Tempo de Recomeçar
8 Capítulo 8 - Um amigo apaixonado
Notas iniciais
O dia havia amanhecido e Mônica já estava acordada com o banho tomado e arrumada para ir pra escola, assim ela saiu do seu quarto e foi até cozinha para comer o seu café da manhã antes de ir pro colégio.
—Bom dia pra todos! _A jovem cumprimentou os amigos animadamente, como se existisse um certo brilho diferente de felicidade refletida em seus olhos, depois ela se senta na mesa para começar a toma o café da manha.
—Bom dia! _Magali, DC e Nimbus a cumprimentaram juntos, em uníssono.
—Nossa Mô, você me parece mais feliz do que nunca hoje, o que aconteceu de especial pra esta assim tão feliz, hein? _Pronunciou a Magali sorridente, sem conseguir disfarçar um certo interesse repentino.
—Ah não me aconteceu nada Maga, só estou feliz que tenho os melhores amigos do mundo todo. _Mônica respondeu ingenuamento, pois nem mesmo ela sabia o porque de estar tão feliz essa manhã, mas algum bem lá no fundo a dizia que o motivo de sua felicidade só podia ser por causa de um certo rapaz que ela havia conhecido na sua escola no outro dia.
—Ata, conta outra! Nessa eu não caio! Até ontem mesmo você estava toda preocupada, e hoje tá toda feliz da vida. Pra mim ai tem. _Magali cogitou muito desconfiada, arqueando uma das seus sobrancelhas enquanto encarava a sua amiga.
—Hm... _Nimbus apenas balbuciou tomando seu café com leite na xícara, enquanto pensava: "Ai, ai, Magali como sempre sem noção com suas ideias tosca ".
—Magali, para de ser chata e deixa a Mônica em paz. Ela tem os direitos dela de estar ou não estar feliz. Tó certo, Mônica?! _Dc retrucou defendendo sua amiga dentuça sem pensar duas vezes, em seguida encarou a Mônica com um sorriso carinhoso e a fitando com olhar que para os mais atentos talvez perceberia que esse olhar não era apenas de um amigo.
—Uhum, isso mesmo Dc! Não sei da onde a Magali tira tanta imaginação. _Nimbus apenas concordou com o seu irmão, que é um ano mais velho.
—Qualé turma, eu tenho os meus motivos pra me preocupar com a Mônica, se até ontem ela parecia estar com deprê e hoje parece até que ela acordou vendo um passarinho verde cantado, pra mim isso significa só uma coisa... A Mônica esta afim de algum cara na escola.
—O QUEEEEEE! _Exclamaram em uníssono os dois jovens restantes, tomados pelo espanto pelo que a amiga comilona havia dito.
Afinal como eles podiam imaginar que a sua amiga Mônica, justamente essa Mônica que eles "tanto" conhece, poderia ser apaixonar logo assim de cara no primeiro dia de aula, justo ela que é uma garota tão doce, correta e inocente. Isso pra entra na cabeça deles era quase que impossível, principalmente prum certo garoto que sempre se pós contra o mundo, pra ele era muito difícil de aceitar ver a sua doce amiga suspirando por outro cara que não fosse ele.
—N-Não Maga! Não é nada disso. _Justifica uma Mônica meio tensa, totalmente encabulada e corada, parecendo quase um tomate.
—Então me explica o motivo da sua felicidade, hein? Hein? Hein? _Questionou a Magali insistindo e cada vez mais desconfiada da sua amiga.
—Mas eu não tó feliz! _Protestou a dentucinha olhando para baixo, ainda sentido suas bochechas quentes, sinal que seu constrangimento, — pelo que sua melhor amiga falava possa ser de fato verdade — , não havia passado.
—Não é! E por que esta toda corada? _Magali alegou irônica, apontando o dedo na direção da Mônica.
—Eu não to corada! _Mônica novamente protesta, só que em vão, afinal ela tava mesmo corada.
—Ham! A minha garotinha ta completamente gamada e não quer me contar. Isso não é justo! _Magali queixou-se de braços cruzados e fazendo um biquinho de chateada.
—Aaaah Para Magali! Você já esta me torturando. Eu não to apaixonada! Que droga! _Não tolerando mais essa conversa, Mônica esbravejou com sua melhor amiga.
—Ah você tá sim, vai Mônica confessa pra mim? Juro não vou contar pra ninguém. Quem é ele, diz? Ele é gato? _Insistiu a Magali com um sorriso largo no rosto, decidida a saber tudo que estava se passando com sua melhor amiga de tantos anos.
—Aff! E dai se eu estiver apaixonada não é da sua conta. _ A dentuça revidou, sentido o seu limite de paciência com a sua amiga comilona já quase no fim.
—Então realmente você esta? _Magali insinuou, com um sorriso sínico malicioso formado em seu rosto, pensando: "Mônica Sousa, agora sim eu te peguei".
