Notas iniciais
Oi pessoal sorry pela demora mais eu juro que se não fosse o babaca do meu irmão, eu teria colocado o capitulo no dia certo assim que completou os 15 comentários, mais como a maioria j sabe eu sofro de M.I.B (meu irmão babaca) e não tem remédio da na farmacia pra resolver isso. E graças a alguns varios problemas na escola acabamos os dois sem PC, mais tudo bem, eu me recupero...

Nota mental 1: matar o meu irmão por isso!

Bom pessoas, esse é um capitulo que eu particularmente não gostei, nem de ler, e muito menos de escrever. Quando lerem vão entender o porque.

Sorry. -> LEIAM AS NOTAS FINAIS

Era como se tudo naquela sala de aula berrasse para mim que ali não era o meu lugar.

Eu me sentei ao fundo na última cadeira da terceira fileira de mesas. Aquele lugar era patético, me perguntava a cada segundo como um reformatório pode ser tão parecido com aquelas escolas de filmes bobinhos, que sempre tem músicas e um casal feliz.

Do lugar onde me sentei tinha uma visão estratégica de toda a sala de aula. Mason estava sentado ao meu lado e conversava com outros dois garotos um moreno sentado a minha frente, e outro de cabelos curtos e negros. Por pura educação tentou me incluir algumas vezes na conversa me apresentando para os rapazes, mais eu não fazia o tipo de pessoa simpática, então acabava me esquivando da conversa com um sorriso frouxo.

No canto esquerdo da sala as cenas que se repetiam constantemente me davam náuseas, tinha alguns garotos rindo e conversando entre eles Adam, Ethan e Michael e garotas espalhadas por todos os cantos da sala olhando na direção deles, e quando se sentiam observadas por algum, instantaneamente sua mão ia aos cabelos, os lábios trabalhavam o batom na boca e sorrisinhos tímidos e perverso fluíam. Na mesa de Calliel, uma garota de cabelos Chanel escuro estava sentada deixando as coxas quase em cima do nariz dele, revirei os olhos imaginando como ela reagiria após descobrir que quando cansasse de usar cada milímetro do corpo dela iria á jogar fora. No meio da sala, o grupo de animadores de torcida, variando entre homens e mulheres estavam reunidos dando gargalhadas, entre eles Rebecca e Amber. Lembra aquele papo que a alegria desses caras são contagiantes? Pois é, quando se está de frente com eles você vai descobrir que isso era mentira e que na verdade eles parecem apenas uma concentração de idiotas reunidos. E por último nas primeira carteira, avia uma garota silenciosa com uma cara de paisagem e um rapaz que eu acredito estar dormindo

- Ei, Natascha. – Uma voz calma e masculina me chamou, não tinha certeza se ela referia-se a mim, mais as chances eram grandes devido aos cutucão leve que me deram. Levantei a cabeça que estava escondida entre os braços e percebi que Mason me olhava com um sorriso quase tímido.

- Espero que tenha um bom motivo para me acordar. – Disse brincando, porem ao mesmo tempo falando sério. Vi os cantos da boca dele se erguerem.

- Na verdade sim, a última aula acabou a 2 minutos. O pessoal tá no refeitório e... – Olhei em volta e percebi apenas nós dois na sala. – Ouve o sorteio de duplas, elas são trocadas a cada dois meses, seu nome já foi sorteado. – Arregalei os olhos.

- Me diga por favor que eu não serei obrigada a me sentar com nem uma dessas garotas, com as roupas menores que o cérebro ou um dos garotos que nem se quer tem cérebro. –Ele soltou um risinho debochado e logo em seguida deu de ombros.

- Depende do ponto de vista... – Olhei para ele confusa. – Se você acha que eu seja um dos garotos sem cérebro, lamento mais você não deu sorte no sorteio. – Ele arqueou uma das sobrancelhas e esperou pela minha reação.

- Você? – Ele balançou a cabeça positivamente.

- Se quiser trocar eu posso dar um jeito. Pode demorar um pouco, mais sempre é possível mudar as regras por aqui. – Sorri.

- Não! – Respondi rápido, e depois percebi o quanto pareceu desesperado da minha parte falar isso. – Quer dizer, sorteio é sorteio, certo? Não seria justo com os outros. – Ele sorrio e deu de ombros.

