Tell me Baby, What's your Story
4 Elas e os Caras!
Notas iniciais
Após o termino do discurso da diretora, os alunos foram dispensados! Alguns ficaram no pátio conversando sobre o baile e outros foram para seus dormitórios! Todos estavam animados com a noticia do baile, as garotas faziam planos para irem ao shopping e fazer compras, aproveita que a diretora liberou-lhes para sair do colégio, a maioria dos garotos estavam pensando em quantas gatinhas eles iriam pegar na festa.
Reinaldo andava junto com seu novo amigo Thor, diferente dos outros alunos, eles não estavam indo em direção aos seus dormitórios, mas sim para refeitório. Era onze e meia, estava perto do horário de almoço e Reinaldo estava morrendo de fome.
– Aaaaaah, que fome. Parece que eu não como há dias. – disse Reinaldo se sentando em uma das mesas.
– Que isso mano, você esta com tanta fome assim? – disse Thor.
– Pior que estou... Mas e ai, há quanto tempo você estuda aqui mesmo?
– Desde ano passado... Eu conseguir uma bolsa, graça a uma prova que eu fiz... – fala Thor.
– Hum, legal... Você tem outros amigos aqui?
– Sim, são dois, Rick e Alex... Eles estudaram comigo ano passado no 1°A... Esse ano eles estão no 2° B e eu fiquei na Turma A.
– Massa, nós dois além de sermos colegas de quarto, vamos ser da mesma turma...
– Massa mano, isso vai ser ótimo...
De repente aparece um grupo de três garotos perto dos dois. Um era loiro alto com olhos azul, que se chamava Rodrigo, ele era o capitão do time de futebol. Na sua direita estava seu amigo Guilherme, era um pouco baixo, branco com cabelos escuros. Na esquerda de Rodrigo, estava um garoto moreno meio gordo que se chamava Carlos.
– E ai Thor? Arranjou um namorado novo... Cadê seus amiguinhos? – disse Rodrigo e seus amigos começaram a rir. Thor se virou para eles com raiva.
– Não me enche Rodrigo.
– Oh galera. O Thor estar com raivinha he he he... – Rodrigo se aproximou do Thor e pegou na camisa dele. Reinaldo que estava sentado observava sem entende nada. – Você deve sabe que seu lugar não é aqui. Não aprendeu ano passado, mas esse ano vai aprender que seu lugar é no colégio publico, aqui é para gente de classe. – Nessa hora Reinaldo se levantou e começou a encarar o loiro.
– Se é pra gente de classe, então o que você esta fazendo aqui... – disse Reinaldo.
– Como é? – disse Rodrigo.
– Além de sem classe, é surdo...
– Ei cara, você sabe com quem você está mexendo? – disse Guilherme intrometendo na conversa.
– Não sei, não quero saber e tenho raiva de quem sabe... – disse Reinaldo sério. O Garoto moreno logo iria pra cima de Reinaldo, mas Rodrigo não permitiu.
– Deixa ele, esse cara é novo aqui e não sabe das regras daqui...
– Acho que a diretora já me disse todas as regras, não preciso que um bando de riquinho mimado vem me dizer quais são. – fala Reinaldo
– Então você não sabe de todas... – disse Rodrigo.
– Quais são? – questionou Reinaldo. Thor se aproximou de Reinaldo e disse:
– Os bolsistas sofre bullying dos ricos.
– Só porque é bolsista e não podem pagar as mensalidades do colégio.
– Sim. – disse o garoto loiro. – eles não deviam está estudando aqui, mas a diretora permite que isso seja permitido. É uma vergonha!
– Vergonha é você. Que se acha melhor que todo mundo só porque o seu pai tem dinheiro. – disse Reinaldo.
– Deixa pra lá Reinaldo, já estou acostumado. – disse Thor afastando o amigo dos garotos.
– Não vou deixa não...
– É melhor você ouvir seu amigo. E sim, eu sou melhor que todo mundo, além de ser o melhor jogador e capitão do time de futebol. O time do Santos vai mandar até um olheiro pra me verem jogando. – disse Rodrigo convencido.
– Então eles vão perder tempo. Por que você não é mais o melhor jogador. – fala Reinaldo.
– O que você disse? – perguntou o loiro.
– Quando for o teste de futebol, você vai ver...
– Então vamos ver. Você é bem absurdo para um bolsista...
– Há há há... – começou a rir Reinaldo.
– Por que você está rindo... – disse Rodrigo já ficando furioso.
– Ele não é bolsista Rodrigo. – Agora quem fala é Carlos que estava calado mexendo no celular. – Ele é Reinaldo Moura, uns dos herdeiros das indústrias Moura.
– Você só pode está brincado Carlos.
– Estou não, está aqui nesse noticiário. Eu desconfiei quando Thor chamou o nome dele. – disse o garoto.
