Tempo de Recomeçar
7 Capítulo 7 - Refletindo e Duvidas / Visitando o Irmão.
Notas iniciais
POV: Cebola
Assim que eu havia saído da escola retornei direto para o meu apartamento, chegando abri a porta com a chave e entrando dentro da casa sem fazer muito barulho e logo fui recebido pelo meu amigo de quatro patas, que latia e pulava em cima de mim animado por me receber de volta ao lar.
—AU AU AU AU AU AU... _Este era o som do meu cachorro latindo eufórico de alegria por me ver, enquanto pulava e se apoiava as duas patas caninas frontais na minha coxa ao mesmo tempo abanava a sua cauda peluda.
—Oi Floquinho! Tudo bem? Calma, calma garoto, assim você vai derruba o papai no chão. Precisa desse drama todo?! Agora chega, vai fazer outra coisa.
Dei minha ordem e o meu cão obedeceu indo para o outro cômodo do apartamento. Logo seguida me dirigi até o telefone pra verificar se havia recebido alguma nova mensagem e vi que tinha mensagens novas, então eu apertei o botão do aparelho e comecei a ouvir todas elas estando sentado no sofá da sala.
—"Você tem 15 novas mensagem..."—Informou a secretaria eletrônica antes de começar amostrar as novas mensagens.
—"Cebola meu filho, sei que faz um bom tempo que não nos falamos mais. Mesmo assim não deixou de ser o nosso filho. Só estou respondendo essa mensagem eletrônica pra te lembrar que mês que vem a impressa da nossa família 'Bulbus Tech' completa 50 anos e é claro que daremos um grande baile comemorativo onde todos da empresa estarão com seus famílias, sua mãe e eu não podemos fazer essa desfeita com os convidados de não contar com a presença do herdeiro da empresa. Só isso que tenho a dizer. Espero que poder contar com você dessa vez."
—Humpf!! Até parece, só nessas horas mesmo pro senhor e a mamãe lembrar que tem um filho. _Disse com desdém sobre a ausência dos meus pais em minha vida.
—"Oi Cê, esta lembrada de mim, sou eu Bruna?! A gente se viu naquela excursão que rolou entre as nossas escolas, lembra?! Pois é né, desde que ficamos juntos daquela vez na excursão eu não consegui parar de pensar em você gato. Ai eu pensei, que tal a gente marca um dia pra gente se encontra por ai pra mata a saudade um do outro!? Beijo lindo, espero que retorne a minha chamada."
—Hãh! Essas minas não se toca. _Comentei a contragosto enquanto passava a mão pelos meus cabelos seguindo até a nunca.
Afinal elas sabem que eu não quero nada serio com elas do que uma boa pegada e outras coisinhas a mais, mesmo assim insistem em me ter de novo.
Isso que da né Cebola nascer tão lindo e irresistível, ai ai eu sei que posso. =P
—"Ola, senhor jovem Menezes! Aqui é do pet shop e estamos ligando para desmarca a tosa higiênica do seu cão Floquinho que ia ser nessa quarta pois estamos com um pequeno problema de reforma no pet shop e só vamos reabrir semana que vem, se ainda quiser o nosso serviço poderia trazer o seu cachorro aqui quarta feira que vez pra fazemos a tosa nele. Espero que não estou incomodando o senhor e que tenha entendido. Tenha um bom dia."
—Hum... Eh Floquinho parece que você se deu bem. _Comentei sarcástico me levantando do sofá com intenção de ir até a cozinha.
—AU AU AU _Floquinho latiu pra mim, eu imagino que esse latido foi como uma resposta.
Mesmo estando na cozinha ainda daria pra ouvir as mensagem sem problemas, pois o apartamento mesmo sendo uma cobertura luxuosa não é tão amplo. É meu AP É um lugar perfeito prum cara jovem e solteiro como eu poder viver.
—"E ai Cê! Eu sou a Paula, tá lembrada de mim!? Nós nos conhecemos numa balada no sábado retrasado e eu queria saber..."
—Aff! Outra! _Reclamei revirando os olhos, enquanto colocava a lasanha instantânea dentro do micro-ondas, após ter tirado dentro do frise.
—"Oi maninho, ou melhor dizendo irmão mais velho desnaturado. Poxa to de cara com você, porque você nunca mais voltou pra me visita e fique sabendo que a sua irmãzinha estar morrendo de saudade de você. Ah e te liguei pra te avisar que amanhã sem falta eu vou ai no seu apartamento visitar o meu querido e desnaturado irmão mais velho. Tchauzinho Cebolinha."
