Notas iniciais
Desculpem desde já qualquer erro, espero que vocês curtam tanto quanto eu curti escrever pra vocês ♥

Posso afirmar que nenhuma outra sensação me fazia tão nervoso e tão feliz, aquela cena parecia estar grudada nos meus olhos, eu não conseguia olhar para nenhum outro lugar que não fosse aquele. O suor de Jane agora havia sido substituido pelas lágrimas singelas que rolavam constantemente dos seus olhos. Em seus braços, nossa filha, nossa menina.

Lilly descansava suavemente nos seus braços quentes quando eu finalmente fui autorizado a ver as duas novamente. Me aproximo da cama e percebo o sorriso de Jane crescer ao meu encontro. Impossível não sorrir de volta.

Por um momento nós dois apenas olhamos a recém nascida com adimiração, era a cena mais perfeita que eu já havia visto. Seus cabelos eram negros como o da Jane e o seu rosto fino. Quase uma réplica.

― Ela é linda ― é a única coisa que eu consigo dizer depois de depositar um beijo demorado nos lábios da Jane.

― Você conseguiu a sua princesinha ― ela diz com um sorriso enquanto observamos a respiração leve da nossa filha.

― Nós conseguimos ― deposito um beijo na testa da Jane e assim ela também o faz na cabeça da Lilly.

― Vamos , Kurt ― Jane fala mais divertida ― você sabe como segura-la. ― ela diz com um sorriso enquanto estende o pequeno corpo até mim.

Eu nunca poderia prever que um ser tão pequeno poderia ser tão lindo, seu peso era quase imperceptível à mim, mas eu o sentia. Eu sentia como se fosse o maior peso que eu já havia carregado, uma das maiores responsabilidades que eu havia assumido, acima de todas as coisas, a maior prova de felicidade que eu havia sido apresentado. Sinto uma lágrima queimar o meu rosto quando menos espero. Ver meus filhos e de Jane sempre me emocionava de um jeito inexplicável, eu não me cansava.

Jane também me olha emocionada, haviamos esperado esse dia por todos os meses desde que descobrimos. E agora ela estava alí, dormindo em meus braços.

― Ela é idêntica a você ― eu digo sinceramente com um sorriso no rosto.

― Você já viu os olhos da sua filha, Weller? ― ela fala num tom provocativo e o sorriso cresce cada vez mais no meu rosto. Ela tem olhos azuis?

― Parece que ela quer apenas descansar agora ― digo alisando seu narizinho.

― Ela com certeza deve estar cansada ― Jane concorda — vida dura demais.

Sorrimos juntos e percebo Lilly se mexer no meu colo. Ela estica seu bracinho e atinge meu rosto, quase como um soco. ― sua mãe também me socou uma vez, sabia? ― sussurro pra ela sabendo que Jane iria escutar e percebo ela sorriso.

― Mas hey, eu tenho minha defesa! ― ela exclama divetida.

Passo o polegar suavemente repetidas vezes pela sua bochecha e percebo um sorriso crescer no seu rosto, um enorme sorriso. Mas ainda sem abrir os olhos.

― Ela não vai resistir ao meu carinho ― falo ambioso em tentar acorda-la.

― Ela é uma Weller ― Jane lembra ― não é do tipo que se entrega fácil.

― Faz sentido ― sorrio e percebo a Lilly bocejar. ― por que você sente tanto sono, baby? ― pergunto com um tom de lamentação.

― Daqui a algumas semanas você vai estar implorando para que ela durma, você sabe ― Jane diz sorrindo e eu afirmo com a cabeça.

― Mas agora eu preciso ver os olhinhos dela. ― digo decidido.

Desisto de tentar acorda-la quando ela se estica e agarra meu dedo mindinho, aparentemente voltando a dormir. Eu não teria a ousadia de atrapalhar o seu tão em paz, sono.

Se passa algum tempo e eu sento ao lado da cama ainda com Lilly no meu colo. Ao meu lado, Jane tira seu descanso merecido.