– É melhor acreditar no seu amigo... Eu tenho mais dinheiro que você e seus amigos juntos, mesmo que você não sabendo quem sou eu sabe quem é você e seu pai. Ele é um prefeitinho de uma cidade de Minas, que só sabe roubar o povo. – Falou Reinaldo. Com isso Rodrigo tentou ir pra cima dele, mas seus amigos impediram e Thor segurava o amigo.
– Me soltem! Não vou bater nele, estou calmo. – dito isso os garotos soltaram o rapaz e ele continuou a fala. – Eu te esperarei no teste do time de futebol. Se prepare, que você vai ser humilhado dentro do campo... – ele fala e depois sair de perto dos dois garotos, seguindo caminho pra fora do refeitório. Num canto mais afastado um garoto de cabelos logos e loiros observava a cena. Enquanto isso Reinaldo e Thor se sentaram novamente.
– Quem vai ser humilhado vai ser ele. – disse rindo Reinaldo.
– Mano, ele é muito bom... – alertou Thor.
– Mas eu sou melhor, confia em mim. Depois que eu acabar com ele no futebol, ele vai pensar duas vezes em se meter com a gente, eu te garanto.
– Agora me diz por que tanta implicância com você Thor. – pergunta Reinaldo.
– Muitos bolsistas sofrem bullying dos riquinhos, devido não serem de classes maiores, como a minha. Eu venho de família muito simples.
– Mas isso não é desculpa para os outros pisarem em cima de vocês, como eu disse antes, ninguém é melhor que ninguém.
– Isso é verdade, mas muitos aqui não pensam nisso, ele tem inveja de mim, porque sou mais inteligente do que ele. Nas provas eu sempre tiro notas boas, principalmente em Matemática, enquanto ele foi até a recuperação.
– Imagino, sempre tem caras burros igual a ele, mas vamos deixar pra lá. Agora eu estou com fome, vamos pegar nosso almoço. – disse Reinaldo se levantando.
– Ei, espera. Ainda não está pronto o almoço. – fala Thor.
– Aaaaaaaaaaaah! – fala Reinaldo triste se sentando novamente na cadeira.
Os dois ficaram conversando enquanto não chegava a hora do almoço. Enquanto isso Luana e Rillary estavam chegando ao quarto delas, as duas por incrível que pareça ainda não tinham começado arrumar as suas coisas. Ao entrar viram uma mala em cima de uma cama que estava desocupada.
– Parece que as outras camas estão ocupadas e só sobrou essa... – disse Ri olhando pra cama que ficava perto da porta.
– Que merda, quem foi à vaca que pegou a cama perto da minha. Era onde a Riri iria ficar... – disse com raiva Lu.
– Fica com raiva não Lu, pelo menos nós estamos juntas no mesmo quarto e se quisemos podemos dormir junta na mesma cama... – Ri disse com cara de sapeca.
– Verdade! Então deixar pra lá, vamos começar arrumar a coisas para depois nós irmos ao refeitório almoçar...
– Uhum! – confirma Ri.
– Nesse baile eu vou dança muito, vou subir na mesa e tira a roupa... – disse animada a Lu. Ri faz uma cara de safada para amiga.
– Ui, eu também vou fazer isso, quero que todos os garotos fiquem doidos por mim...
– E vão fica Ri, nós duas dançando seminuas, eles vão pirar na batatinha... – as duas caíram na cama e começaram a rir, já imaginando a cena que iria acontece na festa.
– Lu, eu vou pegar geral, estou a fim de pegar os gostosos dessa escola.
– Humm danadinha, sabia que você iria querer pegar os garotos todos. – disse Lu.
– Não todos, só alguns. E não só os garotos. – disse Ri com um olhar malicioso.
– Hum, você também quer me pegar, né? – disse Lu dando um sorrisinho.
– Sim! – respondeu Ri.
– Então vem me pegar. – Daí Lu sai correndo para fora do quarto, Ri sai logo correndo atrás dela.
–xxxxxxxxxxxxx-
San, Kriss, Danny e Renata estavam andando pelos corredores, indo em direção ao refeitório. Enquanto conversavam sobre o baile e algumas banalidades, até que Ree lembrou que havia esquecido seu celular no quarto então virou — se para as meninas e disse...
– Meninas vocês se importam de me esperar um pouco aqui, que eu vou lá no nosso quarto rapidinho pegar meu celular? – perguntou Ree
– Bom se quiser eu posso te acompanhar, também deixei meu celular no quarto e não suporto ficar longe do meu bebê. – disse Dny
– Bom então eu e a San vamos para o refeitório meninas, melhor do que ficarmos aqui no meio do corredor à deriva, então nos encontramos lá se estiver bem para vocês. – disse Kriss
– Então tudo bem, nos encontramos lá. – disse Ree sorrindo – Vamos Dny?
