The Art Of Subconscious Illusion
4 Restraints are useless
Notas iniciais
Como vai a vida? A mãe? O Pai? O papagai.. PAREI.
Gentem, eu fiquei essa semana inteira escrevendo esse capitulo. Eu sou muito zefa, porque eu tenho a ideia todinha na cabeça e não consigo passar pro papel ¬¬ Mas essa porra saiu *-*
Enjoy!
O Larry dirigia por um bairro residencial que eu não me familiarizava muito, enquanto continuava tentando ligar para o mesmo alguém. Então ele parou na portaria de um condomínio, abriu a janela da Land Rover e ficou encarando a câmera igual a um bastardo. Eu ri com a cena e ele me encarou sério, tentei ficar sério também, mas falhei. Larry maneou a cabeça e continuou passando pelo imenso portão da entrada.
Era um puta de um luxo aquele condomínio, com uma rua principal e casas grandes. Atravessamos até o final e paramos em frente á sétima e ultima casa do condomínio. Era a maior dali e tinha uma fonte no pequeno jardim que ornamentava a rotatória para a volta á entrada do condomínio.
O meneger parou o carro em frente ao caminho de pedras que dava á uma enorme porta de magno. Caminhamos até lá e eu tirei o óculos do rosto e fiquei com o mesmo na mão. O outro bateu na porta e tocou a companhia com uma tremenda falta de educação e olhou pra mim rindo. Eu encostei no batente entediado, e o extremo silêncio daquele lugar foi interrompido por causa do barulho dentro da casa. Passos apressados e coisas caindo. Como se não bastasse, ouvimos 'Fuck fuck fuck fuck!' de uma voz feminina rouca. Arqueei uma sobrancelha pro Josh e ele gargalhou baixinho.
A porta foi aberta bruscamente e eu paralisei.
– Larry? — puta que o pariu! — O que diabos Larry Jacobson e Synyster Gates fazem essa hora da madrugada na minh.. — O ser atordoado nos olhou, começou a falar encarando o Larry, depois interrompeu a si mesma e me encarou — Synyster Gates?
Ela me encarou perplexa. Oh, agora ela me reconheceu! Ri discretamente, mas o meu olhar que percorreu pelo corpo dela foi bem sugestivo. MANO! Eu estava na porta da casa da Panther! Mundo pequeno... Ela estava usando um pijama que se resumia a blusa + calcinha! Pude perceber mais uma boa quantidade de tatuagem, e os cabelos dela estava jogado para um lado só, e seu rosto corado violentamente.
Dei uma cutucada no Jacobson e falei baixinho — Panther! — ele entendeu logo e começamos a rir.
A Panther ficou encarando a gente desconfiada e pigarreou.
– Bom dia Mee! Ou já é boa tarde?- Falou Larry abraçando-a — Oh não, ainda faltam 13 minutos pra isso — soltou-se dela e olhou o relógio de pulso. Ela virou os olhos.
– O que traz vocês aqui? — ela me encarou ligeiramente e voltou à atenção ao Josh.
– Érrr, sobre isso, desculpa. Eu tentei te ligar para confirmar e você não atendia, até deixei uma mensagem.
– Ahh claro, deve ser urgente uhn? Você só aparece assim nessas circunstancias... E meu celular descarregou e... Hey entrem logo — finalmente — Nossa! Por favor, se sintam a vontade, eu estou tão grogue que vim atender vocês desse jeito! — falou nos conduzindo até uma sala enorme com tons em marrom.
– Eu realmente não vejo problema nenhum. Sério, não me importo — me manifestei e falei maliciosamente. Ela corou e Larry me lançou um olhar de reprovação.
– Haha, aham, senta ai que eu já volto. — riu sem graça e deu a volta por nós, subindo por uma escadaria preta com corrimão também preto.
– Tudo bem, vai lá — falou Jacobson.
Então ela desapareceu, e eu dei um pulo para perto do Larry descontando toda a euforia que eu tinha reprimido até o momento.
– Caralho é a Pink Panther, tu lembra? — falei animado
– Eu não acredito que foi ela que o gordo fechou! Vocês só aprontam hein! — e nessa altura já riamos descontroladamente
– Quem é ela afinal? Você chega aqui todo patrão, encara a câmera e me arrasta contigo? Como se conhecem?
– Gates, ela é a dona da Parkhouse!
– Como assim? Ela é bem nova. Não era um tal de John?
– Ele faleceu uns meses atrás. Essa é a filha dele.
– Nossa — não sabia o que falar.
– E ela é o nosso único jeito de conseguirmos produzir o DVD nessa turnê. Eu vacilei Syn, está muito em cima.
– Ihh cara relaxa aí que vai dar tudo certo — falei enquanto caminhava em direção á lareira, onde por cima tinha retratos, mas o que me chamou atenção mesmo foi a espada ninja que tinha ali, em cima de um suporte. Interessante...
– Hey Syn, me fala desse negocio aí, ela é a Panther? A garota que vocês falaram ontem? — Desviei meu olhar das coisas intrigantes que decoravam aquela sala e olhei para o Larry acenando com a cabeça e rindo de lado — Mundo pequeno, hum?
– Vai por mim, isso ainda vai dar muito no que falar — falei enquanto pegava uma foto da Panther que estava em cima da lareira.
