Terror no quarto branco
28 Uma pequena ajuda
Notas iniciais
Rosa e Medo caminham pelo corredor frio e deserto. Todas as portas do lugar estão trancadas, mas Medo acredita que no final do corredor terá uma aberta. Rosa ainda perde sangue e fica tonta, às vezes cai. O Medo consegue mantê-la acordada.
Finalmente chegam a um quarto destrancado, porém escuro. A dupla entra, e Rosa cai no chão.
—Segure aqui. — O rapaz entrega uma candeia branca.
Ela segura, mas com muito sofrimento. Fecha os olhos por alguns segundos, de repente tudo fica brilhante. A candeia acendeu.
—Vem. — Ele a conduz até uma poltrona e a deixa ali, segurando o objeto. — Você vai ficar bem, Rosa.
—Isso dói. — Sussurra, quase desmaiando. – Você é familiar. Quem...
—Sou seu amigo, Rosa — Interrompe, tocando na mão da garota. — Não se esforce muito, mas fique acordada. A ajuda está a caminho. Você é forte, você consegue!
—Não me deixe só. Medo? — Ele desaparece sem Rosa perceber.
Era mais uma vez tão real e tão imaginário ao mesmo tempo. Talvez sua mente esteja criando amigos imaginários para ela se sentir melhor em momentos de desespero.
Uma pessoa aparece na porta. Ele liga a luz, mas tudo está turvo. Rosa desmaia, mas se sente sendo erguida.
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