Tempestade

9 Capítulo 9


Notas iniciais
Repost pq fui burra. "Bluco"

Mais uma vez a tempestade dentro de Vergil era refletida janela a fora – o céu cinzento e bluco, iluminado apenas pelos clarões de relâmpagos impetuosos.

Entre os trovões, Vergil conseguia ouvir mais uma vez os murmúrios angustiados de um Nero em sono profundo.

Vergil respirou fundo e abriu a maçaneta, o ranger da porta mascarado pelos estrondos da tempestade. Em passos tortos, o homem caminhou até ao lado da cabeceira da cama; sentou-se em uma velha cadeira de madeira e colocou-se a vigiar.

Vigiaria como um pai faz ao seu assustado filhote – porque, ao fim do dia, eram exatamente isso.