Após aceitarem a proposta de Maxweel na escola, os 13 adolescentes desembarcaram de Harrisburg, onde moravam no estado da Pensylvania, para Washigton, onde fica a base secreta da Organização Secreta Da América (OSA), lá eles são treinados por diversos profissinais na aréa de espionagem,inteligência e combate, o que seria essencial para os mesmos em sua missão de salvar o pais da Black Brain (BB). A técnologia da OSA é uma das mais avançadas dos país, tendo relações com a NASA, e com os melhores ciêntista do mundo, e através disso conseguirem criar genes com mutações especiais, que agregaria poderes á indivíduos á qual fossem ingetados. E com isso, os 13 jovens adquirem poderes especiais distintos, no qual serão de alta importancia e muito decisivos no resultado de sua trajetória até o êxito de sua missão.
Com toda a mudança em suas vidas e em suas rotinas, a OSA conseguiu assegurar tanto á escola tanto á suas familias que os jovens estariam bem, alegando que os mesmos estariam sendo escotados para um grande evento acadêmico que reuniria vários alunos ao redor do país, deixando assim, sua missão camuflada.
Com o término do treinamento, todos voltam as suas casas na Pensylvania e aproveitam seus ultimos momentos como adolescente "normais" antes de darem início a sua jornada como agentes do país.
Era uma noite tranquila, o céu estava limpo e um vento frio circulava pela cidade. Charlie estava em seu quarto, que também era o de Manu, já que ambos dormiam em uma beliche.
— Ganhamos poderes sobrenaturais e agora teremos que lutar em uma missão secreta de uma organização secreta contra uma organização maligna que quer dominar o país... Que doidera!
Charlie fala para si mesmo, não acreditando no que estava acontecendo. Sua vida nunca foi muito agitada, o garoto só tinha vivido na casa de seus pais de forma despreocupada e sem muitos planos para o futuro, assistia animes o dia inteiro e... Coisas normais de adolescente.
— Fica calmo, isso vai ser divertido, maninho! Finalmente vamos sair do tédio!
Ao contrário de seu irmão que estava preocupado, Manu parecia estar se divertindo com toda aquela situação, afinal ela sempre foi uma garota que gosta de se aventurar e correr riscos. Ambos eram o completo oposto um do outro.
— Eu não consigo ficar calmo... A gente vai correr risco de morte, Manu! Mesmo com esses poderes, eu não me sinto seguro...
— Se alguma coisa acontecer, eu estarei lá pra te proteger, hehehe!
— Obrigado, me sinto muito mais seguro depois de ouvir isso! (Mentira...)
Na mesma hora, um pombo preto pousa no parapeito da janela, e fica olhando fixamente os dois. Em seguida, ele fica bicando o vidro, como se estivesse pedindo para entrar.
— Será que é o...
Charlie vai até a janela e a abre, deixando o pombo entrar. Assim que ele entra, ele começa a crescer e se transforma em um garoto de aparência delicada e cabelo até os ombros, alguns diriam que era uma menina. De maneira tranquila, ele diz:
— Eaí, gente! Gostaram da minha entrada?
Charlie olha para o mesmo com uma expressão de raiva e bate com a mão no rosto.
— Sam! Não use os seus poderes sem necessidade! Você já ouviu falar em porta? E se te vissem se transformando?! A organização mandou mantermos os nossos poderes em segredo, isso inclui a sua metamorfose!
— Relaxa, ninguém me viu, fica de boa, parceiro!
— Façam menos barulho, eu quero ler meus yaoi, caramba!
Berra Manu, que estava em deitada na cama de cima, enterrada em baixo do cobertor. Para ler no escuro, ela estava usando sua habilidade de manipulação da luz, fazendo uma pequena esfera de luz semelhante à uma lanterna.
— Vocês deviam levar isso mais a sério!
Exclama Charlie, irritado com a atitude descontraída de ambos.
Do outro lado da cidade, estava tendo uma festinha com o pessoal da escola na casa do Marwin, por ele e seu time terem ganhado o campeonato de futebol inter-escolar, logo, estavam comemorando.
