That Marauder
2 That Marauder
Notas iniciais
POV Dorcas
A parede, ficou repentinamente interessante durante a aula de História da Magia. Por que até mesmo, o que não fica interessante durante essa aula? Ah, própria aula, é claro. Recebi um bilhete de Lene, que se sentava ao meu lado.
Tédio? — MM
Yes — DM
Respondi o bilhete da criatura do Sirius Black. Não sei como, mas o pergaminho passou pra Lils,
Somos três, encontrei minhas irmãs gêmeas — LE
Vou inventar uma desculpa esfarrapada, pra ir fazer alguma coisa — DM
Eu não posso, tenho que prestar atenção na aula — LE
E eu também não, por que a Lily iria me segurar. — MM
Então vou lá — DM
Cuidado, Dorquitchas! Talvez encontre um lobo mau no passeio — LE
Depois que começou a namorar com o Jay, ficou tão poluída. — MM
Calem a mão. Isso é inveja do meu glamour, já que a Lily tem um viado e a Lene um cachorro — DM
Viado, não. Cervo! — LE
Liga não, Lily. A Dorcas nem namorado tem. — MM
Magoou. — DM
Deixei o papel com Lene, pra ela continuar o bate papo e ergui minha mão no alto. Logo o professor viu:
– Sim, Srta.Meadowes? — perguntou Bins.
– Posso ir banheiro? — respondi com outra pergunta.
– Não demore. — diz ele
Chego ao pé do ouvido dele e sussurro "Estou com diarreia".
– Demore o tempo que quiser.
– Obrigado. — agradeço
Vejo o olhar de Remus sobre mim. Finjo que não ligo, mas não tem como ele saber que minhas entranhas dançam conga acirrada. Saio da sala, e caminho pelos corredores de Hogwarts. O jardim, o lago, tudo. Sem esquecer de pensar que os 6 melhores anos da minha vida foram aqui. E eu ainda tinha mais um pra curtir. Passou muito rápido. Foi aqui que conheci, amigos... e paixões. E falando nisso por que minha paixão atual está do meu lado?
– Remus, o que faz aqui? — pergunto assustada
– Te assustei? — nego com a cabeça — Eu falei que estava com vontade de vomitar, e o professor me liberou da aula.
– Eu sei que é espirito dos Marotos mentirem, mas você? — pergunto com um riso.
– E é por isso que eu sou um maroto. — ele responde.
Ficamos em silêncio por alguns segundos, mas partimos a olhar um nos olhos do outro. E isso fez com que nos aproximasse. Eu estava presa nos seus olhos castanhos, e não conseguia fazer nada além de aproximar. Seu hálito bateu contra meu rosto. Conseguia ouvir sua respiração. Ele cortou a distância e selou nossos lábios. Nos beijamos intensamente. Assim que sua língua encostou com a minha dei logo permissão, e ele explorou cantos nunca explorados antes. Minhas mãos se enlaçaram no pescoço dele. E as mãos deles prenderam minha cintura. Passei minhas mãos pelos seus cabelos castanhos claros. Assim que suas mãos foram pra minha coxa, não hesitei em enlaçar minhas pernas na cintura dele. Inconscientemente fomos — sem interromper o beijo — até o sétimo andar. Tenho certeza de quem via a gente no caminho pensava num "finalmente", mas preferiram se expressar com risadinhas. Paramos em frente ao corredor vazio da Sala Precisa, a qual interrompemos o beijo.
Remus fechou os olhos, e pareceu pensar por um momento, quando a grande porta de carvalho, apareceu e nós entramos.
Eu ia perder minha virgindade! YUUP! A sala estava decorada com uma cama branca ao centro, com velas espalhadas pelo lugar, e tinha a iluminação avermelhada. Ele me pegou no colo, e voltamos a nos beijar ferozmente. Ele pôs as mãos em meus seio.
