Thalico - Serial Killer
20 Back In Black
Notas iniciais
No fim de semana resolvi levar Nico ao Central Park. Pensei que ele precisasse de ar puro e que lugar melhor que um parque rodeado de árvores, piqueniques casais felizes e crianças irritantes? Exatamente, todos. Mas naquele momento não parecia importante.
Estávamos olhando para o céu deitados numa toalha xadrez com uma cesta ao lado de minha cabeça. Típico de filme hollywoodiano. Mais clichê impossível. Não tinha importância também, nada tinha. Eu só queria anima-lo. Já havia comprovado que só sexo não estava ajudando muito.
– Parece um hipogrifo – ele apontou para uma nuvem.
– Claro que não! É um pégaso! – afirmei e ele me olhou com se eu fosse louca.
– Está dizendo que não sei diferenciar um hipogrifo de um pégaso? – indagou e eu assenti teimosamente – você não disse isso.
– Mas você disse – rebati contendo o riso. Ele era tão fofo bravo.
Nico passou as pernas por cima de mim e prendeu meus pulsos. No meio do parque e a mercê dele. Sorri em desafio enquanto ele se aproximava. Seus lábios se desviaram para minha bochecha em um arrepio involuntário passou pelo meu corpo no mesmo instante que esse foi tomado pelas cócegas.
– Retire o que disse! – ele exigiu me olhando com uma última chance.
– Nunca! – afirmei convicta e ele continuou as cócegas.
Eu sequer me lembrava por que estávamos naquele estado quando alguém pigarreou e uma sombra cobriu o sol frio de Nova York. Parei de rir e Nico voltou ao seu lugar. A figura a nossa frente me pareceu desfocada pelo reflexo mas logo notei Will Solace parado a nossa frente com um sorriso imenso.
– Que prazer revê-los – o loiro disse e eu me levantei brava.
– Pois eu não digo o mesmo – empurrei o peito do garoto – o que faz aqui Solace? Vai procurar alguém pra...
–Wow! – ele ergueu as mãos em rendição – relaxa priminha.
Respirei fundo e fingi um sorriso, porém este foi esquecido depois de dois segundos, definitivamente, eu não nasci pra ser falsa. Aliás! Pessoas que sabem ser falsas, por favor, abram um lugar pra ensinar pessoas como eu.
Já existem escolas de boas maneiras.
Não falei com você consciência. Fica quieta!
Tão delicada quanto uma tijolada.
Delicada vai ficar a tua... Foco Thalia!
– O que quer, Will? – perguntei suspirando pesadamente e ele riu.
– Falar com você – ele passou a mão em meu rosto.
Aquela foi a gota d'água. Nico começou a se levantar, mas eu fui mais rápida. Automaticamente minha mão esquerda afastou a mão do loiro ao mesmo tempo em que a direita disferia um tapa no garoto. Meu sangue ferveu. Aquela sensação de poder era melhor que qualquer outra que eu já havia experimentado. Com a mesma mão que afastei o braço do garoto, segurei seu ombro, usando-o de impulso para disferir uma joelhada em seu membro.
Will foi pro chão com as mãos em seu amiguinho. Segurei a vontade de dizer: "Aqui jaz William Júnior". Não o fiz. Seria cruel e opressor. Eu não tinha nada contra o que Solace fazia com seu amigo. Foco Thalia! Sim, o marido da foca! Enfim, sua careta de dor foi de mais para mim.
Desatei a rir como uma hiena. Nico ao meu lado antes parecia estático, mas no momento começou a rir junto. Ainda tenho dúvidas se foi de Will ou de mim. Mas continuando! Fingi ser uma estrela de cinema e me coloquei o pé em seu abdome. Queridos leitores, lembrem-se: Isso não é nada sexy, okay? Só Megan Fox consegue fazer aquela porra e não parecer uma gaivota fazendo strip-tease!
– O que dizia? – perguntei gentilmente. Aquilo também não foi sexy.