Percebo um barulho suave soar pela sala e olho para porta. Patterson, Tasha e Sarah entram no quarto, acompanhado de balões rosa e cada uma com um presente em mãos. E um sorriso bobo no rosto.

― Irmãzinha! ― a voz do Anthon ecoa por todo quarto enquanto ele corre ao meu encontro, acordando Jane.

― Calma, filho ― falo tentando acalmar a criança de 4 quatro anos que agora pula ao meu lado encantado com a nova membro da família.

― Tony… ― Jane chama suavemente enquanto se ajeita na cama, o garoto logo a encara com atenção. ― você não vai falar comigo? ― ela fala ainda mais suavemente e ele rapidamente acena com a cabeça, ganhando um sorriso da Jane.

Coloco Lilly no berço ao lado da cama da Jane e elevo o Anthon até que ele fique na altura de Jane. O garoto logo envolve os braços no pescoço da mãe e dá um abraço forte. ― eu te amo muito, mamãe ― ele diz acompanhado de um beijo demorado em sua bochecha.

― Eu também amo muito você, meu amor ― Jane retribui com lágrimas nos olhos.

Lilly se mexe no berço e Jane a pega, trazendo para o seu colo. Nesse momento somos eu e Anthon encantados com a destreza que Jane acalma a bebê rapidamente.

Ele fica em pé na cama e volta para o meu colo, sussurrando no meu ouvido um rápido Eu te amo também, papai. Retribuo e beijo seu rosto.

Perdemos a noção do tempo e só nos demos conta do quanto se passou quando as meninas voltam do banheiro e voam sobre Lilly fazendo barulhinhos indecifráveis.

― Ah meu Deus, olhem só! ― Sarah fala e as 3 gemem, Jane sorri como sempre.

Percebo Anthon se esforçar para ver o que está acontecendo. Falho. ― você também está curioso? ― Ele concorda com a cabeça e sussurra quase inaldível ― Sim.

Sorrio e vou com ele até perto de todas. Os olhos da criança parecem brilhar ao ver o pequeno ser a sua frente. Meus olhos brilham ao ver a Lilly de olhos abertos e sorrindo na minha frente..

― Você vê, Anthony? ― Tasha começa ― sua irmãzinha que você tanto queria.

Anthon se agarra ao meu pecoço e sorri ― ela é igualzinha a mamãe! ― ele exalta e todos rimos. Como se ele fosse diferente da Jane. Seus cabelos castanhos claro eram a única diferença.

Sinto suas mãos no meu rosto me tirarem dos pensamentos ― ela tem os seus olhos, papai ― ele diz orgulhoso ― como eu tenho os da mamãe! ― ele sorri animado com a percepção e todos rimos juntos.

Tasha estende a mão e o retira do meu colo ― Suponho que o seu pai ainda não tenha visto de perto esses olhinhos, Anthony. ― ela diz e eu afirmo com a cabeça.

― Ela não queria acordar ― Jane diz sorrindo enquanto me aproximo para pegar a Lilly e ver mais de perto o que todos já tinham visto.

Parece até que tem um mar inteiro dentro dos seus olhos. Eles são grandes como o da Jane e azuis como o meu. Fico a encarando e ela me olhando de volta. ― seus olhinhos são lindos, baby ― digo encantado.

― Weller! ― Patterson me chama e só então eu percebo que passei bastante tempo olhando a Lilly.

― Sou eu ― digo a encarando enquanto brinco a pequena mão enrolada novamente ao meu dedo.

― Eu perguntei se já podiamos finalmente saber o nome dela ― Tasha fala apressada e Sarah concorda.

Encaro a Jane e leio seu olhar me dizer que já está na hora de divulgar o nome.

― Sim, vocês já podem saber ― eu digo com um sorriso.

Patterson se apressa em pegar o celular ― Espera, eu vou filmar esse momento ― ela diz apontando a camera pra mim, Jane e Lilly ― não posso deixar escapar como foi com o Anthony. ― ela finaliza fazendo um sinal com a mão para que comecemos.

