Tenshikiuu

3 Capítulo 3 - Senhorita Natsu...


Notas iniciais
Me desculpem a demora =X mas tá ai
Lembre-se que pensamentos são em itálico, e coisas psicológicas ^-^
Boa leitura!

“Senhorita Natsu!” escutava distante em sua cabeça; remexia-se pelos edredons, enrolando-os; o corpo arqueado para frente, a cabeça nos joelhos, e os braços os apertando com força, “Natsu!” escutava mais uma vez, agora, não parecendo que vinha das profundezas de sua alma, mas sim, algo mais perto... Batidas fortes, em quanto seu nome é gritado num tom pouco mais alto, “Senhorita Natsu, por favor...”; acorda-se num susto, esticando o corpo tão rapidamente, quanto ao sentar na cama, sentindo o corpo tão suado, a escuridão e apenas a luz que vinha do corredor, ao lado de fora de seu apartamento. Mais uma vez aquela voz jovem chama seu nome e bate à porta, responde que já estava indo; em quanto caminha ao banheiro, liga a luz e se percebe tão alva quanto normalmente, lava o rosto; e põe um robbie de seda por cima da camisola preta do mesmo tecido, curta (a dois palmos do joelho); com um breve decote; fecha a roupa na cintura, tampando as pernas até um palmo – apenas – do joelho; passa as mãos nos cabelos em quanto caminha para a porta, deixando o pino de segurança, a abre por uma fresta, onde a pessoa que estava do outro lado apenas poderia ver seu olhar irritado.
- Sim? – diz fria, olhando o jovem homem loiro, aparentemente 28 anos, usando uma simples camiseta de algodão e calças jeans largas.
- Obrigado por abrir, desculpe-me por incomodá-la há essa hora, mas se a senhorita não notou, os visinhos estão reclamado por uma festa do 7º andar, e precisamos de assinaturas para um abaixo assinado... – dizia ele num tom mais calmo agora; a olhando na orbe esmeralda pela fresta.
- Hum, não, não vi nada, não sei que hora é e acho que não me importa. – respondia gélida.
- Por favor... Quanto mais assinaturas tivermos mais paz teremos em nosso prédio. – sorri constrangido.
- O.k. – fecha a porta para destrancá-la, e logo a abre, exibindo o corpo tão definido; apontava a mão em direção ao papel.
- Ah... O-obrigado... – entregava a prancheta juntamente com uma caneta à mulher; em quanto a observava tão hipnotizado pela beleza da mesma, pele clara... As pernas tão bem “fartas”, macias, e o decote onde mostrava que entre seus seios estaria suado.
- Pronto – entrega a prancheta, ele olha brevemente a assinatura, numa letra tão macia e suave, de forma, com as maiúsculas bem marcadas.
- Éh... – estica a mão e segura por um momento a porta que já estava sendo fechada — ...Você é linda!
- Hm... – olha para a mão dele de modo ameaçador, depois o finta séria, e responde num tom cortante – Agora me conte uma novidade... Mas, felizmente, eu não pedi sua opinião. – empurra a porta com força fechando-a e trancando. O jovem fica parado ali, olhando indignado a madeira escura, tentando raciocinar as palavras que ouvira.

Amanhece na cidade de Tókio, o sol adentrava pela janela, e ela permanecia a dormir, estava “cansada” e o seu felino adormecia ao seu lado, ronronando algumas vezes quando de aconchegava junto ao corpo da dona.
Inspira intensamente, enchendo os pulmões de ar, e assim acordara, de um profundo sonho o qual pouco compreendia; olhava o quarto e franzia o cenho, alisava a gata ao seu lado e soltava o ar, levanta-se. Logo se despia, para pôr assim, uma baby look preta, com uma saia xadreza (em vermelho, preto e cinza), os longos cabelos que mesmo presos em rabo de cavalo, alcançavam sua cintura; e a franja permanecia solta, escondendo-lhe o lado direito da bala face. Arrumava um material dentro de uma mochila pequena e preta, carregando na mão uma pastinha.
Quase como rotina de todas as quintas-feiras dessa mulher, almoça e depois segue para um banco que já praticamente pertencia à ela, pois sentava-se ali, abria seu livro e o lia atenciosa, até o momento de ser interrompida por uma garota que vinha em sua direção, sorridente e animada.
- Vai se atrasar se ficar ai... – as orbes verdes escuras brilhavam, ao olhar a mais velha, os cabelos castanhos e lisos – que alcançavam num corte reto o meio das costas -, balançavam-se com graciosidade; e como se fosse uma boneca de pano, usava um vestido rosa com algumas rendinhas na bainha de baixo, e apesar de não usar maquiagem alguma, aquela garota era bela, o rosto angelical e infantil, escondendo sua real idade. Abaixo do braço direito alguns materiais estavam, e ficava quase como uma personagem fofa de um mangá famoso, por ser tão baixinha e sorridente.
- Nunca me atraso. – responde de jeito monótono enquanto guarda o livro.
- Ah, é eu sei... Vou acompanhar você de novo! – sorria alegre como se houvesse ganhado um presente.
- Percebo. – levanta-se e caminha ao lado da pequena, séria, olhando para frente.
- Hah, como foi seu dia ontem? – observava a morena com curiosidade.
- Hm... “matei um homem” Normal. – aperta levemente os olhos.
- Ah, chato como o meu então... Tive prova no outro curso, e fui mal... Espero que eu possa resolver isso.
-... Quer jantar comigo hoje? – perguntava de repente, ainda olhando o nada.
- Que? – olha para Natsu, mais sorridente ainda – Uau, você me convidou para jantar, está com febre? Haha quero sim! – dava pulinhos enquanto caminhava.
- “Eu só preciso beber um pouco...” Eu ligo para marcar o horário.
- Haiiii! – corava enquanto dava um pulo um pouco mais alto, mostrando a simples felicidade que sentia.

Notas finais
Obrigado a todos que comentam, eu fico muito feliz, saibam disso...
E eu preciso de críticas para melhorar também =P
beijos pessoas
JH.yanna