Thalia Grace não é sexy mundo! A crueldade do destino não permitiu essa dádiva a essa pobre alma! Nico rolava (literalmente) de rir na toalha e até hoje não sei se era pelo espancamento de Will ou de minha tentativa (falha) de parecer uma hollywoodiana sexy e ameaçadora.
– Ai minha geração futura! – ele choramingou em agonia e eu comecei a rir novamente. Sim, como uma hiena. Sim, foi filha da putagem com Will. Não, eu não quero nem saber se ele não gostou – a porra dos meus filhos, Grace!
– Relaxa! – respirei fundo tentando não rir e chegando mais perto – você não vai precisar dele mesmo – mais perto e mais baixo – eu sei que você é gay!
Minha consciência trabalhava mais ou menos assim: #Thalia_Filha_da_Puta. Nico está tendo um ataque alguém ajuda, Zeus! Thalia para de usar a porra da seduzência que você não tem cadela bem comida! Will parece que acabou de ver ET's! Eles vão nos abduzir! Vai começar! Será que dá tempo de uma rapidinha antes de ser objeto de experimento?
Eu tinha problemas, muitos, já deu pra perceber. Mas era isso que estava acontecendo. Nico já estava vermelho e com as cataratas do Niagara nos olhos enquanto Will me olhava como se eu tivesse acabado de ser encontrada como objeto sexual de uma prostituta terrorista no meio de um ataque extra terrestre!
– Como você descobriu? – ele perguntou.
Aquilo foi uma surpresa que tirou toda a minha mente suja, sem sentido, problemática e ninfomaníaca do ar. Olhei para Will e minha boca se abriu em um sorriso largo e ainda menos sexy que o pé no abdômen. Ele era mesmo gay! Caralho! Puta que pariu! Minha excitação era tanta que cogitei em fazer Nico me comer ali no meio do parque.
– Eu não sabia otário! – gritei e algumas pessoas olhavam para nós três como se fossemos louco. Foda-se sociedade – eu estava blefando! Caralho, velho! Nada contra Will mas, seu pai não vai ficar muito feliz quando eu contar para ele, sabe?
– Você não faria isso – ele afirmou e eu sorri maldosamente.
– Paga pra ver – soltei jogando os cabelos para trás e saindo de cima dele (por que sai tão sujo da minha boca?) – espero não mais te ver, Solace.
E com esse alegre comentário Will saiu correndo atraindo mais olhares para nós. Nico acenou como se fizesse parte de um show e eu levantei meu dedinho fofo para todos aqueles olhares reprovadores com um sorriso que dizia: Vocês precisam aprender a se fuder, queridos.
*
Por um momento tudo parecia muito bem. Will não voltou a nos incomodar, embora agora em pensasse que fora por medo, e eu não o culpava por isso, apesar de Apolo ser gente boa, ele era imprevisível e bem... Garanhão, acho que ele queria o mesmo para os filhos. Meus amigos estavam felizes, Luke nunca mais havia aparecido, e Nico... Este parecia ainda mais companheiro. Pareceu feliz desde o episódio... Até aquele momento, onde ele pareceu tão distante.
Na quarta-feira acordei no meio da noite, a cama de Nico estava vazia e os lençóis gelados. Olhei em volta atordoada e o procurei pelo apartamento. Fui vê-lo apenas alguns minutos depois entrando em casa.
– Aconteceu alguma coisa? – perguntei coçando os olhos.
– Nada – ele respondeu dando um leve sorriso, envolvendo os braços em minha cintura e beijando meu pescoço – apenas fui tomar um ar, querida.
– Você está bem, Nico? – perguntei tentando ignorar seus toques.
– Muito bem – ele afirmou.
Perecia tão calmo e bem consigo mesmo que ignorei toda e qualquer coisa ao meu redor. Ele estava ali. Eu me sentia amada, desejada... Aquilo era o suficiente. Por mais bobo e inocente que fosse para quem olhasse de fora. E novamente estávamos em baixo do lençóis. Como estávamos todos os dias, quase todas as horas e se brincar os minutos.