—Haha! Também sinto sua falta Maria Cebolinha, só não fui te visitar porque não quero me encontra com os meus pais tão cedo. _Disse feliz pela mensagem da minha adorada irmã mais nova, mesmo sabendo que no momento ela não se encontrava aqui para pode me ouvir.
De todos da minha família sempre foi a Maria Cebolinha que se importava realmente por mim e eu também me importava com ela. Já que só podíamos contar um com outro por somes filhos de pais ausentes acabamos virando irmãos bem próximos. No dia que eu sai da mansão dos meus pais eu havia ficado muito triste por ter que deixar minha irmã, mas eu não aguentava mais viver sobre de baixo do mesmo teto dos meus pais pelas brigas contastes que eu tinha com o meu pai.
Eu continuava a ouvir as mensagem eletrônicas do telefone uma após a outra enquanto comia a minha lasanha acompanhado por refrigerante, dentro da cozinha do meu apartamento. Algumas das mensagens era de belas gatas que eu havia ficado em baladas, escola ou em outros lugares, outras mensagens eram dos meus amigos e as restantes que era muito poucas dos meus familiares.
Terminando de comer a lasanha, eu notei que o meu cachorro estava meio entediado e decidi passear com mesmo na rua pra distrai-lo. Então coloquei a coleira e a guia no meu amigo de quatro patas e já estava preparado para sair só esperava ouvir as duas ultimas mensagem.
—"Cebola, quem fala é sua mãe! Nem adianta fingir que não ouviu a mensagem do seu pai que eu sei que sim e por isso mesmo estou ligando pra você pra falar desse baile da empresa. Filho eu sei que o seu pai e eu e nunca fomos pais presentes na sua vida e da sua irmã, mas isso não quer disse que não te amamos, só fazemos isso pensado no tutoro melhor para vocês dois. Por isso peço que pelo menos uma vez você seja sensato e deixe as nossas brigas de lado e apareça no baile da empresa que é muito importante para o seu pai, também pro seu futuro e de toda a sua família. Tchau meu filho querido, a mamãe te ama muito!"
—Hm... _Nada disse, só fiquei pensativo por uns instantes tentado formular as ideias.
Pelo menos a mamãe era única que tinha um pouco mais de consideração pelos filhos do que o papai. Por ela até que cogitei a possibilidade de ir nesse tal baile, mas só de lembrar a chatice de merda que vai ser estar lá rodeado por coroas aristocratas exibindo o grande progresso omitido da suas empresas e as suas grandiosa fortunas, já da vontade de morrer de tédio. Sem falar que estarei fazendo exatamente o que o meu pai quer como se ele ainda tivesse alguma autoridade sobre a minha vida, por isso se é pra estar naquele maldito baile e ter meu orgulho ferido, prefiro então nem ir morto. A única coisa boa que eu vejo nisso são as belas jovens filhas dos coroas ricaços, eu com toda certeza ia "amar" passar algumas horas acompanhado na bela companhia de cada uma delas naquele baile. O que foi exatamente isso que aconteceu da ultima vez que estive num baile como esse.
—"Fala ai careca!? Véi fiquei preocupado contigo hoje. Você saiu assim tão de presa da escola e nem quis saber de voltamos juntos como de costume. Até tentei ligar pelo seu celular, mas só caia na caixa postal, certamente você deixou desligado, né!? O que tá pegando com você afinal, em careca?! Pode contar pra mim que eu te ajudo, cê sabe que eu não vou falar pra ninguém o que é?! E só isso se puder retorna a minha ligação, beleza! Ou se preferi mande uma mensagem pelo WhatsApp. Aquele abraço!"
—Ai ai Cascão só você mesmo, como sempre... Humpf! Deixa pra lá! _Já pretendia pegar no telefone pra retorna a ligação, só que acabei pensando melhor e desisti por fim.
Assim que terminei de ouvi todas as mensagens da secretaria eletrônica, eu junto com o Floquinho saímos do apartamento e fomos dar um passeio na rua. Nós passeamos em uma praça que havia por perto do condomínio onde eu moro.
Durante o passeio eu ficava refletindo um pouco sobre a minha vida, também pensava como ia conseguir vencer a aposta feita pela Penha e se era certo fazer uma coisa tão absurda dessa com uma menina que parece ser tão inocente, principalmente pensava nessa tímida bela jovem que conheci naquele mesmo dia que não saia mais da minha cabeça. Eu queria poder compreender o que era essa estranha sensação dentro do meu corpo que estava sentindo por essa garota.
Não demorou muito tempo pra que eu e meu cão voltássemos pra minha casa pois já estava muito tarde de noite.
