Notas iniciais
Hey! Tudo bem com vocês? To me drogando... brinks minha droga é você, Ahhh ~eu desmaiando pelo Ronnie~ Toma o martelinho da juíza gato! Seja mais divo, que eu te encontro, jogo na parede e te obrigo a me chamar de lagartixa. Tá foi muito, mas tem problema não, eu acho.... Enfim! Eu votei pra vocês seu gatosos e gatosas, mais doida do que nunca com ideias maléficas, todo fim de semana eu tento arrancar alguma coisa da Cel, mas não adianta então, cá estou com mais um capítulo quentinho feito ao som de The Drug In Me Is You, gritando pakas e minha mãe falando “CALA ESSA BOCA! EU QUERO DORMIR!” Mais eu to pulando, dançando e digitando, porque eu não me seguro ouvindo essa música. Vai lá me julguem, quando terminarem leiam o capítulo e nos vemos lá em baixo. I felt the darkness as it tried to pull me down! Ahhh ~desmaia~

– Thalia está em casa? – a voz masculina perguntou do lado de fora.

– Fudeu – sussurrei arregalando os olhos reconhecendo “a voz”.

Nico levantou correndo, me deu um beijo e pegando as roupas jogadas saiu para o corredor rapidamente, me abençoei eternamente por não arrumar meu apartamento a tempo suficiente pra um de meus roupões estar jogado em uma das cadeiras de jantar. Dei uma leve arrumada no cabelo e comecei a bolar uma mentira na cabeça.

– Thalia! – chamou de novo dando mais uma batida na porta.

– Estou indo – falei alto indo abrir a porta.

Abri a porta e lá estava ele. Flores na mão direita, sorriso fofo, olhos azuis brilhantes, ninguém mais ninguém menos que meu pai com roupas de trabalho.

– Thalia querida – ele disse entrando.

– Oi – falei forçando um sorriso.

– Eu dei uma passadinha na empresa, mas como já estava quase no meu horário de almoço – automaticamente olhei para o meu relógio. 11:45 – decidi voltar, e na porta eu vi que haviam montado uma floricultura defronte e decidi comprar flores pra minha querida filhas.

– Oh obrigada – falei enquanto ele me entregava o buque de rosas vermelhas.

– Querida desculpe-me atrapalhar seu sono – ele se desculpou.

Era uma boa desculpa eu estava apenas de roupão, com os cabelos bagunçadas, descalça e provavelmente suada, o que poderia se passar aos olhos de meu pai por um pesadelo que ele teria atrapalhado, ótimo!

– Não tem importância – sorri com a brilhante ideia formada.

– Que bom, eu me preocupei – ele disse, me senti um pouco mal em mentir pra ele.

– Será que se importa se eu me trocar? – perguntei indicando o roupão.

– Não, não – ele disse se sentando.

– Fique à vontade – sorri e me virei para o corredor tirando ele.

Fui direto pro meu quarto, Nico estava lá colocando a sua última peça de roupa, peguei as roupas intimas e as coloquei.

– Vou tentar sair de fininho – Nico disse.

– Acha que consegue? – perguntei colocando o short.

– Eu sempre consigo – ele afirmou e eu assenti colocando a regata.

– Vou tentar distrai-lo e você sai – falei.

– Tudo bem – ele confirmou.

– Você fica no corredor enquanto eu levo ele pra cozinha, qualquer erro eu e você corremos como nunca corremos na vida – contei meu plano genial passando a escova nos meus cabelos.

– Está bem – ele concordou me roubando um selinho.

Eu sorri pra ele, calcei meus tênis, prendi o cabelo em um rabo alto e voltei para a sala, meu pai já havia se levantado e estava observando as fotos que estavam em frente à TV. Quando escutou meus passos se virou com um sorriso terno.

– Vocês dois mudaram tanto – ele disse e eu vi uma foto minha e de Jason.

– Crescemos – o corrigi.

– E muito – ele disse.

– Venha vou fazer um café pra nós dois – falei e nós seguimos para a cozinha.

– Ah, eu me lembro de quando vocês eram pequenos... – meu pai começou a contar histórias e mais histórias. Quando terminei o café peguei uma xicara para o meu pai e uma para mim, nos servi e fiquei na bancada esperando Nico passar.

Como a sorte nunca está ao meu favor no exato momento em que Nico tentava passar despercebido Zeus olhou para trás e arregalou os olhos. Nico olhou para mim e eu olhei para Nico o pensamentos de nós dois eram os mesmos: Corre!