Mergulhei em pensamentos inadequados. Seus beijos desceram até meu pescoço e sua mãos ergueram-me pela bunda dando impulso para cima, enquanto minha pernas rodeavam sua cintura ele deslizava as mãos por dentro da camisa de dormir. Delicioso.
– Vamos para o quarto – murmurei.
– Vamos tentar algo novo, amor – ele disse colocando-me na bancada.
Mais rápido que isso ele retirou a jaqueta e a camiseta atirando as peças para longe e abriu minha pernas acariciando minha coxas com a ponta dos dedos. Joguei a cabeça para trás sentindo seus dedos se moverem lentamente até minha calcinha. Quando estes chegaram ao destino eles começaram a acariciar minha intimidade por cima do pano enquanto ele, com a outra mão retirava minha camisa.
Meus peito saltaram pra fora e prontamente ele sugou o esquerdo me fazendo entrar em colapso. Aquilo era a melhor coisa do mundo. Senti minha calcinha descer e levantei-me um pouco ajudando no processo. Os dedos de Nico pressionaram minha intimidade fazendo-me dar um gemido baixo e arfante.
Sua boca se moveu para o outro seio e seus dedos começaram a se movimentar lentamente em minha intimidade. Era um prazer que eu jamais teria sentindo. Rebolei em busca de mais contato e gemi em frustração ao constar que aquilo era bom pra cacete!
– Geme pra mim, Thalia – ele sussurrou subindo os beijos sobre meu colo e sugando levemente a área – geme meu nome.
Mordi o lábio fortemente. Eu não o daria esse gostinho. Já tinha gemido vergonhosamente por muito tempo. Agora era a vez dele. Desci da bancada com certa dificuldade e toda molhada empurrei ele para a mesa de jantar. Eu nunca mais faria um almoço em família no meu apartamento.
Nico em algum momento do processo livrara-se dos tênis e eu fiz questão de abaixar sua calça lentamente e acariciar Nico não tão júnior por cima do pano. Zeus, como era grande. Meu olhar não desgrudou do dele por nem um segundo. Meus dedos retiraram vagarosamente a última peça em seu corpo e comecei a apertar seu membro.
Foi ele quem cortou o contato visual jogando a cabeça para trás. Ajoelhei-me e coloquei Nico Jr. na boca fazendo movimentos lentos e aparentemente dolorosos para o pequenino(sqn). Nico fez uma careta de excitação e agarrou meus cabelos puxando-os. Aquilo doeu.
– Vadia! Cadela – ele continuou jogando palavras e gemidos sujos em minha direção e aquilo me deixava exitada – mais fundo caralho! Porra, Thalia!
Só se eu rasgar a garganta, Niquinho!
Senti o líquido de Nico invadir minha boca e enquanto ele continua os xingamento, eu engolia sem pestanejar. Não era ruim, mas era estranho. Deixei que ele me atirasse na mesa e começasse a me chupar. E você não tem ideia de como é ser chupada por Nico di Angelo. Nem nunca vai ter porque ele é meu!
Meu gemido saiu sem eu esperar enquanto uma sensação quente invadia meu corpo. Era tão deliciosa. Aquele não era qualquer orgasmo era O orgasmo EVER! Meu corpo tremia e eu me remexia querendo mais. Nico igorou-me e puxou meu corpo mole em sua direção.
– Puta que pariu! – gritei ao sentir seu membro entrar violentamente em mim – Santa Maria Madalena! Ah!
– Geme meu nome, Thalia – ele voltou a repetir entrando e saindo de mim.
– Jamais! – gritei sentindo um prazer enorme – Oh goods!
– O que você quer? – ele perguntou.
– Que você me foda! – gemi e ele diminuiu os movimentos – rápido! Duro! E forte! Que me faça acordar esse prédio inteiro!
– Basta gemer meu nome, querida – ele afirmou soltando um gemido baixo.
