Tennensi Reformatory
18 Sobrios de mais
Notas iniciais
Eu estava pensado aqui, porque uma autora faz a gente se apaixonar por um personagem e depois mata ele? Cara sem duvida quem faz isso não vai pro céu, de jeito nem um! E sim eu to chorando, rios de lagrimas, só parei de ler porque meu irmão entrou no quarto e perguntou se eu terminei com o namorado... detalhe, eu não tenho um ;/
To começando uma campanha ressuscita Gabriel
(http://fanfiction.com.br/historia/303357/My_Moms_boyfriend)
E se eu não ver o menino brotando da terra vo matar todo mundo também! É eu sou mal
Fugir de casa? Fácil.
Me diz quem vai desconfiar de uma doce e meiga menina que sai para procurar seu amável vovô cego, que resolveu sumir no meio da festa, hein? Claro que não há nada de errado em procurar ele no lado de fora da casa, principalmente na parte dos fundos, e obviamente que quando a gente não o encontra, temos que contornar a casa pelo lado de fora e abrir o portão, e se de repente uma BMW vermelha com dois gatos — ok um gato e meio, já que eu prefiro não dar mais alto estima para o canalha convencido do Calliel — por questão de preocupação com o seu lindo vovô, você entra na BMW pra procurá-lo, então se novamente você não achar, vai pra boate mais próxima, ele pode estar lábalançando o esqueleto.
Sim a desculpa de “cadê o vovô” foi a que eu usei, digam se eu sou a melhor mentirosa?
Chegamos à Boate e como o Matt disse foi fácil colocar a gente lá dentro.
- Então, vocês dois tentem ficar juntos. Nos encontramos as duas horas aqui na frente dos banheiros, certo?
- Não! — Gritei. — Por que eu tenho que ficar junto com isso? — Matt riu.
- Porque assim eu tenho certeza que um controla a bebida do outro. E será impossível os dois esquecerem o horário combinado. Eu não quero ser o culpado por uma ruiva menor de idade em coma alcoólico ou por ter sequestrado um cara que eu conheço a apenas quarenta e oito horas. – Suspiro, vencida.
- Certo. — Grito e ele sai. Eu e Calliel ficamos alguns segundos apenas um olhando pra cara do outro. — Bar! — Eu grito.
- Não. Pista! — ele responde.
- Primeiro bar, depois a pista. — Digo sem mais e puxo-o pelo braço.
Bebemos qualquer coisa que fosse mais barato e eu preferi não usar meu sobrenome pra pagar as coisas dessa vez. Sim esse é o truque. Dizer que sou a McSider. Meu pai passa na maior parte das lojas onde Connor ou minha mãe gostam de comprar, e faz um credito na loja com o sobrenome McSider. Então é só eu dizer que sou um deles – lamentavelmente — e pronto, compra efetuada com sucesso.
Fomos pra pista de dança e eu ainda tinha um copo de Ice na mão, assim como Adam. Começamos a dançar mais ao contrário do que você imagina não estávamos dançando juntos. Apesar de ele parecer dançar bem com aquela loira ali. — Sim em um minuto na pista e já tinha garota oferecida indo dançar com ele. — Não demorou muito até chegar um cara atrás de mim e começar a dançar comigo também.
- E a Natascha retorna das cinzas ainda mais bonita. — Me viro rápido de frente para o cara e vejo quem é Nataniel Delfino. Ele é um oito na escala de beleza mais mesmo assim é lindo. Talvez tenha sido o meu romance mais longo.
- Natan. — Falei sorrindo e dando um beijo no rosto dele. Ele sorriu.
- E ai Nath, como está sendo a vida de delinquente em um reformatório, já conseguiu fugir dos caras?
- To voltando pra lá daqui a algumas horas, só fui passar o final de semana em casa. — Ele levantou as sobrancelhas em um sinal de compreensão e continuamos a dançar calados, até ele voltar para o meu ouvido.
- Acho que tem um cara querendo dançar contigo ai atrás, não para de olhar pra nós. — Reviro os olhos.
- Vou adivinhar, é loiro um pouco alto e tá de smoking, com uma loira?
- Esse ai, mais ele dispensou a loira e tá vindo pra cá.
- Natascha vamos pro bar. — Ele falou parando do meu lado e olhando para o Nataniel. Suspirei.
- Vai lá eu te espero aqui. — Ele olhou pra mim um pouco impaciente.
- Vamos logo. Traz seu amigo se for o caso. — Nataniel pareceu acordar do transe entre mim e Adam e olhou para o Loiro.