Depois que Dny confirmou elas saíram correndo para o quarto, já San e Kriss seguiram andando calmamente para o refeitório. Ao chegarem no refeitório viram que estava cheio de gente.
– Nossa como está lotada. Não tem nenhum lugar para a gente sentar. – disse Kriss olhando para lado e para outro, a procura de uma mesa desocupada.
– Caramba tem muita gente, acho que não vamos encontrar uma mesa pra sentarmos... – disse San um pouco tristonha.
– Vamos encontrar uma mesa sim San, esse povo não vai fica ai a vida toda...
– Verdade Kriss... – disse San confiante, ela olhava para ambiente a procura de uma mesa desocupada, mas ela mudou de ideia. – Vamos pegar a comida primeiro Kriss, depois arranjamos uma mesa para sentar?!
– Vamos né, é jeito. – disse Kriss.
Em outro lugar do refeitório estava Naldo e Thor, conversando sobre as atividades extracurriculares.
– E então meu amigo, pelo que a diretora falou estão abertas as inscrições para as atividades extracurriculares, vai se inscrever só pro futebol, para mostrar os seus talentos? – perguntou Thor.
– Com toda a certeza meu caro Thor, vou mostrar para aqueles babacas quem é o melhor, essa escola agora sempre será a campeã e todos vão ver como realmente se joga bola – disse Naldo com um sorriso satisfeito no rosto.
– Quero só ver se tem esse talento todo mesmo, e olha que muitos já se gabaram por aqui hein – disse Thor se lembrando de uns colegas.
– E você verá meu caro amigo, você verá. Mas também estou interessado no uniforme das líderes de torcida, tenho certeza que uma pessoa ficaria bem nele – disse Naldo com um sorriso cínico se lembrando de uma certa ruiva.
– Acredite. Você vai adorar o uniforme delas, mas vamos esperar para ver se melhorou um pouco mais esse ano! – disse Thor.
– Bom líderes de torcida me lembra garotas, e garotas me lembra baile, e baile me lembra muita treta e coisas interessantes, e eu com certeza estarei nesse baile. – disse Naldo convicto. – Mas enquanto isso, vamos pegar algo para comer na cantina. – completou Naldo se levantando.
Então Naldo e Thor seguiram a caminho da cantina e chegando lá Naldo se distraiu ao sentir seu celular vibrando e acaba esbarrando com uma menina derrubando o suco da mesma no chão.
– Não acredito! Meu querido suquinho todo no chão. – choramingou San e voltou a olha para cima, encarando o culpado por derrubar seu precioso suco – Você bem que poderia olhar melhor por onde anda, não acha garoto? – perguntou San.
– Garoto não, meu nome é Reinaldo, mas pode me chamar de Naldo! Mas voltando ao seu problema eu sinto muito, me distrai por um momento e não percebi que tinha gente se aproximando. – disse Naldo e então completou. – Mas você também estava distraída, caso contrário não teríamos esbarrado um no outro.
– Você tem razão, eu estava mesmo meio distraída. E ah pode me chamar de San. – disse a garota envergonhada se lembrando de estar olhando para um garoto que passava do outro lado.
– Como pedido de desculpas eu te compro outro suco. – disse Naldo. E então ambos ouvem uns pigarros.
– Nossa que cabeça a minha, fiquei tão triste por causa do suco que esqueci da minha amiga, bom Naldo essa é minha amiga Kriss e tem mais duas que foram ao quarto. – disse San. – E ah eu aceito que me pague outro suco.
– Bom esse é meu amigo Thor meninas. – disse Naldo apontando para o amigo. – Bom estávamos indo para a cantina, queira nos acompanhar, por favor!
Depois que os quatro se apresentaram formalmente seguiram para a cantina, e dessa vez sem acidentes pelo caminho. No fim, os rapazes junto com as garotas estavam se dando bem e descobriram coisas em comum durante a conversa.
–xxxxxxxxx-
João e Tiago estavam voltando para o quarto enquanto conversavam, ou melhor, enquanto João reclamava de ter que ir ao baile.
– Sinceramente me sinto honrado em chegar na escola e saber que terá um baile de boas-vindas para nós, mas não estou com vontade nenhuma de ir – disse João.
– Primeiramente não é para nós e sim para a escola toda, então não se gabe – disse Tiago.
– Você hoje está tão engraçadinho Tiago, estou pensando seriamente em te dar uma medalha – disse João com ironia.
– Me poupe das suas ironias João, de qualquer forma é um evento da escola que a meu ver é desnecessário, mas infelizmente não podemos faltar – disse Tiago.
– Falou o senhor certinho. Mas tudo bem olhando por outro lado, tenho certeza de que terá muitas meninas lindas que eu estou louco para conhecer, então de todo caso não será tão ruim assim esse baile – disse João.
Tiago não respondeu nada e continuaram a caminhar pelo corredor e quando viraram o corredor João esbarrou com uma menina, fazendo-a cair no chão já que a mesma estava correndo.