[...]
POV: Mônica
Já havia anoitecido e fazia tempo que eu já havia retornado da escola para casa junto dos meus amigos. Estava eu jantando com os meus amigos na cozinha, enquanto eles falavam de coisas banais ao mesmo tempo que comiam suas refeições, os meus pensamentos vagavam distante. Na minha cabeça só se passava era o misterioso rapaz chamado Cebola que havia conhecido na escola e isso me deixava intrigada para saber por que não conseguia parar de pensar nele e por que o meu corpo reagia dessa forma estranha só de pensar no mesmo.
Terminando de jantar decidi ir pra cama cedo, então me levantei da mesa avisando aos meus amigos que estava muito cansada e foi direto para o meu quarto. Já dentro do quarto fui pro banheiro que havia dentro do meu quarto e tomei um banho relaxante com a agua morna me molhando o meu corpo todo e ensaboando com o sabonete em todas áreas do meu corpo despido. Depois vesti uma camisola limpa que estava guardada dentro do guarda-roupa, por ultimo escovei os dentes e finalmente me deitei na cama para dormi. Só que antes que pode-se dormi, a minha mente foi invadida por diversos pensamentos:
"Queria poder entende o que estava havendo comigo? Eu nunca foi assim? Por que o meu coração esta batendo tão acelerado? Por que sinto minha barriga revirando? Que sensações são essas? Por que não consigo tirar ele da minha cabeça? Por que algum me diz que tudo isso que estou sentindo é por causa dele? Hm... Será que eu estou gostando dele? Ai não pode ser, eu mal acabei de conhece-lo! E as minhas amigas me avisaram que esse garoto não presta. Mais um motivo pra não pensar nele. Mas por que tudo isso, então? Queria descobri uma forma de parar de senti esse sentimento... Uma forma de tira o Cebola da minha cabeça. Algum me diz que eu devo me afasta dele pro meu próprio bem! Mas como?! Se eu me sinto tão... Feliz... Ao lado... Dele!"
Sendo levada por essas perguntas que parecia nunca te respostas acabei dormindo deitada na minha confortável cama abraçada ao meu coelhinho de pelúcia chamado Sansão que mantinha junto de mim desde que eu era uma garotinha.
[...]
POV: Autora
Na manhã do dia seguinte bem cedo lá pra umas 6:29, Cebola ainda permanecia deitado na sua cama dormindo até que ele foi acordado com uma voz doce e feminina que vinha de uma garota que parecia ser bem mais jovem, o chamando pelo seu nome e ao mesmo tempo o chacoalhando. Não tendo outra escolha o belo moreno abre os olhos e olha pra a pessoa que estava o acordando tão cedo e percebe que era a sua irmãzinha, Maria Cebolinha, que estava em cima da cama do irmão mais velho ajoelhada tentado acorda o mesmo.
Maria Cebolinha, era uma pré-adolescente de 11 anos, de pele bem claro, cabelos pretos de comprimento curto só até nuca e olhos castanho chocolate.
—Huuu! Maria, por que raios você esta aqui tão cedo? Não ver que o dia mal nasceu?! _Cebola ainda sonolento queixou-se sentindo o seu mau humor matinal com uma voz embargada de sono, enquanto se sentava na cama.
—Puxa Cebolinha até que em fim você acordou. Cheguei até pensar que você morreu! _Disse a menina no modo sarcástico e um tanto abismada com o nível da preguiça do seu irmão, em seguida ela se levantou da cama ficando em pé no chão mais ou menos próxima do Cebola.
—Também né?! Com você berrando no meu lado é impossível não acordar. _O moreno retrucou amostrando estar indignado pela incompreensão da sua irmã, pois estava nos seus planos dormi por mais alguns minutos.
—Hihihi! Mas eu tinha que fazer isso se não você ia se atrasa pra escola. _Maria Cebolinha se justifica mantendo os seus dois braços cruzados, enquanto fitava o jovem na sua frente. –E por falar nisso, irmão você não devia já estar acordado faz tempo pra se arrumar para escola?! _Ela indagou estranhando, com a mão em cada lado da cintura, amostrando algum tipo de otoridade.
—Hum... Eu pretendia dormi por mais uns 5 minutos até o meu despertador tocar. _Cebola respondeu, ao mesmo tempo esfregava a mão na sua pálpebras para ajuda-lo a desperta do sono mais rápido.
—Tá vendo Cebolinha por isso que você se atrasa. Sorte sua que a sua linda maninha tá aqui hoje, para não permiti que o seu querido irmão se atrase. _A morena declarou convicta cheia de si e com um sorriso divertido formado em sua bela face.
