Tempest

3 Capítulo 03 - Juntos numa fonte


Notas iniciais
Hi!O momento esperado está cada vez mais proximo XD Quem sabe o Happy não da uma de cupido por acaso... Esse aqui ta bem tranquilo, e falta um ou dois até que eles cheguem na FT para problemas acontecerem. Ok chega de spoilers!
Agradeço pelos reviews e realmente peço que os leitores fantasmas comentem!! É bem mais inspirador quando comentam na fic!
Aproveitem a leitura!

“Guardar rancor é como tomar veneno e esperar que outra pessoa morra.”

(Willian Shakespeare)

Capitulo 03 – Juntos numa fonte


Peguei o trem decidida há entrar numa guilda de magos, mesmo odiando a ideia. Acabei parando numa cidade de pescadores onde um velho drenou meus poderes, e fui salva por um idiota com um cão azul, que milagrosamente me convidaram para entrar numa guilda. Respondi imediatamente mesmo com dificuldades, e obviamente minha resposta foi... Não.


Vou entrar numa guilda, mas não esperava que fosse tão rápido! Entrar em um lugar no qual você não se sinta a vontade já é horrível, ainda mais num lugar que você odeie. Definitivamente não!


Depois disso o rosado ficou falando o quão era legal essa tal “Fairy Tail”, e me carregando para algum lugar que eu possa descasar e paramos num *ryokan. Depois do incidente com o velho, eu claramente estava nervosa por entrar acompanha de um garoto, ainda mais depois da mulher perguntar se estávamos em lua-de-mel.


Agora já consigo andar pelo menos, então pego uma yukata e vou tomar banho com o objetivo de ficar o máximo possível longe daquele idiota.


Pontos altos de uma guilda: dinheiro rápido e fácil. Soube que cada guilda tem sua própria comida e bebida.


Pontos baixos: dinheiro. Pessoas que se intitulam heróis quando na verdade não passam de um bando de caçadores de recompensa amantes de dinheiro. E provavelmente também terei de me tornar uma fanática. Obs.: Nela a espécies bizarras, como cães azuis voadores que latem “Aye“.


Quando finalmente termino de analisar minhas escolhas, percebo que fiquei tempo demais no banho. Mais uma coisa que percebo: a placa. Eu estava no banho masculino. Kami-sama!


Procuro rapidamente um local para me esconder até não ter possibilidade de nenhuma alma viva, ou morta, estar perambulando por essa terma.


– Ei, Happy. Não acha que a Lucy tava demorando muito? – Natsu. Chegou quem eu menos queria! Valeu heim Kami-sama. Não vou me esquecer de quando for ao templo, minha oferenda será divinamente baixa.


– Aye! – late o cão, e logo depois ouço o barulho deles entrando na água. Se eu não falasse algo não seria o mesmo de ter me tornado algum tipo de pervertida? Não seria uma desculpa muito boa “entrei no banheiro errado”. Nenhuma guilda vai querer me aceitar se isso for taxado nos jornais! “Lucy Heartfilia, a herdeira nunca visto antes é encontrada espiando homens no banho masculino.” Acho que vou ficar como pervertida anônima que se esconde atrás da pedra.


– Soube que as águas desse hotel fazem milagres. – uma nova voz surge. Excelente! Porque não faz um milagre e me tira daqui?!


– É o que vamos ver. Uma pena não ter nenhum banho misto por aqui, não é mesmo? – e um verdadeiro pervertido surge. – Olha, tem um gato aqui também. Não sabia que gatos gostavam d’água.


– Ele é um cão. – digo suavemente clara e em alto e bom tom para todos ouvirem. Será que acreditariam que isso na verdade é um banho misto?


– Quem disse isso? – pergunta o cara número 01.


– Foi à voz de uma mulher. – afirma maliciosamente o pervertido cara número 02.


– Desculpe. – diz Natsu fingindo uma tosse. – Estou com dor de garganta. Dizem que ficar muito tempo numa terma e depois sair pode te deixar gripado. – Ele não é assim tão idiota quanto parece, isso foi até bem inteligente para algo inventado na hora.


– Não podemos ficar gripado. – o cara número 01 começa a sair preocupado e o número 02 concorda saindo imediatamente. – Muito obrigado!


– Valeu mesmo cara! – então os dois se curvam e partem.


– Lucy... ? – começa irritado e obviamente desconfiado. – As aparências realmente enganam, você não tinha cara de ser pervertida. – Ele esta claramente se divertindo com a situação. Aposto que esta com algum tipo de sorriso sádico no rosto. – Como veio parar aqui?


– Pela porta como todos os outros. – estaria sendo muito grosseira com o meu suposto herói que pela segunda vez me salva? – Não resisti à tentação de te ver nu, então aguardei ansiosamente para que você finalmente revolvesse tomar um relaxante banho. – meu nível de sarcasmo subiu altamente nessa frase, e depois de um suspiro explico para ele.


– Não acredite nela. Ela esta mentindo. – sussurra o cão desconfiado.


– Quieto cão. – o rosado começou a rir alto enquanto o cão estava perplexo diante do que foi chamado.


– Eu sou gato! Cães não voam nem comem peixe, Aye!


– E gatos também não voam, nem falam, nem latem “Aye”, muito menos ficam na água, comem carne e ainda devoram o osso! – o cão/gato fica sem falas diante de minha afirmação e começa a pensar sobre isso.


– Natsu... – choraminga – Eu sou um gato não sou?


– C-claro que sim Happy! Provavelmente. – sussurra a última parte e sorrio involuntariamente.


– Aye! – late, ou mia sei lá, agora feliz novamente, e me lembro de que ainda estou no banho masculino.


– Eto... Eu ainda estou aqui, e apesar da adorável companhia eu quero sair daqui! – Os dois que também haviam se esquecido completamente, e o rosado ri.


– Leva isso para ela Happy.


– Aye! – então o cã... Happy aparece segurando minha yukata, que por sorte era curta.


– Arigatou. Melhor vestir alguma coisa também... – saio de trás das pedras e sinto meu rosto queimando, o que é realmente muito estranho porque eu dificilmente coro, e olha que eu passo por situações bem estranhas. Além do mais não é como se ele estivesse completamente sem roupas, ele estava usando cueca, e estava prestes a por sua yukata. – Gomen. – ando rapidamente até a saída sem olhar para a cara dele, mas tendo duas opções: ou ele esta corado, ou estava rindo da minha cara. E não sei porque, mas tenho uma leve impressão de que são as duas coisas.

Notas finais
Que desperdicio de oportunidade... Arg! A Lucy só é santa quando menos precisa né?! Mas quem sabe no proximo ela não solta seu outro lado? ;)