— Ai que festinha xinfrim, só vim mesmo para todos me verem com o Marwin, afinal, temos que ser vistos como o casal mais popular da escola!
Comenta Megan para Myrcella e Alice que estavam proximas a mesa do ponche.
— Ah, mas Megan, pra que você quer tanto isso ? Você ja é popular sem o Marwin, todas meninas querem ser como você ! ( Menos eu, prefiro ser qualquer coisa menos essa ridícula)
Responde Alice.
— Acho que você tem razão Alice, mas de todo jeito, ele até que é bem gatinho, não da pra disperdiçar!
— Okay, então fica com ele e depois a gente vai embora, por que eu não aguento mais o Zack me encoxando com esse bafo de maconha!
Enquanto isso, Marwvin dançava com Bervely Platon, a maior rival de Megan na escola, que disputa com a mesma o título de garota mais popular.
— Você tá bem bonita hoje, B-Beverly!
Comenta Marwin para a garota.
— Me produzí pra você é claro... você me deixa... excitada
Fala a garota em tom sensual, enquanto abraça o mesmo.
— Olha aquilo meninas, eu não to acreditando no que eu to vendo, Bervely Platon dando uma de talarica roubando o que é meu por direito !
Fala Megan com sangue nos olhos enquanto olha fixamente para os dois.
— Eles até que fazem um casal bonitinho
Responde Myrcella, que subitamente é repreendida por Megan com uma cara de " como é que é ? ".
Logo, a morena se dirige ao par que estava se beijando em frente á todos e gerando alvoroço das pessoas da festa.
— Ei, o que que vocês tão fazendo ? Alguém pode me explicar ?
Grita Megan ao chegar na frente de ambos, deixando Marwin assustado.
— M-Megan, não sabia que você iria vir, foi mal !
— Pra mim não dá mais Marwin, essa coisa da gente se unir pra ser o casalzinho popular ja deu, mas se quiser, pode ficar com essa mercadoria de segunda mão, a escola toda já pegou ela, beijos de luz.
Conclui Megan saindo com estilo da festa, fazendo todos vaiarem o casal que estavam no chão com o aconteicmento.
Neste exato momento Zack tropeça em um tapete que estava perto da mesa e derruba um copo de ponche em cima da roupa de Alice que perto estava.
— (M-Mas o que esse incopetente fez ? Meu vestido carissimo da Louis Vitton ja era !!) Ai, minha roupa!
Fala Alice que explodia por dentro.
— Tenho que admitir, foi engraçado Alice kkkk
Fala Myrcella rindo com a mão na boca.
Com isso, Alice pega outra copo de ponche e joga em direção a Myrcella, porém, a mesma ativa seu poder intangibilidade e o ponche atravessa ela, molhando Marwin que vinha atrás da mesma.
— Acho que hoje não é meu dia de sorte!
Indaga o mesmo ao ser atingido.
— Nunca mais compareço à festa nenhuma! Esses plebeus não me dão o respeito que eu mereço!
Resmunga Megan, andando apressadamente pela rua. Ela estava tão irritada que não conseguia controlar totalmente o seu poder, fazendo com que uma pequena trilha de fogo se espalhasse por onde ela andava.
— Eaí, gatinha, o que está fazendo? — Pergunta Dave, se aproximando da mesma. — Tá nervosinha por quê?
— Não interessa pra você, palhaço!
Responde, passando pelo mesmo e continuando seu caminho. A morena continua andando até que Aya repentinamente aparece na frente da mesma, a assustando.
— Eita! O que você quer, perua? Não me assuste assim!
— Hehe... Eaí, Megan! Rolou o maior barraco na festa e eu soube que você é a causadora de tudo! Como a maioria das pessoas que estavam lá eram alunos da nossa escola, acredito que isso daria uma ótima notícia pro meu jornal e muitos se interessariam em lê-lo! – Exclama a repórter, extremamente empolgada. – Então... Eu poderia te entrevistar? Vai ser rapidinho, prometo!
— Até parece! Sai da minha frente, baranga!
Megan fica completamente irada e cria uma bola de fogo em suas mãos, lançando-a em Aya, porém a mesma se teleporta para cima de um poste de luz.