– Deuses! – gritei sentindo-me entrar em colapso – Nico!
O nome do motoqueiro gostoso saiu da minha boca em um grito/gemido/ou qualquer porra do tipo sem permissão. Quando vi já estava sendo invadida por uma sensação quente e deliciosa. Minhas pernas fraquejaram e Nico colocou-nos no sofá.
Eu estava molhada, feliz e cansada. Olhei para ele uma última vez. Ele sorria fazendo carinho em meus cabelos e embalando meu corpo. A última coisa que vi foi seus olhos negros brilharem melancolicamente como se me escondesse algo.
*
Estava virando uma rotina, acordávamos, nos arrumávamos, tomávamos café e íamos para a faculdade. A tarde fazíamos trabalhos ou íamos para a casa de Annabeth e Percy. Me senti desconfortável a ver que estávamos nos comportando exatamente igual ao casal.
Assim passaram a semana de provas do último semestre e a formatura. Estava tudo em perfeita ordem. Eu estava finalmente formada em música. Consegui um trabalho numa gravadora enquanto Nico investiu em uma banda com Leo, Percy e os Stoll. Piper também formara-se em música enquanto, Silena estava formada em moda, Annabeth em arquitetura e Clarisse em educação física, enquanto Chris ainda teria mais um ano de medicina pela frente.
Na sexta-feira porém estava jogada em meu sofá. Meus trabalhos estavam prontos e jogados na mesa. Nico tinha saído com os garotos e eu espera a noite cair para ir para a casa de Silena.
A televisão estava ligada em um canal qualquer e eu com uma preguiça enorme para me mover até o controle e trocar para um filme. Eu não assistia noticiários, eram chatos, mas minha preguiça era maior. Falavam alguma coisa sobre o aumento do dólar e eu quase caía no sono.
– Chaaaato! – resmunguei.
...Sam Andrews, nosso repórter, vai nos contar sobre os misteriosos assassinatos perto das docas. Algum relato, Sam?
– Eu mereço! – murmurei para mim mesma e me atirei do sofá enquanto rastejava para a TV.
Nenhum John, o mais recente, foi o de Luke Castellan e...
– Luke? – arregalei os olhos perplexa para a televisão – mas o carrapato estava me stalkeando até semana passada!
Senti uma pena intensa de May Castellan, ela era doidinha de pedra, mas um amor de pessoa, oferecia aqueles sanduíches estragados e cookies queimados, mas não importava, todos veriam o quanto ela amava o filho.
Continuei prestando atenção na reportagem sentada no chão. Foram ao todo 3 assassinatos nas duas últimas semanas, todos perto das docas, esquartejados, e um decapitado.
– Então o senhor albino morreu? – indaguei para a Tv. Sem obter resposta logicamente.
*
Naquela noite Luke foi o assunto da noite das garotas e no dia seguinte já estava em todos os jornais. Apesar de tudo, eu tive uma história com Luke, sua foto para todo o lado junto a mais dois rapazes, aparentemente inofensivos, era repulsivo.
Enquanto andava pelo centro as bancas pareciam me perseguir. Nunca tinha notado todas aquela revistas. Se olhasse pro lado e via na capa Assassinato em Série. Se olhasse para frente eu escutava "Eram tão jovens..."
Tudo parecia confuso. Tudo parecia complexo. Tudo parecia me perseguir. E Nico pareceu notar isso.
– Por que não fazemos uma viajem? – ele sugeriu e eu franzi as sobrancelhas ainda irritada por não conseguir arqueá-las.
– Seria divertido – eu disse com um sorriso de canto.
– Podemos ir na quinta? – ele sugeriu e eu assenti.
*
Assim que o espera feriado chegou, foi mais uma bomba.
Eu estava em casa arrumando minha mochila. Iriamos acampar. Ar puro e fresco, faria bem a nós... A TV estava novamente ligada e novamente o assunto "Assassinato em Série" era a principal reportagem. E dessa vez na capa um rosto muito conhecido...