—Quanto exagero! Eh... Serio Maria, você bem que podia parar com esse lance de me chamar de Cebolinha. Não gosto mais que me chame assim.
—Tá tá! Tanto faz!_ Disse a jovem menina dando de ombros não se importando com o que o seu irmão acha. –Mas eu ainda prefiro te chamar de Cebolinha. _Maria Cebolinha concluiu insistente, com um sorriso meigo para o seu adorado irmão mais velho.
—Bah! Eu desisto! _Cebola diz derrotado seguida por um breve suspiro. –Ah é mesmo...! Afinal, como você chegou aqui sozinha? Você ainda só tem 11 anos, não devia andar por ai sozinha. _Questionou o Cebola, se sentindo apreensivo pela segurança da sua irmãzinha.
—Relaxa mano! Eu não vim sozinha. Eu vim com a Sara! Esqueceu que o papai e a mamãe contrataram a Sara pra ficar junto comigo, já que eles nunca param em casa. _Respondeu a menor esclarecendo tudo de uma vez.
—É! Eu sei! Agora to lembrando da Sara! Ela é uma moça bem legal! Fico feliz que vocês duas se dão tão bem. _O jovem comentou com um leve sorriso desenhado em seu rosto, enquanto fitava a Maria Cebolinha.
—E por fala na Sara, ela esta fazendo o nosso café da manhã, vamos logo pra cozinha que não vejo a hora de comer o lanche feito pela Sara. _Já muito esfomeada por ter saído de casa bem cedo sem comer, Maria apressou o seu irmão para ambos irem juntos até a cozinha.
—Uhum! Será que você pode vazar do meu quarto para eu poder me trocar de roupa?! _Ele pediu sem muita paciência de um modo ironizando, pois não havia nenhuma condição dele se trocar na frente de sua irmã.
—Tá bom, tá bom, to indo! _Afirmou Maria Cebolinha debochada revirando os olhos, em seguida ela foi caminhando até a porta do quarto.
Assim que Maria Cebolinha sai do quarto dos seu irmão, Cebola se arrumou bem rápido, tomou banho, depois vestiu suas roupas de marca, ajeitou o cabelo, colocou o seu caro perfume masculino e já estava todo proto.
Quando ele terminou de se arrumar saiu do quarto e foi até a cozinha, chegando Cebola avistou a sua irmã Maria, sentada no chão brincando com o seu cachorro e a Sara fritando as panquecas na frigideira enquanto passava o café na cafeteira.
Sara era uma bela moça de 26 anos, solteira, meiga, simpática, atenciosa e muito responsável, tinha olhos verdes e cabelos loiro castanho claro, trabalhava na casa dos Meninez a mais ou menos um ano e meio como assistente partícula da Maria Cebolinha, pois os pais da garota nunca paravam em casa por viverem a maior parte do tempo no trabalho e por isso quase não davam atenção para ela e a menina se sentia sozinha, principalmente depois que o seu irmão mais velho deixou a casa dos pais. Então podemos dizer que a Sara era quase um tipo de baba para a Maria Cebolinha, mesmo que a jovem garota não gostasse de admitir isso por vergonha de não ter mais idade para te uma baba.
—Oi Sara! _Cebola cumprimenta a jovem mulher ao entrar na cozinha, em seguida foi caminhando em direção a mesa para se sentar em uma das cadeiras e poder dá inicio ao seu café da manhã.
—Bom dia senhor Cebola! Dormiu bem?! _Cumprimentou a Sara educadamente, enquanto fitava o jovem de cabelo espetado com um sorriso gentil.
—Uhum! _Ele apenas afirmou assentindo. –Eu já disse, não precisa me chamar de senhor. Me chama só de Cebola. _O moreno pediu de modo sutil, logo depois começou a se servi com suco de laranja num copo de vidro que estava posto em cima da mesa que estava já arrumada para o café da manhã.
—Desculpe-me! Como quiser, então! _Sara se desculpou um quanto sem jeito, mantendo sua cabeça baixa receosa que não demorou muito para se recompor. –As panquecas já estão prontas, eu fiz o café quietinho pro senhor e pra Maria fiz Toddy morno com bolachas doce acompanhado com panquecas que sei que você ama muito. _Ela anunciou ao mesmo tempo que ia servindo as panquecas feitas na hora sobre a mesa.
—OBA! Legal, Toddy com panquecas e biscoito, adoro! _Comemorou entusiasmada a Maria Cebolinha, que ainda continuava a brincar com o cachorro do seu irmão, sentada no chão.