—Ah...! _Mônica grunhiu totalmente sem fala e com um vermelhidão do seu rosto era litido, dessa vez a Magali havia pegado ela nas palavras.
—Bah! Pra mim já chaga desse papo sem pé e cabeça. _Resmungou um Dc aparentemente mal morado com algum, se levantado da mesa e pegando o rumo até o banheiro para escovar os seus deites.
—Ouh DC! O que foi? _Perguntou Nimbus preocupado com o seu irmão mais velho.
—Nada! Só estou indo escovar os meus deites, não quero me atrasa pra escola. _Justificou o garoto contraditório.
—DC por favor, espera, não fica bravo com a gente. _Pediu a Mônica com o seu modo genuíno de ser.
Ela estava realmente muito apreensiva com o seu amigo, querendo entender o que se passava com ele pra ter ficado assim tão de repente.
—Huhu! Relaxa Moniquinha eu não to bravo com você. _Do Contra disse de modo cauteloso e com um sorriso sutil direcionado para amiga de dentes frontas um pouco salientes.
—Não! _Mônica murmurou confusa vendo o Do Contra sair da cozinha. —O que aconteceu com o Dc, afinal? _Perguntou apreensiva.
—Eu sei muito bem o que aconteceu com ele. _Respondeu o Nimbus com um ar meio serio. _Viu Magali, ta satisfeita?! _Por fim reprendeu sua amiga, de apetite aforado, com sermão.
—Ai minha boca grande! Foi mal Nimbus, não era a minha intensão. _Magali muito sem graça e arrependida, unica coisa que podia fazer naquela ocasião era se desculpar, afinal ela sabia muito bem o que se passando na cabeça do seu amigo, que sempre gostou de contrariar, então já podia esperar o que essa sua brincadeira boba poderia causar no mesmo.
—Tá, beleza! Eu sei que você não começou todo isso por mal. _Nimbus disse compreensivo a fitando com um meio sorriso.
—Pera ia! Do que vocês estão falando? _Pronuncia a Mônica sem conseguir compreender o que os seus amigos tanto falavam.
—Nada não Mônica! Desencana disso. _Magali justifica, tentando disfarçar com um doce sorriso, que estava desenhado em seu no rosto, direcionado para a dentuça.
—Pode fica de boa, que eu vou conversa depois com o Dc e ver o que ele tem. _Nimbus disse convicto, enquanto sorria de forma amigável para Mônica, pra que a mesma não continuasse tão preocupada.
—Ta bom! Só espero que o DC não esteja muito chateado. _Falou a linda garota dentuça de cabeça baixa, ainda continuando a nutrir preocupações pelo o seu amigo, Dc.
[...]
Cebola havia chegado em sua escola na hora certa antes que podasse se atrasar para a primeira aula, ele estacionou a sua moto no estacionamento do colégio, saído do veiculo se dirigiu-se imediatamente em direção para dentro do colégio atravessando o grande portão de grade feito de ferro, Cebola continuava caminhando até que o mesmo para de antar quando ouve uma voz familiar o chamando um pouco ao longe pedindo para espera-lo, então ele se vira pra ver quem é e viu que era o seu melhor amigo Cascão, correndo em sua direção um pouco distante.
—E ai vei! _Ele cumprimentou o amigo meio ofegante pela correria, assim que havia chegado aonde estava o próprio.
—Uh! Oi cara! Me diz pra que essa correria toda? Você não veio com sua moto? _Cebola questionou estranhando um pouco atitude do amigo sujinho de sair correndo desse jeito se ele havia chegado no horário certo.
—Claro que eu vim! Mas, é que eu queria bate um papo cabeça serio contigo antes de juntamos com a galera. _Explicou o Cascão.
—Hum! Sei! Então diga, o que é? _Perguntou indo direto ao assunto sem mais rodeio.
—Sabe sobre aquela a aposta de ontem que fize..._O Sujinho havia começado, mas antes que pudesse terminar acabou sendo interrompido.
—Ah não Cascão! Se é pra falamos sobre isso é melhor mudamos de assunto. _Cebola sem paciência repreendeu o amigo, já começando apressar os seus passos pra chegar logo dentro da escola pra assim poder fugir dessa conversa que tanto se reprimia de pensar.
—Não sei o por que você não quer?! Não ver que eu quero só te ajudar. _Cascão indignado protestou ao mesmo tempo seguia logo atras do Cebola até chegar ao lado do mesmo.
—Sendo assim, valeu mesmo pela sua ajuda, mas eu to fora! Não to precisado da sua ajuda e de ninguém. _O moreno agradeceu meio rígido, tentado sair dessa conversa o quanto antes.
—Véi, tem certeza!? Serio careca, ontem deu pra percebe que você não estava muito afim de fazer essa aposta e se você me contar a verdade eu vou entender. Nem eu achei isso uma coisa muito legal de se fazer.