– Não é por nada não garota, mas você não olha por onde anda? Aliás, não tem nada melhor para fazer do que correr pelos corredores da escola? – perguntou João irritado
– Nossa geralmente os garotos são mais cavalheiros – disse a menina se levantando e olhando para o mesmo e então completou! Mas pelo que vejo você está longe de ser um cavaleiro não é mesmo paspalho? Aliás, meu nome é Luana e não garota.
– Sabe seu nome não me importa “baixinha” e paspalho deve ser seus amigos, e como não sou um de seus amigos e nem pretendo ser, estou em um nível melhor então se me der licença tenho mais o que fazer – disse João.
– Baixinha é a senhora sua vizinha, seu baka de uma figa & bom não acho que você seja o mais indicado para falar de altura, afinal seu amigo ali é maior do que você – disse a amiga de Luana.
– Eu realmente não preciso ficar aqui para ficar ouvindo essas besteiras, te vejo no quarto João – disse Tiago se retirando daquela briga que havia se formado.
Enquanto João ficou pra trás discutindo com as garotas, Tiago seguiu em frente rumo ao seu quarto, até que começou a se lembrar de uma certa menina que de alguma forma o deixou muito intrigado.
–xxxxxxxxxx-
Já no refeitório Teffy e Isah estavam conversando sobre o baile.
– Como você acha que será esse baile Teffy? – perguntou Isah.
– Sinceramente não sei Isah, mas ele tem que ficar marcado para a história, ou seja, temos que aprontar. Com certeza não podemos trazer bebidas, mas o que seria uma festa sem bebidas? Temos que dar um jeito e para ontem. – disse Teffy com um sorriso maléfico no rosto.
– Mal começamos o ano e você já está pensando em aprontar Sthefany. – ressaltou a amiga. – Amiga eu ainda não quero ir parar na diretoria, então sossega. – disse Isah já prevendo as ações de sua amiga.
– Você com certeza está esperando encontrar seu grande amor nesse bendito baile não é mesmo? Mas olha só o que você mais vai ter perante o ano é tempo para arrumar um “amor”, então no momento vamos curtir e ir as compras. – disse Teffy convicta.
– Até que você tem razão Teffy, vamos curtir então, mas sem bebidas – disse Isah.
– Depois a gente vê isso, agora vamos procurar a Lu e a amiga dela, porque vamos aprontar você querendo ou não gata. – disse Teffy. – E também sei de uma pessoa que vai me ajudar arrumar essas bebidas.
– Ai, ai, ai Teffy! Não me arranje em encrenca... – disse Isah preocupada.
– Relaxa gata. Vai está sobe controle! – disse Teffy acalmando-a. – Vamos procurar as meninas?
– Ta bom gata, vamos procura-las! – disse Isah seguindo amiga para fora do refeitório.
–xxxxxxxxxxx-
– Bom agora que já estamos com nossos celulares, vamos voltar logo para o refeitório, antes que aconteça alguma coisa com aquelas duas. – disse Ree que estava na frente.
– Calma aí dona Renata, está com muita pressa, por acaso quer ver se tem alguém em especial no refeitório além de nossas amigas? – perguntou Dny, fazendo questão de ressaltar o “especial”.
– Não sei do que você está falando Gata. – disse Ree.
– Você gostou daquele menino, e não adianta negar que eu percebi, se tem uma coisa que sou é observadora e vi que ficou abalada por ele não ter aceitado vir com a gente para o pátio – disse Dny.
Depois de um longo suspiro Renata falou.
– Bom Dny queria muito dizer que você está errada, mas acho que não seria justo com você e nem comigo. Não entendo muito que aconteceu sabe, eu realmente gostei do Tiago, quero saber que tipo de pessoa ele é, quero conhecê-lo. – disse Ree sorrindo fraco.
– Então vamos fazer assim, não fique triste. Principalmente porque estamos começando o ano agora e ainda estamos conhecendo as pessoas novas dessa escola, e sabe pelo que vi ele é bem na dele se é que me entende, sem muitas palavras, mas ainda sim curto e direto, mas não grosso. – disse Dny. – e como você disse ainda quer conhece-lo, então faça isso aos poucos com calma e sem desanimar.
– Você está certa Dny, obrigada por estar aqui comigo e por se preocupar também. – disse Ree sorrindo para a amiga.
– Imagine amiga são para essas coisas e muito mais. Mas agora vamos andando antes que a gente nunca chega no refeitório. – disse Dny saindo correndo na frente.
– A não me espera sua doida, se você não parar quando eu chegar até eu te derrubo no chão. – disse Ree que saiu correndo atrás da amiga.
– Quero ver me alcançar então, caso contrário te vejo no refeitório gata. – disse Dny rindo.
