Tennensi Reformatory

26 Assassino de Formigas


Notas iniciais
Ei galera, como andam? Nem demorei tanto dessa vez, e logo já vou responder os comentários... primeiro vo 'fila um rango, porque cheguei da escola e vim direto pra cá ver o que a linda da minha beta GabsBooBearJujubaVerde tinha achado do capitulo. E já que está aprovado vim postar pra não ter reclamações de demora - a proposito jujuba, eu gostei do titulo ;D

Leilinha diva, muito obrigado pela recomendação... adorei ;D Capitulo entre varias (os), dedicado a você ;D

**LEIAM AS NOTAS FINAIS, IMPORTANTE. **

Às vezes eu me pergunto o que eu fiz de tão sério pra Deus, por mais que eu não acredite nele, eu devo ter feito uma coisa muito séria pra Ele me fazer isso.

Tudo bem, as pessoas vivem se esbarrando e tropeçando umas nas outras, mas qual o maldito problema comigo? Por que justo eu sempre tenho que amortecer as quedas do Adam? Esse loiro maldito é pesado droga.

- Eu to começando a achar que esse lance de se jogar em cima de mim é pessoal, Calliel. — Disse e ele me fitou por alguns segundos.

Segundos demais para meu consciente aguentar a pressão de estar tão vulnerável àqueles olhos verdes.

Eu havia acabado de sair da lavanderia onde deixei as poucas roupas que me restavam – já que a maior parte torrou no maldito incêndio — e caminhava tranquilamente em direção ao refeitório, onde a Rebecca e a Amber já me esperavam. Mas como eu simplesmente devo ter nascido com um alvo no lugar da cabeça, o miserável do Adam resolveu me esmagar com todo o seu peso por causa de uma maldita bola de futebol americano, que ele estava jogando com os outros garotos, que só pra constar riam de nós dois abusivamente.

- Como é que é Adam, se vai comer a garota pelo menos joga a bola de volta. — Ouvi uma voz masculina gritar e depois risos.

Ele me fitou por mais alguns segundos, como se estivesse pensando na possibilidade.

Levantou-se e jogou a bola de volta pros garotos, mas continuou a me observar esticada no chão. Ele não podia estar realmente pensando nisso.

Bom, se eu esperava uma ajuda da parte de Calliel obviamente eu congelaria no frio de Tenessee e ele continuaria ali, apenas me torturando mais com o seu olhar indiferente. Então em uma atitude digna e tão indiferente quanto ele, me levantei e expulsei a poeira que se alojou em minha roupa com as mãos.

E aquelas duas órbitas verdes não saiam de mim.

Eu tinha certeza que o olhar de Calliel sobre mim nesse momento era vinte vezes mais pesado que seu corpo. E outras mil vezes mais insuportável. Tive coragem por meros segundos de encarar seus olhos com a mesma intensidade e tentar traduzir qual emoção eles passavam.

Provavelmente não fui corajosa o suficiente para chegar a alguma conclusão.

- Olha por onde anda. — Foi a única coisa que ele me disse antes de dar as costas e voltar a jogar com os garotos mudando completamente o humor.

Ótimo, além de louco é bipolar.

Meu dia se resumiu exatamente nisso. Acordei com um loiro completamente azedo me expulsando do quarto, depois descobri que eu estava puta da vida com o Mason por aquele canalha remendado ter a coragem de se despedir de mim com um bilhete. Existe coisa mais sacana do que se despedir com um bilhete? Mas claro, ele pode ser idiota mais não é burro, e é claro que com a promessa de uma pizza no final do bilhete a minha raiva em instantes evaporou.

Oito horas da noite, era o que o relógio de pulso da Rebecca indicava, estávamos na área coberta das piscinas esperando o Michael sair do vestiário depois de duas horas nadando de um lado pro outro na grande imensidão azulada da piscina. Logo iríamos para o refeitório, desfrutar da nada saborosa janta dos alunos.

Mitch não demorou e logo já estávamos na fila com as bandejas enquanto aqueles seres rabugentos e de olhar mortal colocavam a comida em nosso prato.

