Gumball acordou com um barulho lá fora, tentou acordar Darwin, mas ele nem ligou. Pegou a lanterna e desceu e abriu a porta, não havia nada, somente um bilhete.

– Encontre – me amanhã na frente do colégio, venha sozinho. – ele leu – Parece de fonte confiável...

Ele tentou ver de quem era mais não havia nada além de uma mancha no verso. Jogou o bilhete em cima da mesa e subiu para o quarto. Acordou alegre no outro dia, procurou Darwin, mas aparentemente não havia ninguém em casa. Ele desceu para checar, todos estavam fora.

– Estranho... Mamãe nunca sai sem avisar...

Ele saiu para procurar, não havia ninguém na rua, apesar de ser meio dia, o carro não estava. Ele entrou e sentou-se, só então se lembrou de que tinha que encontrar alguém na escola.

Ele vestiu o suéter e foi correndo para escola, estava nublado, as ruas continuavam sem muita movimentação, até ele chegar á dois quarteirões da escola, mas havia algo estranho, todos estavam bravos e toda vez que ele olhava para alguém a pessoa disfarçava ou brigavam com ele.

Quando chegou á escola viu o carro da família estacionado numa fila enorme de muitos carros, como se todos os alunos estivessem lá dentro. Então uma grande chuva começou, a porta estava escancarada, ele entrou.

O ambiente estava estranho, a parede de troféus derrubada no chão, havia vidro quebrado por todo lado e ouvia se respirações no fim do corredor.

– Cara, parece que alguém resolveu redecorar a escola!

Ele foi andando até o fim do corredor, subiu as escadas, e viu a sala do Diretor Brown, ele abriu, e lá estava o diretor, com o pelo escuro e olhos vermelhos.

– Hu, hu, hu! Parece que o convidado especial chegou... – ele disse, sua voz estava sinistra

– Errr... Diretor Brown, o que faz aqui num sábado?

– Espere Watterson, me chame agora de Splyts...

Então uma mancha de tinta saiu de dentro do corpo dele, a mancha era azul e nos olhos se podia ver a raiva dele.

– Tá bem... Isso foi estranho... Acho que eu vou sair...

– Pra que a pressa Gumball? – ele disse com uma voz de gelar o sangue

Boberto entrou na frente da porta, seus olhos estavam grandes, ele estava no “Modo Escravo”.

– Deve se perguntar por que está aqui, estou certo? – ele perguntou

– É, estou sim. – respondeu Gumball

– Bem vou contar a minha história... – ele disse – Há trinta anos eu era somente um protótipo na mente genial de um cientista que criava tintas. Ele queria criar algo “vivo” que obedecesse a comandos específicos, e ele conseguiu...

Gumball estava tentando prestar a atenção mas não conseguia.

– Dá pra ser mais rápido? – perguntou

– Tudo bem... – ele respondeu – Era pra eu somente mudar de cor quando alguém pedisse, só que acidentalmente ele derrubou uma formula de absorção na mistura, e então eu fui respingado na parede para um teste e quando um dos homens me tocaram “absorvi” ele e descobri que podia controla-lo.

– Tá bem, me deixa ver se entendi, então você é um respingo de tinta? – ele perguntou curioso

– Não me interrompe! – ele gritou – Eu cansei de ser só um mero respingo de tinta e resolvi me tornar um vilão! Libertei meu resto e infestamos a cidade. Mas então um Watterson teve a ideia de me tirar do corpo do cientista e me secar na parede. E então eu jurei voltar um dia, e eu fiquei preso na parede dessa escola por todo esse tempo. Até fugir pelo vaso sanitário, agora eu quero vingança! E depois de te jogar na lava do lixão, vou dominar Elmore!

Gumball ficou tenso.

– Boberto, pegue Gumball Watterson!

Quando Boberto saiu da porta Gumball correu, ele entrou na sala da Srta. Simian, estava escuro, quando ele acendeu a luz viu Tina virada de costas, ela parecia ter mais escamas e espinhos minúsculos no rabo.

– Não pode se esconder Gumball, eu me multipliquei – ela disse com a mesma voz do Splyts

– Santo gato azul! – ele gritou – Ele pegou o corpo da Tina!

Não havia escapatória, Boberto estava chegando, e Tina também, ele viu a janela aberta. Saiu correndo e pulou. Caiu em cima do carro, mas não havia saída, ele conseguiu ver Masami e Carrie vindo também, então ele ouviu:

– Gumball, por aqui. – era Darwin falando

Ele seguiu estavam todos indo atrás deles, Nicole, Mr. Robinson, Leslie, Willian, Alan, e muitos outros. Os dois já estavam dentro da Floresta da Destruição quando se depararam com um penhasco, os “zumbis” chegavam perto, não havia escolha, tinham que pular. E foi o que fizeram.

Notas finais
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