— Então... Isso foi um não? Que pena... Vou indo nessa!
Dito isso, a repórter desaparece novamente. Megan desfaz a outra bola de fogo que havia materializado em sua mão, e solta um longo suspiro.
— Esse povo me tira do sério... Vou destruir todos eles!
Do outro lado da rua, Matt e Lilly estavam sentados em um banco, compartilhando o mesmo fone de ouvido e ouvindo músicas rock no celular de Lilly.
— Eu nunca tinha ouvido Rock com ninguém antes, você é a primeira pessoa que faz isso comigo!
Fala Matt com o rosto vermelho.
" Eu nunca tinha ouvido Rock com um emo tão estranho quanto você " mostra Lilly escrito em um papel para o mesmo.
" Gosto de estranhos" complementa.
— Ah, então isso é bom, eu gosto muito do seu jeito de comunicar, é tão único... é uma das varias coisas que eu acho legal em você!
Responde ele, deixando Lily envergonhada. Em seguida disso, ela acena pra o mesmo e vai embora apressada, deixando Matt confuso.
Em sua casa, Loras estava muito apreensivo pela missão que teria que fazer, e ficava inquieto andando para um lado por outro pra ver se o tempo passava mais rápido, ele ainda estava com muito medo que tudo aquilo não desse certo, mesmo após o treinamento que todos tiveram, e pra piorar ele achava que todos estavam muito confiantes com tudo isso, menos ele, que parecia não tão preparado ainda. Neste instante o celular dele toca, e com um gesto de mão, ele faz seu celular levitar da bancada do seu quarto até seu ouvido, usando sua habilidad de telecinese.
— A-Alo, quem é ?
— É, oi Loras, aqui é o Charlie... eu liguei pra perguntar como você tá depois de tudo isso.... foi tão repentino... eu acho que não estou preparado ainda!
— A-Ah, oi Charlie, eu também não estou nada preparado, e apesar de estar sempre sujeito a novas responsibilidades como presidente do conselho estudantil, essa coisa de missão secreta é muito desafiadora pra mim, eu estava pensando.... em... talvez desistir sabe, até nos treinos eu não estava tão confiante com minhas propias habilidades.
— Eu também pensei em desistir Loras, mas pelo mais louco que seja, essa é uma oportunidade única, a gente vai lembrar disso pro resto de nossas vidas, além do mais vamos ajudar nosso páis, não só a nós mesmos, mas todos aqueles que conhecemos, e é por isso que eu não vou desistir, por mais que as coisas se compliquem, e se eu vou embarcar nessa jornada com alguém, quero que seja você, você é um cara muito legal e cheio de qualidades, confie em você mesmo, e logo verá que todos esses desafios pareceram fáceis pra você!
Loras fica emocionado com as palavras de Charlie, fazendo uma lagrima cair suavemente no seu rosto. Ele respira fundo, e fala ofegantemente pelo telefone:
— Obrigado mesmo Charlie, eu vou continuar, por você, e por todos nós que estamos envolvido nisso, nos vamos conseguir!
Charlie ao ouvir isso abre um sorriso em seu rosto, e após a conversa, ambos adormecem.
O sol raia no céu, iluminando um novo dia, que para esses adolescentes, será o começo de sua jornada. Todos acordam revigorados para o início de sua missão, e se encontram em um bosque, que ficava algumas ruas atrás do Shopping Hills, um local de dificíl acesso.
— Megan,Zack e Sam.... pronto, todos chegaram, Loras!
Avisa Charlie para seu amigo.
Subindo em cima de uma pedra de aproximadamente meio metro, Loras chama a atenção dos seus colegas de equipe e se pronuncia:
— Então pessoal, sei que todos nós fomos instruídos de tudo que teríamos que fazer no treinamento da OSA pelo Maxweel e seus agentes, porém, quero reassaltar algumas coisas! Primeiro, que vocês não devem deixar, de hipótese alguma, alguem descobrir sobre vocês, como sabem, estamos trabalhando para uma corporação secreta agora, e tudo que faremos será debaixo dos panos sem o envolvimento com a sociedade. Segundo, tomem muito cuidado com tudo e com todos que possam se aproximar, como sabemos, a Black Brain tem muitos agentes infiltrados pelo país, e se nos descobrirem, será o nosso fim. E por ultimo, confiem em vocês mesmo e no trabalho em grupo, ontem um amigo me deu esse conselho e eu o guardei no fundo do meu coração, e agora estou aqui compartilhando com vocês!