Por algum milagre o refeitório estava silencioso e parecia que a maior parte dos alunos esqueceram a hora do jantar, ou talvez simplesmente decidiram não se arriscar a morrer de uma intoxicação alimentar. Nos sentamos em qualquer mesa no centro do refeitório e tudo parecia normal.

Normal de mais para durar muito tempo.

Os garotos do time de basquete chegaram eliminando qualquer rastro de sileêncio com as suas escandalosas risadas e com uma pequena guerra de guardanapos entre eles, o que eu não entendi, foi o porquê de eles terem sentado na nossa mesa. Quer dizer, eu não entendi até ver o palhaço que liderava o grupo de babacas... babacas bem atraentes.

Adam.

A mesa poderia ser grande, mas obviamente não o suficiente para um time inteiro de jogadores metidos de basquete e meus adoráveis amigos que pareciam super alegres com a nova visita. Amber pulou pro colo de Ethan dando espaço para um jogador na sua cadeira, três garotos apareceram ao redor da Rebecca roubando cadeiras da outra mesa, outros dois rapazes sentaram ao lado de Michael e consequentemente do meu lado. Havia duas cadeiras vazias, uma ao meu lado na ponta da mesa, e outra logo a minha frente. E apenas um garoto em pé. Eu sabia qual ele iria escolher, sempre era aquele o maldito lugar que ele escolhia.

Adam se sentou na minha frente. A única diferença é que hoje ele parecia ignorar minha presença completamente, ou então me olhava de tal forma que a minha vontade era não estar realmente presente. Eu não sabia dizer o que era, não sabia dizer o que sentia, mas os olhos dele me faziam congelar ao ponto de ficar parada e tremer de medo, mas ao mesmo tempo me faziam ter vontade de me aproximar mais e mais e desfrutar do convite que eles me proporcionavam. Um belo convite.

- E então ruiva? — A voz de Michael me tirou dos devaneios e só então reparei que a mesa toda me encarava, enquanto eu olhava sugestivamente para o que deveria ser um empanado em meu prato. Olhei pra todos – Ou quase, lembrando que eu ainda desviava meu olhar dos olhos do loiro – E lancei um olhar de desculpas para Michael tentando demonstrar que eu não sabia do que eles estavam falando. Mitch riu. — Por onde andam os pensamentos dessa ruivinha, hein? Brad acho que você levou um fora.

Olhei para o garoto de pele morena, olhos verdes – não tão intensos quanto aquele a minha frente — dentes perfeitamente brancos e cabelos negros, porém baixos o suficiente para nem precisar arrumá-los.

- Alguém pode me dizer, por favor, do que estão falando? — Pedi e ouve mais risadas na mesa.

- Eu acabei de pedir um espaço na cama do Brad essa noite, e levei o maior fora do mundo porque ele disse que a menos que fosse você a garota, a cama não estaria disponível. — Senti meu rosto arder, mas ainda assim agi naturalmente, apesar de desejar que Rebecca não tivesse me explicado.

- Que pena Brad. — Usei um ar de lamentação. — Mas eu prefiro comer pedras a ter que me deitar com qualquer um dos garotos do time. — Automaticamente um ser a minha frente pigarreia de forma exagerada, tentando se mostrar como uma "contradição" das minhas palavras. Reviro os olhos. — Antes que você fale alguma coisa Adam, quando eu me refiro a garotos do time, estou me referindo aqueles que sabem jogar. — Eu já havia visto um ou dois jogos do time, e o Adam era sem dúvida um dos melhores jogadores, fazia jus a posição de capitão do time, mas obviamente eu não precisava alimentar seu ego com essas palavras.

- Falou a garota que precisaria de uma escada para acertar a bola na sexta. — Ele comentou com um superior ar de deboche e eu apenas respondi o comentário com um educado dedo médio.

- Fala sério, você dormiu com o Adam e tá me dispensando? — Brad perguntou rindo e tentando encenar alguém desapontado. — Fala sério Natalia, depois disso nunca mais amarei ninguém!

- É Natascha otário. — Corrigi e ele deu de ombros rindo abandonando rápido o personagem romântico e iludido, voltando a ser o otário sem cérebro.

Terminei rápido meu jantar e sai de lá o mais rápido o possível antes que quebrasse a cara de alguém, por causa das piadas ridículas. Sério. O que esses caras têm na cabeça? É tanto esteróide que aumentou o nível de idiotice?

