The Adventure in Hogwarts

5 Capítulo V: Atrás de Rosa


Notas iniciais
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Vi Rose levantando do banco da mesa da Grifinória, onde por incrível que pareça ninguém notava sua ausência, até mesmo Rebecca estava muito ocupada com seu suco de abóbora e suas costeletas de carneiro, que alias estavam divinas. Mais a frente, Rosa passava pelo portão do Grande Salão, levantei do meu lugar as pressas para ir atrás, e pelo visto ninguém sentiu a minha saída da mesa. Após a saída do Grande Salão puxei minha varinha e fui pelo mesmo caminho que o dela. Ouvi o retrato do segundo andar se fechando, então corri até lá.

– Vocês estão autorizados a andar pelo castelo? O senhor não deveria estar no Grande Salão?

– Só abra a porta. – Eu respondi irritado

– Senha?

– Asnice.

A porta se abriu. O retrato dava no outro lado da escola, mais específico, no segundo andar da Torre do Relógio. Corri pelo grande corredor que tinha para as engrenagens do relógio, enquanto isso ouvia os passos de Rose no primeiro andar depois das escadas, saindo da torre. Fui direto para o vidro do relógio. Pelo vidro dava para ver a grande Lua branca, iluminado o pátio da Torre do Relógio, passando pela grande esfera branca, estava o rastro de magia negra, indo em direção a cabana do Hagrid e a Floresta Negra. No pátio, Rose estava passando pelo chafariz Rose usando magia para iluminar o caminho. Corri tanto para alcançá-la e consegui no final da ponte, já no conjunto de pedras. Mexi minha varinha e pronunciei:

– Expelliarmus.

A varinha dela voou de sua pra a minha em fração de segundo cortando seu feitiço. Ela ficou assustada, e depois com ódio.

– Vai chamar atenção. – falei antes de ela gritar comigo e chamar atenção

– Você tem razão. – Ela falou e eu devolvi sua varinha.

– Desculpe se te assustei – falei em um tom baixo – Mas, o que você pensa que esta fazendo? – falei com raiva.

– Tentando descobrir se há algo de errado, aquele tio de magia não é do bem, mas sim das trevas.

– Você acha mesmo que vai conseguir?

– Mais é claro, eu teria ficado quieta e continuando a seguir o rastro...

– Conjurando o feitiço? Você não conseguiria.

– Você tem razão, deveria ter avisado os professores.

– Eles não acreditariam. Agora vamos.

Olhamos para a direção da cabana de Hagrid. Quando olhamos para baixo vimos várias pessoas encapuzadas, entrando na floresta.

– Parece um tipo de rito, mais o que estão fazendo? – Sussurrou Rose.

–Não sei o que vamos fazer contar para o diretor?

– Você acha que ele vai acreditar em nós? Dois alunos do segundo ano viram Comensais da Morte fazendo rituais?

– É você tem razão. Mas precisamos saber o que está acontecendo.

Nós recuamos para trás da pedra pensando no que íamos fazer. Nos dois ficamos olhando um para cara um do outro pensando, então abri um sorriso que Rose não gostou.

– Não fui com esse sorriso.

– Me siga – falei.

Fui andando agachado ate as árvores da Floresta Negra, Rose logo atrás de mim, fomos descendo o morro até os Comensais da Morte estarem na nossa frente , ouvimos eles falarem:

– Terá que acontecer em breve, não temos tempo a perder.

– Minha filha, aquela sangue sujo, pode ser útil pra mim. Pelo menos ela vai servir para alguma coisa. – falou uma Comensal da Morte que todos os observavam

Barulhos vindos da ponte assustaram a nós e á eles. Um dos Comensais olhou lá pra cima e falou:

– Nos vemos daqui á uma semana. Até lá façam sua parte, e façam rápido.

Todos acenarão a cabeça e olharam para cima, quando vimos não estavam mais lá. Olhamos os lugares do barulho e tivemos uma surpresa, Tiago e Mary. Eles passaram por nós e não nos viram, subimos o morro e voltamos pelo caminho que fizemos. E o retrato na parede não parava de reclamar, assim que chegamos ao Grande Salão, o professor Lewis (diretor da escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts) estava terminando de falar e todos levantaram para ir para os salões comunais. Os monitores ainda estavam sentados com os alunos do primeiro ano. De vez esperarmos Lílian e Hugo, fomos logo para o salão comunal da Grifinória. Subimos para o sétimo andar e falamos com a mulher gorda:

– Rabo de unicórnio.

– PodEEEEEEEEEEEM ENTRAAAAAAR – gritou ela, tentando cantar.

Nossos tímpanos quase explodiram. A porta se abriu, entramos e sentamos no sofá até todos saírem, os alunos de 1° ano chegarão alguns minutos depois. Lilian e Hugo estavam sorrindo junto com seus amigos e estavam admirados com o novo lar deles. Depois de admirarem, vieram direto para nos Rose deu um abraço em Lílian e eu apertei a mão de Hugo, e depois ao contrario.

– Parabéns – eu falei

– Brigada Alvo – Falou Lílian

– Valeu – Hugo respondeu.

– Agora vão se deitar que vocês têm aula amanhã cedo! – disse Rose.

– Chata – disse Hugo.

Eles subiram e nós sentamos na cadeira em frente à lareira.

– O que acha que eles farão? – disse Rose inquieta.

– Sinceramente? Não sei.

Notas finais
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Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.