― Vamos logo com isso, o Anthony está ansioso ― Tasha diz tentando esconder sua ansiedade por trás da criança e todos sorrimos. Ela retira o celular do bolso e começa uma chamada de vídeo com Reade e Borden, que estão na sala de espera ― eles vão dizer o nome, rapazes ― ela anuncia ― se preparem aí.

Eles sorriem e dá pra perceber a dificuldade dos dois para se encaixarem no alcançe da câmera ― 9 meses de espera, vamos logo — Borden fala e Reade concorda.

― Pessoal... ― Jane começa ― apresentamos oficialmente a vocês... ― ela faz uma pausa e eu sorrio da sua provocação. ― a nova FBI Baby Agent, Lilly Doe-Weller!

Por um momento nenhum deles esboça uma reação, esse momento dura muito pouco por que a Tasha suspende um pouco o Anthon e então diz alto ― viva à Lilly!

Todos repetem e eu dou um beijo demorado na Jane, deixando a Lilly entre nós dois ― viva à Lilly! ― sussurramos juntos e sorrimos.

― ECA! ― Anthon fala e Sarah tapa os seus olhos.

― Eu não quero que o meu sobrinho cresça traumatizado, Jeller ― ela diz e todos rimos.

― Ainda Jeller? ― Jane pergunta forjando um ar cansado.

― Claro que sim! ― Patterson diz indo até mim e estendendo o braço para pegar a Lilly. ― nosso melhor casal.

Sorrimos todos juntos e a voz suave do Anthon nos interrompe ― o que je...jeller, Tia Tasha? ― ele pergunta intrigado e sorrimos ainda mais com a forma que ele pronuncia.

― É a junção do nome da sua mãe e o sobrenome do seu pai, pinguim ― ela diz mexendo no nariz dele.

― Mas por que? ― ele pergunta ainda mais intrigado.

―Também me pergunto até hoje, meu amor ― Jane fala.

― Eu também nunca consegui entender, Anthony ― Reade fala sorrindo e Borden concorda.

― Por que fica mais fácil chamar os dois assim, Tony ― Sarah explica ― menos tempo, entendeu?

―Não ― ele diz depois de um tempo e dá um sorriso tímido.

― Eu também não entendo ― digo a ele ― e já fazem 5 anos que inventaram isso.

― Você já deveria ter entendido, Weller ― Patterson diz enquanto sorri pra Lilly em seu colo, roubando o celular da mão de Tasha e mostrando a Lilly aos meninos.

― Já deveria ter entendido ― Tasha diz.

― Realmente, deveria ― Sarah completa.

― Okay, já chega ― digo sorrindo.

Conversamos sobre diversas coisas, desde a gravidez de Jane até coisas que o Anthon não poderia ouvir, mas ouviu, e como sempre perguntou, mesmo que ele não entendesse, ele queria saber. Era maravilhoso ver todos ali, ver meus filhos e a Jane, minha irmã, meus amigos. Por um momento eu apenas paro e observo como eu desejava essa vida e agora a tenho.

― Eles não deixaram o Tio Reade e o Tio Borden entrar, papai ― o garoto explica, chamando minha atenção e Patterson vira o celular para que Borden e Reade também possa ver a cena ― eles disseram que só “Anthony e Weller de homens” ― ela fala cheio de orgulho e eu o coloco sentado no meu colo.

― Só eu e você de homens― eu concordo com ele e todos riem.

― Isso foi ligeiramente ofensivo — Borden diz rindo e todos rimos juntos.

― Mudando rapidamente de assunto ― Sarah começa ― vocês já escolheram os padrinhos dela? ― ela pergunta curiosa, depois de meses insistindo para saber.

― Como você e Reade já são do Tony ― Jane explica ― e de quebra a Tasha… ― todos rimos lembrando do dia que a Tasha se auto intitulou madrinha do primeiro Baby Jeller.

― Pensamos que é a vez da Patt e do Borden ― Jane fala e Patterson rapidamente nos encara, surpresa. ― vocês aceitam?

― É claro que eu aceito! ― ela excalma ― quer dizer… nós aceitamos. ― ela explica.

― Você toma as decisões pelo Borden? ― Tasha pergunta.