- Nataniel, amigo de molecagem da ruiva. Pode ir lá com o cara Nath, foi bom te reencontrar, eu mando noticias pra galera sobre você e digo que minha ex é a guria mais gata da festa. — Revirou os olhos e riu, antes que eu pudesse me despedir Adam me puxa pelo braço.
Cheguei ao Bar bufando e o Adam se sentou em uma cadeira apoiando os cotovelos no balcão, olhei pra ele alguns segundos até me dar conta de uma coisa. A Ice dele ainda estava cheia.
- Adam porque você fez isso seu idiota? — Ele me olhou com a expressão mais confusa que ele podia fazer.
- O que exatamente?
- Você me tirou da pista pra vir para o bar, e ainda tem uma garrafa de Ice cheia na sua mão. — Ele olhou pra mim, pra Ice de novo pra mim e percebi um tom mais avermelhado em sua pele.
- Sei lá eu te vi se agarrando com aquele cara lá, e imaginei que tu ia querer me levar pro banheiro junto contigo pra ver a maravilhosa cena de vocês dois... — Olhei pra ele incrédula. — E fora isso, minha Ice tá quente e aquela loira não parava de falar merda. — Suspiro.
- Adam preste atenção em uma coisa. Eu não estava me agarrando com aquelecara láe por diversos motivos eu não levaria ele para o banheiro, e mesmo custando a acreditar, um deles é pelo simples fato do cara ter viradogay,Adam. — Ele arregalou tanto os olhos que faltava pouco para sua órbita pular pra fora.
- Qual é Natascha, você é tão ruim assim que o cara ficou traumatizado e virou gay? — Revirei os olhos.
- Terminamos um ano antes de ele resolver sua opção sexual. E pra ser sincera é uma pena ele ter escolhido virar gay. — Dessa vez quem me olha de forma duvidosa é Adam. — Não por ele é claro, mais o namorado dele era um bom partido entre as garotas. — Percebo uma risada do Adam em quanto ele balança a cabeça negativamente.
Esperei ele terminar de beber tudo o que queria, e eu já tinha perdido as contas de quantos copos eu também já tinha bebido. Não, eu não estava bêbada. Apenas feliz.
Adam e eu voltamos pra pista e dessa vez começamos a dançar sozinhos no meio de todo mundo, eu não sei dizer em que momento, mais posso jurar que aconteceu, Adam brotou na minha frente e nós dois começamos a dançar. Juntos.
Eu não parecia me importar em estar relativamente próxima a ele, e ter as mãos dele em minha cintura, enquanto dançávamos em um ritmo animador, uma música eletrônica. Eu podia até falar que tínhamos ritmo, nossas pernas se encaixavam e apesar de ser vários centímetros mais alto, quando eu dei as costas para ele, ainda com a sua mão na minha cintura, ele pôs o queixo apoiado em meu ombro.
Dançamos conforme o ritmo nos permitia, e tanto eu quanto ele já estamos suados e com movimentos mais cansados, olhei pra ele e ele ria em minha direção. Com os olhos perguntei umque foi?Imaginário.
- Já te disseram que você é muito fraca para o álcool? — Ele perguntou perto do meu ouvido, porém quase gritando pra eu poder escutar, ainda nos balançávamos — ou tentávamos — conforme a batida da música.
- Não estou bêbada. — Era verdade.
- Então tá dançando comigo a mais o menos uma hora, por vontade própria? — Senti meu rosto corar.
- Certo. Talvez um pouco bêbada. — Ele riu. — Mais se esse é o problema, eu... — Ele não deixou que eu terminasse e apertou a minha cintura um pouco mais forte.
-Não tem problema, eu também estou bêbado. — Ele falou e a curta distância que tinha entre nós dois, se resumiu a zero, ele juntou nossos lábios e eu não o impedi. Começamos um beijo urgente, com gosto de vodca com energético. Era engraçado, era bom. Eu sabia que eu não estava bêbada o suficiente pra me esquecer disso amanhã, mas talvez eu possa estar sóbria o suficiente para apenas fingir que não aconteceu.
- Eu posso te matar por isso. — Falei assim que ele separou nossos lábios. Notei que ele sorria e logo depois apoiou o rosto em meu ombro.
- Você sempre vai me dizer isso? — Ri. — E você não pode me matar por isso, estou bêbado. — Talvez ele tivesse razão, eu preferia acreditar sim. Mais eu também estava sóbria o suficiente pra saber que ele mentia. Adam Calliel nunca esteve tão sóbrio.
Notas finais
XxXx
Aaah, me digam o que vocês gostam mais, os Povs do Adam ou da Náh?
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