—Cascão, não a com o que você se esquentar, esta tudo no esquema, não vejo mal nenhum nisso. Irei com essa aposta até o fim da minha maneira e vou vencer ela custe que custa. _Disse o ex fico-fios confiante e tetando tranquilizar o amigo que tanto insistia entrometer num assunto que não o desrespeitava, isso na opinião do Cebola.
—Mas pensa cara, se você vencer essa aposta farar essa garota, a vitima dessa historia, sofrer e muito. Você não parou pra pensar por esse angulo não?! _O moreno de cabelos crespo indagou sendo bastante sensato, o que fez o Cebola por um breve momento parar de andar e refletir sobre isso.
—Claro que sim, por isso mesmo sei o que estou fazendo. Não é a primeira vez que despeso uma mina. E eu não suporto perde qualquer disputa, até hoje nunca perdi nenhuma. Sem falar que se desistimos da aposta agora, Penha ira vencer e ficar com a nossa sala que pelejamos pra consegui-la. O que dirá os nossos amigos, isso pode até levar o fim do nosso grupo. Você parou pra pensar isso não?! _Cebola questionou a contragosto sentido o peso das suas palavras, pois era uma escolha muito difícil a ser feita e ele ficava dividido "entre a cruz e a espada", não tendo opção de escolha do que fazer sobre essa "bendita" aposta sem pé e sem cabeça.
"Se houvesse ao menos uma saída mais fácil" Assim que ele pensava
—É, eu sei, só que... _Cascão fica receoso de continuar a sua fala enquanto olhava para o lado.
—Só que nada! É isso que a Penha quer, que nós desistimos só por pena. Ta decidido e proto final. Irei vencer essa aposta e já é vitoria garantida pra mim. _Afirmou o Cebola de forma rigoroso e completamente decidido a seguir com essa aposta adiante, querendo ele ou não.
—Belê careca! Faça como quiser, mas não diz que eu não avisei quando ver a merda que vez. _Alertou o sujinho com sermão ao mesmo tempo que franzia cenho.
—Vai por mim, eu não vou mesmo me arrepender. Nunca me arrependi de nada na minha vida e não vai ser agora. _Disse convicto o jovem rebelde, no seu modo sarcástico e com um sorriso sínico formado em seu lindo rosto.
—Humpf! Você é o que diz! _Ironizou o garoto que costumava odiar banho na infância.
—Agora chega de papo, preciso começar logo antes do mês acabe. Hoje mesmo irei procura essa garota na hora do intervalo, não deve ser tão difícil de acha-la, já que ela se veste de modo diferente da maioria das minas dessa escola. _Disse com um sorriso torto formado na sua face.
—Hum... Já vai colocar o seu plano em pratica. _Cascão presumiu.
—Quanto cedo é melhor! _Decretou o Cebola.
—Tá! Que seja! Bora logo vaza pra sala antes que a aula comece. _Apresou o sujinho, aumentado a velocidade dos seus passos pra poder chegar o quanto antes na sala de aula.
—Uh já é! Vamos nessa! _Concordou o ex troca-letras, fazendo o mesmo que o seu amigo havia feito, apressando os passos pra chegar logo na sala e aula.
Encerrando a conversa, os dois melhores amigos foram em direção pra sala de aula deles antes que o professor entrasse dentro da sala e desse inicio a primeira aula sem eles dois.
[...]
Enquanto isso, Mônica os seus três amigos já havia chegado na escola e estavam caminhando normalmente pelos corredores da escola indo pra suas salas de aula, até que Nimbus para no meio do corredor pronunciando.
—Mônica, Magali, será que vocês duas poderiam ir pra sala de aula na frente?! É que eu preciso trocar umas ideias rápidas com o DC em partícula. Coisa de irmãos, sabe como é?! _Pediu com um sorriso amigável contornado em seu rosto, enquanto roçava a nunca meio sem graça.
—Sei! Por mim beleza, desquer não demorem! _Aceitou a Magali.
—Ham... Tudo bem! Só não vão demorar muito, que só falta 13 minutos pra aula começar. _Permitiu a Mônica advertindo os dois amigos
—Ah pode deixa Mô, é coisa rápida. _Nimbus afirmou.
—Então tá! Até logo mais! Vamos Maga! _A dentucinha se despediu dos amigos pegando na mão da Magali para que a mesma fosse indo junto com ela.
—Aham! A gente se ver meninos! _Magali se despediu começando a andar junto com a Mônica.
Terminado de se despedirem dos seus amigos, Magali e Mônica foram juntas pra sala de aula, deixando Nimbus e Do Contra sozinhos no meio do corredor do colégio. Sem as meninas por perto, Nimbus viu que já podia falar o que tanto queria com os eu irmão a vontade.