Remus me deitou em minha cama, ainda com as mãos sobre meus seios, apertando seus bicos rijos. Mordi os lábios tentando a todo custo ser silenciosa. Peguei sua ereção semi formada por cima de seus jeans e seus lábios colaram-se aos seus. Gememos juntos quando nossas línguas se entrelaçaram. Porra, Remus beija bem que é o inferno. Seu beijo me deixou ainda mais molhada e suas mãos quentes em meus seios, torturando-me maleficamente. Desabotoei sem nenhum cuidado sua camisa, impecavelmente passada, expondo seu tronco perfeitamente esculpido. Minhas unhas deslizaram em seu peito e seus dedos acharam o cós de minha calça arrancando-a junto com a calcinha.
– Não grite.
– E porque eu.. OH MERLIN!
Soltei um grito estrangulado quando três dedos entraram em mim sem aviso.
– Não! Não pare. — digo gemendo, quando vejo ele olhando pra mim com preocupação.
Seus movimentos frenéticos e alucinantes me fazem ver estrelas. Seu polegar massageia meu clitóris, enquanto minhas costas são arqueadas para trás. Olho para o moreno me masturbando e vejo sua concentração. Seus olhos estão fixos em algum ponto de meu sexo, e eu só consigo se é que é possível ficar ainda mais excitada por seu olhar faminto. Percebo que ele não faz isso apenas para me agradar, Remus se satisfaz me dando prazer e eu gosto disso. Gosto mais do que deveria.
– Venha Dorcas. Goze. Agora — ele rosnou.
Como se eu tivesse esperando apenas a sua ordem, eu gozei forte, chamando seu nome. Não tive tempo de me recompor e lá estava ele, liberando meu novo brinquedo predileto. Seu pênis ganhou vida, fora da boxer preta.
Ele sorriu, um de seus mil sorrisos. Notei isso também. Que gosto do sorriso de Remus Lupin. Independente de ser um sorriso irônico, como esse, ou seu sorriso preguiçoso, ou aquele sorrisinho arrogante quando ele sabe que vai ganhar a batalha, ou simplesmente quando ele sorri, como se não fossemos capaz de matar um ao outro.
– Onde você o quer?
Foda. Ele é tão sexy.
– Eu realmente gostaria de brincar, mas levando em consideração que eu vou ter que voltar pra sala...
– Você fala muito, garota.
Com toda sua agilidade, Remus subiu sobre mim, enterrando seu membro em meu interior, fazendo-me morder seu ombro — Merda Lupin!
– Gosta assim?- ele rugiu — Porque é assim que eu irei te comer até você gozar. — era impressão minha ou seus olhos estavam muito escuros?
– Ah sim. Isso é tão bom.
Sua frequência não se altera, esse homem é uma maquina de fazer sexo. Cravo os dentes em seu ombro outra vez, mais forte que antes e ele me olha intensamente.
– Isso te incomoda? — questiono trêmula.
– Me excita — ele responde rouco.
Sinto meu sexo de encharcar, após sua sentença e fecho os olhos esperando pelo próximo orgasmo. Remus murmura palavras sujas e agarra meus cabelos, antes que eu atinja o clímax.
– O que você quer, Meadowes?
– Que você me faça gozar — respondo imediatamente, encarando seus castanhos.
– Está sentindo isso? Meu pau entrando fundo em você, enquanto minhas bolas batem em sua bunda?
– Deus, sim. Assim...assim.
– Você faz ideia do quanto é quente? Eu poderia fazer isso o dia todo, Dorcas. Você me deixa louco. Insano.
– REMUS! OHHH!
– Goze para mim!
E eu gozei. Outra vez, forte e alucinada. Remus não demorou muito para desabar ao meu lado. Sua respiração pesada está sincronizada com a minha.
Após minha respiração deixar de ser ofegante, lembrei de cada instante do que fizemos ali. Coloquei a minha cabeça sobre seu peito nu, e ele me deu um beijo na cabeça, e depois abraçou meu corpo. Peguei a minha blusa social branca de Hogwarts e vesti, por que eu estava com um pouco de frio. Ao coloca-la novamente, voltamos a mesma posição. Minha cabeça em seu peito, e ele me abraçando. Ele apoiou seu queixo na minha cabeça.
– Eu te amo, pequena. — diz rouco.
– Eu também te amo, lobinho. — respondo
E eu tinha certeza dos meus sentimentos.
Eu era apaixonada por esse lobisomem.
Mas me diga, tem como não amar Aquele Maroto?
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