Tenshikiuu
2 Capítulo 2 - Sensualidade e Friesa
Notas iniciais
Um pouco maior que o normal, mas só um pouco =P espero que esteja bom
Boa leitura ^-^
Boa leitura ^-^
Se encontravam tão próximos, ele mal percebera o momento em que ela estava a roçar o corpo no seu e os lábios tocando-se em quanto aquela voz melodiosa sedutora saia única, doce mas provocante, quente.
- Você não é um bom homem – o canto direito de seu lábio contraí-se num pequeno sorriso.- Hmm... – ele inspira, sentindo aquele perfume embriagante, doce e tão... Audacioso ao mesmo tempo. Continua ele, baixo, num sussurro, tentando acompanhar o tom de voz dela, mas fracassava, ele fora “rude” de mais para ser gentil – Não é fácil ser com uma mulher... Com mulheres, como você à minha frente... – levantava com cautela a mão direita, com o intuito de segurá-la na cintura talvez.- Tsc tsc... – balançava a cabeça lentamente de modo negativo – Você não entendeu... O rosto dele enrijece antes que pudera sentir o corpo macio dela, um calafrio que subira sua espinha, tão rápido mas não imperceptível, fazendo formigar todo seu corpo. Algo, como uma dor aguda latejava pelo seu corpo, direcionando as mãos a própria barriga agora; as olha, com a visão turva, estavam vermelhas e molhadas com aquilo quente... Suas pernas enfraquecem pelo tremor que estava a passar, caindo de joelhos ao chão, queria suplicar por ajuda, estava doendo; sua boca abre-se e nada mais que um gemido baixo pode-se ouvir. Olhava a mulher, pensara que estava mesmo morrendo, a morte dói tanto, pensava o próprio homem, ao considerar que não pudera mais estar consciente, não vendo aquela áurea tão negra atrás das costas de sua companhia. Mas algo brilhante chamou sua atenção, nas mãos dela, o que lhe parecia uma grande espada, de longo comprimento e uma largura talvez absurda para uma dama como ela, aguentar tal peso.Mas agora já não podia confiar mais em seus olhos, cegos, vendo nada além de escuridão. O coração que antes acelerava-se pela adrenalina presente, agora já não continha mais tanta força, as batidas lentamente parando. A respiração que ofegava, agora já nem era mais perceptível, os pulmões machucados já não podiam mais conter algum ar; não sentia o estômago além da dor aguda. Tudo aquilo... Um sonho? Não. A dor era real de mais, o coração parado era real de mais, e o último suspiro também fora real de mais, pois aquele copo nunca mais poderia sentir o ar dentro de si.Passos lentos, em direção a multidão que caminhava pelas ruas bem iluminadas; o semblante tão belo, mas inexpressivo, como sempre fora. Sem nada a carregar além de uma bolsa preta em um de seus ombros, a mesma estivera escondida no local onde deixou o homem; olhava para os lados despreocupada, logo, entrara num bar, não muito movimentado, a iluminação fraca devido ao estilo do mesmo; mesas de madeira, o bar com dois garçons fazendo alguns malabarismos em quanto se mostrava para as garotas jovens sorrindo a frente deles. Ela caminha diretamente ao banheiro, pouco depois, sai de lá, usando uma blusa branca social, onde as mangas dobravam-se em seus cotovelos; por cima, uma regata preta que marcava um pouco o corpo. Calças jeans escuras de cano longo e reto, com as bainhas dobradas; e aos seus pés, AllStars pretos; os cabelos encontravam-se num rabo de cavalo preso ao alto da cabeça, dando um movimento delicado as mexas tão longas e sedosas.Uma mesa composta de homens percebera a mulher saindo do local sem nem ao mesmo ter tomado algo, eles lançam frases “convidativas” à ela, que apenas ignora; novamente na rua, agora já não vestida com algo que chamava tanta atenção. Mantinha sempre o olhar para o longe, reto, nunca aparentava estar cansada ou triste, apenas aquela mesma dúvida do que ela pudera estar sentindo; logo chegava ao seu hotel, a estrutura de cor algo como bege e linhas marrons formando algum desenho que devera ser atrativo. Indo a cafeteria que havia ali, sentava-se em frente ao balcão, cruza as pernas e olha para a moça loira de coque, baixa e uniformizada com uma roupa vermelha escura, e um avental branco por cima. - Um café expresso com pouco açúcar – a voz mantinha-se calma.- Certo – respondia com um sorriso, e dava as costas, preparando o pedido. A mulher de cabelos negros tirava uma revista que estava enrolada em sua bolsa, e punha a mesma sobre o balcão, lendo-a, ao que parecia a atendente que observou rapidamente em quanto colocava o café ao lado dela; podia ser algo como moda. – Aqui está – retirava um bloquinho do único bolso de seu avental e anotava algo, retirava a pequena folha e punha ao lado da xícara. Sorrindo novamente — ...Mais alguma coisa?- Não. Hum... – Pegava a xícara, mas antes, olhava a mulher que pegava um pano de algum lugar – Como consegue ser assim a essa hora da manhã. – a entonação de pergunta pouco evidente.- Ah... É... Costume apenas senhorita – passando a flanelinha sobre o vidro — ...E você, ficou na rua até essa hora... Não tem medo? Tenho ouvido sobre muitos assassinatos...!- Creio que a única que deve responder algo aqui é você. – dizia depois tomando um gole do café; estava fria, e a garota pode perceber isso.
- Desculpe-me... – tirava o pano de cima do balcão e o apertava onde a mulher não puder enxergar.- Não. – terminando logo o café. Guardando a revista, deixando um certa quantidade a mais de dinheiro pelo mesmo. - Moça aqui tem mais do que um café... – ela já estava de costas indo em direção ao elevador. Olhava por cima do ombro esquerdo; já que o direito seria ruim devido a franja que tampava-lhe esse lado da face.- Sim, estou pagando pelo o que um dia você respeitará minha privacidade, novata. – entra no elevador, marcando o 5º andar. Junto a ela, uma mulher e uma criança, mais um homem de terno e gravata frouxa. Os ignora apenas. Logo chegando ao apartamento, tirando os tênis, sua gata siamesa roçava em suas pernas em quanto largava a bolsa sobre um balcão que dividia a cozinha da sala. Pegava um pacote num armário, e colocava dentro do pratinho do gato. Alisa a cabeça do felino, e vai ao banheiro, sentindo a dor de cabeça em suas têmporas; tirava a roupa, e deixava a pele sentir a límpida água quente, caindo pelo corpo. Pouco depois, estava deitada em sua cama, os olhos pesam-se, e fecham-se passado um bom tempo. Não demorou muito a começar a se remexer na cama, segurando os edredons com força, encolhia-se a ponto de encostar a cabeça nos joelhos; estremecia em espasmos intensos, como um frio que estivera sentindo; suava e não conseguia sair do transe. O cenho tão franzido, e a voz distante a gritar em sua mente “Senhorita Natsu!”.
Notas finais
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Eu ficaria extremamente felzi se visse uns reviws, sabe como é, a precariedade disso não dá nem vontade de postar T_T'
Então, obrigado quem leu, ou não...
beijos, e até mais ^^
Eu ficaria extremamente felzi se visse uns reviws, sabe como é, a precariedade disso não dá nem vontade de postar T_T'
Então, obrigado quem leu, ou não...
beijos, e até mais ^^
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