Tender bloodsucker

6 Capítulo 6 - flashbacks...


Notas iniciais
Oiii!!! Tudor Bem pessoas? Comigo tudo! Esse é um capítulo de digamos lembranças da nossa a Amiga Amy! Bem, tem pouca continuação, vai ter mais lembranças!^^ Enfim, sem mais delongas Boa leitura!

Aos 5 anos...

Escola, ah escola. Uma es-cola. Que já foi uma cola. Enfim, a escola. Sozinha como sempre. Recreio. Estava comendo até que chegou uma menina da minha idade, e sentou do meu lado.

–Oi, te conheço?-perguntou.

–Acho que não....-respondi. Naquela época eu era tímida.

–Bom, meu nome é Luana! Prazer!-disse estendendo a mão.

–Prazer, Amy. -apertei a mão dela.

Ela me puxou para o pátio, e brincamos, até virarmos melhores amigas.

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Voltando para casa, vi meu pai ligando para algém e resolvi esperá-lo. Não prestei muita atenção, mas estava falando umas coisas meio: "Não é muito nova? Sim...... Ok, daqui a 10 anos."

Desligou e me cumprimentou, falou que era para irmos para o hospital, que minha mãe ia ter.... Um filho!

E minha irmã nasceu.

Aos 7 anos...

E lá na casa da Luana, onde ia dormir. À noite, depois de ver Backardigams fomos dormir.

À noite enquanto estava dormindo, acordei. Estava com fome. Não era eu mesma. Só estava movendo meu corpo. Abri a janela e pulei. E virei morcego. E fui para minha casa, onde estava minha mãe e meu pai e minha irmã.

Entrei no quarto dos meus pais. E vi minha mãe e meu pai deitados. Coloquei os dentes no pescoço do meu pai até que vi a cruz do colar dele, minha pele ardeu e voltei a virar morcego voltando para a casa da Luana, voltando para a cama e para si mesma.

Enquanto isso meu pai que estava o tempo todo acordado, deu um sorriso.

Aos 10 anos...

Saí da cidade, para viajar. Queria trazer a Luana mas ela estava ocupada. No carro, tinha eu e minha irmã brincando de "tricilomelo" e meu pai no volante. Minha mãe já havia falecido.

Passou um tempo e chegamos. Ah a praia. Foi a primeira vez que tinha ido à praia. Ia sair do carro, para o solão que estava fora, quando meu pai me deu um guarda sol e falou para eu usá-lo. Perguntei se poderia ir só de chapéu, mas ele disse que era para usar o chapéu apenas quando for entrar na água.

Ajudei a arrumar as coisas e passei o protetor solar na minha irmã e em mim também, ainda com o guarda-sol. Não ia entrar ainda, para deixar o "protetor fixar na pele" e fui dar uma volta na praia.

Enquanto estava andando, apareceu uma menina que botou a pé na minha frente e eu caí derrubando o guarda-sol. Ela começou a rir de mim. Senti minha pele arder e rapidamente peguei o guarda sol de novo e fiquei em pé. Quase estava queimando literalmente no sol!

Olhei para frente e vi a menina que ainda estava rindo. Então chutei a cara dela e falei:

–para se dar de durona até que é fraquinha hahaha!

–Aghata...-ela disse se levantando.-shoot!

–Ai.-ela havia chutado minha barriga, mas quase nem tinha doído-só que não!-disse dando um soco na cara dela.

Ia virar uma briga feia, até que minha irmã me chamou. E fui embora.

Agora, aos 15 anos....

O meu pai falou uma coisa sinistra. E também ouvi uma coisa sinistra:

"Me deixe ver se é real" uma voz desconhecida disse.

Fui puxada até o lugar x e a pessoa z me pegou e tirou minha venda. Era uma mulher que me parecia familiar mas não me lembrava quem era...

–Amy!-a mulher parecia ter uns 40 anos.-Saudades!

–Q-quem é você?

–realmente não lembra de mim, filha?

Notas finais
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