– Sobre o que estão falando? — Ela estava sentada folgadamente no sofá preto; eu não tinha percebido a presença dela — Oi curiosidade?! — falou sorrindo pra mim — Foi tirada num lual, na segunda vez que vim pra cá.
– Gostei do cabelo — comentei reparando na foto. Na mesma ela era visivelmente mais nova e tinha os cabelos pretos na altura dos ombros, estava com um vestido branco, na praia á noite.
Ela se limitou a um sorriso sem mostrar os dentes, depois se tornou para Larry:
– E então, o que você quer? Do jeito que tá aqui eu volto facilmente a dormir.
– Bom, o proposito era te chamar pra almoçar enquanto conversávamos, mas pelo jeito, vamos tomar um café.
***
– Claro que sim Larry, vou dar um jeito. Mas você é foda viu — a Panther fez uma cara de indignação na ultima frase.
– Ótimo, já que você vai com a gente, que tal já conhecer os caras? — falei dando um tapa de leve na mesa me ajeitando na cadeira
– É, mas promete que não desistir depois de conhecer eles — Jacobson idiota!
– Não fode seu inútil — bravejei com o menage. A Panther só ria
– Me respeita vagabundo — mostrei o dedo do meio.
– Então, onde? — perguntou a Aimee impaciente.
– Tem esse bar perto em frente á praia que a gente sempre vai. Se você quiser eu posso te buscar — falei com um ar despreocupado enquanto sacava um maço de Marlboro.
– Não cara, ela conhece — e o Larry acabou com o meu barato, fdp.
POV Zacky
– Zaaaacky, você não vai acreditar! — dei um pulo do sofá e olhei assustado em direção á porta que foi aberta bruscamente pelo Syn.
– Mas que caralho Gates, tem que chegar causando desse jeito na porra da minha casa? — reclamei colocando o notebook ao lado, levantando do sofá, calçando meu chinelo e indo em direção ao bar da sala — Porque tocar campainha é para os fracos... — resmunguei essa parte pra mim mesmo, virando a garrafa de Jack Daniels em um copo.
– Você não vai acreditar! — Syn tirou os sapatos e arremessou um na minha direção.
– Não vou acreditar em que? — me desviei do objeto e sentei novamente no sofá.
– A Panther! O nome dela é Aimee, eu tomei café com ela e tudo mais... — falou rápido com um ar convencido.
– Ahn? Como assim? — perguntei incrédulo
– Ela é a produtora!
– Produtora? De que? O que ela vai produzir? Que diabos Syn explica essa merda direito!
– Tá, calma. — ele respirou fundo e encostou as costas no sofá, sentado — Aimee, Panther, Aimee. Esse é o nome dela. O viado do Larry conhece ela. Ela é quem vai produzir o nosso DVD da turnê! Eu fui com ele na casa dela. N-a c-a-s-a d-e-l-a! — deu um tapa na própria perna e levantou.
Eu encarava-o atônito — Puta merda! Eu tenho que conhecer ela! Mas ela te reconheceu? E aí, xingou você por causa de ontem?
– Ela não reconheceu a gente ontem né? Mas aí eu cheguei na casa dela com o Josh e ela falou 'Sysnyster Gates' ... — e ele desenrolou a falar sobre a Panther, que agora tinha um nome: Aimee — ... hoje ela vai com a gente no Silvera's!
– Fecho então puto — e continuamos a falar coisas aleatórias.
***
Estava sentado na mesa que ficava em uma área descoberta do segundo andar do bar, conversando sobre a turnê que começaria dali uma semana, e acalmando os ânimos do Arin, já que o baqueta estava ansioso pra caramba por causa do DVD. O menage tinha saído a poucos minutos alegando que ia pegar a Panther.
Não tínhamos bebido nada a mais que cerveja, porque todos queriam estar sóbrios pra encontrar com a garota.
O Johnny avisou que eles haviam chegado, apontando lá em baixo na rua. O Shadows arrastou a cadeira em direção a sacada, e os outros também se aproximaram de forma aleatória.
O Larry saiu do carro prata, e estacionado logo atrás dele, um Camaro SS Vinho, de onde saíram duas garotas. A Aimee saia do lado do motorista, e uma garota com os cabelos negros que logo percebi que era a amiga dela de ontem.
– Qual das duas é a Aimee? Santo Cristo... — o Shadows perguntou com a voz estridente dele.
– Ahn? Que? — Johnny ouviu o 'Cristo' e voltou dos seus devaneios.
– A loira que estava dirigindo — Gates respondeu prontamente.
– Eu gostei do carro — Arin comentou fazendo careta
E os caras começaram com a viadagem. Eu voltei pra minha cadeira, dei um gole na cerveja enquanto olhava para dentro no bar, esperando a hora que elas aparecessem. Logo estavam todos nos seus devidos lugares, 'comportados', assistindo as duas chegando perto da mesa. Na frente vinha a amiga morena e um pouco mais atrás dela a Panther.
– Olá garotos! — a Panther se pronunciou com um pequeno sorriso nos lábios quando chegou á mesa e o Larry foi puxando cadeira para as duas.
Notas finais
Espero vocês nos reviews. SERIO, comentem, a opinião de vocês vale ouro pra mim.
XERO :*
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