída dele.

-Mas se ele não tivesse feito aquilo e se não tivesse namorando essa garota isso não estaria acontecendo.

-O que está acontecendo? Será que alguem pode me explicar?

-Um dia você vai saber, Rafael. Mas agora não é a hora.


POV's Mikael


Cheguei em casa e minha mãe chorava, meu pai estava sério e meu irmão sentado na mesa da cozinha, um pouco assustado.

-O que foi? — perguntei.

-Ainda bem que está aqui — disse o Léo — Vamos no quarto.

-Ta bom.

Léo e eu fomos ao quarto dele e ele fechou a porta. Se sentou ao meu lado e ficou em silencio.

-Pra que tando drama?

-Eu vou para os Estados Unidos.

-Estados Unidos? Pra quê? Por quê?

-É difícil de explicar, mas eu vou com a Joice, ela já acabou o ensino médio e vai pra lá pra estudar.

-Porque está saindo do país? Você não sabe o que aconteceu, o Maurício foi preso e aquilo que você estava tentando esconder de mim, tudo acabou, pra que vai se mudar?

Léo começou a chorar e de repente se levantou.

Se virou e levantou o seu cabelo que escondia sua nuca. Sua nuca?

-Ai Meu Deus! — Me levantei assustado — Você é um deles!

Léo se virou e seu olhar me pareceu bem mais assassino no que o normal.

-Não! Olha me escuta. Eles me obrigaram.

-Te obrigaram?

-Ele me torturaram para entrar para esse inferno. Me bateram, ameaçaram matar você e ao nossos pais. Eu fui obrigado.

-Você é o assassino. Você matou a todos. Matou Cátia, o delegado Marcos... e a Carla.

Léo desabou na cama.

-Naquela noite eu recebi uma ligação e disseram que se eu não fizesse isso, a Carla e você iriam morrer, então eu tive que matá-la. Atirei nela e corri dalí, eu estava com a jaqueta do HawkMan do Hugo e você viu a mim, só eu estava lá. Nem Hugo nem ninguem sabe disso, mas eles sabem que eu estou no 3159, de qualquer maneira eu sou um deles e agora que Maurício está preso nós todos iremos com ele, por isso tenho que ir para os Estados Unidos com Joice.

-Faz o que você quiser. Eu vou embora daqui, nunca mais quero te ver.

-Mikael.

-O que é?

-Só pra você saber, nem o papai e nem a mamãe sabem disso então espero que não conte, vou te mandar e-mail todos os dias para você saber como estou, mesmo que não leia irei me sentir bem com isso, e cuida bem das garotas, elas merecem você, as duas.

Não tive reação alguma, só assenti e saí do quarto querendo desaparecer do mundo.



3 anos depois.


-Anda logo Talita!

-Calma Mô. Tenho que pegar as coisas da Melissa.

-Anda logo, mesmo assim.

-Onde ela está?

-Não está contigo aí em cima?

-Como assim?

-Não está aqui, é alguma brincadeira?

-Não. Onde ela está?

-Você que devia saber.

-Eu? Querido, ela é sua filha também e só tem 2 anos.

Enfim pude ver o lindo rosto da minha noiva na luz da manhã enquanto descia a escada de nossa casa com os pés descalços. A sua expressão preocupada e assustada ainda era fofa.

-Você é uma irresponsável, ela ainda nem anda direito.

-Eu sou uma irresponsável? Eu estava ocupada, você devia cuidar dela também.

Talita começou a chamar pelo nome de Melissa. Eu, disfarçadamente fiz "Shhhh" pra ela que estava escondida no armário. E ria como uma criança brincando de esconde-esconde, Espera...!

-Melhor procurar direito hein!

Talita me olhou e ofegou. Um leve sorriso surgiu em seu rosto.

-Ah para, vai cadê ela.

-Nãão seeei, e se você procurar no armário. Ela pode estar mudando o visual.

Talita riu de novo e abriu a porta.

A risada contagiante de nossa filha invadiu o lugar. Talita a pegou no colo.

-Vamos! Eles devem estar esperando.

Peguei as nossas malas e fui para o carro onde Rafael estavam sentado no banco da frente e Mariana no de trás, com um longo sorriso.

-Vamos lá. Coloca o banquinho da Melissa no meio ali atras e fiquem vocês duas juntas.

-Tudo bem.

-Ei Rafael. Vai continuar usando o nosso carro até a morte?

-Compra um pra mim que nós deixamos vocês em paz.

-Empréstimo exite, sabia?

-Ah vá pro meio da merda!

-Ah, sabe qua a companhia de vocês é sempre boa.

-Ah, tá bom. Vamos almoçar na sua casa todo dia então.

-Ahhh. Acho melhor não!

-Porque não?

-Tenho medo de integrantes de uma máfia aí invadirem minha casa para me matar.

Todos riram.

-Falou a pessoa que NÃO tem um irmão que se mudou de país pra não ser preso — disse Mariana.

-Ah, vai catar 2kilo de coquin.

-Ta bom, pessoal. Temos uma casa de verão perfeita pra ir, estão esperando o que?

-Tá bom.

Arraquei o carro e seguimos a viajem.


Daí para frente não sabemos realmente o que vai acontecer. Alguem mais irá morrer? Mais dúvidas aparecerão? Por enquanto isso são só perguntas. Agora é saber se vão continuar sendo perguntas. Bem, eu espero que sim. Ah e meu irmão me orgulha a cada dia mais. Depois que se entregou para a polícia, deixando Joice continuar sua vida normalmente, tão normalmente como se pode quando se é viciada em drogas. Por isso a louca de pedra da Julia estava morando no apartamento dele, o Maurício tambem era traficante de drogas então vendeu ao drogas ao Léo e ele pagou com o apartamento 3159 no Kariakaa.

Depois que Maurício confessou tudo o que fez, a mãe do Hugo foi liberta e agora eles vivem por aí, não tenho nnotícias deles a um bom tempo.

Não quero mais saber de sombras ou espelhos, apenas da minha família e dos meus amigos. O que vem depois é duvidoso mais a vida continua, e eu espero que ela seja simples até o fim... Espero muito.

Notas finais
Então é isso, o fim chegou enfim. kkk' Espero que tenham detestado. Até a próxima fic.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!