- Como preferir. Agora se me permite, estou a ponto de matar um elefante pra arranjar comida. Estou indo pro refeitório, o pessoal já está lá... porque não vem junto? – Apenas sorrio passo a mochila por um dos ombros e ele toma a dianteira, em quanto eu o sigo pelo percurso.

A divisão no refeitório não era muito diferente da sala de aula, aviam mais grupos, porem todos seguindo o padrões. Ao contrário do que eu imaginava Mason não se juntou a Michael, Ethan ou Adam. Ele se sentou em uma mesa com menos pessoas e muito mais silenciosas. Avia um rapaz moreno de olhos azuis, um loiro com cachos e olhos verdes, uma garota pálida e de cabelos cor de... -seria caju ou framboesa? – bom, de cor indefinida, e outra menina de cabelos castanhos que pareciam naturais assim como os olhos cor de mel.

Eu não tinha certeza se o convite de Mason se referia a apenas acompanha-lo pelo caminho ou me juntar a ele. Porem ele parou em frente a mesa e esperou que eu me aproximasse.

- Pessoal essa aqui é a Náh. –Olhei pra ele com um sorriso por causa do apelido que avia acabado de ganhar, e ele corou. – Natascha. Ela é nova aqui. – Eles sorriram para mim. –Esse é Tommy – O moreno-, Scott – O dos cachinhos-, Lola – A de cabelos indefinidos-, e Danny – A morena. Sorri para todos e me sentei na mesa.

- Cabelo legal. – A tal “Lola” falou, sorri.

- Valeu, o seu também é bem...

- Diferente? – Ela perguntou.

-Anormal? – O garoto apresentado como Tommy perguntou rindo.

-Estranho? – Perguntou Scott. Eu apenas ri e levantando as mão para tentar me defender.

- Tudo bem pessoal, eu só iria dize... maneiro. – Lola sorriu agradecida e os outros reviraram os olhos.

Não teve nada de espetacular durante o almoço. O que mais me intrigou durante esse tempo, foi a pergunta que não tive coragem de fazer, o que um cara tão educado quanto Mason fazia em um lugar daquele? Eu estava no meu quarto quando alguém bateu em minha porta. Me levantei relutante e abri, Michael estava lá.

-Oi ruivinha. – Ele disse sorridente, reparei que já não havia mais hematomas em seu nariz.

- Oi – Disse sem emoção. – O que você quer?

-Te entregar isso. – Ele me entregou uma folha de caderno dobrada, sorriu e saiu.

Abri o papel amaçado e passei meus olhos pela caligrafia arredondada.

Noite do desafio na ala sete. Espero você lá.

Mason, quarto 201 quinto andar.

Noite do desafio? O que deveria ser exatamente a noite do desafio? Eu deixei o papel sobre a cômoda e ia de volta em direção a minha cama, quando novamente voltaram a bater em minha porta.

- Michael se for pra me encher o saco a tarde toda, me avise que antes que eu passo a deixar a porta aberta pra te dar menos trabalho. –Disse irônica, mais ao ver quem estava do outro lado a porta corei um pouco. – Há, oi Rebecca. Achei que fosse o Michael. –Ela riu.

- Não, é a garota que vai te fazer o convite do século. – Sorri.

- Vou adivinhar, noite do desafio na ala sete. – Ela serrou o olhar parecendo desapontada.

- Já te convidaram? – Balancei a cabeça positivamente. –Quem.

- Mason. – Ela deu um sorrisinho malicioso.

- E você disse sim, porque não á quem resista ao refinado e educado Mason Laptev, certo? – Dei de ombros.

- Ainda não respondi a ele. Eu nem se quer sei o que é uma noite do desafio, e aonde é mesmo a ala sete? – Rebecca riu.

- A ala sete, é a ala proibida. A gente sobe pelas escadas de emergência pelo lado de fora do antigo prédio de gerenciamento, ele tá meio que em ruinas então ninguém mais usa aquilo, mais digamos que a cobertura do prédio seja um ótimo lugar para quebrar as regras. Já que a área foi desabilitada a alguns anos, não tem mais câmeras funcionado naquele lugar. E nesse exato momento Ethan e os Rapazes estão arrumando o lugar para a noite do desafio. – Fiz uma cara confusa para que ela me explicasse o que significava a “noite do desafio”. – A coisa é simples, depois que você estiver lá não pode mais voltar. Os desafios geram apostas, as apostas geram os vencedores, e os vencedores tornam-se os exploradores.