Então as duas foram correndo para o refeitório e Ree alcançou Dny quando a mesma parou de correr ao avistar San e Kriss sentadas na mesa com dois meninos.
– Não é por nada não Ree, mas você conhece aqueles meninos sentados com elas? – perguntou Dny.
– Sinceramente não faço a menor ideia de quem sejam eles Dny, mas todo caso vamos lá para saber quem são eles. – disse Ree.
No Refeitório
Depois de comprarem seus lanches os quatro novos amigos seguiram para uma mesa.
– E então meninas vocês já estudavam aqui ou são novatas? – perguntou Naldo.
– Na verdade, somos novatas. – respondeu Kriss. – E você pelo que parece já estudava aqui.
– Errado, sou novato e sinceramente não queria estar aqui, mas como não se tem muitas escolhas quando o assunto é mãe, aqui estou eu. – falou Naldo.
– Engraçado acho que até agora você e uma amiga nossa que não queriam estar aqui, mas cada um cada um né. – falou San sorrindo.
– Falando na sua amiga, onde ela está nesse momento? – perguntou Thor.
– Deve ter morrido na busca pelo celular dela, só encontro essa resposta para tamanha demora. – respondeu Kriss rindo.
– Nossa quanto amor em colega. – falou Naldo.
– Bom já devem estar chegando. – falou San. – Mas me digam, pretendem fazer alguma atividade extracurricular, pelo que entendi é obrigatório.
– Eu mostrarei meus maravilhosos talentos ali na quadra. – falou Naldo se gabando. – Se quiserem ver estão convidadas meninas, só não sei o que o Thor vai fazer, mas e vocês o que pretendem fazer?
– Ainda estou pensando e creio que as outras também estejam. Concorda comigo San? – perguntou Kriss.
– Concordo plenamente. – respondeu San.
– Eu também ainda não sei o que fazer, mas como muitas coisas ainda vão acontecer até mesmo um baile de boas-vindas dá tempo de pensar em algo até lá – falou Thor. – Pessoal não olhem, mas, tem duas meninas vindo para nossa mesa.
– Devem ter gostado de mim. – falou Naldo convencido.
– Mas você não cansa de se gabar mesmo hein – falou Thor rindo.
As meninas deram risada dos dois amigos e então tornaram a conversar até as duas meninas chegarem à mesa deles.
– Meninas acho que vou colocar um GPS em vocês, até que enfim achamos vocês duas. – disse Dny sorrindo.
– Finalmente mesmo, porque essa doida me fez correr por aí atrás dela pelo refeitório atrás de vocês duas, então Kriss me deixe sentar no seu colo porque estou cansada. – falou Ree.
– Falou a doida por celular né, “não suposto ficar longe do meu bebê” e Ree como você é folgada. – falou Kriss imitando a voz da amiga e fazendo os outros rirem. – Bom esses são Naldo e Thor, se apresentem, por favor, suas sem educação.
– Bom primeiro eu. Me chamo Renata, mas podem me chamar de Ree – falou Ree. – E só por questão jamais me mostrem borboletas se quiserem continuar vivos e prazer em conhecê-los.
– Já que a cansada aí sentou, vou até vocês então, por favor, se levantem se não for pedir demais! – Então os meninos se levantaram e ficaram de frente para a garota. – Prazer em conhecê-los Thor e Naldo, meu nome é Danielly, mas podem me chamar de Dny. – disse Dny sorrindo.
–xxxxxxxxxxx-
Depois da básica discussão João foi para seu quarto muito irritado. E assim que chega no quarto encontra Tiago procurando algo em seu guarda-roupa.
– Mas você ainda está arrumando suas coisas Tiago? Nem mulher demora tanto assim para fazer isso – disse João.
– Já falei para me poupar das suas ironias. E não estou arrumando nada, muito pelo contrário já terminei de arrumar e no momento estou indo tomar um banho para relaxar, caso não tenha percebido a toalha na minha mão – falou Tiago. – E se está tão irritado assim vá tomar um banho gelado ou saia, porque a porta da rua é a serventia da casa.
– Você não está entendendo a situação, aquelas duas garotas conseguiram me tirar à paciência, logo eu que sou tão calmo e da paz & para melhorar a situação me apareceu um zelador assim eu espero, falando que não se deve tratar uma dama de tal maneira, etc. – falou João gesticulando com a mão. – Só que a questão é aquelas duas não estão nem perto de serem damas.
– Legal – falou Tiago.
– É sério isso? Você só vai falar legal? – perguntou João desacreditado.
– Sim. Afinal não sei por que deu atenção a uma briguinha infantil, o que dirá ter dado atenção para um zelador talvez – falou Tiago.
– Queria ver se tivesse sido com você – disse João. – Porque além de baixinha aquela doida é barraqueira, juntamente com aquela amiga que estava com ela.