Todos olham confiantes para Loras, e Charlie em especial fica emocionado com suas palavras.
— Ao trabalho gente! Tempos que se dirigir até um rancho abandonado á 2 quilometros daqui, onde a OSA nos deixou algumas informações e apetrechos que precisaremos para poder seguir para New York, onde fica uma das bases da Black Brain.
Continua Loras.
Enquanto eles se dirigiam ao local, um rapaz com aparência de aproximadamente 25 anos, estátura alta e cabelo tingído de azul,os observava de longe, com um binóculos, demonstrando um sorriso maligno em seu rosto, era Joe, um agente especial da Black Brain, que havia acabado de descobrir a operação dos jovens.
Ao chegarem no rancho abandonado, eles entram pelo portão e veem que o lugar era enorme.
— Aff, por que viemos a um lugar nojento desses? Uma mansão teria sido muito melhor ao meu ver.
— Calma, Megan, você precisa ver o lado positivo das coisas! Pelo menos estamos em contato com a natureza, os animais...
Diz Myrcella, tentando tranquilizar sua amiga, mas sem sucesso.
Eles entram no celeiro e veem que haviam vários equipamentos lá, principalmente armas. Havia também um papel escrito “peguem o que acharem necessário”.
— Wooow, amei essa katana, é minha!
Exclama Alice, pegando a espada japonesa que estava pendurada na parede.
— Isso não parece algo muito fofo...
Murmura Myrcella, rindo.
— Gente, não se afastem muito do grupo, ok? Esse lugar é grande, alguém pode facilmente se perder aqui...
Adverte Loras. O grupo concorda, porém Marwin nota que estava faltando alguém... O Sam havia sumido.
— Cara, o que esse idiota está fazendo? Eu juro que ele estava bem do meu lado quando entramos aqui!
Fala Manu, irritada.
— Deixa que eu procuro ele, posso acha-lo facilmente com o meu teleporte!
Afirma Aya, confiante. Loras concorda, mas diz para eles voltarem logo ao celeiro. Antes dela partir, Manu se oferece para ir junto, e em seguida Charlie também, pois não queria que sua irmãzinha se metesse em encrenca.
— Aya, tudo bem pra você?
— Sim, eu consigo teleportar vocês tranquilamente! Só segurem as minhas mãos e não se soltem...
Ambos fazem um sinal de “sim” com a cabeça e seguram as mãos da repórter, desaparecendo junto com ela em seguida. Enquanto isso, os outros continuam lá no celeiro, pegando os equipamentos que acharem úteis.
Charlie abre os olhos e se vê em um campo aberto, próximo ao portão do rancho. Os três começam a gritar o nome de Sam e procurar pelo mesmo, até que Manu vê um coelho branco no chão e se distrai.
— Nossa que fofo, vou te chamar de perna curta!
Mas o coelho repentinamente se transforma no Sam, fazendo-a cair para trás com susto.
— Te enganei, hehehe...
Fala o menino, rindo. Manu se irrita e lhe dá uma rasteira, o derrubando.
— Deixa de ser trouxa, a gente tava te procurando!
— Não precisava, eu só queria me divertir um pouco, que saco...
Ao verem que Manuella havia encontrado o Sam, Aya e Charlie vão correndo até ambos, aliviados.
— Beleza, segurem-se em mim, vamos voltar...
Após dizer isso, Aya se espanta ao ver um estranho e desconhecido homem parado alguns metros à frente, encarando-os com um sorriso perverso. Ela sabia que ele com certeza não podia ser um aliado.
— Quem é você?
Pergunta Charlie, confuso. O cara começa a rir e dá uns passos para frente, se apresentando.
— Podem me chamar de Joe... E eu sou a última coisa que vocês verão.
FIM DO CAPÍTULO
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