Em um apartamento bem humilde na região Norte de BellHills, se encontra Lily Faye. Uma jovem moça loira e de cabelos curtos, cintura fina e com belas curvas e olhos azuis.

Ela acorda às 5 horas da manhã com seu despertador empoeirado. Tira suas roupas para o trabalho – uma camisa social feminina branca, uma saia que vai até o meio da cocha e bem justa azul-escuro, um salto alto fino e preto. Então ela se dirige ao banho que dura em média 10 minutos. Quando são 5 horas e 45 minutos ela já está pronta para sair.

Primeiramente ela sai de seu apartamento que fica no terceiro andar – o prédio tem três andares. Tenta várias vezes destrancar a fechadura enferrujada, até que consegue. Para trancar ela repete o mesmo processo. Logo em seguida caminha até a escada de madeira, muito mofada e a desce vagarosamente, com medo que ela caia.

Então vai até uma miniestação de metrô ali próxima, para pegar o metrô para ir ao centro da cidade, que é onde seu local de trabalho está. Durante sua viajem no metrô ela sempre se questiona o porquê de ter ido para aquela cidade. Todas as pessoas lá são fissuradas em dinheiro, e ela tem pouquíssimos amigos de verdade. Além de viver em um ambiente desconfortável.

Logo ela respira fundo, com vira em um livro de autoajuda. Solta o ar. Volta a se concentrar em chegar ao serviço.

Finalmente ela chega a um prédio enorme. Aproxima-se da entrada onde tem uma placa onde está escrito “Sparking”. Ela destranca a porta de vidro, entra e a tranca novamente. Uma enorme recepção ali está tudo extremamente limpo e organizado.

Então ela sobe para o ultimo andar. Enfrente a sala do chefe, no balcão, ela começa a se organizar como uma secretária.

Ela trabalha sozinha naquele lugar até às 7 horas da manhã onde ela fica até quando chega alguém. Quando dão 8 horas chega seu chefe todo sorridente, com um crachá escrito “Sr. Grey”. Então Lily se lembra do motivo de estar ali: o Senhor Grey. Não tem nada a ver com romance ou algo do tipo, mas seu chefe é uma pessoa extremamente caridosa, totalmente diferente das outras pessoas dessa cidade. Além disso, ele é gentil e um cavalheiro.

“Bom dia, senhorita Faye”, dizia o Sr. Grey sempre que chegava. “Como passou depois daquele acontecimento de sábado?”. Imediatamente ela se lembrou do homem que salvou a noite... Aquele cara também era diferente de todos daquela cidade. Ela se lembra de cada momento que ele agia.

“Passei muito bem” respondeu ela com uma expressão feliz.

Sua vida não era fácil. Ela sempre era a primeira a chegar e a ultima a sair. Além disso, seu salário mal dava pra pagar suas contas e o tratamento de sua irmã na sua cidade natal. As vezes mesmo sabendo que existiam pessoas boas naquela cidade, ela queria voltar pra sua cidade e tentar achar um emprego com um salário menor.

Por algum motivo o dinheiro da Sparking não rendia. Por isso o salário dos funcionários não era tão bom. Todos os supervisores que eram contratados para descobrir o motivo disso se demitiam logo em seguida. Outra parte do dinheiro era doada para instituições de caridade, hospitais que tratam de doenças terminais.

O que mais a pressionava era o fato de que ela era a única que o Sr. Grey poderia confiar. Caso ela saísse, pode ser que até o dinheiro de doações sumisse. A vida estava bem complicada.

Antes de ir embora, Grey comentou que tinha um plano para virar o jogo da empresa. Ele já havia dito isso várias vezes, mas será que dessa vez daria certo?

Sempre antes de pegar o caminho de casa, ela fazia um desvio ao Turn Place, onde olhava as estrelas. Dessa vez havia uma estrela cadente caindo. Sem pensar duas vezes ela fez um desejo: “Eu quero alguém que possa mudar minha vida”. Não era o que ela estava pensando em desejar, mas foi algo que saiu automaticamente.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.