– Sabe muito bem que eu não teria dado atenção, e elas no mínimo teriam que sair andando ou falar com as paredes – disse Tiago. – Agora se me der licença vou tomar meu banho.
Após ver o amigo entrar no banheiro João se jogou na cama e bagunçou os cabelos, depois de uns cinco minutos deitado pensando em como foi seu dia, ele decidiu se levantar e arrumar suas coisas.
–xxxxxxxxxx-
Logo após se apresentarem Ree e Dny foram à cantina comprar algo para comer e quando voltaram se sentaram e se juntaram a conversa.
– Sabe gente eu e a Dny estamos com uma dúvida, quando estávamos vindo para cá, chegamos à conclusão de que são amigos há certo tempo, estamos enganadas? – perguntou Ree
– Sim, estão erradas. Nós conhecemos há uns minutos atrás, que estávamos indo na cantina e o Naldo se distraiu com o celular e esbarrou na San, derrubando o suco da coitada no chão. – falou Thor.
– Pois é né, mas já houve o pedido de desculpas, as desculpas já foram aceitas e então comprei outro suco para ela, e aqui estamos agora todo mundo feliz como se nada tivesse acontecido. – falou Naldo sorrindo fraco.
– Calma jovem não se exalte tanto. Da próxima vez fale com mais calma. – falou Ree.
– Ah sabe como é né, vocês meninas às vezes são maléficas quando querem. – falou Naldo. – Mas enfim o que vocês duas pretendem fazer como atividade extracurricular?
– Bom eu pretendo entrar para as líderes de torcida. – falou Dny. – E você vai entrar também né Ree?
– Bom não tenho muita certeza disso. – disse Ree.
– Eu mega apoiava nós quatro como líderes de torcida, ao invés de vocês me deixarem alone torcendo pelo time da escola. – falou Dny fazendo cara de choro. – Alias espero que o time da escola seja bom, quero torcer para os melhores é claro.
– Então você está olhando para um dos membros do time neste exato momento, porque com meu talento no campo essa escola será sempre campeã! – falou Naldo olhando para Dny.
– Interessante. Então espero que você seja literalmente bom no que faz e não seja apenas de se gabar. – respondeu Dny olhando para o mesmo.
– Se quiser ir comprovar por si mesma, fique à vontade afinal vocês estão convidadas. – falou Naldo.
– Mas e se o uniforme de líder de torcida for curto? – perguntou San.
– Não acho que essa parte seja um problema, até porque o que é bonito tem que ser admirado, não concordam comigo meninos? – perguntou Dny voltando a sorrir.
– Com certeza! – falou ambos.
– Até o dia que formos fazer as inscrições, a gente fica pensando com carinho Dny. – falou Kriss.
– Meninas eu já falei que amo vocês? Caso eu não tenha falado, estou falando agora, Eu Amo Vocês suas piradas. – disse Dny.
–xxxxxxxxxxx-
No pátio da escola Luana e Rillary estavam conversavam sobre o ocorrido no corredor minutos atrás.
– Você viu como aquele menino era folgado, amiga? – perguntou Lu.
– Nem me lembre daquele baka Lu, como ele teve a audácia de chamar minha bebê de baixinha? Aquele garoto estava literalmente pedindo para morrer, eu já estava me vendo pulando em cima dele e degolando aquele pescoço, do jeito que ele estava merecendo. – falou Ri irritada.
– Já pensou se a gente esbarra com ele de novo? Achei ele muito folgado e muito cheio de si. Sou muito feliz do jeito que sou e olha que a baixinha tem suas vantagens, não é amiga? – perguntou Lu rindo.
– Devo concordar com você Lu, as baixinhas tem suas vantagens sim e que vantagens hein... – disse Ri com sorriso no rosto. – Mas e esse baile hein Lu, temos que arrasar.
– Amiga vamos arrasar sim nessa festa, vamos aprontar, vamos beber, só não vamos casar porquê de resto? Esse baile que nos aguarde. – falou Lu.
– Só podia ser o meu docinho... – disse Ri.
– Que bom que você já me conhece hein Gata. Mas agora vamos atrás da Teffy, tenho certeza de que aquela danada também está pensando em alguma coisa, porque se tem uma coisa que não somos, é santas. – falou Lu.
– Então corre, porque se não me engano é ela lá na frente com a amiga dela, não é? – perguntou Ri.
– O.M.G é ela mesma, vamos Ri antes que aquela doida suma de nossas vistas. – falou Lu saindo correndo. – TEEEEFFY MINHA LINDA PARE AÍ AGORA MESMO ONDE VOCÊ ESTÁ, NÃO OUSE DAR UM PASSO A FRENTE. – gritou Lu.
– Você poderia apenas correr e não gritar não acha? Agora está todo mundo olhando para a gente sua doida. – falou Ri.
– Apenas ignore e continue correndo, nessa escola tem de tudo menos pessoas normais querida. – falou Lu.