—Maria deixa o Floquinho em paz e vem se sentar na mesa pra tomar o café da manhã. Depois você brinca com o Floquinho a vontade. _Cebola ordenou a sua irmã com um jeito autoritário de irmão mais velho, em seguida deu uma mordida na sua panqueca.
—Tá boom! _Maria concordou impaciente por não gosta muito de receber ordens, principalmente as do seu irmão, logo ela se levantou do chão e já estava pretendendo ir até mesa para poder comer o café da manhã.
—E não esqueça de lavar as mãos antes de sentar na mesa, mocinha. _Sara avisou arqueando uma das suas sobrancelhas para amostra autoridade. Só que diferente do Cebola, ela sabia usar sua autoridade de modo mais gentil.
Após isso, Sara continuou a voltar dar atenção ao seu café que estava tomado acompanhado pelas panquecas.
—Ah que saco! Tá bom, tá bom! _A mais nova resmungou indo até a pia para lavar as mãos, a seguir se juntou ao seu irmão e a Sara na mesa para iniciar o seu reforçado café da manhã.
—É bom que vocês comerem rápido se não querem se atrasar pra suas aulas. _Advertiu a jovem mulher os apressando, com o seu jeito meigo maternal.
—Nhá! Isso?! Não é problema pra mim, eu como rápido e não ligo se me atrasar uns segundinhos a mais. _Cebola pronunciou dando um sorriso cínico, nem um pouco apreensivo com o horário da aula por ser o playboy rebelde da escola que faz bem entender.
—Mas devia se preocupar Cebolinha, pois eu ouvir falar que no ensino médio não é moleza, eu que estou no inicio do ginásio já estou achando meio complicado. _Maria Cebolinha reprimiu o seu irmão incrédula com o mesmo por ser tão desleixado .
—Bah! Mas eu não tenho que me esquentar, eu sou um gênio, uns dois alunos com as melhores notas da escola inteira. _Cebola se gabou com um sorriso convencido contornado em sua semblante.
—Ai Cebola como você se acha! _A menor ironizou com um olhar debochado encarando o seu irmão mais velho.
—Eu não me acho! To falando algum que é fato. _Ele protestou se sentindo um pouco ofendido o seu alter ego intelectual. –E você pirralha, para de dar biscoito pro Floquinho. Ele tem a ração dele, sabia?! _Ele repreendeu sua irmã no momento que a viu a garota dando biscoito por debaixo da mesa.
—Haha Foi mal! É que ele tava me pedindo com uma carinha tão fofucha que eu não resisti. _Encabulada por ter sido pega em flagrante Maria se desculpou com um sorriso sem graça.
—Cebola, você é mesmo um aluno muito esforçado e estudioso, a única coisa que não deixa você se torna o um aluno mais aplicado é essa sua rebeldia. _Sara mencionou admirada pelo jovem conseguir ser tão esforçado no estudo e ao mesmo tempo tão desleixado no colégio.
—Hahaha... Sabe isso é uma coisa bem engraçada, a ultima coisa que eu quero ser é esses CDF fracassados que se ver por ai, só que eu não posso evitar de ter um GI elevados de muitos jovens da minha idade, mas que saber, eu curto ser um delinquente rebelde que anda com uma ganguezinha e tira as melhores notas da escola. _O jovem esclareceu se gabando, sem conseguir desfasar o seu sorriso convencido.
—É! Eu posso entender. Se você for um rebelde vai ganha o respeito de todos os colegas da escola e se sendo inteligente vai ganha o respeito dos professores. _Sara assimilou de forma compreensível.
—Er... Mais ou menos por ai! _Ele afirmou com um sorriso torto sublinhado em seu belo rosto.
—Ai, ai, Cebola! Você não é nada fácil mesmo. _A mais velha comentou sarcástica de modo brincalhão e sorrindo com um sorriso divertido em sua face.
—É! Nem dar pra acreditar que ele é desse planeta. _Debochou a Maria Cebolinha na brincadeira seguindo com um sorriso brincalhão.
—Hahaha... Tá bom, vocês duas! Parou a graça! _Cebola exclamou a meio de risos não resistindo as brincadeiras da sua irmã e de Sara sobre ao seu respeito.
Quando terminaram de comer o café da manhã eles três saíram do apartamento após o Cebola ter fechado a porta, se despediram uns dos outros e assim cada um tomou o seu caminho. Cebola foi pra escola dele com o a sua moto e a Sara levou a Maria Cebolinha pra escola em uns dos carro da família Menezes que este era usado apenas pela Maria Cebolinha.
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