E foi isso que fizemos, ambos corremos como nunca, em certo momento Nico agarrou minha mão e tomamos a escada correndo.

– Se morrermos lembre-se: Minha droga é você Nico disse e eu assenti.

Correr já não bastava, quando chegamos lá em baixo, percebi que não estava com chave de nenhum carro, ele também não, então voltamos a correr, até encontrarmos um beco com duas portas e entraram na da direita a batendo logo em seguida.

– Hylla eu já disse pra você não bater a porra dessa porta – gritou uma garota aparecendo e olhando para eles – você não são a Hylla.

– Quem é Hylla? – Nico perguntou.

– Você invadiram minha casa! – a morena gritou.

– Estamos fugindo do meu pai – a corrigi.

– Seu pai é da polícia? – a garota perguntou, não deveria ter mais que 16 anos.

– Não – respondi.

– FBI? – ela tentou.

– Não – respondi.

– CIA? – ela tentou novamente.

– Não! Ele é empresário e digamos que fiz a beldade de chamar esse aqui de broxante na frente dele, e logo depois ele aparecer na minha casa – falei.

– Se deu mal – a garota disse e me olhou maliciosa – ele é mesmo broxante? Porque não parece.

– Eu não sou “broxante” – Nico alegou

– Não – respondi ignorando Nico.

– Quantos “gominhos” – ela perguntou.

– Quatro em uma máquina 3000 volts de lavar roupa – falei e ela sorriu maliciosa enquanto Nico fazia cara de loading.

– Mas ai, deixo vocês ficarem, mas lá em cima – a garota indicou já andando na frente – alias meu nome é Reyna

– Thalia e Nico – respondi puxando um Nico com um loading estampado na testa.

– Desde quando eu tenho uma máquina de lavar? – ele perguntou para si mesmo.

Ninguém respondeu, apenas seguimos Reyna que subia as escadas que vi darem no saguão de um hotel.

– Mora aqui – perguntei.

– Quarto andar, lá em baixo é um esconderijo meu e de Hylla, nossa mãe é a dona daqui – ela respondeu.

– Hylla é....? – perguntei.

– Minha irmã – ela respondeu

– Ainda não entendi o negócio de lavar roupa – Nico falou repentinamente.

– Ah, já chega – falei e levantei a camisa dele – é disso que estávamos falando inteligência! Entendeu?

– Pervertidas! – ele exclamou e nos duas rimos olhando uma pra outra.

– Gostoso! – eu respondi.

– Vela! – Reyna exclamou e nós três rimos.

– Atá, até parece – disse uma garota ruiva passando indo para a recepção – cala essa sua boca suja pra falar do meu pai... ELE É MEU PAI SIM DESGRAÇADO, EU NÃO MANDEI VOCÊ E A VADIA QUE UM DIA EU CHAMEI DE MÃE ME MANDAREM PRA AMÉRICA! ... EU TINHA SEIS ANOS!

– Ela parece estressada – comentei e os outros dois assentiram.

– Até parece! ... Escuta aqui você, eu estou aqui a doze anos, tenho uma vida calma e relaxante por aqui. Emprego amigos. Eu NÃO vou voltar pra Europa... – a ruiva estava realmente estressada gritava para o pobre celular – VOCÊ NÃO É MEU PAI! EU NÃO VOU TE OBEDECER! ... Foda-se o seu dinheiro confio em meu talento pra sobreviver... Está vendo!? Nem sabe o que eu faço da vida! Quer saber? Tchau, não me ligue nunca mais, e tenha um péssimo dia!

A ruiva atirou o celular no chão com uma raiva incrível que ele se espatifou em vários pedaços, ela não pareceu se importar porque virou para a recepcionista com um sorriso amigável.

– Um quarto – ela pediu e a mulher começou a digitar.

– Bipolar – Reyna comentou ao meu lado.

– Nome? – a recepcionista perguntou.

– Ártemis di Lunna – ela respondeu e só me sobrou um pensamento: Fudeu.

Notas finais
E aí? Alguém tem alguma ideia do que que a Thalia pode ter feito para Ártemis? Sejam criativos amores... os comentários eram 111 multipliquei por 6 dá quanto? Brincadeira! Acham que mereço rewiews? Também aceito recomendações. Que tal tiros na testa? Declarações de amor? Planos para dominar o mundo? Talvez planos terroristas? Bombas nuclares? Convulsões no teclado? Piadinha toc toc? Tchau! Ps: Foi mal hentai só no próximo ~ Beijos com gostinho de Douglas Booth porque meu Zeus que homem é aquele!?