Enquanto elas corriam até a entrada da escola, Teffy quase caiu para trás quando ouviu seu nome ser chamado em alto e bom som, fazendo a garota petrificar a onde estava e quando as meninas chegaram até ela, Teffy enfim voltou à realidade.
– O que raios você tem na cabeça para gritar meu nome em plenos pulmões desse jeito aqui na escola hein Lu? – perguntou Teffy com uma gota na cabeça. – Aliás, tem passado muito tempo com nossa querida diretora, para estar gritando desse jeito.
– Aí para de reclamar e me fala a onde estava pensando em ir sem mim? – perguntou Lu.
– Bom temos um baile para nos preocupar, então estava indo resolver esses tramites sabe, primeiro a bebida é claro porque o que seria uma festa sem bebida e depois que soubermos o tema do baile à roupa – disse Teffy. – E como eu não tinha encontrado a senhorita em lugar nenhum, já estava indo apenas com a Isah a cidade.
– Aconteceu uma treta básica que depois te explico, primeiro vamos sentar ali e me conte mais detalhes de seus planos. – falou Lu.
–xxxxxxxxxxx-
O almoço tinha terminado e os alunos estavam retornando para seus dormitórios, para arrumar suas roupas, matérias, etc., outros alunos estavam se espalhando pelo colégio. Um grupo de seis pessoas ainda permanecia no refeitório, não eles não estavam almoçando ainda, eles só estavam conversando.
– Que massa! Vocês vão estudar junto comigo e com Thor... – disse Naldo, ele estava gostando de saber que iria estudar junto com as meninas.
– Que coincidência... Acho que o destino nos uniu por acaso... – disse Dny admirada.
– Verdade Dny, é muita coincidência nós estamos na mesma turma... – disse Kriss.
– Eu acho que estão fazendo um complô, para a gente está junto na mesma sala... – disse San.
– Que isso San... – fala Thor. – Você acha mesmo que isso tudo é complô?
– Acho, não pode ser que no meu primeiro ano, conheço tanta gente legal e simpática. – disse San.
– Oooooooh! – falam as meninas. Re abraça a San com carinho.
– Que fofo! – disse Dny.
– Ei, vocês vão para o baile de boas vindas? – pergunta Naldo.
– Mas é claro Naldo! Não vamos perde essa festa por nada... Né meninas? – disse Re.
– Sim! – respondeu todas.
– Mas não tenho nenhuma roupa para festa. – disse Kriss um pouco tristonha.
– Eu também não. – fala San.
– Não se preocupe meninas... Nós vamos fazer compras na cidade... – disse Re animada.
– Mas não tenho dinheiro pra compra roupa... – fala San de cabeça baixo.
– Não fica assim San... – disse Re abraçando-a. – Eu pago pra todas vocês.
As garotas ficaram muito animadas com a noticia, todas foram pra cima da Re pra abraça-la e acabaram de derruba-la no chão. Naldo e Thor estavam observando e rindo da cena.
– Ei, saem de cima de mim... Se não vão me esmagar. – disse Re.
– vamos ajudar elas Naldo... – disse Thor.
– Vamos... – respondeu Naldo.
Thor ajuda a Kriss a se levantar, enquanto Naldo ajuda a Dny. Quando ele levanta a garota para perto olha nos olhos dela.
– Eu acho que já tive em algum lugar... – disse Naldo.
– Que isso, imagina essa é a primeira vez... – responde Dny.
– Humn! Está rolando um clima ai... – disse Re no chão.
– Verdade! – fala San ao lado dela. – DnyNaldo eu simpo.
– DaNaldo, eu também simpo. – fala Re.
– Que isso gente, não está rolando nada... – fala Dny sem jeito.
– Pois é... Não esta rolando nada... Só acho que já vi a Dny em algum lugar. – disse Naldo.
– Sei... Essa cantada é veia, sabia Naldo?! – disse Re dando um sorriso malicioso. E todo mundo começo a rir. Até que a servente chega perto deles e fala:
– Por gentileza. Vocês poderiam desocupa o refeitório... – disse servente. Era uma senhora gorda de cabelos castanhos que estavam presos por uma toca transparente. Ela era uma senhora doce com os alunos, todos a adoram.
– Sim, claro... – disse San dando um sorriso. – desculpe por atrapalhamos...
– Obrigada! – disse a servente retribuindo o sorriso.
Eles saíram do refeitório rindo da situação, menos Reinaldo e Dny, que estavam constrangidos com a cena de anterior.
– Pare gente, não rolou nada... – disse Dny. – Vamos mudar de assunto?
– Humm! Tudo bem, vamos mudar de assunto, só pra a Dny e o Naldo não ficarem mais vermelhos que já estão. – fala Re.
– Vamos logo para o nosso quarto? – perguntou Dny. – Caso se lembrem, vai ter um baile e eu preciso ver se tem algo no meu guarda-roupa que se dê para usar em um baile e também temos que comprar algum pra festa..