- Que tipo de apostas? – Ela ri.

- Você já jogou verdade ou consequência? – Balancei a cabeça positivamente. – É bem parecido, mas apenas com consequências. A ponta da garrafa sempre vai mostrar o desafiado, e do outro lado o desafiador. Depois do desafiador propor o que você tem que fazer, você faz uma aposta... Por exemplo você me desafiou a dar um beijo no professor gostoso de história, e eu aposto com você que se eu conseguir você tem que beijar a coisa escrota do Julian, professor de matemática. – Riu. – mas caso eu não consiga você pode apostar outra coisa, tipo suas lições feitas, provas trabalhos... Entendeu? – Dou de ombros.

- Parece muito com os joguinhos de colegial, juro que esperava uma coisa mais animada vinda de um reformatório. – Rebecca riu.

- Isso foram apenas exemplos, Mason não gostaria se eu assustasse a convidada dele. –Ela riu. – Mas de qualquer forma vou ter que convidar outra pessoa para pegar o meu bônus. É a primeira noite de desafio desse ano, os veteranos que levam um novato ganham um bônus para poder escapar de um desafio quando desejarem. – Ela sorriu e deu de ombros.

Olhei outra vez no papel com a caligrafia de Mason e percebi que lá não avia nem horas e nem lugar de encontro, apenas o endereço de seu quarto. Por alguns segundo imaginei que aquilo poderia ser uma estratégia dele, aliás porque alguém faria um convite sem marcar o local de encontro ou horário, porem colocaria o endereço do quarto.

Pensei um pouco antes de seguir o endereço, mas cheguei á conclusão de que deveria ir.

[toc, toc]

- Ei Náh! – Ele abriu a porta sorridente e eu percebi que ele não estava sozinho no quarto. Adam estava lá e por algum tempo ficou me encarando. – Entra. –Olhei para Adam e depois para ele, pensei em não entrar. Achei que meu orgulho não me permitiria, mas segundos depois percebi que a vontade de ver aquele idiota do Calliel sendo trocado por mim foi maior que qualquer outra coisa. Dei um sorriso nada afetuosa em direção a Adam e me sentei na cadeira da escrivaninha. – Michael entregou o convite? – Balancei a cabeça positivamente. –Eu pensei em entregar, mais convenhamos que antes ele do que eu levando um soco na cara. –Ri com a forma dele. Adam se levantou parecendo um pouco irritado.

- Mason nos vemos hoje a noite, e outra hora continuamos o assunto. – Ele saiu batendo a porta.

- Será que eu atrapalhei alguma coisa? – Ele balançou a cabeça negativamente. – Eu na verdade só vim perguntar a hora e o lugar que é pra gente se encontrar, você não marcou no papel. – Ele sorriu e se sentou na cama.

- Há foi mal, é que pra ser sincero em nem achei que você aceitaria. – Deu de ombros. – o jogo começa sempre as dez horas da noite, então eu posso passar no seu quarto as nove e meia, o que acha?

- Tanto faz. – Ele sorriu, me levantei. – Vejo você mais tarde? – Falei me levantando e ele se levantou também.

- É claro. – Fomos até a porta e ele abriu pra mim, estava passando pelo batente quando ele me achou e eu me virei. – Você é legal. – Talvez o beijo que ele desejava me dar era no rosto, mas devido ao meu movimento foi parar ali, talvez era para ter sido na boca mais se arrependeu e apenas fez um desvio leve, ou apenas teve precisão na hora de deixar um beijo no canto da minha e dizer baixo que me encontrava as nove.

Notas finais
Gente eu juro que a partir do próximo as coisas começam a ficar mais emocionantes, no proximo capitulo vamos ter finalmente "a noite do desafio" e eu quero saber o que vocês acham caso a garrafa aponte para as duas pessoas mais "agua e oleo da historia" em?

Quem conhecer uma musica que lembre o roteiro da Tennensi Reformatory pode mandar o nome da musica e da banda/cantor, please?

Me desculpem pelos erros na ortografia, e pelo capitulo demorado e horrivel, juro que o proximo sera maior mais interessante e chegara mais rapido ok? Basta termos outra vez nossos 15 comentarios ;D