—O que você quer comigo, Nimbus? _Dc logo perguntou não contendo o seu interesse repentino de saber o que o seu irmão queria com ele.
—Eu quero falar sobre a Mônica! _Respondeu o Nimbus.
—O que tem ela?! Por favor, não me diz que a Mônica estar com algum problema?! _O belo contrariado indagou começando a sentir sua preocupação pela amiga dentuça surgi.
—Fica frio mano, não é nada disso! _Esclareceu o irmão mais novo.
—Uffa! Que alivio! Então o que é?
—O que eu quero dizer é que eu sei muito bem que você estar completamente afim da Mônica.
—Ah isso...! Pera lá! Desde de quando você sabe? _Do Contra exclamou pasmo pelo seu irmão saber dos seus sentimentos nutridos pela amiga de infância.
—Cara acorda, até a Magali já percebeu que você escode esses tipos de sentimento pela Mônica, acho que a unica pessoa que não sabe é a própria Mônica. _Nimbus explica como se isso fosse a coisa mais obvia que existe no mundo.
—Ai cara, eu não posso esconder de você que é meu irmão, estou mesmo gostando da Mônica e não é de agora. Estou afim dela já faz um bom tempo. _Não tendo outra escolha Dc teve que admitir de uma vez por todas, mantendo sua cabeça baixa sem conseguir encarar o seu próprio irmão, ao mesmo tempo ele estava corado, pois não tinha costume de sair por ai revelado os seus sentimentos.
—Eu bem que sabia! Que bom, fico feliz por você estar gostando da Mônica, ela é uma garota linda, meiga, divertida, inteligente e sensível. Sem duvidas vocês formariam um ótimo casal. _Nimbus disse orgulhoso com um grandioso sorriso em seu rosto, que deixava bem claro o quento ele estava feliz pelo seu irmão.
—Tá beleza! Não precisa espalhar isso pros sete ventos. _O mais velho reprimiu o menor, sentindo um certo constrangimento.
—DC, uma coisa não entendo! Se você esta tão afim dela por que não pede a Mônica em namoro? _Perguntou o Nimbos tentando tirar essa duvida que insistia em martelar na sua cabeça naquele momento.
—O que?! Nimbus, foco! Acorda pra vida! Eu não posso simplesmente pedir a Mônica em namoro assim do nada. _Respondeu o Dc meio abismado pelo seu irmão menor não ter percebido isso.
—Ué! Mas por que não? _O mais novo indagou ainda não conseguindo compreender aonde seu irmão queria chegar.
—Ainda pergunta?! Eu gosto da Mônica, mas ela não gosta de mim, não da mesma forma que eu gosto dela. Não quero estragar a nossa amizade me confessando pra ela. E sem falar que a Mônica é muito inocente, não quero confundi a cabecinha dela.
—Aé! Isso é mesmo! Você tem os seus motivos pra não pedi a Mô em namoro. Mas é serio cara, é melhor tenta investi na Mônica do que perde-la pra outro. Você viu que a Magali desconfiou que a Mônica esta apaixonada e ninguém entende a Mônica melhor do que a Magali. _Aconselhou
o Nimbus incentivando o seu irmão.
—Eu sei, eu sei! Por isso que eu fiquei com raiva na hora do café da manhã. Eu não quero perde a Mônica pra ninguém, principalmente se for prum viado que fizer mal a ela. Juro que farei ele pagar com a sua própria vida. _Dc ameaçou cerrando o punho, já sentido seu sangue subir até o seu cérebro só de pensar na possibilidade de alguém magoar a sua doce melhor amiga.
—É, por isso mesmo é sempre bom a gente ficar de olho na Mônica pra ver se ela não esta metida em treta. _Nimbus mencionou.
—Exatamente! Mas Nimbus, não á com o que se esquentar, mesmo não estando ao lado dela como namorado eu irei cuidar e protege-la a distancia como amigo. E vou fazer o possível pra conquista-la aos poucos com calma. _O jovem contraditório garantiu determinado e com um sorriso esperançoso no rosto.
—Beleza! Eu estou com os meus dedos cruzados torcendo pra vocês dois, mano. _O irmão menor afirmou com os seus dois dedos de cada uma das suas duas mãos cruzados
—Ta! Agora chega de conversa fiada. To vazando pra sala de aula, já deve ter começando. _Do Contra comunicou já retomando a sua caminhada atá sua sala de aula.
—Ah pode crer! A gente se ver DC! _Nimbus se despediu sinalizando com a sua mão direita um tchau.
—Falou Nimbus! Até mais! _Dessa forma o mais velho também se despediu.
Assim cada um foi pra uma direção diferente indo pra suas selas de aula e pra sorte dos dois irmãos quando cada um chegou em suas expectativas salas viram que a aula ainda não havia começado.
Fale com o autor