– Nossa Dny muito bem lembrado. – falou Ree. – Vamos precisar de bebidas, mas claro que nada explicito, vamos batizar o ponche.
– Então você é pinguça né Ree. – exclamou San. – Não vou carrear ninguém hein e tenho dito.
– Quando amor no coração hein. – falou Kriss. – Bom meninos, foi um prazer conhece-los e até outro dia.
– Tchauzinho meninos, foi um prazer conhece-los e quem sabe a gente não se esbarre por aí antes do baile. – disse Dny.
– Bom até meninos e foi um prazer conhece-los, aliás, tenho certeza que alguém lá em cima colocou a gente na mesma sala. – falou Ree.
– Nossa quanto “até”, mas é o que está tendo né, então à gente se vê por aí meninos e foi um prazer conhecer vocês. – disse San.
– o prazer foi nosso. – disse Naldo.
– Até breve meninas. – fala Thor.
– Meu amigo Thor, prevejo muitas tretas e risadas com essas meninas, e nesse baile então é o que mais vai rolar coisas, assim espero – falou Naldo vendo as meninas se afastarem.
– Eu também prevejo isso mano Naldo e como prevejo – falou Thor.
Depois que as meninas foram para o quarto delas, Naldo e Thor ainda ficaram ali conversando sobre as meninas. e falando algumas banalidades até que resolveram ir para o quarto descansar um pouco.
–xxxxxxxx-
Já no quarto Dny saiu correndo para o seu guarda-roupa ver se tinha trago algo apartável para um baile, já as outras três se jogaram em suas respectivas camas. Depois de meia hora vasculhando suas coisas exclamou indignada...
– O.M.G!! Eu não sei o que usar no Baile de boas-vindas! – choramingou – Eu não tenho roupas... Não tenho sapatos! Estou p-e-r-d-i-d-a! – dissera Dny com um biquinho. Fazendo questão de ressaltar a última palavra.
– Calma amiga. Qualquer coisa vamos comprar uma roupa nova mesmo! – disse San, tentando tranquiliza-la. – Até porque será um baile de boas-vindas e ainda precisamos saber o tema do baile. – sorriu.
– Isso mesmo a San tem razão então sossega seus ânimos gata. – falou Ree.
– Tudo bem eu vou sossegar, mas só por hoje, pois amanhã meus amores ou mais tarde eu vou atrás de tudo, depois que a querida diretora falar o tema é claro... Roupa, sapatos, cabelo porque estou precisando fazer umas mexas azuis, unhas e um spar! – disse Dny sorrindo com os olhos brilhando. – Meninas temos que estar simplesmente divinas nesse baile.
– Sabe estou com uma grande dúvida o piradinha. – disse Kriss. – Como pretende fazer isso tudo?
– Espere e verá gata! – disse Dny.
– Bom senhorita quero brilhar que tal esperar pelas outras duas meninas do nosso quarto? – perguntou Ree. – Isso é caso você não tenha esquecido que terá mais duas garotas nesse quarto, e quanto mais meninas melhor.
– Tudo bem, mas só para constatar não sou nenhum pouco paciente para ficar esperando! – disse Dny com a sobrancelha erguida. – Além do mais não pretendo ser a única a ficar divina.
– Nessa parte eu vou concordar, já faz um tempo que eu estava querendo dar uma mudada no visual e a Dny está certa, temos que estar lacrantes meninas! – disse San. – Estava pensando em fazer mechas roxas ou uma californiana, mas isso dá para ver depois.
– Suas apressadas, assim como a Ree disse vamos esperar as duas meninas que faltam para fazermos tudo juntas! – disse Kriss, tentando manter a ordem naquele quarto. – E Dny espero que não esteja pensando em aprontar nada nesse baile, porque o que te falta é parafuso nessa cabeça.
– Assim você me magoa Kriss! – choramingou – Sou um anjinho incapaz de aprontar alguma coisa, mas Kriss te aconselho a não beber demais vai que acaba caindo em cima de um garoto! – falou Dny, que logo após falar isso saiu correndo para o banheiro.
– Me aguarde quando você sair desse banheiro, anjinho da asa quebrada. – disse Kriss com uma veia saltando de sua testa.
– Ora Kriss relaxe! – disse Ree pegando um travesseiro e atacando na mesma. – E Dny vê se não morre nesse banheiro, porque a guerra já está armada aqui.
E assim se iniciou uma guerra de travesseiros entre San, Ree e Kriss! E o quarto bom, esse começou a ficar em um estado lamentável e quando a outra saiu do banheiro a situação piorou, pois quando abriu a porta do banheiro à única coisa que deu tempo de ver foi o quarto todo bagunçado e um travesseiro vindo em sua direção.
Continua...
Fale com o autor