Borden gargalha e deixa a Patterson lidar com essa pergunta.

― Sim… não…― Patterson se complica e rimos ― nem sempre, mas ele não iria recusar um pedido como esse. ― ela diz, se explicando ― não é, Robert?

― Claro que eu não recusaria um pedido vindo da mais alta patente do FBI ― ele diz e todos rimos ― serei padrinho dela com toda honra ― a forma cordial do Borden sempre foi de invejar muitas pessoas, e ele teve um papel muito importante nessa gravidez, por que de alguma forma, Jane estava mais insegura dessa vez.

Conversamos mais um pouco e as meninas começam a tirar diversas fotos da Lilly, eu nunca vou entender por que elas precisam de tantas, mas elas precisam e quem sou eu para impedir.

Reade precisava pegar o Sawyer e o Arthur na escola, então ele teve que ir. Já Borden tinha uma consulta que ele precisava comparecer… Patterson provavelmente está uma fera com ele por causa disso.

― O que são os presentes? ― Jane pergunta esticando a cabeça para tentar ver as caixas que estão em cima da bancada.

― Os presentes! ― Anthon exalta e corre do meu colo, automaticamente indo agarrar a pequena caixa que ele estava na mão quando entrou no quarto.

― Calma, Pinguim. ― Tasha diz ― vamos esperar todos irem e aí você entrega o seu à Lilly, okay?

― Mas eu queria ir primeiro, Tia Tasha ― ele lamenta cabisbaixo e todos observamos como Tasha vai lidar com isso.

― Mas eu vou lhe contar um segredo ― ela levanta o rosto dele ― o melhor sempre fica por último ― ela lhe dá um sorriso. Sem retribuição.

― Eu não quero ser o melhor ― ele continua lamentando ― eu só quero ir primeiro.

― Vamos fazer assim ― Jane interrompe. ― você entrega primeiro e depois elas entregam, certo? ― Anthon abre um sorriso imediato.

― Titia Sarah e eu não nos importamos em ceder nossa vez pra você, Anthony ― Patterson diz e Sarah concorda. ― e você, Tia Tasha?

― Por mim tudo bem ― Tash diz e o sorriso do Anthon aumenta.

― Então lá vai eu ― ele diz enquanto caminha pra perto da cama de Jane e Patterson o coloca sentado lá.

― A titia me ajudou a achar uma coisa pra você Lilly, ― ele fala olhando pra irmã que está dormindo calmamente no berço. ― mas eu queria trazer uma coisa que te protegesse de todo mal. ― ele dá enfase ao todo e eu e Jane nos encaramos. Não faziamos ideia o que ele iria tirar da caixa. Tinhamos saído para as últimas compras e ele não tinha pedido que eu comprasse nada.

― Isso aqui ― ele abre a caixa e logo percebemos o que é. Impossível não reconhecer ― é pra você ― ele coloca suavemente ao lado dela. ― eu ganhei esse pinguim do papai quando eu era bem pequenininho como você ― ele fala ― ele me ajudou muito quando eu fiquei com medo da chuva. ― ele lembra e lágrimas parecem que vão saltar dos meu olhos. As de Jane já escorrem livremente. ― o nome dele é Rogers, mas você pode chamar ele como quiser, ele é seu. ― o pequeno finaliza com firmeza.

― Agora quando você sentir medo, ele não vai te deixar sentir medo. ― ele tenta explicar e gagueja ― eu ouvi o papai dizer pra mamãe, que não importava o que acontecesse, ele sempre ficaria ao lado dela e ao nosso lado ― provavelmente foi quando a Jane estava tendo uma crise de pânico, apenas algumas semanas atrás ― o nosso papai não vai nos deixar, nem eu vou deixar você, irmãzinha ― ele se inclina para depositar um beijo na cabeça da Lilly.

Todos nós ficamos emocionados, a sua inocência era linda, era lindo ver a forma que ele estava protegendo a irmã. De alguma forma ele era extremamente parecido comigo e com a Jane nesse sentido, seu instinto protetor era o que o dominava. E não poderia ser diferente.

