Tenshi No Kira
1 Prológo
Notas iniciais
Espero que gostem segue o link do 1 capitulo :
http://www.youtube.com/watch?v=ic1CKQUzyCk&feature=fvwrel
-Filho!
-Sim,papai! Respondeu alegremente o pequeno garoto.
— Garotão eu tenho um presente para você. Respondeu o pai do menino.
-Ah que legal papai,o que é?
-Coloque no pescoço é uma pingente com uma foto de minha,da mamãe,sua e da sua irmãzinha para sempre você lembrar da gente.
-Obrigada papai,mas eu prometo que eu nunca vou esquecer de você,nunquinha!
O jovem pai do garoto ri levemente.
-Está bem.A mamãe já deve estar chegando do mercado,vá ver sua irmãzinha,eu vou ler um pouco que depois eu preciso ir para o trabalho combater o crime!
-Tá bom papai,eu vou ver minha irmãzinha! E amanhã eu vou com o senhor para o trabalho combater o crime!
-Claro meu garoto...agora vá ver a Yuki.
-Tá!
O garotinho saiu correndo e subindo as escadas rapidamente chegou ao quarto da sua irmãzinha.Ele ouvio sua mãe chegar e falar com seu pai,e mesmo assim continuou cantando para ver se sua irmãzinha dormia,ele achava que esse era realmente uma obrigação sua e que só ele podia fazer ,cantando uma musiquinha que ele mesmo inventara :
Shimai shin'ainaru, shin'ainaru shimai Kare no beddo de nemasu. Chichi wa sūpāhīrōdearu To mama ga kitchin o shiyō suru hōhō o shitte iru Wareware wa karera o aishite Hato o minagara!
Ficou cantando lá por um bom tempo,até ouvir um grande estrondo,vários outros estrondos e vários gritos,não sabendo o que acontecia foi ver pelas brechas que tinha no corrimão de madeira da escada.Dos seus pequenos olhos escorria algumas lágrimas,queria chorar bem alto,mas sabia que não podia fazer isso,estava paralisado com a cena de seus pai no chão todos esanguentados com alguns homems em volta encapuzados,segurou seu colar que seu pai dera e pensou em seu intimo que teria que fazer alguma coisa que fizesse aqueles homems pagarem pelo o que fizeram,ele queria combater aquele crime! Foi para o seu quarto e pegou uma garrafa de vidro que ele guardava areia e farinha de trigo com um corante ( uma das suas invenções malucas),e jogou onde aqueles homem estavam,como ele tinha colocado um oculos que ele tinha para brincar,conseguia ver no meio da poeira : Foi na cozinha e pegou uma faca e saiu cortando aqueles homems,como era pequeno e não sabia direito que exista pontos vitais e pontos que só feriam e não matavam,ele não sabia onde dar facadas direito,mas talvez seu coração bom só fez que não pegassem nos pontos vitais daqueles cafajestes.A poeira abaixara,o menino estava ofegante,os homems sentindo dores em prol das facadas do garoto.O menino vê que alguem está para entrar,e logo se esconde atrás da mesa.Um homem com um terno preto,cabelos grandes oculos escuros e um sorriso que realmente todos indentificariam como de um malfeitor,entrou batendo palmas sádicas :
-Eu realmente não sabia que o Zen Takenru,tinha um guardião que infelizmente se atrasou para salvá-lo,afinal aquele babaca escolheu mal a quem investigar...
-Ei.o garoto gritava.Não fale mal do meu pai,você não sabe quem ele realmente foi e se foi você que fez esses homems maus virem até aqui fazer com que...(O garoto estava chorando)....Com que matassem ele....voc~e está muito mal comigo,eu digo,eu acabarei cm você...
-Eu não acredito que foi você,que fez,esses homems....
-Sim fui eu,mas foi o meu papai que me ensinou!
O homem ri mais uma fez sadicamente.
-Olhe garoto,eu não vou mentir para você,fui eu,que mandei matarem seu pai,mas estou interessado em você.
-Você não me merece!
-È melhor viver e aprender comigo,do que viver nas ruas e acaba com o mesmo destino que ele...
O garoto começa a chorar.
-È uma escolha impossivel garoto.Diga seu nome e vamos embora.
-Eu sou o Kanashi e não vou sem a minha irmãzinha.
-Então vamos com ela.
Kanashi fez que sim com a cabeça.Foi ao quarto de cima pegou sua irmã,pegou algumas roupas dela colocou em uma mochila,e descendo as escadas e observando todo o massacre em sua casa foi chorando com aquele homem.Ele estava confuso,mas sabia que teria que viver em um lugar que fosse favorável a sua irmã,o que era um dos desejos dos seu pai.
Talvez num futuro,o filho pudesse realizar o segundo desejo do seu falecido pai : dar tudo por amor a alguém.
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