Lulu tocou a campainha, e Varus atendeu sorridente. Lulu se espantou, logo ele que é o mais impaciente da liga, estava com um sorriso fofo e completamente ''atraente''. Ela corou. Não, ela não devia pensar essas coisas. Logo balançou a cabeça para espantar qualquer pensamento e entrou.

-Por que me chamou? -Lulu sorriu. -Ah, que cheiro é esse?! Que bom!!!

-Calma, calma. Er... eu... preciso que você prove algo que eu fiz para uma pessoa.

-Para uma pessoa, hum? -Ela sorriu, maliciosa, mas com um pouco de ciúmes. Um pouco? Há.

-E-enfim! Aqui! -Ele deu á ela um prato com um pedaço de torta de amora, que estava decorada tão delicadamente. Como assim? Varus fez aquilo?! Aquela garota devia ser mesmo especial.

-Obrigada... -Lulu encarou a torta, e corou. Ela pegou a colher e tirou um pedaço.

Varus não parava de encará-la, queria ver a reação dela, parecia extremamente importante.

Aquela torta... Não estava apenas boa. Estava deliciosa! Não apenas isso... Tinha amor ali? Droga. Aquilo fez ela ficar brava.

-Tem um gosto... meio roxo? -Sorriu.

Varus deu risada, aliviado.

-Gostou?

-Hum. Sim!! -Lulu sorriu, até lembrar que aquilo era pra outra pessoa. -Ela (ou ele) vai gostar...

Varus foi até a cozinha, e trouxe aquela mesma torta embrulhada em uma caixinha, com um bilhete. Então, ele entregou pra ela.

-Varus... -Lulu olhou pra caixa, e ficou vermelha... de raiva!! -Você quer que eu entregue pra aquela ****** também?! Não! Se você me der assim, vou ficar pra mim! Não sou entregadora de coisas. E, e... Eu gostei de você primeiro!!

Varus não aguentou. Ele começou a rir da reação dela. Ela ficava tão assustadora, mas fofa ao mesmo tempo?

Ele abaixou, e a beijou. Depois, sorriu.

-É pra você.

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