― Os Wellers e o seu dom de falar bem ― Patterson diz claramente emocionada com as palavras do Anthon ― esses genes de vocês dois....

Todos rimos e a Tasha fala ― foi como o pedido de casamento, o anuncio da primeira gravidez… ― ela lembra ― eles tem uma boa forma de falar ― ela funga para não deixar transparecer que estava chorando ― esses Wellers….

― Isso foi lindo, Anthon ― eu digo dando um beijo no topo da sua cabeça.

― Foi muito gentil, filho ― a Jane diz depois de se recuperar da cena que tinha acabado de vivenciar.

― Os meus sobrinhos... ― Sarah começa ― são os melhores, eu sei que eu sou demais ― ela diz e todos rimos.

― Os meus também ― eu digo em defesa ― ou você esquece que eu e Jane ensinamos o Arthur a dizer que queria ir no banheiro? ― todos no quarto gargalham.

O Arthur tinha quase 3 anos, era esperto, mais até do que o Sawyer quando tinha sua idade. Mas ele realmente não poderia ficar usando fraldas para sempre, certo?

― Isso foi de grande ajuda, pessoal ― Sarah diz rindo ― eu e o Reade agradecemos.

Todos rimos e as meninas começam a entregar os presentes, a Tasha trouxe alguns conjuntinhos de roupas, de algodão e bordados a mão… quando se é Agente do FBI e pai, sabemos dessas coisas apenas com o olhar.

Já Patterson trouxe o famoso pijama FBI Baby Agent, ele era rosa claro e tinha um grande zíper no meio, era fechadinho nos pés e nas mãos. Na parte de trás, entre as homoplatas, havia um “Baby Agent FBI”, assim como o meu nome nas costas da Jane. Anthony também tinha um igual, a única diferença é que era azul.

Sarah trouxe uma pulseirinha, havia sido dela quando bebê. Era dourada e com diversos pingentezinhos de estrela. Eu posso lembrar vagamente do meu pai dando isso a ela, ainda na maternidade.

Eu só podia pensar que estava no céu, depois de tudo que nós passamos, essa era a nossa família, nossa grande família. E como toda família é, nós nos amavamos muito e sempre estavamos lá para apoiar uns aos outros. Mais uma vez naquele dia, me encontro encarando todos e sorrindo bobo.

― Então Patterson… ― a voz de Tasha interrompe meus pensamentos ― soube por aí que a próxima reunião de família será no seu casamento….

― Lá vem você com esse assunto, Tasha ― Patterson fala ficando vermelha e todos rimos.

― Você quer casar, eu vejo nos seus olhos ― Tasha diz provocativa ― você precisa pressionar o Borden, homens não fazem nada sem um pouco de pressão.

― Eu estou aqui, Tasha ― aviso e ela sorri pra mim.

― O Kurt é diferente, Jane? ― ela diz e Jane acena negativamente com a cabeça, rindo.

― Viu? ― dou uma risada e ela continua ― o Borden já fez o pedido, certo? Só falta a cerimônia. ― ela completa.

― Nós queremos fazer algumas coisas antes de casar, Tash… ― Patterson diz.

― Um bebê? ― ela diz e todos gargalhamos.

― Entre outras coisas… ― Patterson fala um pouco vermelha.

― Outro bebê? ― Anthon pergunta animado e Jane desconversa.

― É só brincadeira da sua Tia Tasha, meu amor ― ela diz rindo.

― Não é brincadeira não ― Tasha sussurra e Patterson dá um murrinho no seu ombro.

É nesse clima que que eu me perco novamente, em meio as provocações e brincadeiras, eu e Jane nos encaramos e sorrimos um pro outro, nossa filha descansa calmamente.

― Eu disse que você seria um bom pai ― ela me fala suavemente, separando um momento só nosso.

― Eu sou o pai perfeito para os seus filhos, Jane ― eu digo e ela sorri ― para os nosso filhos.

Notas finais
Eai, gente? Críticas, pensamentos e o que vocês acharam? estou doida pra saber, então deixem aí nos comentários :) ♥
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!