Sem muitas opções de para onde ir me sentei no mesmo banco fúnebre e velho onde eu e Adam estávamos quando recebi a notícia que Mason estava no hospital. O lugar estava idêntico, a não ser pelo simples fato de que no escuro o lugar parecia cinco vezes mais terrível.

Esse parecia o momento perfeito pra eu soltar toda aquela filosofia de vida, enquanto encaro a lua e crio alguma frase típica de romances adolescentes ou talvez daqueles livros new age, mas qualquer coisa que exigisse muito dos meus pensamentos parecia ser trabalhoso demais agora, trabalhoso demais se comparar com o fato de que eu podia simplesmente continuar a fazer o que estava fazendo, ou seja, encarar uma formiga caminhar ao meu lado no banco de cor repugnante, variando entre o cinza desbotado de uma tinta velha que um dia supostamente foi branca e o marrom escuro da madeira velha.

Eu sentia inveja daquela formiga.

Por mais que ela fosse um ser insignificante diante a tantas outras coisas, o fato de eu saber que até ela tinha mais liberdade que eu nesse momento, era estranho, patético e ao mesmo tempo agonizante. Eu me perguntava por quanto tempo meu pai me manteria aqui, seriam dois anos pra completar a escola e então passaria por outros dois de reabilitação, na verdade eu evitava pensar nisso. Evitava, porque o simples fato de ter certeza que ele me deixaria aqui o máximo de tempo possível, era um verdadeiro pesadelo. Um pesadelo de prováveis quatro anos.

Quando finalmente me sentia no ponto para entrar no personagem de uma adolescente de hollywood com seus problemas diários e suas filosofias de vida, gritos me arremessaram para longe do pensamento.

- Eu vou quebrar aquele canalha! — Virei o pescoço de súbito o máximo que podia para ver o que acontecia, quando reconheci a voz fria e dura. — Por que aquele maldito voltou pra cá? Não achou outras vidas para infernizar. — Me dei conta de que Adam parecia a ponto de matar alguém e Ethan e Michael tentavam controlá-lo.

Daria um dos meus rins para escutar o que os garotos diziam para o loiro, porém a menos que eu tivesse feito uma especialização em leitura labial, a distância não me permitiria entender a conversa.

- Eu não quero saber se estou divertindo ele tendo ataques de fúria no meio de todos. Aliás, eu quero ver ele sorrir quando não tiver mais dentes naquela maldita boca. — Ele voltou a gritar. — Parem de defendê-lo é do Brandon que estamos falando, você viu o que ele fez... Ele está tentando me intimidar usando a.... — Michael puxou a camisa de Adam de forma rude pegando o loiro desprevenido e fazendo ele se aproximar alguns passos do amigo. Michael falou alguma coisa e Adam se virou de costas de repente. Para meu desespero seus olhos carregados de raiva não se amenizaram nem por um segundo ao se encontrarem com os meus.

Michael deu as costas sem falar mais nada, e Ethan depois de algumas palavras e duas batidinhas no ombro do irmão também voltou para o refeitório fazendo o mesmo caminho de Michael. Voltei a me arrumar no banco e meus olhos não demoraram a achar a pequena formiga que trafegava pelas ripas de madeira velha tranquilamente.

Tranquilidade essa que acabou ao ser esmagada por uma bunda. — Talvez eu não sentisse mais tanta inveja da pobre formiguinha.

Levantei os olhos para encarar o rosto do assassino do pobre ser e meus olhos se chocaram com um rosto de maxilar bem definido e momentaneamente contraído como se algo não o agradasse, orelhas pequenas, cabelos revoltos baixos, porém alguns fios estrategicamente levantados. Seus olhos verdes fixos no nada a sua frente, sua respiração era pesada e eu tenho certeza que seus punhos serrados conseguiriam quebrar o velho banco em segundos.

Era um momento ruim para estar sentada do lado de Adam Calliel, e um momento muito pior para meu corpo me obrigar a ficar ali. Decidi não perguntar e desviei meus olhos, aposto que se pensamentos fizessem barulhos, os de Adam agora estariam em volume ensurdecedor, e eu tinha minhas dúvidas se realmente queria ouvi-los.