Tão jovem – a repórter dizia ao colega – tão bonito... Queremos justiça! Queremos a honra de William Solace!
Arregalei os olhos surpresa. Certo, eu não gostava dele, meu namorado tinha uma rixa com ele, mas eu não queria ele morto. Apolo deveria estar desolado! Continuei a arrumar a mochila com um destino diferente. Iria para Los Angeles, meu irmão precisava de mim.
Assim que fechei o zíper, Nico entrou sorridente pela porta e arqueou as sobrancelhas ao observar minha expressão.
– Aconteceu alguma coisa? – ele perguntou.
– Will está morto... – murmurei.
– Ah que bom! – disse ele alegremente – menos um no mundo!
Obviamente ele achava que eu estava brincando, mas o sorriso se desfez aos poucos ao notar que eu estava falando sério. Ele deixou a mochila cair e me abraçou.
– Sinto muitíssimo por aquele idiota ter deixado o mundo – ele disse e eu sabia que era o melhor que ele poderia fazer.
*
Antes de partirmos Nico passou no supermercado e me deu uma pequena lista de compras enquanto avisava que iria em direção a loja de bebidas. Desci da moto e fiz as compras. Mas quando saía tive um péssimo imprevisto.
– Thalia – uma voz rosnou me fazendo fechar os olhos irritada.
– Drew – respondi me virando.
– Assassina! – ela acusou.
– O que? – perguntei para a cadela.
– Assassina! – ela repetiu.
Tentei contar até 10 para conter a raiva e suspirei enquanto me perguntava do que ela estava falando.
– Do que você está falando, vadia? – perguntei irritada.
– Luke! – ela disse rosnando – você o matou!
– Como é? – perguntei enquanto as sacolas caíam e eu voltava a junta-las – você está delirando!
Saí andando tentando lembrar o rumo de onde Nico havia estacionado. As cercas deploráveis daquele supermercado eram terríveis, de madeira, como estacas. Considerei jogar uma na cabeça de Drew para ver se ela tomava juízo. Acreditem ou não, a louca ainda me perseguia!
Drew me empurrou pelas costas me fazendo derrubar as sacolas e arranhar as palmas das mãos.
– Assassina! – ela gritou.
Contei números e mais números, carneirinhos e tudo que havia aprendido, mas não conseguia passar do dez. Agradeci mentalmente pela rua deserta, estava realmente cogitando a ideia de atirar o pedaço de madeira na cabeça daquela vadia.
– Assassina! – ela continuou a gritar.
Aquilo me tirou do sério. A raiva era grande, vi novamente os jornais como flashes passando em minha cabeça. Minha raiva aumentou e por um momento eu quis mutilar Drew. Tomei noção do que ela falava. Como ela tinha a capacidade, a CARA DE PAU de me culpar?!?
À partir dai tudo aconteceu muito rápido. Me levantei e não consegui segurar minhas mãos e elas se atiraram na frente do corpo de Drew, a empurrando brutalmente para trás. Em direção à cerca. No outro momento, saiu sangue de sua blusa, e começou a brotar de sua boca em segundos. Foi quando eu vi o que eu havia feito.
Eu a havia empalado.
Minhas mãos foram à cabeça e meus olhos se encheram d'água. Eu não sabia o que fazer. Então fugi. Eu havia matado uma pessoa. Era horrível saber que eu havia feito uma coisa dessas.
Foi quando eu o vi encostado na moto com os braços abertos e o sorriso acolhedor. Nico vira tudo. E aceitava aquilo. Apenas corri. Corri em sua direção. Ele seria o único que não me julgaria, eu tinha certeza.
– Não se preocupe, meu amor – ele disse alisando meus cabelos e apertando-me contra seu corpo – Eu também já matei antes.
Thats'a All Folks! Até a próxima etapa Killers! Tem mesmo 3000 palavras? Recorde OoO
Fale com o autor