- Você consegue ser insuportável até quando está quieta. — O loiro me surpreendeu quebrando o silêncio, mas sem olhar pra mim.

- Achei que não seria esperto da minha parte atrapalhar seu pensamento, depois de ter gritado com seus amigos e mostrado como é um ser terrivelmente cruel sentando em cima de uma formiga. — Ele me olhou rápido com as sobrancelhas retraídas, e sua expressão parecia medir o meu grau de idiotice.

- Agradeça por não ter sido você no lugar dela. — Olhei pro chão e então passou pela minha cabeça que eu já estive incontáveis vezes no lugar da maldita formiga. Amortecendo as quedas de Calliel. Definitivamente não tinha nada que se invejar na vida da maldita formiga.

- O que... -Hesitei, mais o olhos verdes de Adam frente a frente com o meu me fizeram continuar para que acabasse de uma vez com o frio que seus olhos me causavam. — O que aconteceu lá? — Olhei de relance para trás, indicando o refeitório.

- Brandon aconteceu. — Ele resmungou. — Ele apareceu pouco depois que você saiu e sentou no meu lugar, ele está achando que temos alguma coisa e fez o favor de berrar isso pra todo o refeitório. — Arregalei os olhos.

- Eu vou acabar com a vida daquele garoto. — Me levantei do banco de punhos cerrados e já ia me virando quando a mão firme e brusca de Adam me segurou firme no braço, fazendo o leve latejar do sangue nas veias passar por meu antebraço.

- O que você acha que vai fazer? Acertar um soco na cara dele e esperar ele revidar com outros dois?

- Ele tem que aprender limites! — Disse mais alto.

- E você também. — Ele falou me encarando nos olhos do mesmo modo que meu pai me olhava quando eu era uma filha perfeita e fazia algo que não o agradava, o que significava, sempre. — Mexer com Brandon está muito além dos seus limites Natascha. Não é como jogar o Michel contra uma parede e vê-lo choramingar, e muito menos como me dar um tapa e se achar a estrelinha do universo. Ele vai revidar quantas vezes achar necessário e se não der conta sozinho aqueles malditos capachos fariam o serviço.

- Se todos pensarem como você ele nunca vai achar o lugar dele. — Empurrei Adam com uma das mãos e voltei a andar, claro que ele voltou a me alcançar, mas dessa vez de forma muito mais rude.

Ao segurar pelo meu braço e me empurrar em direção a uma árvore, minhas costas latejaram com o impacto no tronco e minha cabeça fez um pequeno movimento de vai e vem com o impulso. Ele estava próximo o suficiente para que seu corpo se tornasse uma barreira contra minha passagem, e meu braço começava a doer de verdade onde ele estava apertando. Eu via nos seus olhos o mesmo olhar que ele havia me lançado segundos antes de me arremessar contra o chão em no nosso primeiro encontro no reformatório. Foi nesse momento que eu cheguei à conclusão:

Adam era impulsivo, durão e controlador, mas além de tudo o que eu mais admirava, era como ele sabia parecer extremante sexy em todas as ocasiões.

- Vai.Se.Ferrar! — Gritei pausadamente em sua frente, enquanto ele continuava a me encarar com aquele jeito estranho, carregado de raiva e algo que se assemelhava ao desprezo, mas eu duvidaria que fosse. Ninguém perde seu tempo com alguém que despreza.

- Que droga Natascha, para de agir como uma criança de seis anos. — Ele gritou me fazendo perder toda a postura durona. Eu me sentia levando um esporro do meu próprio pai, e isso fazia com que tudo em meu corpo se arrepiasse. — O Brandon está usando você pra me chantagear e eu não quero que você chegue próxima a ele, será que dá pra entender agora? — Ele me balançou fazendo minhas costas doerem ainda mais com o choque no tronco da árvore e eu começava a ter certeza que alguns arranhões já se alojavam na minha pele.

Eu não sabia dizer o que mais me chocava nesse momento, o fato de o mesmo Adam que havia xingado meu pai, estar agindo exatamente como ele. O fato de Brandon estar me usando como chantagem para Adam, ou então descobrir que Adam estava preocupado comigo por causa das ameaças do Brandon.

Ele não parecia frustrado por não receber uma resposta, mas na verdade eu acho que o olhar que eu mandava em sua direção respondia tudo. Sim eu havia entendido. Ele não afrouxou a mão que segurava firme no meu braço e eu já sentia a dormência no local, seu joelho que forçava minha perna a ficar imóvel também permaneceu lá. Seus olhos ainda tinham o mesmo peso sobre mim, e eu me sentia sufocada por ele, mas como sempre a capacidade de desviar os meus meros olhos castanhos do verde momentaneamente escuro, de Adam também não me era uma opção. Assim como também não era uma opção minha escolher se colaborava com o rosto de Adam se aproximando do meu ou se usava uma das minhas mãos livres para dar um tapa em sua cara. Era uma escolha do meu corpo.

Ele parecia gostar muito mais da primeira opção.

Quando os lábios dele pararam exatamente no momento que se encostaram nos meus, o sutil movimento da minha boca fez com que ele desencadeasse uma série de outros movimentos, talentosos e muito bem ensaiados em outras bocas.

Beijar Adam Calliel em um momento comum é uma coisa, beijar Adam Calliel em meio a uma crise de raiva é completamente diferente. Seu beijo parecia desesperado, tenso e ao mesmo tempo relaxado, se é que isso é possível. A delicadeza em seus lábios era quase inexistente, mas com lábios tão macios quanto aqueles a falta de delicadeza não me incomodava. Era habilidoso e carregado de intenções, sejam elas maliciosas boas ou ruins, uma nota de sua fúria era deixada por cada canto de minha boca onde sentia sua língua circundar em um movimento completamente desejável. Suas mãos que antes apertavam tanto o meu braço agora estavam em minha cintura caminhando pela entrada da minha blusa. Seu corpo ainda me mantinha completamente presa a árvore e minhas costas ainda reclamavam por isso, mas eu pouco me importava com o que qualquer parte do meu corpo me falava nesse momento. A única coisa que começava a soar insuportável era a ardência provocada pelas mãos de Adam dentro da minha fina camiseta de mangas.

- Você entendeu Natascha? — Eu não sabia o que ele estava perguntando, nem me lembrava muito bem o assunto que falávamos, mas tenho certeza que não era mais importante que matar meu atual estado de desejo.

- S-sim. — Vacilei em falar enquanto ele brincava com meu pescoço. Ele me olhou e riu.

- O que exatamente você entendeu? — Suspirei tentando ir até a sua boca novamente em um movimento involuntário, mas ele deu uma sutil virada em seu rosto evitando meus lábios. Logo me olhando novamente para exigir uma resposta.

- Droga Adam, olha o que você fez. — Ele apenas riu vendo meu deplorável estado de excitação. Era certo que se eu tinha que entender algo Adam deixaria para me explicar mais tarde. Agora ele estava ocupado demais sincronizando nossas bocas e nossos pés, que iam rumo a cabine de professores.

Notas finais
Hmm, o que vai rolar? Mentes maliciosas, mode on.

Então o que eu queria falar é o seguinte, quem tá afim de um capitulo extra? Ninguém? Ok... Mas eu vou falar mesmo assim.

Quem querer o capitulo extra vai comentar, e no começo do Review vai escrever **EXTRA**, pra cada um comentário eu vou responder com um pedaço do capitulo, o que significa que quanto mais comentários, maior será o capitulo. Vai ser um Pov Adam mostrando a confusão do refeitório, e se tiver mais comentários podemos esticar ele até a pequena visita na cabine.

"Tia eu não entendi nada... explica de novo!"
Ok meu amor. Você vai fazer o seu comentário normal dizendo o que acho e o que quer que aconteça... do jeitinho que sempre faz, a única diferença é que antes de tudo você vai escrever "**EXTRA**" - Só vou responder com o capitulo aqueles que tiverem a palavra. - Dai você vai enviar o comentário pra mim e eu responderei qualquer duvida sua, e por fim colocarei uma parte do capitulo extra.
P.S.: É obvio que pra você ler e entender, vai ter que ir na pagina de comentários da historia > no ultimo capitulo postado > começar a ler do primeiro comentário.

Acho que entenderam né? Vão comentar? Vocês que vão controlar o tamanho do extra.

Recomendações e comentários super bem vindos.

XxXx